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A administração do Centro Hospitalar do Alto-Minho (CHAM) está preocupada com o processo, em curso, de classificação do Hospital Distrital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, como “monumento”, temendo a imposição e constrangimentos futuros a alterações no edifício.


Para surpresa da própria administração, o edifício onde funciona o hospital, construído há pouco mais de vinte anos, está em classificação, num processo encetado pelo Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR). A avançar, a classificação poderá condicionar qualquer simples obra naquele hospital, que tem o estatuto de Entidade Pública Empresarial. “Preocupa-me porque um edifício classificado obedece a certos requisitos e o hospital pode perder alguma autonomia para fazer obras de adaptação ou remodelação, por exemplo”, admitiu à Geice Martins Alves, administrador do CHAM. Segundo dados do IPPAR, o processo de classificação foi desencadeado em Abril de 1986, embora o despacho de abertura só tenha sido proferido em 2005 e integra o recente inventário, elaborada por aquele instituto, como imóvel “em vias de classificação” na categoria de “Arquitectura Civil/Hospital”.

Fonte:www.radiogeice.com



Este hospital é da autoria do arquitecto Raul Chorão Ramalho

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