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Showing content with the highest reputation since 06/27/2006 in Posts

  1. Peter

    Reputacao

    olha!! já que falam... eu não tenho nenhum!? desapareceram os que tinha ohhhhhhhh
    4 points
  2. XXXXX

    Honorários

    Os honorários não são tabelados, pormenor que presumo que deve saber... dois mil euros para o projeto de licenciamento + cerca de dois mil euros para as especialidades, para quem trabalha a partir da casa, sem custos adicionais (rendas ou imi´s, luz, água, informática variada, colaboradores, estas tretas todas sobre a forma de custos) é um preço que garante margem de lucro assaz, se for praticado tipo patrão a frente de uma empresa, o preço é diferente para mais geralmente embora existam gabinetes, que cobram 700 euros por um projeto de arquitetura, tipo copy paste, pega na moradia que fizeste ali em Peniche e cola em Torres Vedras, troca janelas, muda uma coisitas ao jeito do cliente e como inteligência é coisas que não abunda por estas bandas, o patrão diz, "Estou-lhe a fazer um desconto", o cliente responde "Obrigada", é assim que ganha 700 euros numa semana apenas no projeto de arquitetura... eu para fazer porcaria, merdas horrorosas, por favor ao próximo, prefiro não fazer, é preferível fazer uma moradia de 10 em 10 anos, mas que fique bem feita e cobrar 6000 Euros ao cliente, mas incluímos, Arquitetura + Especialidades + Assistência Técnica na Obra + Plano de Segurança e Saúde + Caderno de Encargos + Orçamentos, tudo com contrato, escrito a assinado... porquê as porcarias que se faz, por preços de Merda, nunca valem o sacrifício, tipo: Vou olhar para aquele mono o resto da minha vida, cujo autor fui eu, mas que foi feito ao gosto do cliente? É deprimente! Quanto é suposto um arquitecto cobrar para ir à Câmara pedir e preencher um formulário para saber o que pode ser feito em termos de projecto, num dado terreno? Isto pode ser preço de custo, além de ir passear à CM local, as taxas obviamente ficam por conta do cliente (PIP). As despesas de deslocamento, alimentação, portagens, são calculadas à parte? Deverá ser cobrado um valor à hora quando se trata de trabalhos pontuais p.ex. requesição de documentos para o dono de obra? Portagens e deslocação = 0.3 Euros/Km, era o que pagavam para Avaliações Imobiliárias para empresas privadas em 2010 (agora simplesmente não pagam nada), se trabalhasse para o estado a custa do dinheiro dos contribuintes, aí escuso de falar, seria gozar ainda mais com a cara dos Portugueses... que ainda se levantam, para ir votar! E, no caso de um novo projecto para uma moradia, depois de estimados os custos da obra, i.é, tendo um primeiro orçamento em mãos para o custo estimado da obra, que percentagem devemos levar para o projecto de arquitectura? Faseado de que forma. Não há regras, mas o bom senso obriga a que a maior fatia seja na fase de licenciamento + especialidades (que engloba orçamento e caderno de encargos). A "nossa fatia do bolo é equiparável às restantes especialidades? Hoje em dia os engenheiros, com os programas de estruturas, já perdem a sensibilidade para os cálculos, existem projetos de especialidades, cujos pilares são de forma indistinta todos iguais, acredito mesmo, que nem as armaduras mudam de pilar para pilar, qualquer Arquitecto percebe se a carga não é a mesma em todos os pilares, porque razão os pilares não poderão ser mais finos de forma a poupar betão caso a caso conforme a solicitação de cargas, eles ainda pensam, que nós nas pescamos nada disso... nem com meios informáticos as vezes conseguem escamotear pilares nas paredes, o que é frustrante, num projeto simples sem SADI e AVAC, não há razão para que a nossa ponderação não seja superior a deles. Em relação aos projectos de estabilidade, incêndios, águas e esgotos, térmica e acustica, somos apenas mais uma especialidade? Ou como coordenadores destas especialidades e diretores técnicos da obra podemos e devemos cobrar mais? Cobrar o quê, fazer um projeto de Arquitetura, sempre se pressupôs as especialidades e repectiva compatibilidade, se tudo estiver bem feito, não haverá problemas (raras vezes). Nota, não pode fazer Direção Técnica de Obra ou Fiscalização e ser o Autor de Projeto, a Ordem não deixava (Necessito de confirmar no novo estatuto, mas penso que contínua igual) e penso que continua a não deixar, coisas que estes estúpidos nas CM´s as vezes não percebem. Isto era a mesma coisas que fazer projeto para uma Câmara e depois ir aprová-los internamente como funcionário da mesma. Apenas como diretor de obra, ganha o seu salário de diretor de obra, a partir da empresa de construção, garanta o cumprimento do projeto de acordo com o aprovado na CM e dentro do budget. Mas você vende casas, tipo gaja gira e comunicativa com outdoors pendurados nas fachadas? Eles gabam-se muito do verdinho que ganham... cá em Portugal as pessoas não se medem em altura física, capacidades e conduta, é pela conta bancária e o carro que ostentam pago ou não. Já ouviu falar dos PQ e dos PAI? Esqueça isso da Remax, andou na melhor escola do País de Arquitetura para vender casas?
    3 points
  3. Elio Branco

    Shanghai

    O escritório onde trabalho está neste momento com 2 vagas para junior arquitecto. Mais informações endereçar questões para: eliombz@gmail.com
    2 points
  4. JCSMARTINS

    Proposta

    Olá a todos! Acompanho este fórum há algum tempo, mas acho que esta é a minha primeira intervenção. E faço-a na qualidade de 'cliente' também, porque é isso que sou actualmente pois tb estou a iniciar o projecto de uma moradia, para a qual decidi que seria melhor recorrer à contratação de um Arquitecto. E acreditem que muita gente me disse para nao o fazer, que ia pagar mais e tal, e que no fim o resultado era o mesmo... enfim, a conversa do costume. Bem ou mal, assim não entendi, porque valorizo as competências dos profissionais qualificados, que pelo menos dedicaram tempo e esforço das suas vidas para aprender as coisas... Não se limitaram à auto-aprendizagem baseada na cópia de outros trabalhos, sem querer, no entanto, menosprezar o trabalho de quem o faz. O tema do preço, embora importante, foi tratado com prioridade menor. Vejo aqui uma pessoa, a apresentar uma espécie de programa preliminar do que pretende, onde anexa uma foto, e que recebe respostas com criticas à foto apresentada, etc. Como cliente, decerto que a Liliana não pretende uma cópia da casa em questão, no entanto há pormenores nela que gosta, por isso a colocou aqui. Se o gosto é mau ou não, de qualquer ponto de vista, é sempre discutivel. Eu também mostrei fotos de coisas que gostava, e sei que muitas delas serão má opção para o meu caso particular, mas o que espero do Arquitecto não é que me faça uma cópia de uma casa ou que misture pormenores de várias só porque eu disse que gostava disto e daquilo... Espero antes que tenha a creatividade suficiente para traduzir um modelo de casa agradável e com qualidade, depois de conhecer quem a vai habitar, dos gostos e estilo que o cliente pretende, da luz que gosta de ter, do espaço que gosta de sentir, da temperatura que gosta de sentir, do ruido que gosta de ouvir, do dinheiro que pretende ou pode gastar, etc. Espero também que possa questionar opções por mim tomadas que possam ser inadequadas do ponto de vista de execução/custos. Espero interacção,acompanhamento, reponsabilização e garantias, o que é mais dificil de encontrar nuns meios que noutros, e sabem do que falo. Serei um melhor cliente porque espero isto de um Arquitecto, do que uma pessoa que espera apenas que lhe façam uma cópia de algo que viu, mesmo que seja uma completa aberração ? Eu acho que não ... Se o arquitecto tiver a competência suficiente para demonstrar que a pessoa está a caminhar na direcção errada, e se o trabalho é assim tão mau, então assuma-se isso perante o cliente e recuse-se o trabalho. Deixe-se para os outros, porque senão vai fazer parte do leque e depois perde a moral para criticar. Eu sei, a realidade é diferente, e as vezes a vontade/necessidade de facturar fala mais alto... As pessoas são diferentes, e muitas vezes nem fazem ideia do que querem... Viram coisas apenas ... Acham que gostam ... É tudo muito frágil na fase inicial de um projecto ... A gestão de espectativas tem de ser bem feita, por parte de quem vai fazer o projecto. E as vezes não é assim tão dificil... Penso que alguns comentários são colocados aqui em forma de critica não por causa do conteudo do post inicial em causa, mas sim pelo sentimento generalizado do estado das coisas, ao nivel da Arquitectura em portugal. Mas não é só a arquitectura ... Quase tudo neste país tem coisas mal feitas, concorrências desleais, etc ... Continuem com este forum de qualidade! Não se esqueçam que ele tb é bom para clientes que não percebem nada de arquitectura. Um abraço a todos!
    2 points
  5. Uma correçao apenas. O facto da parede ter diferentes profundidades, como sugere, torna a parede num difusor acústico. Um difusor acústico continua a ser reflector. Mas espalha o som pela sala. É bastante usado em salas de uso musical como auditórios para manter a sala viva, e no entanto livre de defeitos acústicos. Pode ver vários tipos de difusores e as suas especificações técnicas em : http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=difusores-2 Numa piscina o objetivo é reduzir a reverberação, logo é fundamental a colocação de material absorvente. Embora na maior parte dos casos os materiais leves sejam mais absorventes, o que define a absorçao porosa (porque existem vários tipos de absorsores) é o fluxo de resistividade e não a densidade. Mas isto era um tópico de dava "pano para mangas" e muitas formulas matemáticas. Eu concordo consigo, mas o meu alerta era igualmente relativo à la de rocha e não à madeira... a madeira nao absorve som, quem absorve é a la de rocha que com execesso de humidade ou em contacto com a água nao conjuga muito bem, pelo menos dos exemplos que vi. Pode-se sempre pensar em usar espuma acústica conjugado com as placas de madeira, mas a unica que conheço e que é eficaz contra a humidade (Quash) tem uma absorção acústica muito fraca. Existem neste momento soluções de material absorvente que já são resistentes ao fogo e à humidade (ver http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=espacos-publicos) que não precisam de la de rocha ou espumas acústicas. Essa anulação de fase que refere só acontece em algumas frequências, enquanto noutras o som é amplificado. Alias isso é comum ocorrer em paredes lisas (efeito comb filtering observado em estúdios de música) e nao em difusores acústicos.
    2 points
  6. nunomiguelneto

    Reputacao

    yah... nao devia ser azul como a minha ;)
    2 points
  7. eu n sei como tenho 6... tá boua tá.
    2 points
  8. Fiz um find pela palavra "inclinação", só encontro isto: "Nas coberturas das edificações correntes, com inclinação não inferior a 20º nem superior a 45º, apoiadas sobre estruturas de madeira, poderão empregar-se, sem outra justificação, as secções mínimas seguintes ou suas equivalentes em resistência e rigidez, desde que não se excedam as distâncias máximas indicadas (...)"
    1 point
  9. XXXXX

    Destaque vs loteamento

    Unidade mínima de cultura, é a medida padrão, que atesta que um indivíduo, tem um mínimo de capacidades para intervir, trabalhar e viver em sociedade, paulatinamente introduzida na região oeste de Portugal em meados da década de 80, por um conhecido Psiquiatra de Torres Vedras, o epíteto tem origem explícita nas três palavras que o compõe, "unidade mínima de cultura", Torres Vedras foi escolhida para cidade piloto, dada a propensão que os locais tinha para se mascarar de concubinas, beber álcool e celebrar o carnaval ostensivamente desde a tenra idade, costume este, visto pelo vizinhos da Capital, como um misto de idiotice aos quais os saloios se dedicavam... hoje mais do que nunca, ser da geração da unidade mínima de cultura, é ser designado de idiota, daí a necessidade de muitos Torrienses fugirem para a Capital, numa de: "Sou filho de saloios, mas pugno para matar a hereditariedade!" Eu que sou da geração de 80, só muito tardiamente fugi para a Capital... anos a fazer figura de idiota... Mas existem outras definições afins, cito esta, no *.jpg: Será que isto ainda está em vigor?
    1 point
  10. XXXXX

    Este é para o Lobby do PVC!

    Pedreiros, empreiteiros, malta com 30 anos de experiência em obra, que defende o PVC com veemência... think again!
    1 point
  11. Boa noite. Gostaria que os mais entendidos nesta matéria me conseguissem dar umas luzes. É o seguinte, num terreno com 1700 m2 em zona residencial nível 2 ( índice de implantação maximo de 40%) pretendo construir uma habitação bifamiliar (por exemplo uma no RC outra no 1piso) É possível? E se for moradias geminadas? Tenho de proceder a algum projecto de loteamento e dividir o terreno em 2 lotes? Desde já agradeço a quem possa ajudar a esclarecer as minhas duvidas.. Cumprimentos
    1 point
  12. Resumindo e concluindo......continuamos a ser reféns dos Engenheiros, pois com a obrigatoriedade de entrega do tal Termo junto com o Projeto de Arquitetura, não conseguimos "ser autónomos" em relação ao Nosso Projeto ARQ...! Maravilhoso mundo este...
    1 point
  13. O nosso atelier está a praticar o preço de 4000 euros + iva para Projeto de Arquitectura + Especialidades de Engenharia Civil para Moradias Uni Familiares. Sabemos que vos irá chocar este preço e é mesmo o que temos praticado por força do mercado e para não estarmos parados. Trata-se de projeto de licenciamento apenas. Acompanhamento técnico de obra, Projeto de Execução, Medições, Autos, FIscalização, etc., não está incluido. Temos plena consciencia de que o projeto de arquitectura em fase de licenciamento é insuficiente para execução de obra, dái incluirmos os principais pormenores e pormenores de fachada a escalas de 1/50, 1/20 e 1/10 com dois cortes a escala 1/50. Sempre disponiveis para qualquer esclarecimento.
    1 point
  14. Transcrição do link http://www.arquitect...m?no=303081,287 que pode ser encontrado no site www.arquitectos.pt: "A Autoridade da Concorrência tem vindo a sancionar as ordens profissionais pela utilização de tabelas de honorários vinculativas ou indicativas para os actos profissionais. A entrada em vigor do Código de Contratos Públicos - e da subsequente Portaria 701-H/2008 de 29 de Julho - implicou a revogação das Instruções para o Cálculo de Honorários referentes aos Projectos de Obras Públicas, que servia de referência para o cálculo de honorários de muitos dos actos profissionais dos arquitectos. Assim sendo, cada arquitecto pode e deve estabelecer a sua própria tabela de honorários, respeitando o Estatuto, o Regulamento de Deontologia e demais disposições regulamentares da OA." Sei que a Ordem dos Arquitectos formou uma equipa para discutir, debater e tentar criar uma Tabela de Honorários. Peço à nossa Ordem que não abandone esta ideia e consiga uma Tabela de Honorários "Legal", capaz de clarificar o setor, assim como o acesso ao mesmo.
    1 point
  15. Mark

    Housing on the Edge

    Este foi o meu ultimo projecto na Boston Architectural College. Deixem uns comentarios! Obrigado Texto do projecto: HOUSING ON THE EDGE The project is located along Border st., East Boston. The site’s history reveals that it used to be the location of a large shipyard. In earlier years wood clipper ships were build here and then substituted by steel haul ships. East Boston depended largely on its maritime industry, its residents worked in many of the shipyards located along its water front or in industries that supported the ship construction. Today the industry has died out and the city began to lose its connection to the harbor. The site itself is abandoned and only the remains of its past inhabit it. The presence of the old wooden piers and the rails that used to lead into the dry docks are the only connections to the site’s history. This project is based on the idea of these loss connections. How to create new connections to bring East Boston’s residents back to the waterfront while maintaining the connections to the past? This became the main problem the project attempts to solve. The given program was maintained with the introduction of a ferry terminal. This seemed appropriate to reestablish the maritime activity the site once had. All of the commercial portion of the program was located on the first two levels of the building in order to create more public areas for the use of the city’s residents. The residential units, more private, form the residential tower, the vertical element of the project which establishes a dialogue with the horizontal element that contains the commercial area. On the site edge were built new piers for access to the ferries and for leisure of the inhabitants. At the end of the site a steel landscape structure evokes the old wooden piers which eventually will disappear due to the action of the water, but whose memory will be preserved in this steel structure transforming it into a memorial of the sites history. This project began to be formed by the reactions to its context, by its response to the site history but also projects these aspects into the future, and by doing so preserves them as a implicit memory of the place. The final product is a modern structure whose foundations are set deep into the site reestablishing lost connection and creating new ones into the future.
    1 point
  16. Diz que é solução para REVESTIMENTO?!?... certo? Ora se é para revestimento, considera-se o acabamento da superfície. Não se está a contar com eventuais requisitos de outros substratos da composição de paredes, tectos e pavimentos. E já pensaste nos requisitos que devem ter os revestimentos para uma cela prisional? quais são? que te parece que sejam?
    1 point
  17. http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/2369_6_Beekman%202big.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/2369_4_beekman%205big.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/2369_3_Beekman4big.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/2369_1_Beekman%201big.jpg Fonte: WorldArchitectureNews
    1 point
  18. AMestre

    Arq. Viana de Lima

    fico muito triste por descobrir que alguns dos nossos melhores arquitectos são simplesmente desconhecidos da maioria do publico. é este o caso do arquitecto Viana de Lima, falecido no ano 1991. Apesar de ter trabalhado directamente como colaborador do Le Corbusier, ter sido um dos principais divulgadores da arquitectura moderna no nosso pais desenvolvendo grandes projectos de arquitectura, a sua obra está muito pouco estudada. Quando tentei descobrir mais sobre este nome, a unica coisa que descobri foi um livro publicado pela fundação calouste gulbenkian. um unico livro sobre um grande nome... é pena!
    1 point
  19. Auto nivelante de resina expoxy??? Pode ser da cor que quiseres, dependendo do pigmento! experimenta da SIKA Floor, por exemplo
    1 point
  20. Mark

    Motivação e Arquitectura

    Segundo o Siza "arquitectura sem prazer e um inferno" neste momento tou a trabalhar no estrangeiro pra uma grande empresa com bastante sucesso ao nivel do velume de negocios e concordo cada vez mais com o Siza. Infelizmente nesta firma (porque de facto n se trata de um atlier mas de uma maquina de fazer dinheiro), os projectos resumem-se a colagem de cliches e da ultima proposta q saiu na ultima revista. Vou quase todos os dias pra casa com um no na garganta, n porque os projectos sejam muito maus mas pk podiam ser muito melhores e todos os q trabalham aqui sabem disso mas os "poderes" superiores (os patroes, clientes e alguns colegas) assim nos condenam. Nao existe qualquer cultura de educar o cliente para que ele possa tomar as decisoes correctas, a estrategia passa antes por satisfazer os seus desejos de modo q ele assine o proximo cheque. A unica motivacao, pra alem de monetaria (sim o ordenado n e mau), e pensar q algum dos projectos q passam pelas minhas maos sejam um pouco menos mau, e passando os dias na ilusao de um dia trabalhar num atlier em q o q mais importa n seja o velume de negocios mas sim, que o mais pequeno detalhe tenha algum valor. Ate la vou trabalhando neste "inferno". Ja agora, se alguem quiser partilhar as suas experiencias, tou curiouso por saber como passam as coisas em Portugal, ou mesmo noutros paises. se puderem deixar o vosso testemunho agradeco. Obrigado
    1 point
  21. ruivenda

    3DS Max 2009

    Eu também atingi um bom nivel de produção 3d e render em max sozinho, sendo auto-didacta... Mas se dominar 10% do software é muito... Daí eu dizer que ou se tem um bom professor que domine a coisa a 100% ou perto, ou dificilmente se chegará a esse nivel... Os resultados mostrados em cima estão bons sim... Mas consegues fazer muito melhor, mas muito melhor num software como o 3ds max ou qualquer outro ja aqui mencionado... Deixo aqui um link para alguns dos meus trabalhos 3d de renderização/modelação - os projectos são do arquitecto a que a página faz referência - a modelação/renderização dos projectos é da minha autoria em colaboração com o Ricardo Carvalho.... http://www.mfarquitectos.com/ Os resultados também não são maus e eu dificilmente direi que eu domino o software em todo o seu potencial... Sei os básicos. O minimo indispensável para conseguir os resultados aí mostrados, nada mais do que isso.... Ainda tenho muito para aprender e para explorar....
    1 point
  22. Against

    Psyco - Smile Cup

    Finalmente um sítio para por as bolachinhas!! Eu pessoalmente tenho sempre a chatice de nunca saber onde por os cookies quando bebo o chá das 5... Ah, e não podem convidar alguém para uma chávena de chá, agora é só meia! Smile
    1 point
  23. sinceramente, estive na expo, e o pavilhão de Portugal não me despertou qualquer interesse. acredito também, que dadas as limitações não se podia fazer mais, mas....
    1 point
  24. boa tarde... Lamento não ter respondido ás questões levantadas mais cedo, mas estou cheio de trabalho, uma vez que o prazo para a entrega está a aproximar... Agradeço a ajuda disponibilizada, e quão importante é ouvir as opiniões dos outros... Vou tentar responder ás questões levantadas por Aaliz... O caracter que propus para este complexo seria de lazer, não dando muita importancia ao caracter competitivo, mas sem o colocar inteiramente de parte...Isto porque a piscina tem 25x12,5m, o que permite apenas competições regionais, mas não tem bancada para o efeito. Sendo de lazer, decidi dotar este espaço com um tanque que possibilita-se a realização de competições, e o espaço destinado a bancada poderia ser colocado, ora no patio interior, ora no exterior... Essa questão da bancada foi um grande "problema" para resolver, devido a certas incongruencias que possam existir na leitura do projecto, mas a realidade é que não existe...Posso dizer que quero impor um costume, em que se retorna ao espaço piscina para habitar, usufruir, e não tanto para assitir.Pretendia que fosse algo comunitário (faço referencia ás termas romanas pelo caracter social e ludico desses espaços), familiar, de convivio. Relativamente aos blocos de partida, eles estão desenhados, apenas disimulados com a esteriotomia do pavimento... Como disse, o caracter do complexo piscinas é de lazer, mas tem as infra-estruturas para qualquer tipo de utilização, com excepção de saltos e polo aquático. Tentarei o quanto antes colocar o projecto todo aqui, mas espero que comprendam que nesta altura é complicado...falta um mês para terminar... No entanto, e relativamente á minha intenção de desenhar todo o edificio em betão, gostaria de manter essa mesma imagem...e para isso pensei em duas opções conjugadas...Primeiro, as interiores seria feitas em betão celular, dito leve, e em segundo, a cofragem seria desenhada de modo a ter uma superficie com algumas saliencias na parede....A cofragem seria em reguas de madeira, mas com espessuras diferentes, de modo a criar "vazios" na parede contínua...Será que é suficiente para defender a minha ideia? Abraço...
    1 point
  25. ` Essa é para mim? Deves andar muito enganadinho na vida... se julgas que me atinges com comentarios patéticos! A mim ninguem me precisa de defender, sei tomar bem conta de mim e ser responsavel pelo que escrevo. Por favor não me venhas dar liçoes de arquitectura. Quanto a não esperar por atentados urbanistico dos amalias rodrigues... espera mais uns dias que talvez tenhas novidades (pena não as poder dar aqui). PS: não te preocupes com os pontos negativos... as torradeiras não acabam. E além disso eu já dei uns pontinhos positivos.
    1 point
  26. Por Enio Leite Foi numa manhã, mais precisamente no dia 19 de agosto de 1839, que a fotografia se tornou de domínio público em território francês. O anúncio oficial foi feito na Academia de Ciências e Artes de Paris, pelo físico François Arago, que explicou para uma platéia espantada os detalhes do novo processo desenvolvido por Louis Jacques Daguerre. O físico apresentava e doava ao mundo o daguerreótipo. Naquele momento o acto parecia uma mágica. Uma caixa escura, ferramenta capaz de captar e fixar numa superfície o mundo “real”. Dizem as lendas que em seguida à cerimônia várias pessoas saíram as ruas em busca de uma máquina de fazer daguerreótipos e essa vontade de produzir imagens nunca mais cessou. Daguerre não perdeu tempo. Antes de doar seu invento a França já havia patenteado o mesmo nas Ilhas Britânicas, Estados Unidos e nos quatro cantos do mundo. “De hoje em diante, a pintura está morta” declarava o pintor Paul Delaroche. Nos círculos mais conservadores e nos meios religiosos da sociedade, “a invenção foi chamada de blasfêmia, e Daguerre era condecorado com o título de “Idiota dos Idiotas””. O pintor Ingres, ainda que utilizasse os daguerreótipos de Nadar para executar seus retratos, menosprezava a fotografia, como sendo apenas um produto industrial, e confidenciava: “a fotografia é melhor do que o desenho, mas não é preciso dizê-lo”. Baudelaire, um dos mais expressivos representantes da cultura francesa, negava publicamente a fotografia como forma de expressão artística, alegando que “a fotografia não passa de refúgio de todos os pintores frustrados”, e, sarcasticamente, celebrava a fotografia “como uma arte absoluta, um Deus vingativo que realiza o desejo do povo - e Daguerre foi seu Messias. Uma loucura, um fanatismo se apoderou destes novos adoradores do sol”. Com estas declarações, Baudelaire refletia o impacto causado pela fotografia na intelectualidade européia da época”. Um artigo publicado no jornal alemão Leipziger Stadtanzeiger, ainda na última semana de agosto de 1839, ajuda a compreender melhor este confronto:”Deus criou o homem à sua imagem e a máquina construída pelo homem não pode fixar a imagem de Deus. É impossível que Deus tenha abandonado seus princípios e permitido a um francês dar ao mundo uma invenção do Diabo”.(Leipziger Stadtanzeiger ,26.08.1839, p.1) A nova concepção da realidade conturbou o mundo cultural e artístico europeu. Como entender que a fotografia viesse para ficar, a não ser em substituição das tradicionais formas de representação? Já se havia gasto vãs sutilezas em decidir se a fotografia era ou não arte, mas preliminarmente, ainda não se perguntara se esta descoberta não transformava a natureza geral da arte e da cultura. A nova invenção teve importância mais filosófica do que científica. Nasceu dentro do germe da sociedade industrial e a partir desta data o mundo nunca mais seria o mesmo. Enio Leite é diretor da Focus Escola de Fotografia - http://www.escolafocus.net
    1 point
  27. mais uma vez obrigado //ARQ// pela tua participação, e pela tua opiniao ...obrigado
    1 point
  28. e engracado porque nesses aspecto este topico tem sido mantido provavelmente mais pelas pessoas que veem aqui para falar mal, do que pelas pessoas que realmente estao interessadas no mesmo. tanta discussao, sobre se aquilo abana ou nao, sobre o impacto que tera na cidade, que e pretencioso, que e grande, que e um ovni, que e isto, que e aquilo... o que me assusta nao sao os comentarios, mas a Sizodependencia inerente nos mesmos, a ideia de que se nao fizeres como o Mestre, nao vales nada. Isto e uma obra Comercial e vale enquanto tal, vende uma imagem, que por sinal nao e nada ma. O prazo de vida? nao sei, certamente nao e uma obra para durar 100 anos, mas nem tudo na arquitectura e para toda a vida...
    1 point
  29. Andam por aí uns palhaços nas empresas grandes (Eng.), que atiram umas c*********, atendem uns telefones e metem os dados no cype, nem desenham as estruturas que eles próprios calculam... o que é doentio.
    1 point
  30. Não podes depreender que dou mais importância á empresa que ao software. Dou importância a ambos, não escolho ignorar a empresa só porque esta goza de má imagem. Só mudaria no dia em que o Archicad não me resolvesse os problemas. Não sou daquelas pessoas que saltam de faixa em faixa numa bicha só porque têm a ilusão que a faixa dos outros anda mais depressa. Não posso dizer que o Archicad é o melhor, nem nunca o fiz. Tem sido o Rui que tem feito apreciações comparativas entre softwares, não eu. O Blender é um óptimo exemplo de um mau exemplo. Ninguém que trabalha a sério usa o Blender, para enorme infelicidade dos utilizadores de mac, que assim são forçados a utilizar a plataforma Windows (felizmente nós temos o Archicad, multiplataforma). Difícilmente trabalharia com um software open source. Quero pagar pela minha ferramenta de trabalho, e saber a que porta bater se as coisas correrem menos bem. Finalmente, e correndo o risco de me repetir, não faz o meu género dizer que o Archicad é o melhor do mundo. Não o disse, não o digo, não o direi. Posto isso, e com a ressalva devida que a incerteza do futuro nos merece, nunca trocaria o Archicad pelo Revit. Gosto do meu Volkswagen, e nunca o trocaria por um Renault.
    1 point
  31. Esse, meu caro, é o âmago da questão...
    1 point
  32. vá lá pessoal vamos lá deixar as conversas de nível pessoal aqui no tópico! Façam-nas em MP. Não vamos fazer disto mais um offtopic! ajudem um bocadinho o fórum a crescer intelectualmente, e restrinjam os vossos comentários ao assunto do tópico... vá lá.... pleeeeassseee :D
    1 point
  33. por acaso sou de perto da cidade em questão... algumas pontes encontram-se concluidas e outras não(bares/ pique-nique) há menos de 1 ano atrás. quanto aos arquitectos, eu conheço uma dupla de arquitectos paisagistas portugueses que participaram numa das partes do projecto(em termos de percurso na proximidade da piscina municipal e estádio) a ponte para os miudos, daquilo que vi(e muito ainda nao tava construido deste percurso à beira-rio) é das mai concorridas! quanto ao atelier(e acho que não foram os MVRDV, mas sim um dos elementos do grupo) acho-o muito interessante. para mim uma boa aposta. nós portugueses devemos ter influências e marcos no nosso caminho. e devemos,também, perceber como os projectos de grandes ateliers tem virtudes e deficiências in loco. se podemos ter a oportunidade de ter um "apontamento" deste atelier no nosso país. então que seja bem vindo. só assim seremos uma civilização da aldeia global, e só assim também nós poderemos ir para o exterior mostrar um pouco do que é nosso... abraço
    1 point
  34. É mesmo uma lufada de ar fresco... A ideia de "virar" a vivência da casa para um pátio enterrado que simultaneamente distribui a luz pelos espaços é muito agradável. Mesmo as entradas de luz restantes através de "formas orgânicas", quase como "rachas" naturais do terreno, devem iluminar de uma forma muito singular ao longo do dia. A experiência de habitação desta casa deve ser muito relaxante, até pela sua localização geográfica. e como retiro espiritual deve cumprir a sua função muito bem.
    1 point
  35. JVS

    O Ultimo Filme que Vi

    Eh triste... acabou em grande. A juventude tem destas coisas... perdem-se na droga e morrem... quando nao morrem caem no abismo... forever.
    1 point
  36. Apoiado! :icon14: (P.S. Só um aparte, se alguem ve uma mensagem que nao gosta, e logo tirar na reputaçao, se gostam, nao fazem nada... )
    1 point
  37. m a r g a r i d a

    Reputacao

    mas...mas....mas.....mas eu sou menina..... :.(
    1 point
  38. não é só uma abordagem geográfica, histórica, social ou economica, mas a suas consequências na actividade projectual. comprei-o na fnac a coisa de um ano
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  39. quem te disse? era bom haver algo oficial.... Se vão sair entre hoje e amanhã muito bem. Mas de qualquer das formas nunca irei ficar satisfeito nem com um enorme pedido de desculpa e uma grande justificação (que acredito que não haja)
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  40. pois aqui está uma verdadeira base de dados de materia prima portuguesa muito bem documentada http://e-geo.ineti.pt/bds/ornabase/default.aspx
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  41. Nem todos os edifícios têm de carregar com o letreiro do "Look at me, i´m a monument"... bem sei que nas universidades muitas vezes é isso que ensinam, mas ainda bem que nem todos procuram esse protagonismo... Desconheço completamente o projecto, mas concordo que tem muito de imagem corporativa, o que a meu ver é bom.
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  42. Pedro Barradas

    Reputacao

    Os pontos de reputação... têm funcionado noutros foruns... portanto penso q aqui também funcionará... ajudará a atestar a credibilidade do membro (especialmente para quem vem de fora)
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  43. mais do que conceitos, explicações rebuscadas ou ideias mirabolantes, acho que o arquitecto, antes de começar a projectar e a decidir certas coisas deveria ter sempre presente que, é para o ser humano que vamos estar a fazer alguma coisa, isto é, é para o "comum mortal" que essa obra se destina e não para super entendidos em arquitectura, que possam ter uma visão mais artística e poética da intervenção. pessoas essas que, não tendo a formação que todos nos temos ao longo da vida, se irão questionar com o porquê de certos "marmarranchos". pessoas essas que, podem gostar do interior ou do exterior do edifício, sentirem-se bem mas não saberem explicar, normalmente também se preocupam mais com a funcionalidade. "comuns mortais" que não sabem, não se lembram ou não querem saber de memorias descritivas, conceitos, ideologias ou vertentes... volto a referir, são essas o nosso publico alvo, são essas as que vão posteriormente habitar o edifício.. assim sendo, perguntar o porquê de vez enquando aparecerem obras "desumanizadas" difíceis de entender, simplesmente o porquê de serem assim? esta é claro a minha humilde opinião :)
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  44. Delly

    Uma casa e um mercedes...

    Com um tópico destes "Uma casa e um mercedes..." como se chegou a uma excelente reflexão. O Arq. Rui Campos Matos é o mesmo autor do Como construir a sua moradia sem ter que aturar um arquitecto Parabéns RS
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  45. Dreamer

    Siza Vieira

    "Gajos" desses não precisam de publicidade, nem de mostrar o trabalho... já há muita gente interessada em fazê-lo... Devem ser poucos os gabinetes que "angariam" clientes pela net e/ou listas telefónicas (pelo menos essa é a realidade que conheço)... É sempre o amigo do amigo, ou o primo de alguém para quem se fez alguma coisa... Quem "recorre" aos nomes grandes já sabe muito bem onde os encontrar... e não precisa de se esforçar muito para encontrar exemplos do seu trabalho... Acho que deve ser uma questão de prioridades... se previligiam gastar uns cobres em horas de trabalho, ou numa empresa de webdesign...
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  46. Caro Cardo, Como sabes a legislação que regula as operações urbanísticas entronca no DL 555/99 com a redacção que lhe é dada pelo 177/2001. Este é o normativo mestre e com o qual se articulam (ou pelo menos se deveriam articular) todos os demais diplomas referentes aos licenciamentos regidos por legislação especial, nomeadamente aqueles que incidem sobre a edificação de alguns tipos de estabelecimentos industriais e comerciais específicos, de que são exemplos o comércio retalhista de grande superfície ou as unidades hoteleiras. Não sendo certo o destino a dar ao edifício que estás a projectar, apenas se poderá presumir estar-se perante o licenciamento de uma “edificação industrial de carácter polivalente”. Parece-me, pois, que seria esta uma possível designação a utilizares, dado traduzir razoavelmente bem a natureza daquilo que é pretendido implementar. Sendo de carácter genérico não creio que haja legislação específica que o enquadre, excepto o já citado DL 177/2001 e os planos de ordenamento territorial em vigor (PDM, plano de urbanização, plano de pormenor, alvará de loteamento, regulamento municipal de edificações, etc). O melhor, no entanto, é esclareceres o assunto junto da própria Câmara. Um abraço
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  47. :s era das cookies! agora isto já funciona! =D obrigado!
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  48. Rui Resende

    World Cup

    foi substituído pelo Paulo Ferreira O que eu acho é que, fossem quais fossem os problemas da equipa, que os tinha, o resultado é bom. E não estou a dizer isto naquela perspectiva bacoca do tipo "oh somos tão coitadinhos tão fraquinhos que pronto já não foi mau". Não acho que de facto temos uma grande selecção neste momento, e podíamos, se as coisas tivessem corrido de outra forma, passado a França e estar agora na final. Mas não passamos, perdemos, acabou. Mas o mundo (do futebol) não acaba aqui. Agora é seguir pa frente e perceber que só podemos ganhar um Mundial se daqui a 4 anos voltarmos a lá estar. Ou seja: uma meia-final é um bom resultado mas é preciso repeti-lo. A França jogou 3 meias finais e perdeu nas 3 antes de conseguir ser campeã mundial em 1998. E jogou 3 meias finais numa série de vários mundiais em que não conseguiu chegar tão longe. Mas a regularidade acaba por dar frutos e pronto, num acabaram por ganhar, e se calhar domingo repetem a proeza. Não há milagres, embora o Scolari pareça que os consegue. O que há é trabalho. E o que houve também nestes anos na selecção foi trabalho. E isso também se reflecte. Eu estou contente porque se repararmos Desde o Euro2000 estamos presentes em todas as competições (2euros e 2 mundiais) e no meio da cagada de 2002 temos uma final perdida e duas meias finais. A isso começo a chamar de regularidade. Seguindo assim, com esse profissionalismo, o título vai aparecer. Naturalmente e sem milagres. Ah e já agora acho que o Figo jogou ao longo do Mundial com um nível que eu já não lhe via há vários anos. E desta vez foi um capitão a sério. Também acho que deviam ter apostado no Nuno Gomes, mas pronto, foi opção, talvez má, mas se corresse mal com o Gomes também agora tavamos a dizer o mesmo. E também tenho uma visão positiva destas demonstrações de patriotismo durante estes eventos. É que mostra que apesar de tudo as pessoas querem gostar de Portugal, querem ter motivos para se orgulharem, claro que depois são todos dum civismo fantástico (!!!) fogem todos aos impostos, todos procuram a baixa, etc., mas pensem do ponto de vista desse português que usa a bandeira em dia de selecção... em que outra altura de qualquer outro evento que diga algo ao grande público é que há a oportunidade de realmente nos sentirmos iguais ou melhores aos outros povos? O futebol também tem este papel, e se serve para estimular um pouco a noção de país que cada um tem, então eu tenho tudo a favor. Como dizia o Orwell "o futebol é a continuação da guerra por outros meios" (SporTV a mais... ). O mal não é o futebol português de selecção estar bom, é tudo o resto estar mal, é isso que temos de mudar, não vamos cair na mediania típica de querer nivelar tudo por baixo, do tipo "o futebol só pode estar bem e com as pessoas a festejar quando tudo o resto estiver também bem". E já agora gostava que reflectissem um pouco sobre o tão falado civismo dos povos "mais avançados" da Europa em relação à nossa mais que badalada falta dele a partir do que aconteceu nos nosso jogos com a Holanda e na sequência do jogo da Inglaterra. Ou seja, qual é o sentido de se criticar com uma dureza imensa o português por cuspir no chão ou atravessar a passadeira no vermelho quando o sr.holandês , que faz tudo isso como um cão amestrado toma atitude de lesionar um jogador adversário par apoder mais facilmente tentar ganhar um jogo de futebol... Ou qual é o sentido de mandar vir com o mesmo português pelos palavrões que diz quando está na estrada quando o sr.inglês é incapaz de perder sem ter de partir tudo no local antes de vir embora. É que eu fiquei a pensar. E acho que é uma boa oportunidade para percebermos que os nossos defeitos graves e são nossos, mas os outros também os têm, iguais ou piores. E daí talvez, apenas talvez, aprendermos a respeitar um pouco mais o nosso país, e o que é nosso. E se calhar já estamos aí a dar um pequeno passo em frente.
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  49. O que tens de perceber sobre o conceito é que é algo que tu tens de apresentar a quem te avalia, sejam professores, seja o teu cliente, seja o grande publico, e quando fazes isso não podes demonstrar fragilidades, porque tas a falar do fio condutor do teu projecto\criação. E se demonstras hesitações em relação a isso acabas por estar a demonstrar hesitações a todo o teu trabalho.
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  50. margarida

    Eu

    olha o nemezis....o menino dos computadores welcome
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