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Lisboa | Parque Mayer | Concurso


Participaste no Concurso do Parque Mayer?  

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  1. 1. Participaste no Concurso do Parque Mayer?

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Propostas para Parque Mayer em exposição em Lisboa
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) inaugurou quinta-feira uma exposição com os 25 concorrentes do concurso de concepção de ideias para o Parque Mayer, Jardim Botânico, edifícios da Politécnica e área envolvente.

Em destaque estão as cinco propostas escolhidas para desenvolverem o projecto final e para colaborarem com a autarquia no plano de pormenor da zona – a exposição está no Laboratório Chimico dos museus de ciência da Universidade de Lisboa (Rua da Escola Politécnica, 56).

Os cinco finalistas deste concurso que contou com a participação da Ordem dos Arquitectos são, por ordem decrescente, o ateliê Aires Mateus & Associados, o ateliê ARX Portugal Arquitectos, o ateliê Vão Arquitectos Associados, Souto Moura Arquitectos e Gonçalo Byrne Arquitectos.

http-~~-//www.oasrs.org/conteudo/uploads/mayer2.JPG


A exposição é constituída «por uma breve abordagem histórica da área», por uma mostra de ilustrações e memórias descritivas das 25 propostas a concurso e pelas cinco maquetas das propostas finalistas.

Recorde-se que, na ideia inicial da autarquia, o concurso de ideias pretendia dinamizar os espaços do Parque Mayer e do Jardim Botânico, resolver a ligação entre estes dois espaços e resolver a ligação entre o Jardim Botânico e a encosta e vale da Avenida, criar vários equipamentos culturais ancorados na reabilitação do Teatro Capitólio (que deverá retomar o seu papel de cineteatro seguindo o projecto original do arquitecto Luís Cristino da Silva) e reabilitar os edifícios da Escola Politécnica para se transformarem num Museu de História Natural e da Ciência e integrarem um conjunto residencial para investigadores estrangeiros convidados.

Em Janeiro deste ano, a CML abriu um concurso público para reabilitar o Teatro Capitólio.

Nas segundas-feiras de 7 e 14 de Abril, haverá debates sobre a zona do Parque Mayer, também no Laboratório Chimico da Rua Escola Politécnica, moderados por Miguel Lobo Antunes e para os quais a CML espera uma «ampla e livre participação».

Esta é a primeira vez que os órgãos autárquicos eleitos em Julho passado promovem um debate público sobre esta questão, numa altura em que o processo de concurso já viu concluída a primeira fase.

Exposição
3 Abril a 4 de Maio
Terça a Sexta – 10h -17h
Sábados e domingos – das 11h – 18h

Debates
7 e 14 de Abril, às 18h
Moderador – Miguel Lobo Antunes

in http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1142
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bem... dos 5 projectos que passaram à 2ª fase...é gritante a falta de qualidade do projecto do Souto Moura, escala dos edicios propostos então é...assustador! aquilo é criar mais uma parede aos edifícios adjacentes, e mais uma barreira entre LX e o JB. quantos aos outros...acho incrivel, e sendo isto uma exposição de ideias, não existir ninguém (fora os VãO, parece-me) intervir no JB! será que ele, realmente, corresponde à ideia de jardim nos nossos tempos? e será que o problema não está no JB em si, e não em duas ruas adjacentes que são intervencionadas n e n vezes por todos os 5 arquitectos premiados? é que só muda o desenho e forma, de resto os conceitos são os mesmos.... apenas o Gonçalo Bryne tenta expandir a cidade através de muitas relações pedonais com a continuação de ruas já consolidadas no tecido urbano. existe um projecto, acho que dos VãO, que não sei se era a proposta ou representação, mas aumenta a densidade arbórea do JB! espero que aquilo seja um representação....pois se ainda nao perceberam o aumento arbóreo de um espaço, diminui a luz dos espaços correspondendo, assim, a um número de consequências na ulitização dos espaços... para mim aquilo anda tudo à volta do mesmo, não sei se era imposição ou não, mas anda. o que se passará, realmente com o JB? edifício novos à volta e ao JB cortasse a relva de 15 em 15 dias?... espero que os projectos ganhem identidade... ps. o primeiro projecto em exposição é uma preciosidade!!

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Novo Parque Mayer levanta preocupações

Gina Pereira

U m casamento aparentemente difícil e complexo. Foi esta a principal tónica das intervenções, ontem à tarde, no debate que teve lugar no auditório da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, para discutir as propostas de reabilitação do Parque Mayer, Jardim Botânico e zona envolvente. Da parte dos actores, voltaram a ouvir-se pedidos para que sejam mantidos mais teatros, além do Capitólio. Do lado dos investigadores e docentes, muita preocupação com os efeitos que este projecto poderá ter no frágil ecossistema do Jardim Botânico e na Politécnica.

Cecília Sérgio, investigadora, lembrou que "no jardim existem espécies únicas" que já desapareceram de muitas cidades europeias e alertou para a necessidade de ser feito um estudo de monitorização e de impacto "para que não sejam as plantas, no futuro, a queixar-se do que possa vir a existir". Outra preocupação diz respeito às propostas para abrir o espaço a uma maior fruição pública, com novos acessos pedonais e mecânicos.

Marta Lourenço, investigadora no Museu de Ciência e História Natural, lembrou que este "não é o jardim da Estrela, nem pode ser" e defendeu que a acessibilidade deve continuar a ser controlada. Nuno Teotónio Pereira, arquitecto, lembra que o jardim é "um bem inestimável para a cidade" e defende que "tem de ser um espaço reservado para preservar as suas condições". "É fundamental não criar qualquer obstrução visual à contemplação, a partir da Avenida da Liberdade, da colina arborizada do Jardim Botânico", disse, embora aceite que haja "algum tecido edificado nas bordas do recinto".

Hélder Freire Costa, empresário que detém o Maria Vitória, único teatro que ainda funciona no Parque Mayer, garante que a classe artística "vai entrar na luta" para a manutenção de mais teatros no recinto. Raul Solnado, actor e membro do júri, defende também mais teatros e sugere que o Museu do Teatro possa ser transferido para o Parque Mayer.

Na assistência, os autores dos cinco projectos pré-seleccionados no concurso tiraram notas das sugestões do público.

in http://jn.sapo.pt/2008/04/15/pais/novo_parque_mayer_levanta_preocupaco.html

Parque Mayer: Artistas e cientistas pouco dispostos a ligação ao Jardim Botânico

Lisboa, 14 Abr (Lusa) - Os artistas querem os seus teatros, os cientistas o seu "museu vivo": posições pouco abertas à ligação entre o Parque Mayer e o Jardim Botânico, defendidas nos projectos para a zona, hoje debatidos em Lisboa, no Museu de História Natural.

Na conclusão do debate, o arquitecto Nuno Teotónio Pereira alertou para o perigo das "posições extremadas" em ambos os campos, referindo que "é perigosíssimo separar uma unidade paisagística" como a zona Parque Mayer-Jardim Botânico-Politécnica, alvo do concurso de ideias promovido pela Câmara Municipal de Lisboa.

Pelo Museu de História Natural várias intervenções levantaram a necessidade de o Jardim Botânico não se transformar num "Jardim da Estrela". As espécies "únicas" em exposição precisam de resguardo da poluição e qualquer construção na área terá que as levar em conta.

Luís Ramalho, ex-professor de Geologia, insurgiu-se contra a ideia de os Museus da Politécnica e o Jardim Botânico terem que obedecer a qualquer "sustentabilidade económica", criticando aUniversidade de Lisboa e Câmara Municipal por terem "deixado degradar de forma infame" o Jardim Botânico.

A ideia fora suscitada pelo presidente dos Conselhos Científico e Directivo da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que defendeu a "ligação das Ciências às Artes" como mecanismo para promover a sustentabilidade económica, reconhecendo a "dimensão histórica e afectiva" do conjunto dos edifícios da Politécnica.

Liliana Povoas, do Museu de História Natural, referiu que pelo "défice de cultura científica" dos portugueses, o museu tem "um papel estratégico", insurgindo-se contra um dos projectos finalistas, do arquitecto Souto Moura, que "corta um terço dos edifícios" do museu.

"Precisamos é de mais espaço", afirmou.

Pelos artistas, Paulo Vasco, actor do teatro Maria Vitória, considerou que os cinco projectos finalistas do concurso de ideias tratam o Parque Mayer como "a família pobre de todo o projecto", defendendo que deve haver pelo menos mais um teatro a funcionar no desenho final que venha a ser aprovado para a área.

Hélder Costa, empresário do mesmo teatro, manifestou oposição à ligação directa entre o Parque Mayer e o jardim, afirmando que o arquitecto Cristino da Silva - autor do Capitólio, que vai ser restaurado - tinha a mesma oposição.

O actor Raul Solnado lamentou que os lisboetas "não tenham locais de convívio" e que os projectos "não falem dos teatros", argumentando que o Parque Mayer seria "o local exacto para o Museu do Teatro, por todas as razões".

APN.

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-04-14 22:25:01

in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=339747&visual=26

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  • 1 month later...

Lisboa, 20 Mai (Lusa) - O concurso de propostas para reabilitação do teatro Capitólio, no Parque Mayer, Lisboa, ficou hoje suspenso depois de um candidato ter declarado que vai recorrer da decisão do júri, presidido por Nuno Teotónio Pereira. A suspensão do concurso foi anunciada no final da sessão do acto público em que foi apresentado o "relatório de hierarquização" das propostas, contestado pelo concorrente número dois por considerar que a decisão do júri se pautou por "falta de objectividade". Em declarações à agência Lusa, o concorrente número dois - que não se identificou alegando que o concurso ainda não está finalizado - disse que "a classificação dos projectos não corresponde ao que o júri responde no relatório de hierarquização". "O júri decidiu valorizar as soluções que tivessem um impacto reduzido ao nível do exterior do edifício, que quase não tivesse intervenção do ponto de vista arquitectónico, mas o relatório de hierarquização acaba por contradizer completamente esta filosofia, porque alguns dos projectos que mais construção propõem ficaram em terceiro e quarto lugares", acrescentou. Segundo o relatório de hierarquização das propostas para a reabilitação do concurso, a classificação mais alta foi obtida pela candidatura número sete, com uma classificação de 4,5, seguida da número seis (3,8), número 1 (3,6), número cinco (3,5), número oito (3,1), número dois (1,8) e por fim da número 3 (1,5). As propostas para a reabilitação do Capitólio foram hierarquizadas numa escala de um (insuficiente) a cinco valores (excelente) e o critério de avaliação teve por base três itens: a qualidade do projecto, com uma ponderação de 50 por cento, o mérito técnico da proposta (30 por cento) e o valor estimado da intervenção (20 por cento). Das nove propostas apresentadas a concurso, duas foram excluídas: a número nove por ter entrado fora do prazo limite e a quatro por não apresentar as plantas do edifício, referiu o júri no início do acto público. Inicialmente, a proposta número oito também foi dada como excluída pelo júri por não ter apresentado o valor estimado da intervenção, o que mereceu uma reclamação oral por parte do proponente que sublinhou ter apresentado esse documento. Este foi o primeiro incidente do acto público de hoje e que obrigou o proponente a acompanhar um dos elementos do júri para lhe mostrar que a sua proposta continha a estimativa de custos, fazendo com que o júri interrompesse os trabalhos para deliberar se aceitava a reclamação do candidato número oito, o que acabou por acontecer. Ana Bívar, da Câmara de Lisboa, considerou porém aquele incidente não como uma reclamação mas uma "chamada de atenção" e que fez com que o júri fizesse uma "rectificação de um dado que não tinha visto e que era a estimativa de custos". O concorrente tem cinco dias úteis para interpor recurso para contestar a decisão do júri. CP. Lusa/fim

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