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Arquitectura.pt


O ArchiCAD 12 está aí


Guest Victor@ArchiCAD@Infor

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Agradeço a dobrar.

Agradeço o elogio, embora não ache que corresponda à realidade. Conheço vários utilizadores que sabem muito mais do que eu em muitas áreas do Archicad, quer seja ao nível dos renderings (não uso), do GDL (não pratico), da organização (sou desorganizado), e outras. talvez dê a sensação de saber mais porque tenho este hábito de partilhar o que sei. Talvez também por isso é que me torno num alvo apetecível. O preço de se viver num país pequeno, com gente pequena...

Agradeço principalmente por me chamar à razão. Dorovante farei o possível para ignorar provocações. Só não prometo ficar calado se me sentir insultado ou humilhado publicamente :)


é por ai, quem partilha por estes lados está sujeito a ser preso"" diria mesmo.
já senti isso várias vezes na pele, a opção será mesmo partilhar com quem quer ouvir e dá valor a experiencia que cada um de boa vontade partilha.
quanto ao elogio é o que eu penso, sobretudo não conheço ninguem com tanta vontade de aprofundar o Archicad, como o Miguel e para mim isso é uma qualidade.
enquanto aos renderings acho que entendo eu por exemplo já passei por motores como vray e maxwell este último a funcionar em archicad, a um nível bastante dedicado, e neste momento apenas me sirvo de um viewport raytrace com algumas sombras de 3d studio :D. apesar de achar um mundo mágico"", para arquitectura é pouco producente na generalidade dos casos.
O GDL pelo menos para mim sempre foi o calcanhar do archicad isto quando o utilizava, não sei como está a funcionar agora, mas pode haver alguem que domine bem o GDL, na parameterização e mesmo criação de objectos.
cumprimentos
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Esse, meu caro, é o âmago da questão...

Não podes depreender que dou mais importância á empresa que ao software. Dou importância a ambos, não escolho ignorar a empresa só porque esta goza de má imagem. Só mudaria no dia em que o Archicad

miguel é de louvar as tuas atitudes de partilha de conhecimentos com os mais novatos pois hoje em dia nem toda a gente está disposta a faze-lo, nem mesmo quase a pagar, quanto mais "à borlix". por iss

miguel é de louvar as tuas atitudes de partilha de conhecimentos com os mais novatos pois hoje em dia nem toda a gente está disposta a faze-lo, nem mesmo quase a pagar, quanto mais "à borlix". por isso continua o teu excelente trabalho quer por este forum, quer pelos teus excelentes blogs sobre archicad e BIM. abraços

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Hello Zorbatan,

Não é preciso exaltar :D ... estamos a trocar ideias.
outra coisa: tente não fazer julgamentos precipitados.

Excesso de icons comandos e redundância de operações:
Vamos partir do princípio q todos os programas são bons e todos os conceitos tb. Uns gostam de muitos comandos, layers à lá CAD, mtos menus, mtos cursores, mto grafismo, etc ... outros mais minimalistas (meu caso) gostam de poucos comandos mas arrumadinhos qb, e eficientes na lógica de funcionamento e sequência ... como os novos iphones, sem muitos botões e tal, mas com tudo lá dentro, numa sequência lógica q torna mais intuitivo o uso :) ... pode fazer confusão no início, mas depois de nos habituarmos não vamos querer coutra coisa. o AC 12 não trouxe nenhuma melhoria a esse nível.


Eu vejo BIM sem o conceito de layers à lá CAD. aliás, são os próprios users do AC q reconhecem publicamente no fórum Graphisoft q esse conceito deveria ser outro, orientado mais pela categoria do objecto, à semelhança do Revit. Mas pronto, podemos resumir q é tudo uma questão de gosto. Aprendi a gerir a informação sobre os elementos construtivos em BIM de outra forma, não permitindo por exemplo q um objecto tipo guarda seja colocado indevidamente na mesma layer (estrutura hierárquica) de uma parede ... convenhamos, com esse princípio à lá CAD corremos riscos desnecessários e isso pode-nos levar a cometer erro de informação de projecto. o AC 12 não trouxe nenhuma melhoria a esse nível

GDL: (meu Deus já escrevi tanto sobre isso ... )
Até compreendo q por birra não queira aceitar a evidência, mas fike sabendo q é algo há muito reclamado pelos users do AC12 ...



Vamos por partes. Eu tb posso desenhar/modelar os objectos que kiser com o AutoBAD, o problema não está aí. Se fosse só para desenhar/modelar, nunca mudaria de CAD para BIM. GDL em AC significa parametrizar. Se não usam o GDL seja qual for o motivo (simples, fácil, o q for), significa que não estão a tirar partido do melhor do mundo BIM q é precisamente a parametrização de objectos, ou seja, atribuição de alguma "inteligência artificial" aos objectos ... xerto?

Só a título de curiosidade, veja um exemplo prático q colojei aki no fórum:

http://www.arquitectura.pt/forum/f52/archicad-9245/index3.html#post49727

outro exemplo: imagina q numa porta simples do nosso modelo BIM, keremos controlar o parâmetro do ângulo de abertura (varrimento), de forma isolada e diferenciada em várias vistas em simultâneo (3D, planta, corte, alçado, pormenor, etc, etc), ou seja, na axonometria 3D vamos querer ver a porta com abertura de 30º, no alçado 10º, na planta 45º, noutra perspectiva a 90º, etc, etc, etc ...
O objectivo é manter a mesma porta com diferentes ângulos de abertura nas várias vistas em simultâneo! ;) ...percebeu a ideia?
Como é q seria no AC? Como resolveríamos esse petit rien? à unha? Workaround?... A informação q tenho é q em AC tal nem é possível. Pois bem, o Revit possibilita q um simples iniciado faça a referida porta de raiz, com toda a facilidade de parametrização (geométrica/desenhada) sem recorrer a uma única linha de código de Script. Por isso é q digo q o AC 12 tb a esse nível não trouxe nenhuma melhoria.



Potencialidades de Scripts -vs- "usabilidade":

Zorbatan, acho q anda por aí muita confusão sobre . Vou tentar desmistificar: assim como no AutoCAD não passa pela cabeça de ninguém recorrer a Scripts para construir um bloco de autoCAD, (certo?), também não me passa pela cabeça recorrer a Scripts para parametrizar objectos simples, banais, certo?

Recorremos ao Lisp e ao VB para criar rotinas e procedimentos para melhorar o programa, não para construir objectos indispensáveis ao seu normal funcionamento. Penso q aki toda a gente concorda cmg, não? Em parametrizações mais complexas, aí sim, podem entrar scripts, vbs, lips e tudo o resto. Agora para coisas banais, por amor de deus, sou arquitecto, kero fazer bonecos não ser ser programador ninformático ;)

Fui claro?

Um ab.

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Tenho visto muitas vezes criticarem o ArchiCad por utilizar layers.

Os layers do Archicad são tidos, nesse argumento, como uma coisa passê, uma coisa própria de programas caducos, como o Autocad.

Pois bem o ArchiCad usa layers, e usa-os intensivamente.

A capacidade de criarmos os layers que nós quisermos, organizados da maneira que quisermos, e com a informação que quisermos, proporciona um controlo absoluto e uma personalização total da organização dos nossos projectos.

Outros programas que dependem do sistema de layers:

-Adobe Photoshop
-Adobe Illustrator
-Adobe Flash
-Adobe Indesign
-Corel Draw
-Corel Photopaint
-Corel Painter
-Quark Xpress
-Blender
-3Ds Max
-Rhino
-ArcGIS

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Acho que muita confusão aqui se tem feito sobre estas discussões de funcionalidades do Archicad. O que eu acho, e esta é apenas uma opinião, é que é mais simples editar uma parede do que ter de criar uma cobertura e depois fazer uma operação de elemento solido para conseguir uma parede inclinada. O que eu acho é que sempre que um objecto gdl não se adapta às minhas necessidades eu tenho duas opções: ou faço o objecto não gdl, não paramétrico e por isso não reutilizável, ou tenho de programar gdl para o conseguir. Claro que o gdl não é nenhum bicho de 7 cabeças, mas é algo que a maioria dos utilizadores não está para usar. Se quero construir um edificio por fases, como para fazer desenhos de encarnados e amarelos, ou tenho de ter um controlo mágnifico de layers e inventar uma série de artifícios para garantir essa informação consistente, ou vou pelo método que o Miguel apresenta no seu blog e na revista CAD Project - workaround. Se eu quero fazer uma mesa tenho de fazer uma série de objectos como plares, vigas, coberturas ou lajes para conseguir fazer esse objecto (mais uma vês sem que seja paramétrico). Se quero fazer medições rigorosas de elementos que quero (por exemplo a quantidade de metros quadrados de alvenaria de tijolo de uma parede composta) tenho de construir uma base de dados e inserir essa informação de forma mais ou menos à unha. Ou então tenho de construir as minhas paredes compostas através de várias paredes. Se eu quiser as linhas de separação de elementos em corte (num detalhe) de uma porta - estou a referir-me à linha de separação que existe entre o aro e a guarnição, entre o aro e a folha da porta, entre a folha e o vidro, etc - se quiser controlar o aspecto gráfico desses elementos não consigo. Porquê??? Porque os objectos gdl incluidos com o programa não trazem essas valências. Má codificação??? É uma questão de adaptação??? Talvez... E ainda não falei de outro software aqui. O que quero com isto dizer é que: Eu sei que o Archicad tem valor. Tem as ferramentas e tem formas de resolver os nossos problemas. O que eu pergunto é quem está disposto a ter um acréscimo de trabalho para ter acesso a essas funcionalidades? O archicad permite fazer as coisas, mas quem é que as usa? De que é que valem as funcionalidades se depois ninguém as usa - e atenção que aqui estou a generalizar - é um facto - mas a verdade é que poucos são aqueles que se embrenham no gdl, poucos são aqueles que estudam a parte de criação de base de dados para medições no archicad. E não sou eu que o digo - basta estarem atentos aos próprios fóruns da graphisoft. Eu não estou aqui a dizer que o archicad é um mau software. Estou aqui a dizer que tem limitações como todos os outros e é bom que as pessoas saibam do que ele pode fazer, do que não consegue fazer e do que não se usa porque dá tanto trabalho, que mais vale adaptar-mo-nos que estar a tentar mudar as coisas. Claro que temos os plug-ins ou ad-ons, e temos milhares de objectos online à disposição. Tudo isso é verdade. É também verdade que posso fazer uma escada com recurso a lajes, coberturas e pilares e vigas em vez da ferramenta de escadas (eu já passei por isso quando era uilizador de archicad). Também é verdade que posso fazer um corrimão usando outras ferramentas que não a ferramenta de vedações e corrimões... Mas o que eu pergunto é se é esse o caminho?... O archicad não faz nós inventamos forma de fazer? (não se entenda o não faz como o não faz, porque há sempre workarounds para fazer tudo ou um ou outro plug-in/ad-on para corrigir a falta ou a falha). O que a minha experiência me diz, seja ela considerada muita ou pouca, e é também a minha opinião pessoal e como tal vale o que vale, é que os argumentos: - o archicad é mais barato, não servem porque ou depois gasto mais tempo na produção das coisas ou tenho de comprar um plug-in/ad-on - conclusão o barato sai caro - o archicad faz as coisas como o arquitecto pensa, não serve porque muitas são as vezes em que tenho de recorrer a outros elementos para construir as coisas como eu quero - o archicad é o primeiro BIM da história, é verdade mas não é 100% verdade. É o primeiro software de simulação de edifício virtual, e não o primeiro BIM. É uma aproximação ao conceito BIM, já que o BIM é mais do que um modelo virtual, é consistência de informação desenhada, modelada, e dimensionada ou medida, e o archicad, enquanto não reconhecer que uma parede é uma parede e uma laje é uma laje e assim por aí adiante, não será um bom BIM. Em termos práticos para o archicad a diferença entre uma parede e uma laje é quase zero, ambos os objectos são paralelepípedos com a possibilidade de terem uma ou mais camadas. Faço uma ressalva à última frase: A Graphisoft reconhece isso mesmo quando nesta última versão (12) adiciona os campos de acabamento e estrutura às composições da parede. Não que isso vá ser muito importante em termos de inteligência do modelo, mas pode facilitar as medições, para além de permitir separar a visualização desses elementos (é o único "BIM" que eu conheço que faça isso). Mas o Archicad é isto mesmo. Impressiona com ferramentas fantásticas como o truss maker e o roof maker, mas depois limita essas funcionalidades quando só permite o uso de quatro ou cinco perfis que eles acham adequados - e se eu quiser outros??? Faço à mão, elemento a elemento... A ferramenta nova da curtain wall aparentemente é fantástica e vem dar um valor extra ao Archicad (os objectos antigos nem sequer merecem referência de tão fracos que eram), mas e se eu quiser outros elementos que não os que o desenvolvimento do Archicad previu??? Faço à mão, elemento a elemento, com as ferramentas que todos nós conhecemos, parede, laje, cobertura, pilar e viga.... Estas são as maiores diferenças entre o Archicad e os outros BIM...

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Nem tudo o q é "velho" é caduco. Conheço bem as potencialidades de gestão de objectos ou camada de informação dos layers e esse conceito irá continuar a existir durante muitos anos pq faz todo o sentido q alguns programas citados tenham mesmo de trabalhar com isso qdo não têm outros parâmetros de gestão de informação. A virtude dos BIM é q possuem algo mais do q os CAD e os outros softwares, pq passaram a ser Base de Dados. Ora bem, se estamos perante uma base de dados "orientado para o objecto" onde todas as características dos objectos estão armazenados, onde podemos inquirir, podemos filtrar e seleccionar, segundo uma estrutura hierárquica real e mais disciplinada do q na gestão de layers ... então é caso para perguntar: "pq continuamos a usar layers"? No ArcGIS o conceito de layer é um pouco diferente dos CAD ... em GIS layer significa camada de informação passíveis de operações de "Map Algebra" ... podemos adicionar, subtrair e fazer "n" operações com Layers, conceito esse q não existe em CAD. Em GIS esses conceitos há muito q estão bem sedimentados e há muita coisa q o mundo BIM poderia ir lá beber um bocado.

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Caro Rui

Como já referi anteriormente, na mensagem #107 do corrente tópico, há três semanas atrás, tenho à sua disposição e de quem quiser projectos executados em Archicad, nos termos acordados, que provam a viabilidade de utilizar este software para produzir as peças que o Rui entendeu serem as necessárias para que se pudesse considerar o Archicad um programa "verdadeiramente BIM".

Apenas peço que quem quiser consultar estes ficheiros forneça também uns seus, equivalentes, executados no seu programa de eleição.

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Ora bem, se estamos perante uma base de dados "orientado para o objecto" onde todas as características dos objectos estão armazenados, onde podemos inquirir, podemos filtrar e seleccionar, segundo uma estrutura hierárquica real e mais disciplinada do q na gestão de layers ... então é caso para perguntar: "pq continuamos a usar layers"?


Porque, assim como em todos os outros programas que mencionei, o sistema de gestão por layers é o mais adequado e versátil.
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Eu, de facto, sinto-me sozinho aqui, como único utilizador de Allplan. E nem sequer posso mandar muitos bitaites sobre o Archicad, porque não conheço nada além de uns bonecos engraçados na Tectónica. Apenas posso concluir que o Revit pertence à Autodesk, a Autodesk é má, logo, o Revit é mau. E como concluo que a Autodesk é má? Simples: A Autodesk produziu o Autocad 13. Não contente com isso, cobrou dinheiro aos desgraçados que utilizaram o Autocad 13. Corrigiu o Autocad 13, mas chamou-lhe Autocad 14, e tornou a vendê-lo aos desgraçados que já tinham pago para sofrerem com o Autocad 13. Entretanto, tinham comprado a Softdesk para impingirem o AutoArq (que mais não era do que uma data de rotinas, algumas bem interessantes, reconheço). Depois, acabaram com os hardlocks, e cada vez que eu queria usar o programa em casa (dantes era só andar com o hardlock de um lado para o outro) tinha de pedir batatinhas. Depois descontinuaram o AutoArq., e tentaram impingir-me o ADT, que isso é que ia ser o futuro do projecto de arquitectura, etc. e tal. Parece que afinal o ADT já não é, vão lá comprar o Revit. Resumindo, são maus e eu não gosto deles. Mudei para Allplan (saiu mais barato que o Revit, não só o preço do programa mas também o custo das máquinas, que não necessitam ser tão potentes) e vi a luz... O resto da discussão, já vi noutros foruns: As Ducati é que são lindas/as Hondas é que ganham, os LandRover passam tudo/os LandCruiser nunca avariam, etc.

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Um dia vão-me dar razão ... Vá se lá saber pq o ArchiCAD tem lá uma ferramenta poderosa de SQL por aí escondida (q ninguém utiliza) só para gerir apenas e só Layers e não as Tabelas (infelizmente). Estamos a falar de programas diferentes. BIM pressupõe q estamos em presença de um SGBD (Sistema de Gestão de Base de Dados) e como tal não precisa de Layers à lá CAD para gerir a informação dos elementos contrutivos do projecto virtual. Imaginem só esse cenário futurista de projecto, onde estamos a navegar num projecto virtual online, na nete por exemplo, onde clicamos numa parede ... interessa-nos saber em q Layer essa parede está? Não nos interessa mais ao clicarmos, aparecer a tabela com todas as características desse objecto, inclusive com as opções de visibility por vista ou folha, sendo q todas essas características são pesquisáveis e filtradas em simples operações de Base de Dados?

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Se fizeres projectos para darem entrada na CM Lisboa, garanto que vais precisar de layers... E depois, os layers são uma ferramenta, entre tantas outras, de organizares a informação. No Allplan, tanto podes organizar a informação com base em layers como não. Se clicares na parede aparecem essas informações todas de que falas, mais os layers, se quiseres (sinceramente, escapa-me o fuzué à volta dos layers). O Revit não tem?

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Lichado, o Revit exporta todo o projecto com Layers mas não tem Layers e nem precisa. Arruma-nos os elementos construtivos de acordo com a estrutura hierárquia q é inerente ao próprio programa. Ou seja, nunca nos preocupamos com Layers e nunca corremos o risco q indevidamente colocar guardas na mesma layer/categoria das paredes. ... para não dizer q o processo de select apresenta muito mais vantagens do q selecção por por Layers. Imaginem q queremos seleccionar todos os objectos paredes (Layer parede) mas com certas particularidades específicas (por exemplo comprimento >= 19 metros) ... São selects q ultrapassam a lógica dos Layers ... Não tenho nada contra Layers. em certos softwares e principalmente no mundo CAD acho q fazem todo o sentido e são deveras úteis. Em BIM por e simplesmente deixou de ser necessário ... pelo menos em Revit e em Softwares de Gestão de Obras e Projectos (empresa de construção), onde a pesquisa é orientada ao objecto e não ao Layer do objecto ... até pq como já disse, indevidamente uma guarda pode estar guardada na Layer parede (quem não conhece esse fenómeno estranho? :D ) ... e isso pode dar granel nas listagens :)

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No Archicad, com a função "Pesquisar e Seleccionar", podemos filtrar a busca com os parâmetros que quisermos: tipo de elemento, côr, material. composição, altura, espessura, layer, cota, com todas as combinações imagináveis. Temos portanto total liberdade de decidir em que layer é colocado cada elemento, em função do tipo de projecto, da organização do atelier, etc. Não é o software (programador) que determina onde arrumar os elementos, somos nós. Também não vejo qual é o drama de colocar um elemento no layer errado. Em primeiro lugar, se usarmos os favoritos e templates, tal não deverá acontecer. Mas se acontecer, muda-se. Demora um segundo a detectar e outro a corrigir. Esta história dos layers faz-me lembrar a da raposa e das uvas... como o Revit não tem, então é porque não só não são necessários como ainda por cima são prejudiciais. Pois...

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Acho q já disse aki publicamente q gostava MUITO de ter no Revit a nova ferramenta "Partial Structure Display " apresentada no AC12. Lá pq o Revit não tem, não vou nunca usar o argumento falacioso q é desnecessário, prejudicial e q nem sequer sentimos falta dessa ferramenta. Não, não penso assim.

Sinto necessidade de ferramentas q realmente fazem falta. Não é o caso do conceito de Layers do CAD, assim como não sinto mais a necessidade de desenhar duas linhas offset 0.20m para fazer de conta q estou a representar uma parede em BIM. São evoluções e há procedimentos q temos de descontinuar.

Acho q devemos clarificar esse conceito de Layer de CAD, para ver se fazem ou não falta em BIM. Basicamente temos de responder para q servem, ou seja com que finalidade os usamos ... q eu saiba usamos Layer para:
1. "Organizar" e gerir os elementos construtivos
2. ajudar a seleccionar/isolar objectos organizados em Layer

Ora, se existem programas q nos resolvem completamente o problema da Organização (1) de todos os objectos, ainda por cima de forma infalível, então vale a pena perder tempo com isso, ainda por cima correndo o risco "humano" de errar?

Por outro lado, se existem ferramentas muito mais poderosas de selecção (2), então porquê recorrer a Layers?


Na minha humilde opinião, porque tradicionalmente sempre foi usado ... só isso.

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Pessoal... O archicad usa layers, o allplan usa layers, o revit usa categorias, que são layers com outro nome. O facto do revit seleccionar automaticamente a layer do objecto que está a ser criado, e no archicad ter de ser eu a escolher, isso são peanuts. Fosse esse o problema.... Se fosse essa a diferença eu não me importava de usar o archicad ou outro qualquer. Os problemas do archicad são o tempo dispendido a fazer as coisas, porque se o archicad não faz de forma automática, tenho de ser eu a construir manualmente. Isso sim é um problema. Esse sim é o fundamental da questão. Miguel, eu sei que estás disposto a colocar aqui um trabalho teu. Coloca, és livre de o fazer. Mas isso mesmo assim (e aqui reconheço que errei) não vai demonstrar nem provar nada. Não prova quanto tempo demoraste a fazer as coisas nem como as fizeste. Por isso a minha preocupação nesta fase é outra. O que se pretende com tanta discussão é esclarecer as pessoas que procuram informação a este respeito, e penso não ter cometido nenhuma falha na minha última intervenção. Aliás se querem saber até onde pode ir o potencial e as falhas do archicad basta irem ao site da graphisoft e fazerem o download do manual de treino referente à modelação. É o último e é referente ainda à versão 11, mas serve para se ver como o archicad usa ferramentas "vulgares" para fazer o que as ferramentas não fazem de forma automática ou paramétrica (é preferivel falar em paramétrico que automático, pode conduzir a más interpretações). Agora o Miguel pode dizer-me que aquilo pode ser feito de outra forma. Então porque ensinam da forma errada???? E o porque é que o Miguel ensina na revista CAD Project e no seu blog a fazer as coisas de uma forma se dá para fazer doutra??? Ensinam a fazer as coisas com workarounds porquê? Das duas uma, ou é porque não há outra forma, ou porque as formas que há são ainda mais complexas que é melhor não abordar. Isto sim começa a ser do interesse dos utilizadores que procuram soluções nas ferramentas e não problemas....

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Apenas algumas notas aos "handicaps" do Archicad - apontados pelo Rui Venda no seu penultimo post - provenientes de um utilizador de Archicad mais ou menos recente:

Paredes inclinadas? - Não percebo bem a questão, mas se o objectivo é obter uma parede inclinada parece-me que a ferramenta "wall" é muito poderosa para permitir paredes inclinadas e respectivas intersecções. ;)

GDL - Concordo que o Archicad deve no futuro simplificar o método de produção de objectos paramétricos (pedido que já foi decerto colocado na "wish list" do fórum da graphisoft). Pese embora o facto de este problema não ser crítico para alguns utilizadores (para mim é).:)

Amarelos e encarnados - Realmente não há uma receita pré formatada, mas aqui a gestão e organização por layers facilita e não tem constituído um problema para mim. Decerto que um método automático seria bem-vindo. Quanto ao faseamento da construção, há um "add-on" incluído oferecido que é o "construction simulation", mas nunca o explorei nem nunca precisei dele.:D

Produção de objectos com primitivas ou paredes ou lajes - Quando temos de produzir um objecto (tipo mesa) ou esse objecto é simples e os objectos existentes na biblioteca resolvem o problema ou o objecto é tão específico que não há necessidade de ser parametrizável, podendo ser realizado intuitivamente e rapidamente com as ferramentas básicas do Archicad. Isto não elimina a crítica ao GDL.;)

As listagens que interessam ao arquitecto para efeitos de elaboração do mapa de quantidades expressam, em geral, os componentes como componentes que são (por exemplo m2 de parede dupla). Mas uma forma simples de medir de forma rigorosa a alvenaria em paredes compostas (por exemplo uma parede com acabamento em reboco, dois panos de alvenaria e caixa de ar) consiste em usar as "schedules" e pedir uma listagem de componentes onde a quantidade de alvenaria (volume) é obtida através da diferenciação das tramas atribuídas a cada elemento do componente (por exemplo common brick para a alvenaria, empty fill para o reboco e air space para a caixa de ar). Podermos obter com facilidade a quantificação de cada um dos elementos da parede composta sem dividir a parede em elementos separados.;)

A visibilidade das linhas de separação dos vários componentes de uma porta (ou de uma janela) consegue-se facilmente através da diferenciação das tramas atribuídas a cada um dos elementos. Essa diferenciação pode conseguir-se duplicando e renomeando simplesmente as tramas, mantendo as suas características: Exemplo: Wood para aduela, Wood 1 para folha, etc. No caso do vidro, se a trama for diferente temos de certeza a linha de separação entre elementos. Muitas vezes o que acontece é que as tramas são as mesmas para os diferentes elementos ou as definições do "detail level" do objecto estão definidas para o modo simplificado e não detalhado (e aqui pode depender também da escala do desenho se assim o quisermos).;)

Resumindo: há na verdade melhorias a considerar, mas alguns problemas não o são de facto.

Só uma nota à versão 12. O que mais me impressionou até agora foi a espantosa ;) melhoria na velocidade obtida com o aproveitamento do multicore .

Abraço
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Paredes inclinadas ao longo do seu comprimento. Esclarecido. Eu sei que paredes simplesmente inclinadas é uma brincadeira de bebés. Aliás neste mesmo fórum existe uma dúvida referente a este mesmo problema. E atenção que referi este apenas como exemplo. Amarelos e encarnados basta tentares fazer tudo a 3d com objectos e evitares o uso de 2d como complemento para ser um pesadelo - exemplo, preencher um vão de uma parede existente ou abrir um vão novo numa parede existente - recordo para este caso o exemplo do sr. arq. Miguel Kripalh no seu blog e na revista CAD Project (daí eu dizer firmemente que esse método não funciona). Ou então uso mais um ad-on de faseamento é assim? Esse desconheço, de facto nunca me preocupei em conhecer muito os ad-ons, sempre me venderam o archicad como sendo suficiente para fazer as coisas necessárias. Nas listagens é verdade que consigo obter os metros cúbicos de um determinado componente, sem recorrer à construção da tal base de dados que falei, mas e se eu quiser outra unidade? Por exemplo no caso das alvenarias, estas costumam medir-se em metros quadrados. Afinal sempre preciso da tal base de dados ou de mais um ad-on. Quanto à visibilidade das linhas de separação, lamento ter de o contradizer. Experimente e depois falamos. Pode mudar as tramas é um facto, mas continua a não aparecer a linha separadora, logo é um erro grosseiro de representação. Pode usar tramas de solid fill, e nesse caso o problema fica resolvido, mas têm de ter cores diferentes, e a linha nunca aparece. Experimente... (só uma ressalva não vá tar a cometer injustiças, eu usei sempre a versão em português do archicad, e como tal pode ser um erro encontrado nesta versão do software, já que o programa até há poucas versões era traduzido no próprio país segundo me foi dado a conhecer, o que pode ter alienado alguns objectos por lapso ou erro de programação). Portanto e resumindo, está de acordo comigo em relação às "limitações" do gdl e vem dar-me razão nos pontos que referi anteriormente, e mesmo estes com as devidas ressalvas. Afinal para um utilizador iniciado em archicad até pareço conhecedor quanto baste dos problemas que encontrei. Como tal existem melhorias a considerar, e eu apesar de salientar estas "limitações" nunca disse não ser possivel resolvê-las. Aliás tenho ajudado algumas pessoas a resolver estes mesmos problemas, neste e noutros fóruns. O problema não está aí... Tempo é dinheiro e se as coisas não são feitas de forma automática então são feitas à unha e se são feitas à unha ou com erros, perde-se tempo na sua correcção/execução. Logo perde-se dinheiro, perde-se produtividade. E se não queremos perder produtividade e consequentemente dinheiro, temos de adquirir ferramentas extra e consequentemente perder dinheiro na sua aquisição (mas isto é outro cabalo de batalha - porque só alguns utilizadores precisam de facto dessas tais ferramentas e o facto de as não ter faz com que o produto seja mais barato - para mim tratasse apenas de uma forma de fugir do problema com propagandas comerciais). Quanto à sua nota à versão 12, ainda bem que assim é. Assim não tem de esperar 5 ou 10 minutos pela geração de um corte ou alçado (o que para mim é também uma grande falha do archicad ao longo destes anos todos) e assim tem disponíveis peças desenhadas de forma mais rápida. Ora aí está uma melhoria importante. Já agora uma pequena informação extra... Se archicad fosse um software BIM não se preocupava com ferramentas como "trabalho de linhas e tramas" para resolver os problemas dos desenhos obtidos de forma automática a partir do modelo. Ou seja, o próprio software tem ferramentas que indicam ou melhor sugerem edição posterior a 2d. Não quero com isto dizer que é um mal necessário e obrigatório, mas que elas lá estão estão. Miguel é curioso não teres comentado o que realmente interessava que comentasses. Eu já assumi que o erro foi meu, daí há uns posts atrás eu ter dito demonstrem-me e comprovem-me como se faz. Que dá para fazer eu sei.... O trabalho que dá a fazer é que já é outra conversa.... Mas isso não interessa admitir....

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Agora o Miguel pode dizer-me que aquilo pode ser feito de outra forma. Então porque ensinam da forma errada???? E o porque é que o Miguel ensina na revista CAD Project e no seu blog a fazer as coisas de uma forma se dá para fazer doutra???


Essa questão é relevante.

A estrutura do Archicad baseia-se na ideia que cada arquitecto, em cada local, trabalha de uma maneira diferente.

Um projecto em Zanzimbar não será feito da mesma maneira que um projecto em Helsinki. O ArchiCad, que tem mais de 20 traduções (incluindo a Portuguesa) pretende ser uma plataforma que permite esta diversidade de metodologias desenvolverem-se naturalmente.

O facto de haver mais do que uma maneira de resolver um problema no Archicad acaba por ser o mesmo de haver mais uma maneira de resolver um projecto de arquitectura. Não vejo que isso seja uma desvantagem, antes pelo contrário.

Cada um adapta o programa á sua maneira de trabalhar.

Não é o programa que força o arquitecto a trabalhar de determinada maneira, imaginada por algum programador Norte-Americano como sendo a maneira ideal.

Não força o arquitecto a respeitar uma determinada estrutura de layers (ou categorias) antes permite que seja o arquitecto a decidir como organizar a sua informação.

Se o custo dessa maleabilidade é um pouco mais de trabalho (será?), então é um custo que eu estou mais que disposto a pagar, porque assim sou eu que domino o processo, e a arquitectura é como eu quero que seja.

Que é afinal o que se pretende de um software de CAD/BIM. Não que nos dê menos trabalho, mas que permita que o trabalho tenha mais qualidade.
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Continuo a dar-lhe razão... Mas está a tentar deturpar as coisas. Fazer um projecto como quero e como eu penso é de facto puder chegar ao mesmo resultado de várias formas. Mas será que os outros softwares não são assim também??? Ou é as limitações do archicad que se têm de transformar num potencial, porque assim cada qual faz como quer, e não dá jeito reconhecer que seria melhor se fosse como outro software já o faz??? O Miguel faz-me lembrar o típico fanboy, no seu caso de Archicad. Por muito que lhe demonstrem que há coisas que se fazem de forma mais simples de outra forma ou com outro software, o Miguel prefere ficar com o seu ego bem lá em cima, contornar a questão e desviar para canto, dizendo que assim dá-lhe mais liberdade... Mas como cada qual é livre de escolher o que quer e como quer, não leve isto como sendo uma crítica destrutiva. É uma característica sua (não é qualidade nem defeito). Assim como há mais coisas na vida para além da arquitectura e dos softwares, também há muitas outras coisas na nossa profissão que são melhores que o Archicad. Reconheço aqui que também os outros têm coisas más, e até que não têm solução (sem recorrer ao 2d ou à modelação há unha), e que os outros também têm limitações. Todos têm potencial. Todos têm coisas boas que os outros também querem, e todos têm coisas más que os outros tentam evitar. Não é isso que aqui está em questão. Simplesmente, e volto a insistir, o nosso objectivo é dar informação às pessoas, não tentar vender o quer que seja (eu não ganho nada com isto), não tentar provar o que quer que seja (aliás eu queria é que me demonstrassem a mim as coisas para também eu aprender algo que pudesse não saber - não é o caso). Cada utilizador é que deve escolher aquele que mais lhe convém, mas deve fazer uma escolha informada. Dizer que o Revit é mau só porque pertence à Autodesk é um erro. Usar o Archicad só porque é em Português e pertence a uma empresa Europeia é igualmente um erro, na minha opinião. Devemos escolher um software pela sua qualidade e não pelo que o representa ou quem o representa. A BMW e a Mercedes têm bons e maus carros. É como não gostar dos Lexus só porque são Toyota. É apenas e só uma decisão tomada por uma razão mesquinha e inconsciente. A qualidade quando bem analisada é superior a qualquer outra coisa... É como um projecto de arquitectura... A qualidade do projecto não está na qualidade do desenho técnico, mas na qualidade do projecto, do espaço, do objecto. A qualidade não está nos renders bonitinhos, nem nos desenhos coloridos, está no valor que o objecto tem enquanto objecto de arquitectura. A qualidade é algo que pode ser quantificado, qualificado, é rigorosa e absoluta; um juízo de gosto é apenas uma opinião, um juízo de valor depende do sujeito que o tece... A qualidade é transparente e absoluta....

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Pessoal... O archicad usa layers, o allplan usa layers, o revit usa categorias, que são layers com outro nome.


Por analogia podemos até dizer q as Categorias e sub-categorias (à nossa livre escolha e vontade) do Revit são equivalentes aos Layers dos CAD e ArchiCAD, só q com alguma "inteligência artificial" incluída.

É justo fazer essa ressalva, pq é esse pequeno pormenor q faz com q o programa diferencie e reconheça que "uma parede é uma parede e uma laje é uma laje e assim por aí adiante" ...

Sobre paredes complexas/inclinadas e afins ...
Recentemente fiz pequenos testes de interoperabilidade via IFC entre Revit e ArchiCAD. Paredes normais são reconhecidos de um lado e de outro. Paredes inclinadas, com perfís complexos, etc são reconhecidos como sendo "in place".

Qto a mim o AC está com redundância de comandos com essas ferramentas de edição de formas mais complexas recentemente incluídas no software ... alguns dos quais com "pequenos/grandes problemas" (para não dizer bug - ver aki) de representação (parede inclinada automática) q esperava ver resolvidos na versão 12. Quanto a mim, a solução passaria por simplificar isso tudo e não misturar ferramentas de edição de paredes normais com ferramentas de paredes complexas (in place) ... apenas uma opinião.

PS: Vejo q afinal sempre é possível falar de BIM em Portugal, com elevação :D
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Notas às notas sobre as notas do Rui Venda:

Afinal paredes inclinadas sempre são brincadeira de bebé! Pois!

O add-on de que falo está incluído na versão completa. Chama-se add-on, mas não custa dinheiro extra.

Aquilo que eu disse é que quando tenho um componente, normalmente esse componente é o que me interessa para as medições. No caso em questão era da parede dupla que falávamos - esta pode ser facilmente medida através da listagem.

Quanto á visibilidade das linhas de separação, lamento, mas já experimentei há muito tempo. Deve haver um problema com a sua versão do Archicad.

Esta retórica é que a meu ver era escusada: "Portanto e resumindo, está de acordo comigo em relação às "limitações" do gdl e vem dar-me razão nos pontos que referi anteriormente, e mesmo estes com as devidas ressalvas." ?????

Quanto ao trabalho com linhas e tramas (consolidação). Penso que é uma ferramenta destinada precisamente a facilitar os casos em que é necessária edição de 2d. Por exemplo exportação para edição noutros programas 2d. De facto parece haver no Archicad a preocupação de trabalhar e interagir com outros programas externos...
Quando o Rui Venda diz "Quanto à sua nota à versão 12, ainda bem que assim é. Assim não tem de esperar 5 ou 10 minutos pela geração de um corte ou alçado" revela má vontade. Ou então está a tentar fazer o que os linguistas chamam uma hipérbole.

De qualquer forma acho importante que o Rui Venda faça as suas críticas porque algumas (aquelas que revelam inteligência) podem ajudar a melhorar o Archicad. Os maiores apreciadores são sempre os mais críticos e isto é verdade tanto para o vinho como para o Archicad.
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