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Évora | Complexo de artes e arquitectura da Universidade de Évora | Inês Lobo e Ventura Trindade


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tenho muito pouco a dizer mas penso que não se podem misturar as coisas, uma coisa é os problemas que a universidade tem a nível de organização, sim é verdade tem problemas, muitos até difíceis de entender. Mas se comparando com outras universidades do pais que ensinam arquitecturas, esta sim a nível instalações deverá ser uma das melhores do país, pena é sim as coisas não funcionarem a 100%.

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Já tenho a Revista e brevemente ponho aqui os desenhos do projecto!

Aqui estão alguns desenhos do Edificio.

Aqui vão algumas fotografias do novo corpo do edifício que ainda se encontra em acabamentos. Mas que promete bastante qualidade e a resolução de problemas que até agora tem vindo a surgir. Mas que qua

e para quem está interessado em vir para aqui estudar...pense várias vezes...a média de anos de saída deste curso são de 7 anos ou mais... por alguma razão será... o departamento ainda não chegou a um nível aceitável... e ainda vai demorar muito para que esta escola de arquitectos projectistas (atenção) funcione de forma organizada e coerente. são só problemas...os quais ninguém resolve...


Como estudante de arquitectura em Évora não entendo o fundamento desse comentário e sugeria-te que te justificasses. Porque para além de transmitires uma má imagem do curso, fazes-lo de forma enganosa pois muito do que afirmas não é verdade.



Passando aos pontos que referes:


1 - A média de 7 anos para concluir o curso é redondamente falsa pois aconteceu excepcionalmente a alunos que foram "apanhados" no período de transição para o "processo de Bolonha" e, tendo eventualmente deixado algumas cadeiras por fazer, essas deixaram de existir e esses tiveram que adaptar-se aos novos conteúdos. Neste ponto não vejo em quê que a instituição "Universidade de Évora" e o departamento de arquitectura possam ter responsabilidade ou serem os teus alvos de suspeitas. Responsabilidade existe apenas do lado do estudante.


2 - O departamento, no meu entender e de muitos, funciona já em pleno há cerca de um ano. Passou por dificuldades, é certo. A recente mudança de instalações e a contratação de novos funcionários fez "emperrar" o bom funcionamento mas rapidamente foram ultrapassadas as dificuldades. A transição de "comissão instaladora" para departamento, o que aconteceu há uns anos, também poderá ter trazido alguns "problemas". Mas nada que não aconteça ou tenha acontecido igualmente noutras escolas aquando da abertura dos seus cursos.


3 - Quanto ao termo "arquitectos projectistas", não entendo o porquê de o fazeres de forma depreciativa. É sabido que o departamento de arquitectura apostou forte na vertente projectista do curso, fê-lo ao contratar muitos "arquitectos de terreno" que tenham muita experiência (e qualidade) na vertente construtiva , o que na maioria dos outros cursos de arquitectura passa-se exactamente o contrário, onde a prática da arquitectura é encarada apenas como complemento da actividade docente.

Existem algumas lacunas a nível teórico que são evidentes, mas nada de alarmante. Tivemos uma excelente teórica a dar aulas de História da Arquitectura que foi a Arq. Ana Vaz Milheiro e actualmente "possuímos" o Arq. João Belo Rodeia (Presidente da Ordem dos Arquitectos). Mas não me provoca qualquer transtorno esta aposta clara na vertente projectista pois, facilmente, se tivermos interesse em instruir-nos adquirimos conhecimentos através de pesquisa bibliográfica ou através de tantos outros meios que hoje estão à nossa disposição. Agora a vertente projectista, meu caro amigo(a) é outra história. Se não for nesta altura que incutam uma capacidade real de trabalho e de saber operar com qualidade a nível projectual, dificilmente se ganhará no futuro...

E até ao momento (e provavelmente do teu desconhecimento), esta política tem trazido muitos frutos à universidade, ao departamento e claro aos recém formados em Évora. Temos ex-alunos a trabalhar (atenção que digo trabalhar e não estagiar) nos maiores e mais reconhecidos ateliers em Portugal e na Europa (João Carrilho da Graça, Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto Moura, João Mendes Ribeiro, RCR arquitectes, Dominique Perrault, Torrecillas, entre outros) ; Temos alunos que ganharam o prémio Secil, outros que aí receberam menções honrosas, outros na Trienal de Lisboa, Europan, etc.


4 - De forma algo subjectiva, os alunos da Universidade de Évora que participam no programa Erasmus (Milão, Roma, Valencia, Dresden, Istanbul, e mais que agora não me recordo) têm a sua capacidade de trabalho reconhecida pelos próprios docentes dessas universidades estrangeiras, onde lhes é elogiada a grande maturidade que possuem a nível projectual com tão poucos anos de trabalho.

Da mesma forma, os alunos que vêm para Évora no programa Erasmus e através de transferência de outras universidades portuguesas (Católicas, Lusíadas, FAUTL) sentem enormes dificuldades para acompanharem o ritmo de trabalho dos colegas de Évora e para responderem ao exigido pelos docentes, acabando em 99% dos casos, por desistirem ou chumbando às cadeiras de projecto (e a maioria deles até vinham com "grandes notas" dessas FAC's...).

Nestas condições é fácil optar-se por "sacudir a água do capote" e procurar-se um bode expiatório. A verdade é que na maioria dos "chumbos" que acontecem nestes casos, e em "alunos normais" é que não possuem qualquer real capacidade para algum dia exercer, muitas das vezes não o entendem e tomam o "chumbo" como um ataque pessoal. No meu entender, apenas se tenta primar pela qualidade do que pela quantidade. Do que serve dizer-se que a Universidade de Évora tem aproveitamento 100% se depois no mercado de trabalho revelar-se, que provavelmente, não se possui as reais capacidades para exercer? É que má arquitectura já há que chegue em Portugal e a acrescentar a isto temos a segunda maior média de arquitectos por habitante (atrás da Itália)...


5 - A nível de instalações, actualmente são as melhores do país para o ensino da arquitectura e para o contacto com outras áreas das Artes. Eventualmente a FAUP poderá aproximar-se destas, mas a já conhecida sobrelotação das suas áreas de trabalho dificulta em muito o ensino...


Para concluir,
um ponto a desfavor do curso de arquitectura em Évora é a sua localização, o interior. Se esta estivesse no Litoral e mais próxima dos grandes centros, candidatar-se-iam mais alunos e não tenho dúvidas que nesta altura seria provavelmente umas das 2 melhores escolas do país.




Cumprimentos.
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projecto interessante? projecto excelente? eu que vivencio e experiencio este espaço praticamente todos os dias, até no primeiro dia que lá entrei nunca achei o espaço interessante, não me emociona, é me indiferente...para nem falar nas infinitas falhas que por lá existem...parece que cada dia descubro uma..desde telhados furados(sim por incrivel que pareça ja chove dentro de um dos edificios), janelas com puxadores onde é impossivel chegar, mais o facto de que algum rapaz que esteja no piso 2, se quiser ir fazer o seu xixizinho vai ter que descer ainda 2 pisos, na casa de banho pensou se, e muito bem nos defecientes e para o efeito existe um lavatório de reduzida altura, mas parece que se esqueceram dos não defecientes que quase que se têm que se deitar para consegui lavar as mãos, pensou se e muito bem nos defecientes na casa de banho, mas no que toca a acessibilidade destes na entrada do edificio é impossivel, visto haver um degrau de aproximadamente 20cm, o famoso edificio que foi referido como tendo obtido certificado energético classe A, mais parece um frigorico no inverno, no qual se torna impossivel trabalhar, e várias outras questões aqui já referidas, para já nem falar porque é que foi este o projecto vencedor do 'concurso'. Nao querendo com isto dizer que não haja aspectos interessantes, no que toca à conjugação de materiais, etc. Quanto ao curso...FUJAM DAQUI..nao se chegem ca perto que isto cheira mal por todos os lados :p


Tens a noção de que te estás a prejudicar a ti mesmo com esse tipo de comentários?
A maioria das vossas queixas, como já referi no meu outro post, são pura ficção e mais poderia dizer sobre algumas que referes, nomeadamente o "frigorífico"... (Custa crer que haja pessoas que estudam arquitectura e não se tenham apercebido que o ar condicionado / aquecimento só acabou de ser instalado em Julho 2010, mês passado, devido às obras).

Quando acabares o teu curso pode ser que, por culpa de comentários como o teu, não arranjes trabalho.
Sabes que uma mentira quando é repetida tanta vez torna-se verdade...
E depois de pouco serve dizer que eram mentira, que não era "bem assim" ou que afinal não viste nada mas ouviste dizer.
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Chumbar é bom, os alunos que chumbam, no mercado de trabalho, vem reconhecido o esforço adicional (?) esta coisa de ter um currículo perfeito desde o ensino primário, (sem nunca ter chumbado) era um objectivo do passado, até porque a "política do chumbo" que prima pela excelência e não pela aparência, está a ser posta em causa no ensino secundário, (?) aliás, chumbar obriga a pagar propinas/repetir cadeiras, passar não... logo, chumbar dá dinheiro e sim, eles farão tudo para que chumbem... (...)

Eu cada vez que vou a uma entrevista, conjecturo a seguinte cenário ao entrevistador:

Demorei 4 anos a fazer o secundário... os cinco na Universidade foram feitos à custa de sorrisos e favores...!


A Sociedade Portuguesa detesta bons exemplos!
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  • 3 months later...
  • 2 months later...

Como estudante de arquitectura em Évora não entendo o fundamento desse comentário e sugeria-te que te justificasses. Porque para além de transmitires uma má imagem do curso, fazes-lo de forma enganosa pois muito do que afirmas não é verdade.



Passando aos pontos que referes:


1 - A média de 7 anos para concluir o curso é redondamente falsa pois aconteceu excepcionalmente a alunos que foram "apanhados" no período de transição para o "processo de Bolonha" e, tendo eventualmente deixado algumas cadeiras por fazer, essas deixaram de existir e esses tiveram que adaptar-se aos novos conteúdos. Neste ponto não vejo em quê que a instituição "Universidade de Évora" e o departamento de arquitectura possam ter responsabilidade ou serem os teus alvos de suspeitas. Responsabilidade existe apenas do lado do estudante.


2 - O departamento, no meu entender e de muitos, funciona já em pleno há cerca de um ano. Passou por dificuldades, é certo. A recente mudança de instalações e a contratação de novos funcionários fez "emperrar" o bom funcionamento mas rapidamente foram ultrapassadas as dificuldades. A transição de "comissão instaladora" para departamento, o que aconteceu há uns anos, também poderá ter trazido alguns "problemas". Mas nada que não aconteça ou tenha acontecido igualmente noutras escolas aquando da abertura dos seus cursos.


3 - Quanto ao termo "arquitectos projectistas", não entendo o porquê de o fazeres de forma depreciativa. É sabido que o departamento de arquitectura apostou forte na vertente projectista do curso, fê-lo ao contratar muitos "arquitectos de terreno" que tenham muita experiência (e qualidade) na vertente construtiva , o que na maioria dos outros cursos de arquitectura passa-se exactamente o contrário, onde a prática da arquitectura é encarada apenas como complemento da actividade docente.

Existem algumas lacunas a nível teórico que são evidentes, mas nada de alarmante. Tivemos uma excelente teórica a dar aulas de História da Arquitectura que foi a Arq. Ana Vaz Milheiro e actualmente "possuímos" o Arq. João Belo Rodeia (Presidente da Ordem dos Arquitectos). Mas não me provoca qualquer transtorno esta aposta clara na vertente projectista pois, facilmente, se tivermos interesse em instruir-nos adquirimos conhecimentos através de pesquisa bibliográfica ou através de tantos outros meios que hoje estão à nossa disposição. Agora a vertente projectista, meu caro amigo(a) é outra história. Se não for nesta altura que incutam uma capacidade real de trabalho e de saber operar com qualidade a nível projectual, dificilmente se ganhará no futuro...

E até ao momento (e provavelmente do teu desconhecimento), esta política tem trazido muitos frutos à universidade, ao departamento e claro aos recém formados em Évora. Temos ex-alunos a trabalhar (atenção que digo trabalhar e não estagiar) nos maiores e mais reconhecidos ateliers em Portugal e na Europa (João Carrilho da Graça, Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto Moura, João Mendes Ribeiro, RCR arquitectes, Dominique Perrault, Torrecillas, entre outros) ; Temos alunos que ganharam o prémio Secil, outros que aí receberam menções honrosas, outros na Trienal de Lisboa, Europan, etc.


4 - De forma algo subjectiva, os alunos da Universidade de Évora que participam no programa Erasmus (Milão, Roma, Valencia, Dresden, Istanbul, e mais que agora não me recordo) têm a sua capacidade de trabalho reconhecida pelos próprios docentes dessas universidades estrangeiras, onde lhes é elogiada a grande maturidade que possuem a nível projectual com tão poucos anos de trabalho.

Da mesma forma, os alunos que vêm para Évora no programa Erasmus e através de transferência de outras universidades portuguesas (Católicas, Lusíadas, FAUTL) sentem enormes dificuldades para acompanharem o ritmo de trabalho dos colegas de Évora e para responderem ao exigido pelos docentes, acabando em 99% dos casos, por desistirem ou chumbando às cadeiras de projecto (e a maioria deles até vinham com "grandes notas" dessas FAC's...).

Nestas condições é fácil optar-se por "sacudir a água do capote" e procurar-se um bode expiatório. A verdade é que na maioria dos "chumbos" que acontecem nestes casos, e em "alunos normais" é que não possuem qualquer real capacidade para algum dia exercer, muitas das vezes não o entendem e tomam o "chumbo" como um ataque pessoal. No meu entender, apenas se tenta primar pela qualidade do que pela quantidade. Do que serve dizer-se que a Universidade de Évora tem aproveitamento 100% se depois no mercado de trabalho revelar-se, que provavelmente, não se possui as reais capacidades para exercer? É que má arquitectura já há que chegue em Portugal e a acrescentar a isto temos a segunda maior média de arquitectos por habitante (atrás da Itália)...


5 - A nível de instalações, actualmente são as melhores do país para o ensino da arquitectura e para o contacto com outras áreas das Artes. Eventualmente a FAUP poderá aproximar-se destas, mas a já conhecida sobrelotação das suas áreas de trabalho dificulta em muito o ensino...


Para concluir,
um ponto a desfavor do curso de arquitectura em Évora é a sua localização, o interior. Se esta estivesse no Litoral e mais próxima dos grandes centros, candidatar-se-iam mais alunos e não tenho dúvidas que nesta altura seria provavelmente umas das 2 melhores escolas do país.




Cumprimentos.

aqui a publicidade é enganosa é tua e provavelmente deves ser um dos "coitados" que levou uma lavagem cerebral, é levado ao colo pelo prof, e ainda é influenciavel o suficiente para acreditar no pai natal. Se achas que o Departamento se interessa pelos teus interesses estás redondamente enganado. No Departamento de Arquitectura de Évora existe uma cambada de mentirosos, manipuladores que não cumprem uma única-lei, muito menos se essa implicar "mexer" com o Departamento. Os professores não têm qualificação necessária para dar aulas , nomeadamente qualificações literárias e pedagógicas(existem comprovativos). Não cumprem prazos, não cumprem horários e fazem tudo o que querem dos alunos. Isto porque o curso é constituido por alunos, cujas médias são maioritariamente mediocres, e sonham com o "entrar" em Arquitectura e depois quando vêm o sonho concretizado fazem tudo tudo , inclusive ser lambe rabos a profs para ver o seu objectivo concretizado. Mas desenganem-se, não custa entrar aqui(basta ver as médias e chorar a rir), custa a sair. e pior, depois de sair, ainda ha-de custar mais a fazer alguma coisa com o canudo. O curso de Arquitectura à muito tempo que não se interessa com qualidade de Ensino, interessa-se por quantidades industriais de alunos(và-se lá saber porque). Os alunos é que fazem a Universidade e ali as respostas que ouvimos dos profs são apenas de"que eles tem o queijo e a faca na mão", e os alunos menesprezam-se tanto que aceitam.
Façam contas e pensem perante a Universidade o que interessa mais. Um aluno que dá mil anos por ano à Universidade, ou um prof. que leva 2 mil por ano?agora Imaginem 60 alunos por ano.
E quanto ao tempo média de saida da Universidade, pelo que dizes, só podes ser um miúdo de 1, ou 2 ano, que é cego e detorpado pela corrupção que representa o Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora, e apenas acredita, ou então és professor. PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER!
não é so com a mudança de Bolonha que atrasaram a saida, atrasaram outras e mais ainda iram atrasar por mais pessoas pensarem como tu, e ainda terem o trabalho de os defender publ o texto que escreveste é que eles fazem tudo o que querem e bem entendem dos alunos. Bolonha só serviu para fazer as coisas pela calada, visto que o Departamento decidiu entrar em Bolonha, sabendo das regras e não cumpre nada associado a Bolonha a nível de regras e leis. Bolonha foi um tapa olhos de miudos influênciaveis e sem valores. Cada vez mais as gerações que entram acreditam menos na liberdade de escolha, na justiça e sobretudo acreditam cada vez menos que são capazes de conseguir as coisas. Há uma crise de valores, infelizmente. O que interessa é o presente.
Se pensam no futuro , e tem respeito por voces próprios como ser Humano, não entrem na Universidade de Évora para tirar Arquitectura....depois, não digam que não avisei.....
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e já agora é certo e sabido que o "aluno" que trabalha para o Carrilho, tinha imenso potêncial, podia ser um grande Arquitecto, mas apenas trata de Burocracia e de cafezinhos, desde 2 anos para cá, por muito pouquinho ordenado. Portanto vamos lá a ver, interessa ser bajulador e me fazerem o favorzinho de me por a trab num atelier por uns meros tostões, ou interessa antes sair com dignidade, trab num atelier mais Humilde, e fazer realmente trabalho de arquitecto e evoluir cada vez mais? o medroso quando tem medo, a primeira coisa que faz é ameaçar a ver se fica por ali. muahahahahah, oxalá tenhas tu trabalho um dia

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  • 3 months later...

Boas pessoal!
Gostava de vos perguntar como é que é tratada a questão do isolamento térmico neste edifício que, (pelo que me parece), é revestido a chapas de aço anodizado ondulado.
Pelo que consigo ver nos cortes, o edifício tem toda uma estrutura metálica que o aguenta em pé e depois leva apenas esta "pele" de protecção em chapas de aço...

Será que esta "pele" é uma chapa exterior e outra chapa interior onde no meio é projectado o isolamento termico? Tipo sandwich!! (vejam a imagem para esclarecer melhor)

http://imageshack.us/photo/my-images/263/110520111198.jpg/



Júlio Silva

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  • 3 weeks later...

e já agora é certo e sabido que o "aluno" que trabalha para o Carrilho, tinha imenso potêncial, podia ser um grande Arquitecto, mas apenas trata de Burocracia e de cafezinhos, desde 2 anos para cá, por muito pouquinho ordenado. Portanto vamos lá a ver, interessa ser bajulador e me fazerem o favorzinho de me por a trab num atelier por uns meros tostões, ou interessa antes sair com dignidade, trab num atelier mais Humilde, e fazer realmente trabalho de arquitecto e evoluir cada vez mais?

o medroso quando tem medo, a primeira coisa que faz é ameaçar a ver se fica por ali. muahahahahah, oxalá tenhas tu trabalho um dia


Cara Cristina Freire (sim, porque reconheci quem eras), não tens muitos motivos para falar porque no teu caso trata-se mesmo de falta de qualidade e de aptidão para a profissão. Não fosse eu conhecer alguns dos teus trabalhos. Entraste no curso graças aos protocolos que a Madeira tem com a UE porque se nao fosse isso talvez nem tivesses cá (Isto quanto à tua teoria das baixas médias de entrada no curso). Ah, e acabaste por ficar injustamente à frente de gente que tinha melhor média do que tu.
Mas mesmo tu deves saber que desde 2004 que estás no curso, já o devias ter acabado.
Foste sempre passando aos trambolhões ou de forma benevolente...

Quanto ao nosso colega que está no Carrilho (de quem sou amigo pessoal e assim vês que não sou uma criança do 1º ou 2º ano), entendo que penses dessa forma pelo motivo acima referido. Mas olha que tens que rever quem te dá essas informações (sim, porque essa forma de falar é pura má língua) porque de "menino de cafés" ele não tem nada.

"sair com dignidade, trab num atelier mais Humilde, e fazer realmente trabalho de arquitecto e evoluir cada vez mais?" Esta frase está uma pérola. Qual dignidade? A de ires para a câmara da tua terra e vingares-te nos projectos que aparecerem? Chumbares projectos dos teus professores? É isso a tua ideia de "trabalho de arquitecto"?

O que vale é que o currículo dos alunos saídos da UE falam por si. São muitos concursos ganhos (ainda agora outro para a Casa da Música de Viena, ou também foi arranjo dos professores?) e uma muito boa imagem que se vai deixando aquando das participações.



A única frustrada que aqui vejo és tu porque procuras um motivo ou uma causa para o teu insucesso quando a razão é principalmente a tua falta de aptidão.
Desculpa se sou muito directo, mas quanto mais cedo "caíres na real" melhor para ti e para o teu futuro.
Para concluir, sei que os users deste fórum tem a noção que estas opiniões negativas que aqui vão surgindo não passam de uma forma de descarregar frustrações, de uma forma anónima. Para além do que este tópico trata do edifício em si e não de um bode expiatório para o insucesso escolar de alguns.


Cumprimentos a todos.
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Boas pessoal!
Gostava de vos perguntar como é que é tratada a questão do isolamento térmico neste edifício que, (pelo que me parece), é revestido a chapas de aço anodizado ondulado.
Pelo que consigo ver nos cortes, o edifício tem toda uma estrutura metálica que o aguenta em pé e depois leva apenas esta "pele" de protecção em chapas de aço...

Será que esta "pele" é uma chapa exterior e outra chapa interior onde no meio é projectado o isolamento termico? Tipo sandwich!! (vejam a imagem para esclarecer melhor)

http://imageshack.us/photo/my-images/263/110520111198.jpg/



Júlio Silva


Sim, é exactamente como o pormenor-tipo. Penso que não se trate de isolamento projectado mas sim de uns painéis isolantes. Talvez lã de rocha. Não me recordo...
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