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Obras avançam no Aeroporto de Beja



Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações



Visita de Mário Lino no domingo



Obras avançam no Aeroporto de Beja



O Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, visita domingo as obras em curso no Aeroporto de Beja, que estará preparado para receber voos civis no final de 2008.

O investimento total no novo aeroporto civil ascende a 33 milhões de euros – repartidos por 2006 (15,9 milhões de euros), 2007 (15,1 milhões de euros) e 2008 (2,1 milhões de euros).
Este projecto terá um grande impacto no desenvolvimento regional do Baixo Alentejo e criará uma dinâmica de interactividade com a vontade empresarial de desenvolver projectos no sector do turismo, bem como na área da nova agricultura. Estão já projectados empreendimentos de grande dimensão em torno da barragem de Alqueva e na costa alentejana, que darão origem a 50 000 camas, bem como complexos de lazer, de grande qualidade, para vários tipos de clientes.


A construção desta infra-estrutura realça a importância estratégica do Alentejo como plataforma de apoio logístico e comercial para o país, assumindo-se como um dos vértices que fecha o triângulo de desenvolvimento do Alentejo, a par do Porto de Sines, da Barragem de Alqueva e do IP8.
As obras no Aeroporto de Beja começaram em 27 de Janeiro de 2007, durante uma visita do Primeiro-Ministro.

Empreitada I
Dos trabalhos incluídos nesta empreitada, estão praticamente concluídos todos os que dizem respeito à movimentação de terras.
Na parte respeitante aos pavimentos, está a ser iniciada a colocação de camada de grave-cimento sobre a qual ira ser executado o pavimento rígido (betão) da placa de estacionamento.
Na parte de pavimento flexível (parte da placa e taxylane) executou-se uma camada experimental de solo-cimento, que aguarda aprovação.
No lado terra foi feito o desvio da Estrada Municipal EM 528-2, enquanto se executa o eixo rodoviário principal. Estão já a ser executados os estacionamentos, com a instalação dos lancis definidores dos limites das diferentes áreas de parqueamento e áreas ajardinadas.
O pipeline está igualmente a ser instalado, sendo que o material necessário encontra-se em estaleiro. De referir que todas as ligações soldadas entre troços de tubagem e derivações para os pits são submetidas a ensaios de Raios X.
As drenagens estão em execução. Já foram instalados colectores de drenagem de águas residuais e pluviais cuja cota de fundo se situa abaixo da cota de início dos aterros e colectores de drenagem da placa de estacionamento. A vala emissária está praticamente concluída. A PH sobre a EM528-2, que permite o escoamento daquela vala para a Ribeira do Álamo, já está construída.

Empreitada II




A empreitada de construção dos edifícios de apoio do Aeroporto, representa um investimento de cerca de 10.100 milhões de euros e contempla os seguintes edifícios:
  • Terminal de passageiros
  • Edifício de Serviços (EDAB e PSP)
  • Terminal de carga
  • Edifício Bombeiros
  • Edifício para material de placa
  • Portaria
  • Edifício Explosivos
ETAR
Com um valor de 850 mil euros, está em fase de preparação o concurso para a empreitada de Concepção e Construção de uma ETAR que servirá o Aeroporto (3100 utentes/dia), ao qual se irá ligar o sistema de esgotos da povoação de S. Brissos.
Para obviar aos inconvenientes resultantes do aumento do tráfego (nomeadamente de pesados) que a execução do empreendimento irá provocar, foram executados oito alargamentos na EM 528-2 com um custo total de cerca de 59 mil euros.

www.governo.gov.pt

margarida duarte

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http-~~-//vozesdeburro.files.wordpress.com/2007/05/aeroporto-editado4.jpg

O Novo Aeroporto

Ontem à tarde, encontrei-me com uns amigos meus no café da Dona Albertina para debater as grandes questões do nosso país. Desta vez foi sobre o novo aeroporto. Para moderar a conversa, estavam presentes, uma dose de caracoletas assadas, uma de moelas, orelha de porco e vinho verde à pressão. Alguns litros mais tarde, ocorreu-nos a ideia viçosa sobre a futura localização do aeroporto. Eh pá – gritámos, não há melhor que isto. De certeza. O coro de aprovação foi tão grande, que desde o ultimo jogo da selecção portuguesa não me lembro de ver a malta assim tão satisfeita. Eis a resposta:
Vamos fazer o novo aeroporto ali no Deserto do ALLentejo. O quê, no Deserto do ALLentejo? Sim senhor, ali assim para baixo de Beja, o mais perto possível de Espanha e do ALLgarve. As vantagens são inúmeras:
- É uma zona que está em crescimento. Há uma semana atrás conquistou Toda a Margem Sul!
- Como é tudo plano e sem água, a obra sai mais barata.
- Não mora lá ninguém, por isso o ruído não incomoda.
- A TAP pode encher os aviões com gasolina espanhola e assim fazer voos mais baratos.
- O Engenheiro António Varela (este é mesmo Engenheiro), ainda não comprou aquilo, por isso as expropriações podem sair mais em conta.
- É uma zona geoestratégica, fronteira com três países: Portugal, Espanha e ALLgarve (o novo Gibraltar).
Propomos também a construção de uma linha de alta velocidade (TGV), para ligar o aeroporto a estes países. Eis o plano pormenorizado deste revolucionário projecto.


O bonito traçado de TGV em forma de M (homenagem a Mário Lino que também é Engenheiro), com ligação directa a Badajoz, para comprar caramelos.



IN Vozes de Burro
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realmente já dizia o outro: "vozes de burro não chegam ao céu"

de facto, e para quem não sabe, está previsto que o TGV passe pelo alentejo mas em évora!! é claro, que pode parecer que é tudo o mesmo, mas....surpresas das surpresas, o novo aeroporto de beja (em beja obviamente) fica ainda a 90km de évora...portanto não haverá ligação nenhuma em "M"

já agora e ao contrario daquilo que se julga, o alentejo, felizmente nos últimos tempos não se pode queixar de falta de água (talvez sim este ano...mas isso todo o pais queixa) temos a maior barragem do pais, a maior central de produção energia solar e a maior adega...conclusão: ainda se vai fazendo alguma coisa naquela zona que muitos julgam "perda de tempo" e "deserto do pais"... mas meus caros, é uma zona em grande desenvolvimento....e já agora, curiosamente a única, onde a taxa de desemprego não subiu, ao contrário do resto do pais :p

margarida duarte

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O Centro de Manutenção da TAP, pode vir a ser deslocado para Beja. A decisão está a ser estudada pela Administração da empresa e o Ministério dos Transportes. Mário Lino deixou essa certeza no domingo em Beja.



O Centro de Manutenção da TAP pode ainda vir a ser deslocalizado para o aeroporto de Beja, uma vez que a decisão sobre essa matéria ainda está a ser estudada entre o Ministério das Obras Públicas, Tranportes e Comunicações e a administração da TAP- Manutenção e Engenharia, situação confirmada em Beja por Mário Lino, no decurso da visita às obras da infra-estrutura aeroportuária.

Falando no final da visita, o ministro garantiu que “o assunto está ainda em análise”, acrescentando a importância que o aeroporto pode ter no sector da reparação, além das valências para o turismo e carga.

Recorde-se que no passado dia 30 de Outubro, no decurso da reunião do Executivo da Câmara de Beja, Francisco Santos, presidente da edilidade, referiu que as oficinas se deveriam manter na Portela, uma vez que a criação do novo aeroporto na Ota ou Alcochete, deixavam espaço para serem efectuadas obras na infra-estrutura que aeroportuária que serve a capital”.

José Ernesto Queiroz, presidente da EDAB, afirmou “não ter qualquer informação sobre o assunto”, enquanto que António Monteiro, Relações Públicas da TAP, referia que o processo estava “em fase final de discussão”, não sendo possível apontar qualquer a decisão que será tomada.

margarida duarte

  • 1 month later...
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EDAB: Alcochete terá impacto marginal no aeroporto de Beja

A construção do novo aeroporto internacional de Lisboa em Alcochete vai ter um «impacto marginal» no de Beja, que terá custos operacionais mais baixos, defendeu hoje o presidente da empresa responsável pela infra-estrutura alentejana.


«O aeroporto de Beja vai ter uma estrutura simples e custos operacionais muito mais baratos do que o futuro aeroporto de Lisboa», explicou à agência Lusa o presidente da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), José Queirós.


Uma «grande vantagem» que, frisou, vai ser «decisiva» e «influenciar» os operadores, sobretudo de companhias «charter» (voos ocasionais) e de «low cost» (voos regulares de baixo custo), «a optar pelo aeroporto de Beja, quando o destino final dos passageiros for o Alentejo».


José Queirós regia à decisão preliminar do Governo de escolher Alcochete como localização do novo aeroporto internacional de Lisboa, anunciada hoje pelo primeiro-ministro, José Sócrates.
«O aeroporto de Lisboa só deverá estar concluído em 2017 e, até lá, o aeroporto de Beja vai ter oportunidades de crescer e de se afirmar«, previu José Queirós.


Apesar de referir que o turismo será a »vocação de lançamento« do aeroporto de Beja, que deverá assumir-se como »complementar aos de Lisboa e Faro« e »apostar« nos voos de companhias »charter« e »low cost«, José Queirós frisou que a infra-estrutura aeroportuária alentejana »não vai servir apenas para transportar passageiros e cargas«.
O »grande objectivo« do aeroporto de Beja, actualmente em construção e que deverá estar operacional até final de 2008, »vai ser, sobretudo, a aposta na indústria aeronáutica como motor de desenvolvimento da região«.
Com condições naturais »excelentes« e »difíceis« de encontrar nos aeroportos próximos de grandes cidades, o aeroporto de Beja, salientou José Queirós, »está também vocacionado para a carga aérea e pode tornar-se numa importante plataforma logística aeroportuária a Sul do país«.


«Mais do que um complemento, pode ser uma alternativa ao aeroporto de Faro, que praticamente não processa carga devido às limitações logísticas e de comprimento de pista», afirmou.


José Queiroz defendeu ainda que o aeroporto de Beja «deve explorar a sua proximidade com o porto de Sines para se transformar também numa importante plataforma de distribuição aérea de produtos destinados à Europa».
Quase nove meses após o arranque das obras, já começou a construção da placa de estacionamento, das áreas operacionais e das estradas de ligação às pistas da Base Aérea n/o 11, intervenções incluídas na primeira empreitada, orçada em 10 milhões de euros e que deverá durar até Abril de 2008.


Após a comissão de avaliação ter chumbado todas as propostas do concurso público para a execução da segunda empreitada, «devido a respostas incompletas nos processos de todos os concorrentes», explicou José Queirós, a EDAB aguarda o relatório final daquela entidade.


Depois, acrescentou o responsável, a EDAB, de acordo com a lei, vai avançar com negociações directas com as empresas concorrentes, para «escolher a proposta mais favorável e adjudicar a empreitada».
Orçada em 10,1 milhões de euros, a segunda empreitada inclui a construção dos terminais (um de passageiros e outro de carga) e dos edifícios (serviços, bombeiros, material de placa e portaria).
Actualmente está a decorrer o concurso público para a construção de uma estação de tratamento de águas residuais, num investimento de 850 mil euros.


A construção do aeroporto é financiada pelo Orçamento de Estado e por fundos comunitários, tendo já verbas contempladas no Programa de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central de 2006 (15,9 milhões de euros), 2007 (15,1 milhões) e 2008 (2,1 milhões).

margarida duarte

  • 7 months later...
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O vencedor do concurso foi o consorcio CONSULGAL - Consultores de Engenharia e Gestão, SA e PROENGEL – Projectos de Engenharia e Arquitectura, Lda, sendo estes ultimos os autores do projecto de arquitectura.

Contudo o nome exacto do autor é desconhecido, pertencendo claro aos quadros da empresa.

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Este aeroporto vai servir os Resorts da costa marítima alentejana!
Ninguém está a pensar nos verdadeiros alentejanos como a Margarida! Mas sim nos “bifes” que querem dar umas tacadas nos greens!
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da costa marítima?! ainda fica um pouco longe não? eu cá não quero saber em quem é que eles estão a pensar, mas sim na zona que vão potenciar além disso....se vierem mais "bifes" são todos bem vindos...aliás. bifes, espanhóis e outros que tais, que trazem gente, dinheiro e vontade de trabalhar e requalificar toda uma zona esquecida pelo governo e pelos portugueses

margarida duarte

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E mais poluição ambiental......que bom!
O Alentejo e os alentejanos têm que aprender com os erros dos vizinhos do sul, e perceber se querem ser o Allentejo ou o Alentejo!
Não estou contra o investimento, mas acho (e a minha opinião é apoiada pela Quercus)que o que está previsto até 2020 para o Alentejo é incompatível com os recursos paisagísticos e ambientais da região e não é a população “nativa” que vai beneficiar com toda a construção prevista!
Só para te dar uma ideia não existe um pedaço de terra disponível (só nas reservas nacionais) junto à costa com mais de 4 hectares! Tudo foi comprado desde empresas árabes até empresas russas! Por isso o aeroporto não é longe ( em Londres por exemplo existem dois aeroportos a 40 e 30 km do centro e no entanto servem Londres!)
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pois bem..vamos fazer um exercicio :) (e tendo em conta que beja não é londres, nem pa lá caminha!lol)

beja - sines = 95 km

beja - odemira = 100km

beja - zambujeira do mar = 123km


and so on......... não vale a pena continuar...as distâncias só iriam ser maiores, em terra batida a maior parte delas e calor sofucante.. muito identico a londres, diga-se de passagem . e espero que saibas o porquê de não haver terrenos com mais de 4 hectares junto à costa nas maos de portugueses... em compensação, no interior é ve-los a ter mais de 4 hectares (mais à vontadinha) mas abandonados!! que bom!!.... XD mas em compensação estamos parados no tempo, porque as pessoas da cidade gostam de vir ao campo, passear para apanhar ar puro, enquanto que os "nativos" cá continuam, como se de um museu vivo se tratasse. e que tal colocarmos umas grades a rodear o baixo alentejo? assim não teriamos um novo allentejo mas sim o maior jardim zoologico do país!
:rolleyes:

margarida duarte

  • 4 weeks later...
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Aeroporto de Beja deverá começar a funcionar em Março de 2009 - Empresa gestora


Beja, 10 Out (Lusa) - O aeroporto de Beja deverá ficar concluído e começar a funcionar em Março de 2009, após um investimento de 33,1 milhões de euros, disse hoje à agência Lusa o presidente da empresa gestora da infra-estrutura aeroportuária alentejana.

"Se não houver atrasos", a segunda empreitada de construção deverá terminar em "meados de Março de 2009" e "até ao final" daquele mês o aeroporto "poderá estar disponível para começar a funcionar", precisou o presidente da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), José Queirós.

Orçada em pouco mais de 9,5 milhões de euros, a segunda empreitada, que arrancou no início de Setembro, 10 meses após o inicialmente previsto devido a um impasse no concurso público, inclui a construção dos terminais (um de passageiros e outro de carga) e dos edifícios (de serviços, bombeiros, material de placa, portaria e inactivação de explosivos).


A primeira empreitada, que arrancou em Abril de 2007, também sofreu atrasos e terminou em Julho deste ano, três meses após o previsto, permitiu construir a placa de estacionamento, as áreas operacionais e as estradas de ligação às pistas da Base Aérea n/o 11 (BA11), num investimento de 10 milhões de euros.
O aeroporto, que vai ficar a cinco minutos da cidade de Beja e resulta do aproveitamento civil da BA11, tem uma estratégia direccionada, numa "primeira fase", para a captação de "voos europeus de turismo".

As companhias aéreas de baixo custo ("low-cost"), que operem em mercados como os de Inglaterra, Irlanda, França ou Alemanha, entre outros países europeus, são o grande alvo, disse o presidente da EDAB.

Em Março deste ano, José Queirós tinha adiantado à Lusa que a companhia aérea irlandesa Ryanair, uma das maiores da Europa no sector dos voos de baixo custo, poderá vir a operar a partir do aeroporto alentejano.

"Já existe um entendimento com a Ryanair e estão criadas condições para a companhia poder vir a operar a partir do aeroporto de Beja", reafirmou hoje José Queirós, acrescentando que "a EDAB está também em conversações com outras companhias aéreas de baixo custo interessadas em operar a partir de Beja", como a britânica Jet2.

Além dos passageiros, o transporte de carga e a distribuição de produtos destinados à Europa são outros dos objectivos da plataforma aeroportuária alentejana, assim como a aposta na indústria aeronáutica "como motor de desenvolvimento da região".

Neste sentido, tal como tinha adiantado à Lusa em Maio deste ano, José Queirós, escusando-se hoje a avançar mais pormenores, limitou-se a reafirmar que a multinacional aeronáutica AgustaWestland, fabricante dos helicópteros EH-101 Merlin da Força Aérea Portuguesa (FAP), está interessada em instalar um centro de manutenção no aeroporto de Beja.

"Há ainda uma empresa portuguesa, de manutenção de aviões e ligada a outros sectores da indústria aeronáutica, interessada em instalar-se no aeroporto", disse José Queirós, escudando-se também a avançar mais pormenores.

Segundo José Queirós, "há também várias empresas interessadas em instalar negócios no aeroporto de Beja", nomeadamente um hotel, uma estação de aluguer de automóveis (rent-a-car), lojas, cafés e restaurantes, além de um consórcio e de uma empresa locais que querem instalar interpostos de mercadorias de frio e de carga geral.

Questionado pela Lusa sobre a concessão do aeroporto de Beja, José Queirós limitou-se a dizer que "é uma decisão que compete ao accionista maioritário da EDAB, o Estado" e que "logicamente terá que ser tomada até à entrada em funcionamento do aeroporto".

Quanto a infra-estruturas próprias, disse o responsável, a EDAB vai adjudicar "nos próximos dias" a empreitada de construção da estação de tratamento de águas residuais, orçada em 850 mil euros.

José Queiroz referiu ainda que "está concluído o fundamental das negociações" entre a EDAB e a FAP para a elaboração final dos regulamentos técnicos e económicos que irão definir a actividade operacional do aeroporto de Beja através do uso das pistas da BA11.

"A competitividade e os custos operacionais do aeroporto de Beja, que vão ser decisivos para atrair companhias, vão depender do regulamento económico, que vai determinar as taxas que a EDAB terá que pagar à FAP pelo uso das pistas da BA11", explicou.

A construção do aeroporto é financiada por fundos comunitários e pelo Orçamento de Estado, através de verbas provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e contempladas no Programa de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central de 2006 (15,9 milhões de euros), 2007 (15,1 milhões) e 2008 (2,1 milhões).

margarida duarte

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