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Câmara do Barreiro assina protocolo com Fundação Minerva Cooperação


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Câmara do Barreiro assina protocolo com Fundação Minerva Cooperação na realização de estudos e projectos

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Hoje, a Câmara Municipal do Barreiro (CMB) assinou um protocolo com a Fundação Minerva – Instituto Lusíada da Investigação em Desenvolvimento (ILID), com o objectivo de promover a parceria na realização de estudos e projectos do Concelho do Barreiro, nas áreas do urbanismo e arquitectura e inclusivamente no Projecto de Investigação: “O Estuário do Tejo e as suas Áreas Ribeirinhas: Estratégias para a sua Sustentabilidade”, questão que o presidente da Câmara Municipal do Barreiro considera essencial na visão do “Barreiro do século XXI”.

“Um concelho, uma cidade, uma sociedade só se constrói com muitas parcerias e protocolos”

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, disse que a colaboração entre a Fundação Minerva e a Câmara Municipal do Barreiro reflecte a ideia de que “um concelho, uma cidade, uma sociedade só se constrói com muitas parcerias e protocolos”, salientando a importância de se aproveitar os “saberes de outras instituições”. E reconhecendo que: “não conseguimos aproveitar todos os contributos”, uma limitação que diz empobrecer a cidade, comentou: “Felizmente, desta vez, as vontades uniram-se e parece que temos o caminho traçado para trabalharmos em conjunto”.

Estágios proporcionados pela CMB aos alunos da Licenciatura de Arquitectura da Universidade Lusíada

Da vantagem do protocolo, o edil barreirense sublinha o facto de estar ligado à área do conhecimento, ao que comentou: “o concelho precisa de trazer mais instituições e estabelecimentos de ensino, para além das muitas que tem”. E realçou a importância de o protocolo permitir a junção da universidade à vida profissional, através dos estágios destinados aos alunos da Licenciatura de Arquitectura da Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa, proporcionados pela Câmara Municipal do Barreiro, a terem lugar nos Serviços Técnicos.

“Construímos, no último século, a cidade de costas voltadas para o rio e é preciso reparar esta visão”

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro focou ainda o facto de que um dos aspectos em que o protocolo incide ser a questão da zona ribeirinha do estuário do Tejo, “um dos maiores patrimónios do Barreiro”, sublinhou, ao permitir a cooperação das duas entidades no Projecto de Investigação: “O Estuário do Tejo e as suas Áreas Ribeirinhas: Estratégias para a sua Sustentabilidade”. E sobre este aspecto, acrescentou: “construímos, no último século, a cidade de costas voltadas para o rio e é preciso reparar esta visão”. Ao que aludiu para o aproveitamento das zonas ribeirinhas em termos lúdicos, culturais e económicos. O que diz que se insere na “estratégia que temos para o Barreiro do século XXI”.

Construir o Barreiro do futuro: “(…) um caminho que não podemos fazer sozinhos”

Ainda acerca do conteúdo do protocolo, comentou: “temos a perspectiva de que pode ultrapassar o próprio papel”, realçando a importância das parcerias: “Para construir o Barreiro do futuro, como uma das centralidades de Lisboa, temos a consciência de que é um caminho que não podemos fazer sozinhos”.

“Um bom exemplo de boas práticas”

O Reitor da Universidade Lusíada de Lisboa, Diamantino Durão, disse ser com satisfação que vê a realização do protocolo, ao que comentou: “Faremos os possíveis e os impossíveis para cumprir com os objectivos propostos”. Na sua opinião, a parceria constitui “um bom exemplo de boas práticas”. E referiu não fazer uso de falsas modéstias quando considera que “o curso de arquitectura da Universidade Lusíada é o melhor do país”. Da vinda ao Barreiro disse ter sido prazeirosa, ao que comentou: “É sempre uma terra muito simpática”.

“A universidade tem de ser um elemento da sociedade, não pode estar isolada”

Por sua vez, o presidente da Fundação Minerva, António Martins da Cruz, considerou que a colaboração entre as entidades assinantes do protocolo vai ao encontro do que deve ser a preocupação fundamental dos estabelecimentos de ensino superior, ao que comentou: “A universidade tem de ser um elemento da sociedade, não pode estar isolada”, no sentido em que diz: “para que a sociedade possa beneficiar da universidade, em termos de progresso humano”, destacando que a grande valorização do homem está no conhecimento. E expressou ainda um desejo para o Barreiro: “criar aqui um curso de arquitectura”.

De sublinhar que o documento protocolado, que tem a duração de três anos, podendo ser renovado por igual período, foi aprovado na Reunião Ordinária Pública de 17 de Outubro, tendo como objectivos a realização de estudos e de investigação, que assentam nos seguintes domínios: no Projecto de Investigação (PI) “O Estuário do Tejo e as suas Áreas Ribeirinhas: Estratégias para a sua Sustentabilidade”; na realização de estudos e projectos de arquitectura e urbanismo no Concelho do Barreiro e na execução de estágios nos Serviços Técnicos da Câmara Municipal do Barreiro, destinados a alunos da Licenciatura de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa.

margarida duarte

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já era tempo de a fundação (que) minerva fazer alguma coisa de jeito! bem haja!:clap:


Sim, mas tendo em conta que o reitor afirma: "o curso de arquitectura da Universidade Lusíada é o melhor do país", tendo em conta as condições miseras da univ lusiada de lisboa, vou interpretar isso unicamente pelo ensino.



concordo plenamente :clap:
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Sim, mas tendo em conta que o reitor afirma: "o curso de arquitectura da Universidade Lusíada é o melhor do país", tendo em conta as condições miseras da univ lusiada de lisboa, vou interpretar isso unicamente pelo ensino.


:p São más as condições em Lx ? Nós no Porto temos 1 prof. de projecto para 35 alunos !
Falo com o prof. de mês a mês e na sala n cabe mais 1 estirador pq n há espaço ! É um estirador para cada aluno, tipo, se quiser trabalhar na maqueta e desenhar ao mesmo tempo n dá ;)
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é obvio que ele refere-se ao ensino...as coisas estao más, mas há condições bem piores por esse país fora. cá no porto podemos-nos queixar da falta de espaço nas salas, mas temos parque de estacionamento (em lisboa nem ve lo!!) em lisboa tem o atelier para trabalhar "extra aulas" aberto quase 24h por dia, ao passo que o nosso, o mais tardar as 11h da noite já está a fechar..

margarida duarte

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é obvio que ele refere-se ao ensino...as coisas estao más, mas há condições bem piores por esse país fora. cá no porto podemos-nos queixar da falta de espaço nas salas, mas temos parque de estacionamento (em lisboa nem ve lo!!) em lisboa tem o atelier para trabalhar "extra aulas" aberto quase 24h por dia, ao passo que o nosso, o mais tardar as 11h da noite já está a fechar..



Posso parecer injusto e absurdo, mas o nosso "Espaço Lusíada" apesar do horário alargado, faz-me muita confusão determinadas atitudes por parte da universidade quanto ao funcionamento do mesmo. Passo a explicar: O horário do espaço é todos os dias úteis fecha ás 6h e abre ás 7:30h, menos aos domingos e feriados que abre ás 16h e fecha ás 6h e volta a abrir ás 7:30h.
Esta semana aconteceu-me como me aconteceram já dezenas de vezes: Uma pessoa está a trabalhar, chega-se ás 5:45h estão a mandar-nos embora. Ora, se estamos com 20 000Kg de materiais espalhados plo espaço (ou por 2 salas extra que disponibilizam as vezes, junto ao espaço lusíada), e estamos a meio do trabalho, temos que arrumar tudo, fazer tempo até às 8h da manhã (aulas) ou até às 7:30h (hora de abertura da universidade). Não querendo parecer demasiado exigente, torna-se neurótico ter que tirar tudo de lá, para poderem ir 2 mulheres-a-dias fingir que varrem e fingir que limpam, enquanto nós vamos para o cais-do-sodré beber um café ou vamos para casa para :p tomar banho, ou simplesmente para o carro dormir e acordar lá para as 10h...faltando já ás 2 primeiras aulas.
O que quero dizer com isto, é que apesar do horário ser alargado, é um total disparate esta quebra. É sabido que a maioria dos estudantes da univ. lusíada vivem nos arredores de lisboa (sou excepção ;)) e que é de todo ridículo terem que ir para casa a essa hora, sabendo que 10min depois têm que ir para as aulas.

Quanto ao parque de estacionamento, é outra situação bizarra.
Existe algures no trajecto "palácio"->"ar líquido" um parque de estacionamento fechado que se encontra disponível unicamente para professores e/ou membros da associação de estudantes (pelo que me disseram). Ora, se ambos os polos têm espaço suficiente no parque para todos os professores, e se o número de elementos da assoc. de estudantes não é assim tão elevado, que sentido faz manter o parque fechado ao estudante "comum"?
Resultado: nunca vi o parque cheio a não ser em dias que lhes vou chamar de especiais, por desconhecer de alguma razão para tal acontecimento.

O bar do "ar liquido" é mais caro que o bar do "palácio" (em diversos alimentos). A exploração é a mesma.

É verdade que o que interessa nisto tudo é o tipo de ensino e o modo como conseguimos apreender conhecimentos e tornarmo-nos bons profissionais.
Mas não será de todo conveniente, pelo preço que pagamos pelo ensino+instalações, proporcionar-nos melhores condições para que passemos mais tempo na faculdade a trabalhar e a investigar: "bolonha defende como principio quase primário" ; "lema da universidade: Fundação Minerva - Cultura - Ensino e Investigação Científica
... ONDE?
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caro joao, portugal esta muito atrasado em relação aos países (realmente) desenvolvidos. em portugal 1º vem o nome e só depois a função. na lúsiada do porto pago .5€ todos os dias que lá vou para estacionar o meu carro em relativa segurança, já não basta a enorme mensalidade comparada as condições escolares a nivel de instalações e ainda tenho pagar por um parque que tem uma entrada horrivel e muitas vezes esboracada. pelo que sei a de famalicão n tem parque para alunos. agora em relação aos professores terem parque e os alunos que lhes pagam n terem, é o mais puro porteguesismo e depois são esses mesmos professores que são "contra" carros/parques/estacionamentos nos projectos dos alunos. pq ? pq sabem que os "maiorais" teram sempre o seu lugar reservado ! para finalizar, na lúsiada do porto, o dinheiro que os alunos gastam no parque dava para pagar um ou dois salarios a uns srs. agentes da segurança para estarem todos os dias uteis a vigiar uma zona que é famosamente conhecida no país como principal ponto de venda de droga e dai passarem imensos zombies a caminho do "paraiso" que muitas vezes partem uns vidros e roubam uns auto-radios e etc no meio da sua caminhada. Cumprimentos !

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