JVS Posted September 8, 2008 Report Posted September 8, 2008 Lisboa | Projecto da Quinta do Mineiro | Broadway Malyan Lisboa. António Costa mostrou-se disponível para ouvir moradores BE pede intervenção da assembleia municipal no processo Os moradores da zona envolvente à Quinta do Mineiro (área das Amoreiras e Rua Artilharia 1), em Lisboa, defendem que a única solução possível para evitar as "consequências negativas e o impacte urbanístico" do futuro empreendimento imobiliário aprovado para os antigos terrenos do Colégio Marista de Lisboa é a câmara municipal desencadear a elaboração de um Plano de Ordenamento (plano de pormenor) para aquele local. Leonor Coutinho, deputada socialista e coordenadora da Pró-Associação de Moradores da Quinta do Mineiro, disse ao DN que espera ainda uma resposta sobre o problema por parte do presidente da autarquia da capital, António Costa, que se disponibilizou para os receber. "Sabemos que será difícil mudar o curso dos acontecimentos, uma vez que o promotor (Gef - Gestão de Fundos Imobiliários) invoca a existência de direitos adquiridos e de lhe terem sido criadas expectativas", disse ainda a ex-secretária de Estado da Habitação. Os moradores dizem que se "desrespeitou o PDM" ao aprovar-se um loteamento "com base em legislação caducada e as posteriores alterações ao documento, depois de terem sido alterados dois artigos do PDM, vieram carregar uma zona densamente povoada, carente de espaços verdes". O projecto de loteamento é da autoria do gabinete de arquitectura Broadway Malyan - ligado aos projectos de recuperação da estação do Rossio - e foi aprovado em Novembro de 2006 (na gestão de Carmona Rodrigues), prevendo o aumento da densidade de construção face ao projecto inicial datado de 2002 (gestão Santana Lopes). A alteração ao projecto inicial traduziu-se no aumento do número de fogos , que passou para 498 (tipologias T2, T3 e T4). Para uma área de 29 mil metros quadrados, o município autorizou 56 mil metros quadrados de construção (sete lotes de oito pisos cada), distribuídos por serviços e comércio (20 351,10 m2); serviços/comércio/habitação (10 499,70 m2) e habitação (25 235 m2). O caso da Quinta do Mineiro faz parte da lista dos 69 processos urbanísticos que a autarquia decidiu reapreciar, após a sindicância. Entretanto, após uma reunião com moradores, o BE vai pedir a intervenção da assembleia municipal no processo. O DN procurou saber junto do vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, se a câmara irá avançar com um plano de pormenor, mas sem sucesso até à hora de fecho. in http://dn.sapo.pt/2008/09/02/cidades/projecto_quinta_mineiro_novo_causa.html Quote
portugese Posted October 30, 2008 Report Posted October 30, 2008 Ninguem tem fotos do projecto? Quote
JVS Posted June 30, 2010 Author Report Posted June 30, 2010 Nova Amoreiras Revitaliza Oferta Residencial no Centro de Lisboa Já estão em adiantada fase de construção as obras do Nova Amoreiras que arrancaram há um ano, bem no centro de Lisboa, no quarteirão que circunda a Avenida Duarte Pacheco e a Rua da Artilharia I Sexta, 18 de Junho de 2010 às 11:34 O empreendimento promovido pela Temple, paredes-meias com o jardim das Amoreiras e o shopping com o mesmo nome, já está comercializado em 40%. Localizado na antiga Quinta do Mineiro, numa área de 2,5 ha, onde em tempos esteve instalado o colégio dos Maristas, o condomínio de luxo tem a assinatura do ateliê de arquitectura Brodway Malyan. "O primeiro de sete lotes que está agora a ser edificado, alia a qualidade da construção e dos acabamentos à localização privilegiada do condomínio, variantes que fazem parte da fórmula do sucesso de vendas", realça Pedro Quintanilha, director comercial da Temple. Nos pisos mais elevados, a vista aberta sobre a cidade permite ver o azul do mar e nos pisos térreos consegue-se o luxo de ter uma zona ajardinada e privativa. Uma autêntica surpresa no meio da agitação da cidade. Quem não tem uma área verde privada colada à casa, tem sempre o jardim de 3.200 m2, espaço comum e reservado a todos os moradores do Nova Amoreiras. Verdadeiro "ex-libris" do empreendimento, pretende-se que este jardim seja quase como um oásis de privacidade e muita tranquilidade. "No interior das casas, os acabamentos de primeira e os pormenores arquitectónicos seguem as mais recentes tendências de design. Dois pequenos exemplos: as cozinhas italianas que se destacam pelas linhas contemporâneas e os soalhos flutuantes que vieram directamente da Holanda e garantem um eficiente e sempre desejável isolamento acústico", reforça ainda o director comercial da Temple. Com preços a partir dos 260 mil euros e áreas que vão desde os 65 até aos 450 m2, o Nova Amoreiras distribui-se por 47 apartamentos com tipologias do T1 até ao T5+1. Sinónimo de modernidade e de ambiente cosmopolita, a zona das Amoreiras revela-se assim no seu dinamismo empresarial, na centralidade, na diversidade comercial e nos acessos rápidos. Se a isto somarmos uma vista única sobre a cidade de Lisboa percebe-se porque esta é hoje uma das zonas mais apetecidas para viver e trabalhar. Texto de MARISA ANTUNES in http://aeiou.bpiexpressoimobiliario.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ei.stories/44517 Quote
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