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Leiria, Centro comercial abre em 2011


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Centro comercial abre em 2011Fotos deJoaquim Dâmaso
Provavelmente fizeram-se apostas, provavelmente o consórcio Multi/Lena era dado como favorito. E venceu. Vai construir o centro comercial Forum Leiria e conduzir a maior operação urbanística dos últimos anos na cidade. Depois de sucessivos adiamentos, a adjudicação foi anunciada na terça-feira durante a reunião do executivo camarário. As obras - primeiro as infra-estruturas e a rede viária, durante seis meses, só depois, faseadamente, o resto - arrancam em Janeiro ou Fevereiro do próximo ano. Sem encurtamento de prazos, a inauguração do shopping é no início de 2011. Com encurtamento de prazos, terá lugar a tempo do Natal de 2010.
Isabel Damasceno anunciou os resultados: 15,25 valores para o consórcio Multi/Lena, 13,65 para a Chamartin e 9,85 para a Immochan. Oito vereadores pronunciaram-se a favor e um (Raúl Castro, eleito pelo PS) absteve-se. “Entendi que talvez valesse a pena proceder a uma auditoria jurídica a todo o processo, por entidade pública externa”, explicou. “Como tal não foi aceite, entendi abster-me”. Os concorrentes derrotados, que não quiseram comentar, têm dez dias úteis para contestar este desfecho.
O que os leirienses vão ver primeiro é o começo do desenho do Jardim da Almoinha, lá para o Verão. Mas quando a intervenção chegar ao fim, a cidade não será a mesma. O projecto da Multi Development com a Lena Construções, o arquitecto Manuel Salgado e o ateliê Risco prevê 170 milhões de euros de investimento numa área de 195 mil m2 entre o Maringá e o Estádio Magalhães Pessoa. E, além de um shopping com hipermercado e 120 a 140 lojas, inclui nas contrapartidas um multiusos, um novo mercado, a conclusão do topo Norte, um patinódromo, um centro de treino e o realojamento das associações cívicas. A revolução verde associada promete liberdade para usufruir do rio Lis, andar a pé e de bicicleta e experimentar 65 mil m2 de relvados. O trânsito passa a circular à volta, em anel, e estão previstos 2.800 lugares de estacionamento.
Talvez porque Leiria é um das últimas urbes médias portuguesas a avançar para um shopping desta dimensão, a presidente da Câmara, Isabel Damasceno, quer evitar os erros dos outros. “Vai-se requalificar uma zona da cidade que não estava bem rematada”, acrescenta. Se, por um lado, o centro comercial vale 2.300 empregos directos e deverá atrair consumidores de todos os concelhos em redor, por outro as opiniões sobre o futuro dos comerciantes tradicionais dividem-se. Uns vêem aqui uma oportunidade, outros a morte anunciada. Isabel Damasceno garante que a lógica é “de complementaridade e não de concorrência permanente”.

in http://www.regiaodeleiria.pt/?lop=conteudo&op=705f2172834666788607efbfca35afb3&id=a265a8ff5ff76c7594010c9b8d0d8b0e

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  • 5 months later...

não gosto de centros comerciais, geralmente provocam doenças graves na cidade, mas este no mínimo tem espaços exteriores e parece haver uma relação ponderada com a envolvente (visto assim, sem conhecer o local), resta saber a escala dessas relações, pode fracturar uma cidade. Leiria não é o Parque das Nações.

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