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Arquitectura.pt


Uma Aventura na Papelaria Fernandes


JVS

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Hoje vou contar uma história que me aconteceu hoje. :D

Fui á papelaria fernandes no C.C. Vasco da Gama comprar material para a maqueta da escola para os alunos fazerem com o dinheiro da Escola e com o nº contribuinte da mesma.

Reuni o material. Cartões com 1m de comprimento, cartões A2, cartolinas, etc...

Paguei.

E no final vejo que não me embrulharam aquilo. Perguntei com a maior das delicadezas:

EU - Não me pode embrulhar. Vai ser complicado levar is~to para a escola.

ELES - Não podemos porque nao temos papel de embrulho. Não costumamos embrulhar este tipo de material. Mas podemos dar o dinheiro de volta.

Esperei que eles tivessem assim uma solução milagrosa mas a primeira reacçao da empregada ao lado foi de continuar a atender as pessoas que estavam atrás de mim.

Optei pela devolução do dinheiro.

Escrevo isto porque acho inadmissivel que uma loja da Papelaria Fernandes não tenha papel de embrulho, aquele papel castanho, para cartões de grande dimensão.

O que é que acham disto?

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Simplesmente acho perfeitamente normal nas lojas deste país! existe uma falta de profissionalização tremenda! E não adianta escrever o livro de reclamações... é uma perca de tempo e no fim tudo fica igual. Já agora aproveito para contar a minha história desta semana. Todos os dias de manha aproveito ao descer os Aliados para tomar um café. Ontem como foi feriado e vim na mesma para o atelier, ia manter o meu ritual diário. Quando me dirigi ao café habitual, este estava fechado. Fui então mais abaixo e entrei numa padaria/confeitaria, onde antigamente ia com mais regularidade mas deixei de ir devido ao tempo que demoravam a atender. Como é "normal" estive 15 minutos sentado na mesa e acabei por vir embora sem ver o "sorriso" da empregada. Assim não devem ter muitos clientes>:D

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Eu na papelaria Fernandes so la fiz compras uma vez! Foi a primeira e a última... Desde que tive de pagar por um tubo de Cola 880 escudos e, como diz o marco1, no 'boteco' ca da terriola dei 350 escudos, nunca mais lá viram o meu dinheirinho!!

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Simplesmente acho perfeitamente normal nas lojas deste país! existe uma falta de profissionalização tremenda! E não adianta escrever o livro de reclamações... é uma perca de tempo e no fim tudo fica igual.

Já agora aproveito para contar a minha história desta semana. Todos os dias de manha aproveito ao descer os Aliados para tomar um café. Ontem como foi feriado e vim na mesma para o atelier, ia manter o meu ritual diário. Quando me dirigi ao café habitual, este estava fechado. Fui então mais abaixo e entrei numa padaria/confeitaria, onde antigamente ia com mais regularidade mas deixei de ir devido ao tempo que demoravam a atender. Como é "normal" estive 15 minutos sentado na mesa e acabei por vir embora sem ver o "sorriso" da empregada. Assim não devem ter muitos clientes>:D



Bem Peter, por acaso, apesar de ter pouco que ver com a conversa, quando foi o jantar do forum, no sábado de manha fui dar uma volta pelas ruas do Porto (Aliados, S.Bento, Trindade, Cordoaria... enfim)... e quis entrar numa livraria/quiosque/papelaria para comprar 1 livro ou uma revista de arquitectura para ler no caminho de volta.
Após longa procura, resultado: das apenas 2 livrarias que passei, nenhuma estava aberta, nem qualquer tipo de loja excluindo um café ou outro, 1 ou 2 lojas de roupa e após passar por 4 quiosques à procura de uma revista de arquitectura, lá encontrei um que tinha a Arquitectura e Vida de Setembro, na av. 1º de Janeiro (acho que se chama assim :p).
É normal no Porto, ao sábado de manha/tarde estar praticamente tudo fechado?
E o mais estranho é que perguntava por revistas de arquitectura e todos encolhiam os ombros e faziam cara de caso quando falava em "arquitectura". É como se estivesse numa cidade sem qualquer ligação a curso universitário ligado à arquitectura. Até uma feira de livros nos Aliados só tinha o livro "O Nosso Niemyer"... perguntei por mais livros de arquitectura e ele disse logo: "ah... arquitectura so temos esse, não que levar este.... ":tired:
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De facto João, esse é um problema que não se passa só no Porto mas um pouco por todas as cidades. Maior parte do comércio está fechado quando as pessoas estão livres para dar um passeio e fazer umas compras! Depois os comerciantes queixam-se que os centros comerciais roubam os clientes! Porque será? De certeza que se fosses a um centro comercial qualquer encontravas livrarias e quiosques com montanhas de livros e revistas! JVS, desculpa estarmos a fugir um pouco à tua situaçã:D

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Já tive também histórias interessantes com diversas delegações da Fernandes, mas enfim, é normalmente pessoal antipático e nada profissional. Sem falar na roubalheira que é... PS:não quero ferir ninguém, que seja membro/amigo de um funcionário, mas na maioria dos casos são todos umas antas.

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lojas de C.C. e lojas como a fernandes que querem um publico alvo de gente pipi que decidiu ante-ontem começar a pintar, é perfeitamente normal que não tenham papel craft para embrulhar as coisas... às papelarias que vou, na baixa do Porto, cujo público alvo são estudantes de arquitectura, de belas-artes, etc, têm gente especializada e sabem o que necessitamos desde produtos até ao transporte..

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uma situação perfeitamente normal, chego a esta conclusão após uma visita à papelaria fernandes em coimbra ( cidade que alberga inumeros cursos de artes, nomeadamente arquitectura), pedi uma misera placa de cartão maquete e eis o meu espanto qd me dizem que n tinham, nem cartão maquete, nem cartão madeira, nem o vulgarissimo cartão prensado ... felizmente em braga encontrei funcionários simpaticos e uma papelaria fernandes bem recheada ...

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Só vou à papelaria fernandes em ultimo caso qd ja é tarde e é a unica q ta aberta... aquilo é a uma roubalheira. Há que saber onde se pode comprar melhor e mais barato. Até a papelaria modelo e a araujo e sobrinho oferecem um serviço melhor. Aqui na minha zona, mais propriamente em s. joao da madeira tem uma fabrica q distribui para outras lojas e sai muito mais barato... temos é q comprar em quantidades maiores.

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S. João da Madeira?... por acaso não será a OLMAR :D é realmente um excelente local para comprar em quantidade. Da última vez que lá estive, disseram-me que iam abrai um espaço lá perto, directamente relacionado com arquitectura e artes, e não tanto com material de escritório. Sendo uma loja tipo "Macro", é normal ter de se comprar em quantidade, mas o preço acaba por compensar... até porque "nós" não usamos apenas uma capa, uma caneta, ou algo semelhante... Nessa última visita comprei duas caixas com 12 "pilot" em promoção e aquilo saiu qualquer coisa como 1,30€ cada uma. Ainda me lembro da primeira vez que tive contacto com elas, talvez à 9/10 anos e elas custarem à volta de 350$00 na stapples que havia no norte shopping... Indo ao tema do tópico, Fernandes só mesmo em último recurso... de resto procuro noutras papelarias...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Entendo que este tipo de situações, que se prendem com o mau atendimento com muitas vezes nos vemos confrontados por parte de alguns estabelecimentos comerciais, e particularmente daqueles que têm uma implantação geográfica que ultrapassa o burgo da nossa casinha, deverá ser amplamente divulgado. Enquanto consumidores não podemos nem deveremos aceitar a violação dos nossos direitos, muito menos quando ela é feita de forma institucionalizada.

Digo "institucionalizada" porque se deve distingir o mau atendimento derivado de um comportamento pessoal, da exclusiva responsabilidade do empregado que nos atende, daquele outro atendimento incorrecto que é consequência duma política de empresa superiormente assumida. No primeiro caso resolvo o problema, pessoalmente e na hora; no segundo caso entendo que a divulgação do mesmo deverá ultrapassar o meu limitado círculo de conhecidos, razão pela qual a WEB pode ser um excelente veículo para esse fim. Essa divulgação não é com o intuito de exercer uma qualquer mesquinha vingança sobre a loja, mas para pôr as pessoas de sobreaviso relativamente à mesma e fazerem o teste de S. Tomé sintetizada no "ver para crêr".

Foi por essa razão que em Junho de 2006 pus neste forum um texto que me chegou por email a propósito dos preços dos DVDs da FNAC e onde, marginalmente, se reportava uma caso de atendimento incorrecto por parte dum responsável local duma das suas muitas lojas (http://www.arquitectura.pt/forum/f16/fnac-6656.html#post35263) . Surpreendentemente, poucas horas depois a Connecty encerrava tópico com o seguinte argumento:

"Sem querer de alguma maneira prejudicar a discussão do Vitor. O texto faz um ataque directo a uma cadeia de lojas, com sentido de prejudicar a cadeia ou mesmo as pessoas que lá trabalham.
Para não alimentar mais discussão o tópico será encerrado."


Confesso que fiquei na altura bastante aborrecido porque entendo que aquilo que então fora assumido pela Connecty não foi moderação mas um puro acto de censura.
Espero, por isso, que o mesmo procedimento não volte a acontecer com este tópico.

Confesso que nunca tive qualquer problema com a Papelaria Fernandes.
Acho abusivo dizer-se que todos os empregados desta cadeia são todos antipáticos. Não obstante isso, o tratamento a que o JVS foi sujeito é revelador de um autentico desprezo da loja para com o cliente tendo ele, na minha modesta opinião, lidado com a situação da única forma possível.

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Caro vitor,

Censura seria se o tópico fosse eliminado, ao contrário o tópico foi encerrado, ou seja, não foi permitidos quaisquer mais comentários sobre o assunto. Existem sites e instituições competentes para o mesmo com esse propósito que melhor ajudam o consumidor nos termos jurídicos que a legislação se propõem. O Arquitectura.pt incorre de riscos legais por tópicos semelhantes, para além de violar as regras proposta no site no ponto 4.

Nunca foi mal recebido ou mal atendido na mesma papelaria, e quanto aos transporte do material até já se ofereceram para lever ao carro devidamente embrulhado. E como o Victor Nina diz, é necessário saber distinguir politicas de empresa de disposições ou caracteres pessoais e usar os mecanismos legais caso seja motivo.

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