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Arquitectura.pt


E depois da arquitectura?


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"O Fernando Távora contava a estória do senhor da mercearia ou café, que o conhecia desde há muito tempo, e tratava-o sempre por engenheiro, até que um dia o Távora interpelou-o e disse-lhe que era ar

engenharia é uma boa aposta, pois como se costuma dizer "uma mão lava a outra" mas se tens assim tanta dificuldade na matemática, provavelmente andarás a marcar passo na faculdade de engenharia....

vá lá pessoal vamos lá deixar as conversas de nível pessoal aqui no tópico! Façam-nas em MP. Não vamos fazer disto mais um offtopic! ajudem um bocadinho o fórum a crescer intelectualmente, e restrinja

Aaliz, não sei se foi ironia ou erro, ou "quiça" o novo acordo ortográfico.
Mas o teu post dá que pensar.!!
Comparem o significado das duas palavras.

Um bem haja!

ganhoImagem colocada

s. m., lucro;proveito;provento;vantagem;usura;

galhoImagem colocada

s. m., ramo de árvore;parte do ramo que fica ligada ao tronco, depois do ramo partido;chifre de ruminantes;esgalho;gaipelo;

Brasil, dificuldade;complicação.ferrar o -: adormecer;quebrar um -: resolver ou ajudar a resolver uma complicação.

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pois é nunomiguelneto, parece q a rapariga vos pos a pensar, era ironia sim, com trocadilho e foi de muito valor a pesquisa q aqui puseram sobre galho vs ganho/arquitecto vs engenheiro...hehe, o q vocês já me fizeram rir hoje, como é bom ser compreendida, lolXD,bem hajam ambos pelo bom humor e espírito de camaradagem.

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olá a todos outra vez, voltei aqui para partilhar o q eu axo mesmo em relação ao português e q tem a ver c o trocadilho q fiz( aa propósito, humm, bem queria só dizer q já estou nos 40 e portanto fui observando como funciona o português ao longo destes anos q não serão muitos mas serão os suficientes para formar uma opinião). ora bem, dizia eu q o português é mesmo como naquele ditado popular: "onde vai um português (seria o verbo ir? ou outro, bem não interessa para o caso)... mas onde vai um portugues vão logo dois ou três". e não interessa se percebem ou sabem o q lá estão a fazer, correcto? querem é ir,hehe. primeiro ouviram dizer q lá fora é q era, foi um e logo foram dois ou três e depois muitos mais, depois o q ouviram a seguir foi a construção civil, um experimentou e logo outros largaram as padarias, as mercearias, as industrias e foram atrás, fazer não sabem bem o quê mas dizia-se q dava "ganhos", seguiram-se as vacas, um começou a ordenha-las e a fazer queijos e vender leite e logo outros tantos foram largar a construção civil para irem para o estabulo, depois foram os porcos, largaram as vacas e foram fazer presuntos, depois as cordonizes, o milho, as galinhas, a CEE, os montes no alentejo, os subsidios comunitários, bruxelas e por ai fora. isto é, o português não quer saber nem lhe interessa minimamente se sabe ou não fazer dada coisa, se é capaz ou competente, isso é completamente indiferente, o q interessa é q outros já lá estão, portanto 'bora lá também. um arquitecto q foi trabalhar para o estranjeiro concluiu q o q fazia falta aos portugueses fora era pura e simplesmente não se darem nem confraternizarem com outros portugueses porque isso impedia literalmente a sua "evolução" e aprendizado profissional exactamente por esta característica de estar sempre a olhar para o portugues mais ao lado e continuar numa saga de mimetismo assustadora. assim não dá. por isso é q axo muito bem a máxima do cada macaco no seu galho/ganho

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Bom voltando ao tema, cada vez penso mais que necessito de ar livre. A vida de arquitecto é metida em ateliers horas a fio, sem fins de semana livres na maior parte das vezes e quando reparamos os nossos olhos já estão tão atrofiados pelos ecrãs do computador que até a luz do sol nos faz chorar. Era bom se a vida de arquitecto passasse mais pelo exterior (não sei como) e não tanto no interior. É esta a mudança que gostaria de fazer, mesmo que para isso implicasse seguir um outro percurso. Alguém sabe como posso ser um tipo que escreve para guias de viagem?! :)

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João, sempre tive a ideia de quando tiver um gabinete próprio, ter portáteis para uma vez por outra levar o pessoal para trabalhar num jardim, ou numa esplanada... isso sim era qualidade de vida... PS: mas andar a correr o mundo a fazer documentários turísticos não deve ser nada mau...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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tens razão simplemind, desviei-me do tema (bastante), foi um devaneio da minha parte. humm, se souber de uma forma de te tornares o tipo q escreve roteiros turísticos e percorre o mundo todo, ve todas as cidades, todas as obras, conhece pessoas de todas as culturas e ainda recebe para o fazer na sei se t digo...hehe, axo q esse é o sonho escondido de muitos arquitectos...mas olha, sinceramente acho q não deve de existir, isso era o paraíso na terra. bom demais para ser verdade...há alguém por aqui q tenha visto esta luz:o?

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concordo perfeitamente contigo joão e ainda mais com a ideia do ricardo... chega a um ponto e é mesmo saturante ter um horario cheio, estilo 9.30 - 18.30 fora feriados ou fins de semana e estar sempre constantemente no mesmo espaço, com as mesmas pessoas.... confesso que chega a ser claustrofóbico!!!!

a ideia do ricardo é optima e eu acrescentava, por exemplo, poder ter no atelier uns batidos ou umas limonadas fresquinhas (já agora) :)

margarida duarte

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Pois. Essa ideia é boa de ir trabalhar para o exterior. Mas eu penso que isto terá que ver também com a junção de quantidade excessiva de trabalho, não ter férias e estar fechado no mesmo sítio de manhã à noite... Cada vez mais penso que seria mais feliz com um trabalho que me fizesse passar mais tempo ao ar livre.

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Pois. Essa ideia é boa de ir trabalhar para o exterior. Mas eu penso que isto terá que ver também com a junção de quantidade excessiva de trabalho, não ter férias e estar fechado no mesmo sítio de manhã à noite... Cada vez mais penso que seria mais feliz com um trabalho que me fizesse passar mais tempo ao ar livre.


Às vezes ponho-me a imaginar se irei conseguir de facto conciliar a arquitectura com a fotografia. Seria um sonho... :)
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