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Conferência 4 de Dezembro | Embaixada | Cláudio Vilarinho | Nuno Brandão Costa


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E com enorme prazer que o NAAULF apresenta:


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Como estudantes devemos perceber que existe algo que sustenta e agiliza toda a produção artística e arquitectónica em específico, que valida as opções e que torna cada obra um caso único e exemplar.

A conferência realizar-se-á no Salão Nobre da Universidade Lusíada de V. N. de Famalicão, moderada pelo arquitecto Mário Rui Bianchi, com o atelier Embaixada, o arquitecto Cláudio Vilarinho e o arquitecto Nuno Brandão Costa.
Assim sendo, espera-mos por ti pelas 20:59 horas do quarto dia do mês de Dezembro.

De sublinhar : a entrada é livre tendo em conta a lotação da sala.


fonte: http://naaul-f.blogspot.com/
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Biografia:

Cláudio Vilarinho nasce em Guimarães, Portugal, no ano de 1977.

Desde 1999 e ainda enquanto estudante, dá início a colaborações em diversos ateliers de Arquitectura, nomeadamente Carvalho Araújo - Arquitectura e Design Lda.

Em 2002, licencia-se em Arquitectura pelo Departamento Autónomo de Arquitectura da Universidade do Minho, obtém em todos os anos lectivos um prémio de mérito atribuído pela mesma Universidade.
Em 2001 como co-autor, obtém o 1º Prémio Universidade no “11º Concurso Ibérico Pladur, Unidade Habitacional para Intervenções de Urgência”, como consequência representa a sua Universidade numa exposição em Madrid, Espanha.
Por sua vez, no último ano de curso, obtém uma bolsa Sócrates-Erasmus para frequentar a “Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne” Suiça; entre outros, teve como professores Annette Gigon e Mike Guyer (Gigon & Guyer).
Novamente bolseiro, desta vez pela “Universidad Politécnica de Madrid - Escuela Técnica Superior de Arquitectura”, Espanha, conclui em 2007 o Master's Degree in Collective Housing, como professores teve Juan Herreros (Ábalos & Herreros), Felix Claus (Claus en Kaan), Dietmar Eberle (Baumschlager & Eberle), Frits van Dongen (de Architekten Cie.), Wiel Arets, Andrés Canovas (estudio ACM), Anne Lacaton (Lacaton & Vassal), entre muitos outros.

Como co-autor, em 2003, obtém o 1º prémio no concurso internacional de Arquitectura para jovens Arquitectos “Europan 7 - Vila do Conde, Portugal”.

Em 2005 estabelece-se como profissional autónomo, criando o seu próprio atelier - claudiovilarinho.com arquitectos e designers.
Esta estrutura, apesar de muito jovem obteve pelo projecto de um edifício de habitação colectiva para idosos, o Prémio Mobilidade 2007. Por sua vez, já em 2008, no Concurso Público Internacional para a nova Sede da AMI em Cascais, o atelier, das equipas premiadas, foi a mais jovem. Recentemente, pelas propostas ao concurso para o Centro Escolar de Fonte de Angeão e de Gafanha da Boa-Hora, ambos em Vagos, o atelier ganha o 2º e 3º prémios respectivamente.

Em 2008 em Tomiño (Galiza - Espanha), Cláudio Vilarinho é professor-coordenador convidado, num dos 6 workshops "pH04 - paisajes Habitados".

Retirado de http://www.claudiovilarinho.com/Site/PT/atelier/bio.htm

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Por acaso, muito boa a conferência. Foi interessante ver três tipo de gabinetes (arquitectos) diferentes e a maneira como abordaram o tema da conferência, que era a metodologia de projecto.

O primeiro gabinete foi o Embaixada, representados por dois arquitectos do gabinete (não digo o nome porque não decorei), um grupo de jovens arquitectos dinâmicos e com uma abordagem ao projecto muito plástica, sendo uma maneira interessante de abordagem. Apresentaram os seus projectos para concursos, que podem ver no seu site, que deu para perceber aos alunos a dinâmica de quem sai da universidade e entra no mercado de trabalho. De salientar um pormenor na sua apresentação, que recorreram a dois ecrãs, um principal, que mostravas os projectos, e o segundo, mais pequeno, mostrava fotografias complementares aos projectos.

O segundo arquitecto (Cláudio Vilarinho) a apresentar, também ele um jovem arquitecto, apresentou também os seus projectos para concursos, mas destacou-se pela sua espontaneidade e simplicidade como interagiu com o público, dando dicas aos alunos, e deixando uma frase interessante: "façam maquetas". A sua metodologia consistia numa interacção entre o conceito e a forma, muito interessante para perceber como os conceitos funcionam na arquitectura.

O terceiro orador (Brandão Costa), apresentou uma linguagem mais madura, com uma multiplicidade de projectos, desde restauração a obras construídas de raiz. Conseguiu dar uma lição de arquitectura muito interessante aos estudantes da Lusíada pela maneira como ele abordou o espaço, como as forma delimita o espaço, relações de espaços entre si, e o tempo na arquitectura, através das obras de reconstrução. Penso que o título do livro do Álvaro Siza, "Imaginar a evidência", espelha bem a conferência do Arq. Brandão Costa, pois através da simplicidade e da leitura do espaço, se pode imaginar a evidência.

Para o final, deixo aqui os parabéns à NAAULF, que teve uma organização impecavél e ao prof. Rui Bianchi, que dirigiu a conferência com simplicidade e elegância, conseguindo uma boa comunicação com o público.


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