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Arquitectura.pt


onil

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Posts posted by onil

  1. A Arquitecta está escolhida (já estava quase desde o inicio pois sentimos confiança e existe uma certa empatia) e o valor de orçamento ronda os 5% do custo da obra.
    No valor está incluido o acompanhamento em obra.
    Estou ansioso por começar a vêr no papel a nossa futura casa :p
    Abraços
    Nuno



    Arquitectura, todas as especialidades, projecto de execução com pormenorização, caderno de encargos, medições e orçamentos, assistência técnica e fiscalização da obra, aturar os agentes da construção, imensos telefonemas e atendimentos, deslocações, acústico final, certificação energética final, termos de responsabilidade, livro de obra e demais diligências, tudo tudo tudo até emissão de licença de utilização e apresentação de IMI ? ??
    Não se assuste!...
    Simpática arqª, bem entregue, boa sorte.
    Só fecha post com histórico de imagens até final da obra, ok?
  2. Arquitecto Agostinho Ricca

    Um exemplo de cidadania, cuja partida nos deixa mágoa.
    Uma referência na arquitectura do Porto, em cuja obra se rememora.

    Do Arq. Aguiar Branco:
    "As obras do arquitecto A.Ricca constituem, pedagogicamente, uma das marcas mais qualificadoras e impressivas no contexto arquitectónico-urbanístico portuense,que só uma básica ausência de cultura do acto criativo de projectar permitirá que nao envelheçam vivas"
    Solidariedade à família enlutada.
  3. De acordo com vitor nina. "...já agora, apenas uma coisa mais: não cá "normas internas". Ou há regulamentos municipais (aprovados em AM e publicados em DR) ou não há nada. Indeferir ou apreciar projectos com base em "normas internas", é treta." "Arquitectos e engenheiros volta e meia armam-se em carapaus de corrida e pensam que por trabalharem numa autarquia podem fazer tudo o que lhes dá na real gana...mas enganam-se às vezes. " Mas atenção! Os PROT são de natureza imperativa em relação aos PDM. Posto isto melhor será o díálogo acompanhado de dúvida metódica junto da CM. Já agora saber se a etimologia do "semear construções pelo terreno" tem a ver com a influência do meio!... Cumprimentos

  4. Olá Luciana e Ser Agradeço o esforço, mas receio não corresponder. O estore a que me refiro, tipo veneziano, de desenvolvimento ascendente (e recolha descendente) corresponderá grosso-modo ao seguinte: Haverá um perfil superior, de secção rectangular, com uma roldana junto a cada extremidade para inverter o movimento dos respectivos fios e inerente dispositivo de travamento. A caixa receptora das lâminas está na base do vão. Uma extremidade do fio está fixada ao limbo da 1ª lâmina do estore , que por sua vez arrasta as outras. A outra extremidade é a que o operador tem de puchar ou soltar após destravamento para as lâminas poderem subir, fechando o vão, ou soltar para recolherem por gravidade na referida base (junto ao peitorio ou à soleira). Quando o estore está recolhido ficam apenas ao alto 2 fios, um do lado esquerdo e outro do lado direito, que vão e vêm da respectivas roldanas. Sei que existe, ou existiu, como soi dizer-se sobre as Bruchas, mas de facto não vejo onde!... Cumprimentos

  5. Não tendo logrado ajuda, fica para informação geral o esclarecimento recebido da ASAE: Exmo(a) Senhor(a) Em resposta à mensagem de V.Exa. do passado dia 27 de Novembro de 2009, informamos que deverá contactar a Câmara Municipal e o Instituto de Desporto de Portugal, por serem as entidades competentes para intervir na situação descrita. Com os melhores cumprimentos Divisão de Informação e Documentação

  6. Boas, Agradeço dicas quanto ao enquadramento jurídico dos requisitos da instalação e funcionamento de uma Academia ou Escola de Dança. Ao que penso, não é expressamente enquadrável na Prestação de Serviços a que reporta a Portaria 791/2007 de 23/07 (riscos para a saúde e segurança das pessoas), logo, não será também no DL 259/2007 de 17/07. Qual será afinal o enquadramento?:)

  7. MCastle Aparentemente não é da especialidade e por isso sente dificuldades em definir uma estratégia de "ataque" do problema. Vários são os caminhos que pode seguir, mas como deve calcular por esta via, sem conhecer o caso concreto e a documentação respectiva torna-se arriscado ir mais longe. Em todo o caso: - pode contactar a CM e tentar esclarecer face ao histórico da situação - contactar o profissional que ao tempo lhe elaborou o procº ou outro que lhe possa dar seguimento - pode consultar um profissional de direito, preferencialmente que esteja "habituado" a lidar com direito administrativo. Enfim.... Cumprimentos e boa sorte (que também é precisa!)

  8. MCastle
    O processo administrativo de legalização inicia-se por impulso do munícipe.
    A Câmara tinha o dever de resposta sobre a pretensão, tendo diferido o assunto demasiado tempo.
    Se não exerceu o direito ao deferimento tácito, a obra mantém-se ilegal, quer por inércia da Câmara quer do interessado.
    Ao tempo penso que a prescrição ou caducidade do processo se daria ao fim de 1 ano, sendo certo que a "bola" estava do lado da autarquia...
    Presentemente a prescrição dá-se ao fim de 6 meses por deserção, nos termos do CPA.
    Sugiro que aproveite a oportunidade que é dada pelo município para regularizar a situação.

  9. Qual o intervalo em que valor mensal, que recebem, se insere? Pelo último gráfico conclui-se que no intervalo dos 800-899€ já se consegue ultrapassar os 50% dos Arq. assalariados, mais precisamente 54,18%. Tenho dúvidas da sinceridade das respostas por não compreender que haja 10,12% de Arq. a vencer entre 0 a 199€; 3,57% a vencer entre 200 e 299€; 0,60% a vencer entre 300 a 399€, e assim por diante. Para melhor juízo sobre a matéria pergunto: - O critério subjacente é do salário bruto (ilíquido, antes de descontos) ou líquido (efectivamente recebido, após descontos)?

  10. Em minha opinião e regra em uso, tratando-se de varandas não fechadas, com utilização acessória relativamente ao uso a que se destina o edifício ou fracção, aplica-se o nº 3 do artº 40 do CIMI, que qualifica o respectivo espaço como "área bruta dependente" com aplicação de coeficiente 0,30. Ver circular 15/2004 de 30/11-DSA

  11. Siza Vieira/Souto Moura

    Convergência na diversidade ?

    "

    Imagem colocadaImagem colocadaGuggenheim de Nova Iorque é revolucionário e peça de grande modernidade, dizem arquitectos portugueses

    Ricardo Batista
    20 de Outubro de 2009

    Ícone, revolucionário, uma peça de grande modernidade - é como os arquitectos Siza Vieira, Souto Moura e a crítica de arquitectura Ana Vaz Milheiro definem o Museu Guggenheim de Nova Iorque, que quarta-feira completa 50 anos.
    Projectado pelo arquitecto norte-americano Frank Lloyd Wright, o Museu Solomon Robert Guggenheim de Nova Iorque, em homenagem ao criador da fundação homónima e do museu, foi inaugurado a 21 de Outubro de 1959, escassos meses depois da morte de quem o desenhara.
    "Se se pode falar de ícone em relação à arquitectura, é um ícone", garante Álvaro Siza Vieira em declarações à agência Lusa.
    O edifício, que demorou algum tempo a ser construído, não está realizado exactamente como o arquitecto o desenhou, causou resistências na época, o que, para Siza Vieira, se deveu à "singularidade" e "novidade" da obra.
    Para o arquitecto português mais premiado no estrangeiro, o Guggenheim é uma "máquina de expor extraordinária" e "hoje é impossível pensar em museus sem vir à mente a referência" aquele museu nova-iorquino.
    O facto de estar construído em rampa - apesar deste conceito já ter sido utilizado em museus pensados por Le Corbusier - , permitindo uma visão global das exposições, de estar pensado sobretudo para exposição em parede, de pintura, mas também ter espaço para a escultura e constituir um desafio para os artistas são particularidades do museu, observa.
    Para Siza Vieira, o Guggenheim, tal como museus mais tradicionais como o do Louvre (França), ou o de Basileia (Suiça, também é um "emergente" - "sobressai mas não é agressivo em relação ao entorno e, no entanto, é singular em relação à envolvência".
    "Não chegamos àquele local e ao Guggenheim e dizemos ah, bolas, isto estabeleceu aqui uma ruptura abusiva. Não, estabelece sim um contraste mas é um contraste que enriquece o contexto dele se diversificando" e "não surge tão singular como um corpo estranho", sublinha. "Dá a impressão a quem hoje passa por ali que tinha que estar ali", conclui.
    Também o arquitecto Eduardo Souto Moura considera aquele espaço "revolucionário" devido a três factores. Porque estabelece o conceito de museu/percurso, institui um novo conceito de monumento objecto de ruptura em relação às residências pré-existentes e cria uma linguagem nova, depurada, em que a forma segue a função e a função segue a forma, sustenta.
    "A grande inovação deste museu é definir um percurso, é existir uma intencionalidade do arquitecto para que o público ou utente faça aquilo que ele quer", diz Souto Moura, acrescentando que este conceito foi depois adoptado por Corbusier e recuperado num museu de Tóquio.
    Até essa altura os museus "eram uma espécie de armazéns de obras depositadas em que as pessoas iam fruindo o que lhes apetecesse", enquanto o Guggenheim não tem alternativas, observa.
    "As pessoas têm que fazer a rampa; vêm para trás ou têm que a fazer", sublinha.
    O segundo factor prende-se com o facto de o Guggenheim ser uma obra com que Frank Lloyd Wright se "confronta com a cidade de uma maneira completamente diferente e dissonante", refere.
    "Frank Lloyd Wright era considerado "um ´expert ` em arquitectura doméstica, por fazer muitas casas" e se "confrontar pouco" com a realidade urbana, mas com este museu "fez um objecto estranho inserido numa morfologia urbana que não tem nada a ver com o edifício que propõe".
    A terceira inovação dá-se ao nível da linguagem, já que o Guggenheim é a obra "mais depurada" do arquitecto, que "usava muito a decoração" e que era "muito formal", e na qual a "forma segue a função", sublinha.
    Daí que Souto Moura defina Frank Lloyd Wright como "um arquitecto do século XIX que preparou o século XX" e o Guggenheim o "objecto ou proposta em que faz o manifesto a dizer o que deve ser o século XX, o futuro".
    Também para a crítica de arquitectura Ana Vaz Milheiro, o Guggenheim é uma "peça de grande modernidade" e "sem dúvida uma das obras-primas da arquitectura do século XX, que vai marcar o entendimento da grelha de Nova Iorque.
    "A arquitectura é uma disciplina em que não se inventa nada. Recria-se, aperfeiçoa-se (.) e a importância das obras mede-se também pelos impactos que causam na de outros", sustenta.
    "Não podemos imaginar a Fundação Iberê Camargo, no Brasil, de Siza Vieira, sem o Guggenheim, porque este projecto de Siza é talvez o que mais explora as potencialidades utilizadas pelo Wright no Guggenheim", conclui. "

  12. Ao que interpreto: A habitação é de construção anterior a 07 de Agosto de 1951, documentalmente provado, ou seja, anterior à entrada em vigor do RGEU. Não necessitou de licença de utilização para celebrar a escritura. Tem agora de apresentar no Fisco o Mod 1 do IMI (para começar a contar para as receitas orçamentais com que as Câmaras Municipais pagam as obras). Carece de planta (desenho de um objecto visto de cima) do/s piso/s e respectivo logradouro (se o tiver). Naturalmente que tem de se ir ao local fazer o levantamento (que não o levantamento da/s fachada/s).

  13. Ora, então?...
    Tudo gente apressada, que só lê na "diagonal"?
    Cito:
    "... estores interiores de movimento ascendente, em palhinha, tela ou outro material..."
    Como transcreví, referia-me ao interior onde é suposto não haver chuva.
    Clarifico:
    - O objectivo não é proteger dos raios solares, mas dos "raios" das vistas, por razões de privacidade relativamente a um observador situado num ponto inferior ao que se pretende proteger das ditas.

  14. A equação carece de ser clarificada quanto ao seu enquadramento/objecto. Tal como gibag já abordou, qualquer construção e respectivo projecto a montante é sempre um processo artificial, por mais sistemas construtivos ou materais naturais que use. Pressupôe sempre o uso concertado da inteligência de um ser. Já quanto à vertente público/privado, vários princípios podem ser equacionados: Do ponto de vista do direito, o que é público está fora do negócio jurídico, não podendo directamente ser alienado. Do ponto de vista do mero uso, há espaços que são do domínio privado mas afectos ao uso público. Outra vertente é a da manutenção. Se não forem claras as delimitações, quem paga? Refere-se à questão sensorial? Como se vê pode-se especular em inúmeros sentidos, porventura sem interesse para o objecto da questão suscitada. Será melhor contextualizar o que se pretende.

  15. Olá a todos/as Necessito de informação sobre estores interiores de movimento ascendente, em palhinha, tela ou outro material, em que o rôlo ou elemento de recolha se situa, contráriamente ao habitual, junto da soleira/peitoril respectivo. Grato.

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