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Bragança | Centro de Arte Contemporânea de Bragança | Eduardo Souto de Moura


Koolhas

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Bem ando um pouco ausente aqui no forum por motivos pessoais(elaboração da tese final de curso) mas numa das minhas viagens feita a bragança neste natal passado, eis que me deparo com esta obra
ficam algumas imagens do novo projecto do arq. Souto Moura em Bragança.

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Localizado no antigo Solar Sá Vargas, espaço ocupado anteriormente pela Delegação do Banco de Portugal, em pleno centro da cidade, o centro poderá oferecer extraordinárias possibilidades para o desenvolvimento de uma programação de artes visuais.

A criação de um Centro de Arte Contemporânea em Bragança representa uma opção decisiva na modernização cultural da cidade, integrando-a em roteiros culturais nacionais e internacionais, criando novos públicos, conjugando esforços com outras entidades que neste momento podem fazer interagir com este centro os seus programas e objectivos, de modo a estruturar culturalmente a cidade e a região. Trata-se de um centro de média dimensão com uma programação de cerca de seis exposições por ano, dotado de uma colecção de arte que irá sendo constituída paralelamente e em função das suas actividades e programa.
Localizado no antigo Solar Sá Vargas, espaço ocupado anteriormente pela Delegação do Banco de Portugal, em pleno centro da cidade, o Centro poderá oferecer extraordinárias possibilidades para o desenvolvimento de uma programação de artes visuais, conciliando uma diversidade de programas educativos com uma heterogeneidade de motivos para os visitantes provenientes da cidade, da região e do país.

Numa primeira fase de lançamento e de estruturação do Centro, a sua programação, colecção e serviços serão coordenados pela Fundação de Serralves, instituição que igualmente disponibilizará a sua colecção para uma apresentação regular de exposições temporárias. Através da circulação da sua colecção, a Fundação de Serralves é uma das instituições portuguesas que melhor pode desenvolver um programa de descentralização cultural que divulgue obras dos mais contemporâneos artistas nacionais e internacionais.

fonte: http://www.cm-braganca.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=503810

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  • 5 months later...
Centro de Arte Contemporânea de Bragança inaugurado


AGostinho santos

Abre esta segunda-feira, em Bragança, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, nome de uma das mais importantes pintoras portuguesas, que ao longo da carreira tem interpretado, através das várias fases estéticas, o pulsar das gentes daquela região.
O imóvel onde ficará (con)sagrado parte do espólio de Graça Morais ocupa o recuperado solar dos Sá Vargas, um edifício setecentista no centro histórico da cidade, onde funcionou o Banco de Portugal, e ficou por 5,2 milhões de euros. Resulta de um projecto ibérico que encerra o maior ciclo de investimento municipal em equipamentos culturais.
O Centro de Arte foi desenhado pelo arquitecto Souto Moura e será inaugurado, hoje, pelo primeiro-ministro José Sócrates.
Graça Morais, segundo revelou ao JN, considera que a abertura deste espaço "representa uma fase nova e importante da minha vida. Sinto uma grande honra e uma enorme responsabilidade de corresponder à homenagem que recebo desta comunidade".
Deseja sobretudo que o novo espaço "contribua para fortalecer a auto-estima de uma região dotada de uma grande beleza natural, mas que sofre de graves problemas de desenvolvimento social, económico e cultural".
Ainda de acordo com o que nos disse, Graça Morais gostava que o centro se desenvolvesse em diversas áreas culturais, dando especial atenção à pintura, ao desenho, à escultura, à fotografia, à arquitectura, ao vídeo e às instalações. No fundo, a pintora defende a criação "de um pólo dinâmico, de grande liberdade criativa no sentido de atrair públicos variados, nomeadamente jovens e população escolar".
A pintora disponibilizou setenta pinturas e desenhos, realizados entre 1982 e 2005, algumas das quais integram a doação que fez ao centro, onde se destacam as telas "Delmina" e "Maria". A escolha foi feita pela própria artista e por João Fernandes, director do Museu de Serralves, que "ajudou a seleccionar de uma forma mais coerente as obras para uma montagem que resultou num diálogo e numa interacção muito feliz".
A opção por Souto Moura para o desenho do novo edifício resulta, de acordo com Graça Morais, "num valor patrimonial de grande importância para Bragança e para o país. O convite do presidente da Câmara ao arquitecto Souto Moura é de louvar porque a cidade ganha um edifício de enorme qualidade arquitectónica. A sobriedade aliada ao rigor e a uma grande beleza tornam este espaço uma obra de referência que vai atrair um público culto e amante da boa arquitectura".
O rumo e a programação do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais irão fundamentalmente depender das verbas que a edilidade de Bragança disponibilizar. A pintora considera que o desenvolvimento económico desta cidade poderá passar pelo turismo cultural numa conjugação dos diversos espaços já existentes, como o Museu da Máscara, Centro de Ciência Viva, Teatro Municipal, Museu Abade Baçal, Museu Militar e a Domus Municipalis. "Esta conjugação de espaços ao atraír públicos diferentes pode contribuir na luta contra o despovoamento, a desertificação e a apatia" , sublinhou.
Com este centro, a pintora pretende reforçar os laços com a região de Bragança, que, em sua opinião, "continua com pouca oferta cultural de qualidade e o meu desejo é também contribuir para que os jovens não sintam o isolamento, a carência e a frustração que eu, nos anos 60, senti ".
Graça Morais garante que haverá programas para a população mais nova. Diz mesmo "ser necessário desenvolver uma energia que contamine a sociedade e que esta se desenvolva de uma maneira profunda para a arte, e os espaços ligados à natureza e à criação se tornem verdadeiras necessidades de vida. Os museus e centros de arte são pólos de reflexão espititual, tão necessários ao ser humano".

in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=962889
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  • 4 weeks later...

Ontem fui com uns amigos visitar este museu em Bragança. Achei-o simplesmente espectacular!!! Estão lá presentes imensos conceitos arquitectónicos, os tão falados jogos de cheio/vazio, de interior/exterior, as vistas, a luz, a dinâmica dos espaços. Tudo fez com que ficássemos todos fascinados por aquele espaço e com que no final da visita ainda quisessemos mais, porque quem está no piso de cima, que é dedicado À obra de Graça Morais, vê no exterior o pátio de entrada e vê mais um pátio (onde nós também quisemos aceder), mas que se destina a áreas privadas. A única coisa que tenho a apontar no edifício é a distinção extremamente marcada que o arquitecto fez entre o piso inferior (onde está o bengaleiro, cafetaria, esplanada e uma zona de exposições e que na minha opinião está 7 estrelas a nível arquitectónico, e parte do piso superior, onde está exposta a obra de Graça Morais, já que neste último, o Souto Moura tentou retratar um edifício antigo, provavelmente uma tentativa de restauro do que antes havia naquele edifício. eu pessoalmente não achei muita "piada" a essa zona, mas entendo que ele tenha optado por fazer isso para demarcar aquela zona das restantes, por ser aí que se encontra a obra da pessoa k deu nome ao museu, e porque a pintora é transmontana e aquele espaço lembra as típicas construções antigas da região. aconselho-vos a visitarem esta obra, eu gostei bastante. ainda n consegui que quem foi comigo me fornecesse as fotografias da visita, mas espero quando as tiver, poder coloca-las aqui.

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  • 1 year later...

Arquitectura: Souto Moura distinguido com prémio internacional por Centro de Arte Contemporânea de Bragança

Bragança, 09 Set (Lusa) - O arquitecto português Eduardo Souto Moura foi distinguido com um dos mais prestigiados prémios internacionais de arquitectura pelo projecto do Centro de Arte Contemporânea Graças Morais de Bragança, anunciou hoje a autarquia local.

Lusa

15:22 Quarta-feira, 9 de Set de 2009

Bragança, 09 Set (Lusa) - O arquitecto português Eduardo Souto Moura foi distinguido com um dos mais prestigiados prémios internacionais de arquitectura pelo projecto do Centro de Arte Contemporânea Graças Morais de Bragança, anunciou hoje a autarquia local.

Souto Moura recebeu o Prémio Internacional de Arquitectura 2009, na vertente de Construção Moderna, atribuído pelo "The Chicago Athenaeum Museum of Architecture and Design", dos Estados Unidos da América, em parceria com o "The European Centre for Architecture and Urban Studies".

Os promotores do prémio receberam mais de mil projectos nas áreas de construções modernas, arquitectura paisagística e planeamento Urano, oriundos de empresas de todo o mundo.

De acordo com a autarquia brigantina, este prémio anual nas disciplinas de arquitectura e planeamento urbano tem por objectivo promover o bom desenho urbano e o impacto positivo no ambiente das cidades.

O júri reuniu-se em Helsínquia, Finlândia, em Agosto, com a supervisão da Sociedade de Arquitectos e apoio de profissionais, críticos e professores da área.

Para a Câmara de Bragança, "este prémio muito honra a cidade e eleva o seu nome ao de outras cidades mundiais onde se faz boa arquitectura e bom desenho urbano".

O Centro de Arte Contemporânea abriu há pouco mais de um ano em Bragança, com o nome da pintora transmontana Graça Morais que participa activamente nas actividades de dinamização do espaço.

O novo espaço cultural resulta da adaptação e ampliação projectada pelo arquitecto Souto Moura no antigo Solar dos Sá Vargas, no centro histórico de Bragança.

O projecto já tinha sido distinguido, em 2008, com um prémio atribuído pelo Instituto do Turismo de Portugal.

No primeiro ano, mais de 20 mil pessoas visitaram aquele espaço, que se tem revelado uma "surpresa" para muitos pela sua dimensão e qualidade, mostrando obras de artistas nacionais de renome.

Além da exposição permanente de Graça Morais, até ao final de Setembro, os visitantes podem apreciar meia centena de quadros de Paula Rego, "um nome incontornável" da pintura portuguesa escolhido para assinalar o primeiro aniversário.

HFI.

Lusa/fim

IN http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/534720

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  • 3 months later...
Descrição

O Centro de Arte Contemporânea compreende a construção de um novo edifício - Edifício de Exposições e a reconstrução de um outro - o Solar Veiga Cabral. O edifício de Exposições tem uma planta com uma configuração não ortogonal, ou seja as paredes não formam entre si ângulos de 90º. O edifício apresenta duas zonas distintas: uma que tem apenas R/Chão e outra composta por R/Chão e 2 pisos, um deles técnico. Por sua vez o Solar é constituído por 3 pisos, sendo que o último se trata do desvão do telhado, aproveitado para área técnica das várias especialidades

No Edifício de Exposições, por razões económicas e de durabilidade até ao piso 1 a estrutura é totalmente em betão armado, com paredes exteriores e interiores de 5m de altura e lajes maciças. Acima do piso 1, face às suas dimensões e características a estrutura idealizada é metálica, com 11 paredes metálicas materializadas por treliças que vão desde o piso 1 até à cobertura.

O relatório geotécnico referiu a presença do nível freático, pelo que se optou por realizar uma drenagem em toda a periferia do edifício de Exposições, assim como a colocação de uma pequena malha de drenos, no interior do mesmo.

Garantir de níveis de temperatura e humidade compatíveis com a conservação do espólio dentro dos limites do conforto térmico humano assim como garantir uma iluminação que obedeça a critérios museológicos e vá de encontro com o pretendido pelo arquitecto para o edifício, foram pontos relevantes no decurso deste projecto.

in http://www.afaconsultores.pt/
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