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TTT - Terceira Travessia do Tejo


Existem já três propostas para a nova travessia do Tejo. Qual delas apoia?  

60 members have voted

  1. 1. Existem já três propostas para a nova travessia do Tejo. Qual delas apoia?

    • A que foi inicialmente decidia pelo Governo: Chelas/Barreiro.
      23
    • A que foi sugerida pelo estudo da CIP: Beato/Montijo.
      4
    • A nova sugestão da Ordem dos Engenheiros: Alverca/Alcochete.
      7
    • Uma Ponte que ligue todas as margens do Estuario
      2
    • Alges - Trafaria
      10
    • Tunel Cais do Sodre - Margueira
      5
    • Vila Franca de Xira
      1
    • Ao Lado da Ponte Vasco da Gama
      0
    • Uma Ponte Habitavel Ajuda - Pragal
      5
    • Outra. Refira qual.
      3


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Estah a dar nos Pros e Contras... O representante da Ordem dos Arquitectos a falar eh tipicamente arquitecto... falou, falou falou e nao disse nada e foi convidado a responder o que achava da imagem... claramente um arquitecto nunca julga nada atraves de imagens e assim foi convidado a sentar-se... Enfim... os arquitecto nao servem para nada... eh esta a conclusao que eu tiro da nossa representacao nos pros e contras no debate sobre a TTT. Eis que agora fala Jose Mateus... director da Trienal... hmmm... retiro o que disse. Este acabou por dar uma opiniao... afinal os arquitectos servem para alguma coisa... Porque razao o representante da OA nao sabe falar portugues?

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Ouvi hoje um comentário de alguém (não apanhei o nome) no programa noticioso da manhã da RTP1, onde se apresentava uma imagem semelhante a esta: Nesta e muito mais nessa tal imagem (tirada com a maré vazia) percebe-se o açoreamento em volta dos pilares da ponte Vasco da Gama e que apareceram apenas em consequência da existência destes. Alegava-se e quanto a mim com alguma razão, que este açoreamento é em parte responsável pelas cheias recentes, responsabilizando-se assim também quem decidiu a Vasvo da Gama nestes moldes. O que acontecerá daqui para a frente com uma nova barreira no mar da palha (será assim que se chama?)? Quantos novos pilares vão aparecer? O certo é que o açoreamento reduz o caudal e com isso dificulta-se o vazamento do rio... Sugeria-se que parte da nova travessia fosse feita em túnel até perto da margem norte, onde sairia para fazer a ponte de vão e a amarração a esta margem.

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Mas estas coisas só mesmo em Portugal! Isto nos estados unidos, constrói-se e pronto! Ate há zonas em que os auto-estradas, passam pelo o meio de prédios... o prédio estava-la mas a autoestrada tem que passar por ai e mais nada... então compra-se uns 5 andares... e a autoestrada passa por ai! Quem ta mal... mude-se... Impacto visual!? Mas ainda nem fizeram o desenho da ponte... ou já? Com tantas pontes que andam por ai... porque raio é que se vai fazer uma ponte que choque com a paisagem? Em relação aos problemas... da área... não se pode culpar directamente as pontes... mas com um pouquinho de trabalho, pode-se muito bem fazer uma limpeza ao fundo do rio... ou não estamos no séc. XXI!? Fica aqui uma amostra, que não é preciso grandes pilares: Wikipedia reference-linkConfederation Bridge http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/53/Confederation_Bridge_whole_length_from_air.jpg/250px-Confederation_Bridge_whole_length_from_air.jpg E se é para ficar bonito... Wikipedia reference-linkGeneral Rafael Urdaneta Bridge http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/05/Ptelago.jpg E sempre há esta solução... Wikipedia reference-linkOresund Bridge http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c6/Oresundsbroen_HCS.jpg

Josué Jacinto - Mais Fácil
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JAG, acho que o que levantei é mais uma questão de minimização dos potenciais problemas, e o problema ao nível do açoreamento não são os "grandes" pilares, mas os "muitos" pilares. Já em relação ao impacto, não vou ao extremo de que falas, não me parece que seja por aí a solução do faz-se e pronto, mas também não sou extremista no sentido inverso, ou seja, que a ponte tem necessariamente de ficar mal. Lisboa já é conhecida e valorizada pela 25 de Abril, será que inicialmente não teve um enorme impacto visual? O Porto é valorizado, e bem, pela qualidade das suas pontes, não há aí também grandes impactos visuais? Esta ponte em França, do Foster, a maior ponte do mundo, será que não tem um grande impacto visual em tudo quanto é sítio ali à volta? Quanto a mim está-se a utilizar esse argumento do "impacto visual" de uma forma pouco digna, porque o impacto visual não tem necessariamente de ser negativo, como agora se quer fazer passar...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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JAG, acho que o que levantei é mais uma questão de minimização dos potenciais problemas, e o problema ao nível do açoreamento não são os "grandes" pilares, mas os "muitos" pilares.


Eu é que me tenha feito intender mal... falo dos pilares não por causa do açoreamento mas por causo do impacto visual.



Claro que também não sou apologista do extremo USA, mas acho que as vezes faz-se mais barulho do que deve de ser...

Por vezes há situações que deveria ter mais preocupação e não tem.

---

Isto esta a fazer-me lembrar aquela historia da IC17 (CRIL)... agora andam os ambientalistas e ecologistas a dizer que na zona por onde vai passar tem la plantas raras e em extinção...

Eles deviam era estar calados... porque isso já vergonhoso para eles... para que é que eles querem o dinheiro, se estão a espera que os outros mexam-se para eles descobrirem as coisas? Se não fossem la fazer nada, nunca tinha dito isso, eram capaz de morrer e desaparecerem que nem davam por ela. Eles tem apoios, para que? Só para implicar ou para procurar?

Enfim... interesses...

E depois são as pessoas... que estão sempre a criticar as coisas... se tem é porque tem, se não tem é porque não tem...

Novamente lembro-me da IC17... que quando estava aberta em Alfornelos, os moradores implicaram obrigando a fechar essa saída... depois queixavam-se que a saída estava fechada... o que eles realmente queriam era tirar os camiões da freguesia... lá esta só pensam neles!!!

Josué Jacinto - Mais Fácil
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Terceira travessia: Ponte deve ser obra de arte com silhueta diferente das outras- arquitecto


Lisboa, 09 Abr (Lusa) - A imagem da futura ponte Chelas/Barreiro deveria ser original e constituir-se como uma "verdadeira" obra de arte em vez de se assemelhar à imagem das outras duas pontes da cidade de Lisboa, defendeu José Mateus, da Ordem dos Arquitectos.




"Fiquei decepcionado com a silhueta da [nova] ponte, que parece muito semelhante à das outras duas [25 de Abril e Vasco da Gama]", disse à Lusa o arquitecto que é vice-presidente da mesa da Assembleia Geral da Ordem dos Arquitectos .

Segundo José Mateus, para a concepção da nova infra-estrutura "deveria ser feito um investimento intelectual para que venha a ser uma verdadeira obra de arte, com carácter original, já que existem no país engenheiros muito bons a nível mundial".

Por outro lado, José Mateus criticou a falta de imagens sobre a ponte, que na sua opinião são essenciais para se ter uma melhor percepção do impacto sobre a cidade de Lisboa.

"Deveria ter sido produzido um número estratégico de peças que permitisse obter imagens sobre a integração da obra na paisagem para se perceber como se insere na mancha urbana", disse.

Com a mesma opinião, Helena Roseta, vereadora da Câmara de Lisboa e antiga presidente da Ordem dos Arquitectos, disse estar "longe" de se pronunciar "em definitivo sobre o impacto paisagístico" porque "não se consegue visualizar como vai ser a ponte".

"As imagens não nos dão o impacto de uma ponte que tem duas linhas de alta velocidade, mais duas convencionais e mais três faixas de carros para cada lado", disse à Lusa Helena Roseta.

A terceira travessia do Tejo no eixo Chelas/Barreiro foi aprovada dia 03 de Abril, em conselho de ministros, com base num estudo comparativo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), que deu vantagem à opção já avançada pelo Governo, em detrimento da Beato/Montijo, proposta no estudo sobre o novo aeroporto de Lisboa, encomendado pela CIP (Confederação da Indústria Portuguesa).

Para José Mateus, a estrutura da ponte deve ter associado um sistema de aproveitamento da energia solar e do vento e ainda permitir que seja atravessa a pé ou de bicicleta.

Ao contrário das pontes 25 de Abril e Vasco da Gama, que quando foram construídas estavam no limite da cidade, na opinião do arquitecto, a ponte Chelas/Barreiro vai ligar directamente o tecido urbano de Lisboa ao do Barreiro.

"As outras duas pontes foram auto-estradas construídas no limite da cidade mas esta é mais urbana e deveria constituir-se como um prolongamento dos espaços percorridos pela população", afirmou à Lusa José Mateus.
"À semelhança da ponte de Brooklin, nos Estados Unidos, deveria ser percorrida a pé ou de bicicleta e não ser simplesmente uma via rápida ou auto-estrada constituindo-se assim como um prolongamento do que se passa dos dois lados", explicou o arquitecto.

"Se for o prolongamento do tecido urbano é uma coisa agora se for uma via rápida penso que é um encontro difícil", apontou.

Já para Helena Roseta, uma das principais preocupações é o impacto rodoviário da ponte em Lisboa.

"Como vereadora da Câmara Municipal de Lisboa não vejo como será resolvido o impacto na rede viária de entrarem diariamente na capital mais 66 mil viaturas. É contraditório com o que defendemos para a capital que é ter cada vez menos carros e mais mobilidade", sustentou.

"Para a cidade de Lisboa o aumento da carga automóvel propiciado por uma nova travessia parece ser evidentemente negativo e a evitar", considerou por seu lado o presidente da Associação Profissional de Urbanistas Portugueses, Diogo Mateus.

Diogo Mateus sugeriu a criação de "uma política que motive a utilização do transporte público, com a criação definitiva e efectiva de uma rede metropolitana".

"Esperamos que (...) das três faixas de rodagem propostas para cada sentido da ponte, à semelhança do que já deveria ter sido preconizado pelo menos na Ponte 25 de Abril, se reservem faixas exclusivas a transportes públicos", sugeriu.

A utilização do comboio deve ser entendida, segundo Diogo Mateus, como mais vantajosa em tempo e em custo monetário pois só assim se poderá propiciar a sua utilização.

Pela positiva, Diogo Mateus afirmou que a futura ponte motivará o crescimento de áreas urbanas de uso residencial no concelho do Barreiro e nos concelhos vizinhos.

"O Barreiro, que nas últimas décadas perdeu importância pode voltar a ter uma posição estratégica e na maior mancha industrial desactivada [Quimiparque] pode construir-se cidade de forma sustentável", disse também José Mateus da OA.

ZO
Lusa/Fim

in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=338603&visual=26&tema=4

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Terceira travessia: Provedor da Arquitectura critica semelhança entre as três pontes

Lisboa, 16 Abr (Lusa) - O Provedor da Arquitectura alertou hoje para o desenho da futura ponte Chelas/Barreiro ser semelhante aos das outras duas pontes da cidade de Lisboa, o que na sua opinião as desvaloriza enquanto obras de arte.

"Uma das características das obras de arte é serem singulares mas se temos três pontes iguais é a repetição do mesmo objecto e a sua desvalorização", afirmou à Lusa o Provedor da Arquitectura, Francisco da Silva Dias.
O provedor da Ordem dos Arquitectos defendeu "um tabuleiro com menos presença como um traço no horizonte" em vez de "três pontes iguais com mastros e com cabos", salientando que "o estuário do Tejo, que é o espelho de água que dá a claridade a Lisboa, também vai ficar retalhado e retirar luz à cidade".
"Parece uma questão menor mas é uma questão cultural", sustentou.
Francisco da Silva Dias é o primeiro Provedor da Arquitectura e ocupa o cargo desde 2006.
Orçada em 1.700 milhões de euros, a nova ponte Chelas-Barreiro terá duas vias para a alta velocidade, duas para a rede convencional e duas vias laterais com três faixas cada uma para o tráfego rodoviário.
Com uma extensão de 13 quilómetros, sete dos quais sobre o Rio Tejo, a nova travessia permitirá assegurar a ligação em alta velocidade Lisboa-Madrid, que deverá ter início em 2013.
ZO


© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-04-16 14:25:03

in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=340096&visual=26&tema=4

Concordo. Devia haver uma maior diversidade de tipo de pontes no Rio Tejo.
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Isso sim.. é provedor da Arquitectura!!! Concordo... plenamente... Com tantos exemplos de pontes pelo o mundo, com tantas técnicas de engenharia, com tantos engenheiros de estruturas de qualidade em Portugal (não estou a ser irónico...), pode-se muito bem desafiar os mesmos para construírem algo artisticamente belo para a cidade! A ponte pode ser a grande "escultura" de Lisboa.

Josué Jacinto - Mais Fácil
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  • 2 months later...

Desulpa,mas alguem poderia me dizer se (do lado de Lisboa) quando a ponte chega na terra tera um tunel ou uma continuação em formato auto-estrada até a segunda circular?;)


Segundo consta, será em céu aberto.

E acho que não é ate a segunda circular, mas sim ate ao eixo norte-sul, mas isto também já não tenho a certeza.

Josué Jacinto - Mais Fácil
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até o eixo norte-sul,mas antes ou depois da segunda circular?;)

e tambem não achas que era melhor de túnel tapado?:)



Acho não haver nada especifico para essa situação. Mas esse factor é pouco relevante se é na 2ª Circular ou no Eixo N-S.


Quanto ao túnel... acho que ser ao ar livre ou em túnel... é indiferente.
Mas acaba por ser melhor ao ar livre, pois devido ao espaço no troço, torna-se mais fácil para fazer saídas e entradas na via.

Josué Jacinto - Mais Fácil
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Acho não haver nada especifico para essa situação. Mas esse factor é pouco relevante se é na 2ª Circular ou no Eixo N-S.


Quanto ao túnel... acho que ser ao ar livre ou em túnel... é indiferente.
Mas acaba por ser melhor ao ar livre, pois devido ao espaço no troço, torna-se mais fácil para fazer saídas e entradas na via.


na tua primeira resposta(Quanto ao t...) não concordo,porque em túnel tambem da mais espaço em cima.
na segunda resposta(mas acaba por ser melhor...)concordo contigo,mas acho que era melhor em Túnel.;)
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Esse espaço em cima é relativo... pois normalmente os túneis ficam em zonas onde não há construções de edifícios, por exemplo... normalmente túneis são por baixo de outras estradas. Isto em Portugal... se formos para os E.U.A.... já todos nos sabemos como aquilo é... mas são situações totalmente diferentes. Até são poucas as zonas onde o metro passa que não seja por baixo de uma estrada ou rua.

Josué Jacinto - Mais Fácil
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Esse espaço em cima é relativo... pois normalmente os túneis ficam em zonas onde não há construções de edifícios, por exemplo... normalmente túneis são por baixo de outras estradas. Isto em Portugal... se formos para os E.U.A.... já todos nos sabemos como aquilo é... mas são situações totalmente diferentes.

Até são poucas as zonas onde o metro passa que não seja por baixo de uma estrada ou rua.


não madrid tem M-30 as vezes esta de-baixo de casas
;)
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  • 2 months later...

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