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Arquitectura.pt


Top 100 das empresas mundiais de arquitectura


Gupyna

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Vale a pena dar uma vista de olhos nesta revista, sobre o top 100 das empresas de arquitectura e os seus volumes de negócios e "funcionários" , ainda o arquitecto mais admirado no mundo inteiro - Sir Norman Foster .
Somos mesmo "pequeninos" com os orçamentos apresentados acho que vou trabalhar para a Gensler e ser mais um arquitecto (são ao todo 1200) e mandar os meus sócios e colaboradores "dar uma volta"!:pXD

aqui fica o link.
http://emag.digitalpc.co.uk/cmpi/worldarch08.asp

p.s. ainda bem que no gabinete não sabem quem é o gupyna!;)

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Acho que o Manuel Salgado ja teve mais... mas ha uma coisa que esta mal, os numeros desta revista referem-se a escritorios isolados, ou seja o maior escritoriode arquitectura, algumas desta empresas contam com mais de 2000 empregados pelo mundo fora que nao estao contabilizados neste TOP.

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O que o Argos diz faz tudo o sentido, porque a figura de arquitecto e as respectivas funções no seio da arquitectura/construção neste tipo de empresas é muito diferente do que se faz nos países latinos. Estas empresas de arquitectura são prestadores de serviços muito pragmáticas e com uma hierarquia de funções muito bem definidas, á arquitectos que só fazem Project Mangement, outros especializam-se em questões construtivas por exemplo caixilharias e coberturas, outros com a apresentação dos projectos e soluções em que se incluem os"renders", outros são simplesmente "vendedores" e "angariadores" de trabalho e que são conhecidos nos meios por elementos da "Brigada do Charme" e que nós por cá chama-mos de "lóbistas". E outras situações por vezes caricatas que surgem nestas empresas que um dos meus sócios me vai contando quando esteve a estagiar na SOM em Londres em 2001.

Tudo isto é muito semelhante ao que se aprende nos cursos de arquitectura anglo-saxónicos (há excepções felizmente como a AA e Bartlett Schooll em Londres) que são muito técnicos e pouco "artísticos" no bom sentido da palavra
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Pois e Gupina, o problema e que no entretanto nos estamos a perder a corrida e continuamos a ter de recorrer a empresas estrangeiras para fazer o nosso trabalho ai dentro porque embora tenhamos muitos arquitectos poucos sao especializados em areas especificas. e engracado como em Portugal os mestrados disponiveis nao se mostram suficientemente relevantes na vida profissional em si. E por isso se continua a pagar somas enormes a empresas estrangeiras para fazer aquelas partes do projecto que em Portugal nao ha quem as faca. a nossa formacao nao e ma, de algum modo e ainda melhor que a formacao que se vai tendo por aqui (pelo menos na maioria dos casos), mas depois falta-nos a capacidade comercial e tecnica (no que respeita a programas especificos como Hospitais, laboratorios , prisoes, e outros edificos que nao habitacao), para concretizar trabalho, uma pena numpais como Portugal com tantos arquitectos desempregados e que ainda por cima teem uma boa formacao base.

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Arquitectos, temos. Maus políticos, também. Más leis, também. Corrupção, também. Pouca cultura, também. etc etc. Eu pesquiso muito sobre o mundo da fotografia de arquitectura e é chocante a diferença que existe entre o cá se faz e o que se faz noutros países e o problema não é a falta de dinheiro. Os problemas estão bem identificados, a cada ano que passa muitas oportunidades são perdidas e muito dinheiro mal gasto ou desviado para off-shores ou para comprar BPN's. Será que o país precisa do TGV ? Para não falar em outras tantas obras públicas que se vão fazer ou se fizeram ... Interessante para este tópico seria falar dos "grandes" arquitectos portugueses que estão a trabalhar nessas grandes empresas estrangeiras ! Porque embora essas empresas estejam localizadas num determinado país, muitos dos seus colaboradores são de outros países entre os quais Portugal.

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Desculpa Ricardo. o que e que queres dizer com isso, falar dos "Grandes" arquitectos? e que nao tem nada a ver com isso, mas tem sim a ver com uma dificuldade enorme em exteriorizar o trabalho feito ai. se calahr e por isso que estas empresas geralmente nem se quer sao geridas por arquitectos.... Maus politicos? achas que se pode culpar os politicos da falta de trabalho em Arquitectura em portugal? ou pelo excesso de arquitectos? ou sera que os arquitectos deviam de trabalhar mais pela imagem da profissao, se calhar ate sonhar um pouco menos alto ( e deixarem de se promoverem tanto como artistas) e assumir-se um pouco mais como homems de negocios cumpridores de prazos, budgets e excelentes coordenadores/gestores de projectos? e depois sim, se a isto tudo conseguirmos somar Design de excelencia, melhor um pouco, mas antes de tudo ha que promover as empresas de arquitectura portuguesas junto dos grandes investidores com aquilo que eles melhor entendem...... numeros!!! e nao me digam que o problema e o estado, porque enquanto estivermos aqui constantemente a falar mal uns dos outros a unica coisa que vamos obter e nada.

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Argos e Gupyna: vocês têm bastante razão no que dizem porque é a derradeira realidade. Se há vantagens em trabalhar em equipa é quando os membros dessa equipa conseguem dedicar-se ao máximo em determinada coisa e não todos fazerem o mesmo. A questão da especialização por vezes mete medo porque nós vivemos sempre com a ideia romântica de que o arquitecto sabe pouco de tudo e muito de nada. E é verdade. Por isso é que existem especializações porque assim nós podemos saber pouco de tudo e muito de alguma coisa. E a vantagem está aí porque com isso podemos encontrar o nosso "nicho" e explorar esse campo abrindo-nos oportunidades de trabalho de forma a podermos susistir economicamente. Veja-se o caso do atelier PLOT. Fundado em 2001 e terminado em 2006 (creio) as suas bases sempre foram no trabalho de equipa onde cada um desenvolve da melhor forma cada aspecto do projecto. Só assim conseguiram chegar ao portfolio que têm, aos prémios que receberam internacionalmente. E agora que cada um dos 2 socios originais formou o seu próprio atelier, esta dinâmica continua bem presente e cada um está com enorme sucesso à frente das respectivas empresas. Pessoas de 30 e poucos anos que para além de arquitectos são óptimos gestores e sabem pôr as coisas a funcionar. Tudo depende daquilo que se pretende atingir. Se queremos dar cartas em grandes concursos temos de ter uma equipa capaz de tal.

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