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Só Hard Club quer explorar o Mercado Ferreira Borges

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Só Hard Club quer explorar o Mercado Ferreira Borges

sónia magalhães
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Promotores do Hard Club estimam captar 4,9 milhões de clientes em 17 anos para o "Ferreira Borges"

Carla Sofia Luz

Só o Hard Club está interessado na exploração do Mercado Ferreira Borges, no Porto. A sociedade, que, entre 1997 e 2006, geriu uma sala de espectáculos no Centro Histórico de Gaia, foi a única a apresentar uma proposta no concurso público, lançado em Fevereiro passado pela Câmara do Porto, para concessionar o edifício a privados. O anteprojecto, de autoria do arquitecto Francisco Aires Mateus, contempla a reconversão do imóvel classificado num espaço multifuncional voltado para o lazer e para a cultura, sem alterar a traça original do mercado e cuja principal âncora será a música. No entanto, não terá apenas vida nocturna. Todos os dias, abrirá às nove horas da manhã.

Caso o conceito - que pressupõe uma exploração de 17 anos (inferior ao prazo máximo de 20 anos, fixado pela Autarquia) e um investimento global de 2,91 milhões de euros - seja aceite pelo Município, os promotores comprometem-se a abrir as portas do edifício recuperado no dia 18 de Setembro de 2009. A proposta, admitida, ontem de manhã, no acto público do concurso de concessão, de reabilitação e de gestão do mercado, permite que o mercado continue a receber iniciativas recreativas e culturais, nomeadamente feiras do livro, de artesanato e exposições, como sucede actualmente.

"Vamos fazer a recuperação do edifício que está a precisar urgentemente de obras e manteremos as características do mesmo", garante Paulo Ponte, que faz a assessoria na área da Comunicação da sociedade Hard Club, sublinhando a organização do espaço do mercado em dois blocos insonorizados. A solução arquitectónica do anteprojecto contempla a criação de dois blocos dentro do Mercado Ferreira Borges, que não tocam nas paredes do imóvel. No primeiro bloco, ficará a sala de grande eventos, com um palco para actuações acústicas e capacidade para albergar mil pessoas. "Esta sala terá condições para receber iniciativas que hoje já se fazem no mercado, desde que tenham mais de 500 visitantes diários. Caso contrário, teremos uma sala mais pequena [no segundo bloco com capacidade para 300 pessoas] para os eventos de menor dimensão", continua.

O anteprojecto prevê um espaço de estúdio e de sala de ensaios; um auditório, com capacidade para 150 pessoas sentadas ou 300 de pé (para espectáculos com menos público, em particular concertos de novas bandas); uma cafetaria e restaurante no primeiro piso com refeições económicas, destinadas aos jovens (que são o público-alvo), aos turistas e aos trabalhadores na envolvente; e duas lojas - livraria e discoteca - com venda de merchandising. Todos os espaços terão plataformas de acesso a Internet sem fios.

"A música será sempre a força motriz da casa", sublinha Paulo Ponte, realçando que a programação tocará outras áreas culturais e públicos diversificados, desde crianças a idosos (ler caixa nesta página). "Não é necessário bilhete para entrar. É um espaço que estará aberto à cidade", acrescenta. Como contrapartida pela concessão, os promotores sugerem pagar uma renda fixa mensal de 2500 euros à Câmara e a ceder, gratuitamente por mês, a sala maior por 120 horas, o auditório por 20 horas e a sala de menor dimensão por 10 horas.

Link:
http://jn.sapo.pt/2008/05/07/porto/so_hard_club_quer_explorar_o_mercado.html

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Pormenores da proposta

Mais música no Porto
A filosofia do Hard Club, que teve porta aberta em Gaia durante quase 10 anos, manter-se-á no Porto. Mas a vocação será alargada. Além do programa incluir iniciativas para crianças, famílias, turistas e idosos, mesmo no que toca à música será possível apreciar uma maior diversidade de estilos, desde o Rock, ao Hip Hop e aos Blues e Jazz.

Cinema no auditório
Durante o dia, o auditório terá sessões de cinema alternativo, nomeadamente de animação japonesa. Para a elaboração da proposta, o Hard Club estabeleceu uma parceria com o Museu do Carro Eléctrico e a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto. Depois do passeio de eléctrico, as crianças poderão fazer actividades no mercado. Também os turistas encontrarão uma sala de recepção n o Ferreira Borges e poderão ver, logo pela manhã, um filme que mostrará o nascer do dia na cidade no auditório. Os eventos para as crianças e os turistas custarão um euro.

Ginástica para idosos
Aos sábados e aos domingos durante o dia, haverá um programa de ginástica para os idosos na sala 1 (custará um euro e receberão uma maçã e uma garrafa de água). De segunda a quinta e aos domingos, o horário de funcionamento seria entre as nove horas e a meia-noite. Às sextas e aos sábados, é alargado até às quatro horas da manhã. Nos dias da semana com concertos de bandas em digressão, funcionaria até às duas horas da manhã.

Link:
http://jn.sapo.pt/2008/05/07/porto/pormenores_proposta.html

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Para todos aqueles a quem o nome Hard-Club diz alguma coisa, uma visita a http://www.hard-club.com/ dá para matar algumas saudades...

Vale a pena passar pela secção de "história" e "o espaço", onde as fotografias fazem lembrar os bons momentos lá passados...

Ao que tudo indica, o "Hard-Club" está perto de voltar, numa outra casa, na cidade do outro lado do rio. O espaço escolhido, o Mercado Ferreira Borges, salvas as devidas diferenças, tem tudo para se enquadrar no espírito quase mítico da sala original, falta agora conhecer o projecto que nascerá pelas mãos do arquitecto Francisco Aires Mateus.


Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Que excelente notícia!!!!!!!!!!!!!!! No entanto tenho dúvidas quanto à aprovação do projecto perante a câmara do Porto. Não me parece que aos olhos da câmara este projecto tenha "valor" como poderá ter mais um centro comercial... Mas é uma iniciativa fantástica! E estes anos sem hard club têm sido um autêntico desastre no panorama dos concertos no Porto.

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Hard Club no Mercado Ferreira Borges



O Hard Club, após 9 anos de actividade em Vila Nova de Gaia, 1.500 concertos, 500.000 espectadores e mais de 5.000 artistas vindos de 34 países, vai mudar de localização.

Com esta mudança pretende-se tornar o projecto mais forte e garantir um maior apoio ao desenvolvimento das actividades protagonizadas pelos mais jovens, preferencialmente no campo da música. A proposta do Hard Club, da autoria do Arquitecto Francisco Aires Mateus, visa recuperar o edifício do Mercado Ferreira Borges, mantendo a sua imagem original, e criar neste equipamento um espaço multi-funcional, com diversas vertentes.

É objectivo do novo Hard Club fornecer, além dos palcos com todas as condições técnicas sobejamente conhecidas e reconhecidas do meio musical, estúdios de captação de áudio e vídeo ao vivo, sala de ensaios e estúdio de gravação, bem como instalações para o desenvolvimento na área da investigação, formação, exibição e produção de projectos culturais. Com a implementação desta proposta o Mercado Ferreira Borges passará a contar com diversos espaços multi-funcionais e adaptáveis, nomeadamente o espaço principal (“main floor”), no qual se poderão realizar exposições, receber turistas e convidados e que incluirá um palco que receberá diariamente actuações acústicas, um Auditório, no qual poderão ser levadas a cabo actividades diversas e complementares durante o horário de funcionamento diurno e nocturno, podendo funcionar como auditório com 150 lugares sentados ou sala de espectáculos com capacidade para 300 pessoas em pé, uma Sala com capacidade para 1.000 pessoas destinada à realização de grandes eventos, mas que poderá igualmente servir para o desenvolvimento de outras actividades e um Espaço no primeiro piso, que visa propiciar aos utilizadores um local de convívio mais calmo e dotado de serviço de cafetaria/restauração/bar, e dois Espaços comerciais.

Em termos de exploração do espaço do Mercado Ferreira Borges, o Hard Club propõe criar um novo espaço na cidade do Porto que apresente uma ampla oferta cultural - nomeadamente com a realização de exposições, conferências, seminários, entre outros - e vocacionado para a produção de eventos, não só musicais, mas também eventos ligados às artes cénicas e plásticas ou sessões de cinema. O Hard Club pretende transformar o Mercado Ferreira Borges num espaço âncora de atracção de turistas e de cidadãos para a zona histórica do Porto, funcionando, simultaneamente, em termos complementares aos espaços e à oferta actualmente existente nesta zona da cidade do Porto. Realce-se, por isso, que o Hard Club se propõe dinamizar o espaço do Mercado Ferreira quer durante o dia, quer durante o início da noite, funcionando de Segunda-feira a Quinta-feira e Domingo das 09H00 às 24H00, Sexta-feira e Sábado das 09H00 às 04H00.

O Hard Club prevê atrair com a sua diversificada programação mais de 290.000 clientes anuais.

Cumprimentos,
Paulo Ponte
www.hard-club.com

Link:
http://www.porto.taf.net/dp/node/3998

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A melhor sala de música ao vivo do mundo no Ferreira BorgesImagem colocada
25.05.2008, Jorge Marmelo


Empresa antes instalada na marginal de Gaia foi a única concorrente ao concurso para privatizar a gestão do velho mercado portuense


A uma sala de espectáculos, um auditório, uma livraria/discoteca, estúdios de gravação, um restaurante e cafetaria com esplanada interior e exterior, espaços vocacionados para as crianças... Após o encerramento das portas, na marginal de Gaia, no final de 2006, o Hard Club prepara-se para regressar em grande, pretendendo agora instalar-se no Mercado Ferreira Borges, na zona histórica do Porto.

Link:
http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fpage%3D22%26dt%3D20080525%26id%3D13225205%26c%3DB%26web%3DEI

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Oxalá não haja desilusão

Sónia Magalhães
http-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/05/30/16344783.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif

Manuel Correia Fernandes, Arquitecto

A s notícias sobre o futuro do antigo Mercado Ferreira Borges são animadoras no que à questão dos equipamentos da cidade se refere. É caso para festejar! É que o pacote camarário para alienação do património municipal considerado improdutivo, incluía este velho edifício, salvo por classificação como "monumento nacional" há 30 anos. Dá, pelo menos, para respirar um pouco e para esperar que o sentido do decoro tenha começado a impor aos governantes um pouco de bom-senso na forma como lidam com o património que é de todos. Embora desconfiados - e com razões de sobra para isso - os cidadãos da região do Porto parecem ter, assim, uma dor de cabeça a menos. Há dias de sorte!

Sobre o Ferreira Borges, sabia-se o que se sabia em relação aos outros mercados e equipamentos municipais que constavam da lista de alienações a favor de privados por dezenas de anos. Os concursos para as referidas alienações ou já foram lançados e tiveram o seu epílogo como nos casos do próprio Ferreira Borges, do Bolhão e da Praça de Lisboa e outros aguardam, ainda, saber da sorte que lhes vai calhar. No entanto, os concursos já realizados, pautam-se por um generalizado desinteresse da "praça". De facto, e seja por que razão for, o "mercado" não tem primado pela animação! Em regra, não tem aparecido mais do que um concorrente por cada concurso, o que deixa sérias dúvidas quanto à bondade da iniciativa ou, então, a certeza de que o produto não é lá muito aliciante. Estranha, sim, é a passividade da entidade promotora que, não se tem questionado sobre este singular resultado. É que, regra geral, quando as coisas são assim, é do mais elementar bom senso, tudo fazer para, dentro das normas legais, "retirar de praça" a peça que desperta pouco ou nenhum interesse e esperar por melhor oportunidade ou, então, fazer com outras um pacote mais apelativo, já que, alienar a qualquer preço é a mais errada das políticas! È que, se um responsável político local, utilizou, recentemente, como argumento para a alienação dos equipamentos municipais, a incompetência da Câmara para os gerir e a procura de "quem saiba do assunto", será caso para aconselhar esse mesmo político a não se meter a fazer o que, pelos vistos, também não sabe fazer, ou seja, … concursos públicos! Porque a verdade é que não há verdadeiro mercado quando só há um "vendedor" e um só "comprador" porque, neste caso, o mais certo é que o negócio seja mau!

Em todo o caso, o jornal "Publico" do passado domingo, desvendava o que a própria autarquia não tinha ainda deixado ver sobre o que vai passar-se no Ferreira Borges. Este gosto pelo secretismo não deixa de ser intrigante e chega mesmo a ser doentio! É que não se encontra explicação plausível para a já habitual sonegação de informação sobre o que se pensa fazer, o que vai passar-se e qual o resultado que é legítimo esperar. É que, em matéria de coisa pública, a boa regra é exactamente a inversa da coisa privada, ou seja, o segredo não é a alma do negócio e pode mesmo ser a sua morte. Neste caso, porém, a sorte parece ter batido à porta da cidade e a crer nos detalhes dados à estampa pelo "Público", o programa e o projecto para o Ferreira Borges, parece merecerem boa nota. Em resumo, pode dizer-se que se salva o monumento, se anima a praça e se melhoram as condições de "regresso à Baixa". Oxalá não haja desilusão!

http-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/05/30/16345708.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif

Link:
http://jn.sapo.pt/2008/05/30/porto/oxala_haja_desilusao.html

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Hard Club vai gerir Ferreira Borges
CARLA SOFIA LUZ

O Hard Club vai criar um espaço multifuncional de cultura e de lazer, voltado em especial para a música, no Mercado Ferreira Borges (Porto). A sociedade ficará com a exploração do imóvel classificado durante 17 anos.

A Câmara portuense entregará a gestão do mercado à única empresa que se mostrou interessada em concessioná-lo. A decisão será tomada terça-feira na reunião do Executivo. É o regresso da sala de concertos que fechou em 2006 em Gaia. Mas abraçará outras expressões culturais, como o cinema (nomeadamente a animação japonesa), e novas iniciativas para crianças, famílias e idosos. Os turistas terão uma sala de recepção. Também haverá espaço para muitos dos eventos que hoje já se realizam. O mercado abrirá, todos os dias, às nove horas da manhã.

A sociedade fixou a data de 18 de Setembro do próximo ano para a entrada em funcionamento. Tudo dependerá da celeridade municipal na aprovação do projecto, que contempla a instalação de dois blocos insonorizados dentro do Mercado Ferreira Borges.

Os blocos, que não tocam nas paredes do imóvel, serão divididos para acolher uma grande sala de eventos, com palco e capacidade para mil pessoas; uma sala mais pequena para 300 visitantes diários; um estúdio e uma sala de ensaios; um auditório para 150 pessoas sentadas ou 300 de pé; uma cafetaria e restaurante com refeições económicas; uma livraria e uma discoteca e um espaço de venda de merchandising.

A proposta do Hard Club agradou à comissão de avaliação do concurso público, lançado em Fevereiro passado, que deu-lhe uma classificação de 72%. Considerando que a solução, projectada pelo arquitecto Francisco Aires Mateus, "respeita a identidade arquitectónica do edifício" e que o projecto de animação cultural é "inovador" e apela a "diversos segmentos de público", a comissão entende, porém, que a contrapartida financeira (e de cedência de horas de utilização) para a Autarquia fica aquém do esperado.

Os 17 anos de exploração vão custar 510 mil euros ao Hard Club, que pagará uma renda mensal de 2500 euros. "Tal valor de contrapartida poderia ser superior" , pois o investimento global de 2,91 milhões de euros "é amortizável em 10 anos", argumenta a comissão. O Município terá o direito a usar, gratuitamente, a sala maior por 120 horas semanais, o auditório por 20 horas semanais e a sala pequena por 10 horas semanais. No entanto, terá de reservá-los com 90 dias de antecedência.


Link:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=969133

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Ferreira Borges concedido ao Hard Club


Sem pedir, as pessoas do Aleixo ficaram esta quinta-feira a par de outras vidas da cidade, numa assembleia municipal criticada pela CDU: juntou, em época de férias, para "não levantar ondas", a votação da demolição do bairro e a concessão da gestão do lixo e da limpeza pública a privados e do Mercado Ferreira Borges ao Hard Club.

Para o Bloco, que votou contra, trata-se da demissão de responsabilidade na gestão da cultura e do património, neste caso preso por 17 anos com uma renda de 83 euros mensais. Já a CDU - que se absteve, como o PS - alerta para a privatização de tudo pelo Executivo. Do património, dos terrenos do Aleixo e da recolha de lixo. E lembra o problema de ruído de uma discoteca vedada por ferro e vidro numa zona habitacional e com uma casa de saúde ao lado. A maioria, do seu lado, garante que o mercado continuará a ter espaço para quem o usa actualmente.

Link:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=971356

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Apareceram agora mais informações sobre o novo Hard Club.

Sugiro uma visita ao novo site para se ficar a conhecer melhor toda a iniciativa, desde as intenções futuras do espaço, à história do mercado, passando por uma análise mais aprofundada do projecto do Francisco Aires Mateus.

Ficam aqui algumas renderizações retiradas do site, onde temos também acesso a desenhos técnicos e memória descritiva.





http://www.hard-club.com/


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Hard Club regressa em Novembro
Obras no Ferreira Borges avançam no próximo mês, mas o centro cultural já tem a porta aberta na Internet

CARLA SOFIA LUZ


O Hard Club reabre em Novembro no Mercado Ferreira Borges com ligação à marca Porto. Os primeiros passos para o regresso são dados na Internet onde o centro de animação cultural possui as portas franqueadas aos novos talentos.

Após três anos de ausência desde o encerramento em 2006 na marginal de Gaia, o Hard Club virtual já está aberto. Levantou-se, há duas semanas, a cortina do palco negro na Net onde os "amigos da casa" Moonspell tocam para mostrar o novo projecto com apelo à participação. Embora se mantenha fiel à origem em Gaia sendo a música a força motriz, abraçará novas valências através da programação para as crianças, as famílias e os turistas. A localização no Centro Histórico, classificado pela UNESCO, não é só uma morada. É uma oportunidade de juntar-se aos operadores turísticos na promoção do Porto e da região do Douro como centro de acolhimento aos visitantes.

"Queremos promover a cidade, aproveitando, ao máximo, a ligação ao Centro Histórico. Estamos a trabalhar com a Universidade Católica e a Escola Superior Artística do Porto, pois serão os alunos a fazerem os filmes promocionais da cidade que serão exibidos no mercado", sublinha Paulo Ponte, responsável de comunicação do Hard Club. Os estudantes foram desafiados a filmarem a Zona Histórica e o amanhecer na Invicta. Aos universitários da Católica, foi concedida maior liberdade: "Podem filmar qualquer aspecto da cidade. Estamos muito curiosos para ver os filmes dos estudantes", continua. Os melhores serão mostrados no Hard Club, em especial no Verão.

As raízes nacionais estarão presentes na restauração (menu do restaurante e prova de vinhos) e na programação, privilegiando-se, por exemplo, exposições sobre a região do Norte a trabalhos que abracem outras temáticas. Ainda assim, pretende-se que o centro de animação cultural possa oferecer um pouco de tudo. Mas a "música será o pilar central do Hard Club", salienta Paulo Ponte, tal como sucedeu em Gaia por onde passaram mais de cinco mil artistas, oriundos de 34 países.

O novo site na Internet surge como uma ferramenta fundamental para o programador colher as impressões e os desejos dos futuros clientes do Hard Club. A requalificação do mercado municipal em centro de animação cultural, projectada pelo arquitecto Francisco Aires Mateus, começará no próximo mês.

"Na Internet, o Hard Club já está aberto 24 horas por dia", sustenta. Os utilizadores são convidados a registarem-se no site e a participarem na sua construção, desde a troca de mensagens e a conversação no chat em tempo real até a usarem a página como montra dos seus trabalhos artísticos (música, teatro, cinema e exposições). Existem, também, links para a história do Mercado Ferreira Borges e para o projecto de Francisco Aires Mateus.

"A B1HC é a rubrica que pretendemos ver crescer. É o espaço no site onde as pessoas podem participar", especifica o porta-voz do Hard Club. Os utilizadores poderão inserir o nome da banda que gostariam de ver actuar no futuro palco. "Se houver 500 pessoas que querem ver uma banda, tentaremos trazê-la. Muitos dos nomes introduzidos no site já passaram pelo Hard Club em Gaia. Serve para as pessoas se expressarem e será essencial para a produção ficar a conhecer o que mais interessa aos clientes", explica.

Outra preocupação do centro de animação cultural será dar o primeiro palco a grupos musicais desconhecidos. A iniciativa "Uma Banda, Um euro" tem esses protagonistas como destinatários.E, neste caso, a Internet pode ser a porta de entrada no Ferreira Borges. "Os artistas podem colocar as suas músicas. Não há hipótese dos utilizadores do site fazerem o download das músicas, mas podem ouvi-las", atenta Paulo Ponte. Se agradarem, as bandas actuarão no renovado Hard Club.

Link:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1075827

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