Jump to content
Arquitectura.pt


De Jesus

Membros
  • Posts

    17
  • Joined

  • Last visited

Posts posted by De Jesus

  1. Na leitura dessas oito paginas, me parece o problema em sí não são as varandas, sacadas ou marquises e sim que devido ao alto custo do m2 vendido as unidades estão cada vez menores, com menos espaço as famílias tendem a procurar maximizar seus espaços. A falta de área de serviço é uma calamidade, aqui em São Paulo um decreto dos anos 70 regulamenta a área, e tolera 90cm como área de serviço. A regulamentação do uso do ar condicionado e fechamento de varandas é uma necessidade moderna, carece de resposta do poder público. Enfim colegas, estamos de mãos atadas, pois o mercado imobiliário exige a varanda, mas não onde lavar roupas, o comprador procura o apartamento com varanda já muitas vezes com intenção de fechamento, o poder público omite-se em regulamentar pois preferem ficar quietos a comprar brigas com o eleitor e com os construtores (generosos doadores de campanhas). Um construtor que queira seu empreendimento moderno e com a fachada preservada deve evitar a varanda, prever área de serviço e instalação para ar condicionado. Por fim ter um serviço de marketing que mostre ao consumidor tais vantagens. Não sei como é em Portugal, mas aqui dependendo da cidade a área de varanda (quando projetada em balanço) não é contabilizada para fins de gabarito máximo o que torna um grande negócio ao construtor fazer um apartamento com 50m2 com mais 5m2 de varanda, 10% a mais de área vendável.

  2. Aislan, parabéns pelo trabalho está muito bom. Faço alguns comentários aqui: - Penso que o carro preto poderia estar mais para fora da imagem (cortado mesmo) afim de alargar mais a vista na composição da imagem. - Os frisos de argamassa parecem um tanto ressaltados, por um lado deixa menos real mas por outro atrai, embora técnicamente acho menos real, na pratica ajuda ao leigo visualizar melhor o prédio... - Não sei se foi pedido do cliente ou se é a insolação real do local, mas me parece que se o sol estivesse no sentido da camera ou mais a direita a fachada lateral ficaria mais clara e veriamos só as sombras das varandas no canto esquerdo. Mas de qualquer forma está muito bom o trabalho! abraço!

  3. Desconheço a legislação lusitana, mas por aqui costumam-se utilizar equipamentos feios e colocados "depois" da obra pronta, ou seja com pouca ou quase nenhuma interferência do arquiteto.

    Na legislação paulista (cá temos legislação pertinente a cada estado) temos a opção de utilizar luminárias convencionais desde que alimentadas por um acumulador que garanta 60min de iluminação, assim fazemos um circuito independente ligado a um conjunto de acumuladores que é acionado em qualquer falta de energia.

    Já as luminarias balizadoras (a meu ver é este o problema do jovem colega) necessitam de iluminaçào permanente e existem modelos em acrílico que podem ser embutidos no forro como esa:

    http://www.ascael.com.br/produtos.asp?id=192

    Agora penso que para primeiro trabalho é bem complexo mesmo...seria para mim uma das ultimas preocupações.

    Não sei se é consolo mas por aqui "alguns" conseguem passar com abrigos de incêndio em alucomat ou inoxidável enquanto todos os tem pintados em vermelho.

  4. Ainda neste tipo de serviço tem-se de distinguir a necessidade do software, em caso de apresentação profissional como ilustrações para anúncios e pontos de venda é necessário um software mais realista, e as vezes a contratação de um especialista um exemplo é o uso do 3D Max e V-Ray combinados, por outra ponta se tua necessidade é tão somente demonstrar a um cliente partes de um projeto um simples Skethup pode ser suficiente. Investir milhares de dolares em softwares que não utilizará é um meio rápido de torrar dinheiro, por isso costumo repassar a ilustração a uma colega que só faz isso.

  5. A mensagem de Ricardo praticamente resume o topico. Sofro aqui muito disso, após duras e honerosas custas passei a enviar uma minuta de contrato a cada cliente, expondo os custos envolvidos e multas por ambas as partes. Então quando algum "ixperto" vem com uma de desentendido, que é só um "rascunho" peço que o cidadão leia "clausula 9 paragrafo 2". Vá qualquer um a um médico diga-lhe que está doente exponha o caso e ao final da consulta digue "olha doutor, irei consultar outro profissional e caso opte por tratar-me contigo lhe pago esta consulta".

  6. Concordo com os colegas ao indicar a livre criação, pois entendo que só assim existe um desenvolvimento do sentido de apuração do jovem arquiteto. Basear-se em regras pré postas tão só queima etapas que devem ser contempladas para uma formação melhor. Mais valido será tomar emprestado uma cadeira de rodas em um hospital e percorrer alguns locais com a mesma, e em ultimo caso entrevistar usuários das mesmas, afinal não é porque as regras existem que sejam satisfatórias.

  7. Acredito que a votação em Niemeyer e Siza seja bairrista sim, mas com fundamento pois as escolas de arquitetura exaltam (com grande justiça digamos) o produto nacional ou mesmo da mesma cultura. Já passam longos anos de formado mas lembro-me que na época de faculdade ao citar arquitetos internacionais Siza era o primeiro da listagem seguido por Mies. Gosto muito da arquitetura de Frank Gehry, mas sendo bairrista escolhi "Paulinho" Mendes. :)

×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.