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Arquitectos tipo em Portugal


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Lamento que tenha interpretado mal as minhas palavras. Mas não queria ferir susceptibilidades, pelo contrário, critico a ideia de classificação, porquanto é nessa ideia que está o "complexo de superioridade". Também não sei onde viu "palavras rebuscadas", sobretudo sendo professora de português? Quanto à falta de conteúdo, não sei a que se refere, mas posso sempre reformular o texto.
Basicamente o que digo é que a operação de classificação, iniciada no iluminismo, foi profusamente criticada, pois a classificação esconde sempre uma arbitrariedade original, que diz mais sobre o classificador do que sobre o classificado.
No entanto e dado que estamos num chat, acho que é perfeitamente inócua e pode provocar diversos tipos de reflexão, como é esta em que estamos envolvidos.
Não sei se usei demasiadas palavras rebuscadas, mas é assim que eu escrevo normalmente, por isso desculpe lá o jeito.


presumo que a tua realidade ainda seja curta na vida profissional, ou será outro motivo não sei,...
a minha classificação é uma realidade pura e simples e sobretudo apelativa ao que se passa neste momento na arquitectura para quem quer ver, não vive da minha perspectiva mas da realidade, censuras sempre me causaram afastamento...arrogancia e complexo de superioridade nunca foram meus atributos, logo estás enganado, a que uma classificação significa, complexo de superioridade.
o teu rebuscado como alguem disse, esse sim pode se tornar, como tal, em vastas interpretações de superioridade, não o tomei como tal, apesar de o me parecer. o iluminismo é daqueles que de suas intenções, não fazem juizos concretos, mas esclarecem, acordam mentes.
cumprimentos
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Obgd Fernando Gabriel. Afinal sempre há alguém q me entende ! :s


entendo perfeitamente, a única situação em que me orgulho e sinto-me bem em puxar da minha arrogancia"" e dos meus galões"" que fui ganhando, é quando do outro lado, se calhar pela minha aparencia da falta de gravata de fato ou de um crocodilo na tshirt, sou tratado ou alguem proximo é tratado com desprezo por um pseudo poder qualquer...ai sim podem me acusar de arrogante, aceito e agradeço. :s
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Eu quando andava na Fac. também andava no mundo real, mas enfim são situações diferentes, se calhar.
Espero que não esteja a confundir, entre a coordenação de projecto geral (contemplada por exemplo nos MOP) e a coordenação do seu projecto de Arquitectura.
Se de facto coordena equipas multidisciplinares (geógrafos, economistas, engenheiros, paisagistas, etc) ainda bem para si, porque eu também o faço, pese embora a presunção e arrogância que demonstra com essas "bocas" do tipo, "o meu é maior que o teu". Já passei essa fase à muitos e muitos anos (até os meus filhos já passaram) por isso nem me vou dignar responder.
A verdade é que se ler as actuais propostas de revisão do 73/73 verá que é uma das competências que foi retirada a exclusividade aos arquitectos, graças à politica que as ordens têm seguido.
Por falar em arrogância. " se não Coordenas é porque não tens conhecimentos suficientes" Pela boca morre o peixe e se as suas atitudes não demonstram arrogância, não sei o que chama arrogância. Tipificar comportamentos? Olá!!! Há aqui mais um tipo, não?
Pois sou de outro mundo, que não esse que quer vender, disso pode ter a certeza.

Acho estranho, muito estranho mesmo. Mas o que são palavras "caras"? O que significa "eu prefiro o português claro, cristalino, sem palavras caras", prefere as notícias da TV e odeia Saramago? É isso? É que eu não conheço o "português claro e cristalino, do preto e do branco, eu acho que todas as palavras têm muitos significados, mas isso sou eu que não tenho curso de Letras. Eu por mim adoro a poesia de Camões, mas a cara amiga não porque ele usa palavras "caras", gosto de Saramago, mas a cara amiga não porque usa palavras caras. Bom vai ficar reduzida na sua literatura, não?
Essa cultura do simples!!!! que se confunde com o culto da ignorância e do enbrutecimento.
Não, também não sou desse mundo, graças a Deus.

Se o seu é maior que o meu? Ora, ora, meu caro essas comparações !!! Ainda bem que não entrou por aí. Ficava-lhe muito mal.
"a minha classificação é uma realidade pura e simples e sobretudo apelativa ao que se passa neste momento na arquitectura para quem quer ver, não vive da minha perspectiva mas da realidade."
Bom, caro Fernando, a realidade que refere, se calhar, não é igual para todos nós. Mas, isso é apenas um problema de fundo, daqueles que determinam diferentes atitudes perante a vida. Acho exactamente o contrário, pois aquilo que parece agora uma realidade inequivoca será desconstruido pelo tempo e pelas nossas experiências a um ponto tal que o deixa simplesmente de ser.
Quanto à alegação de eu o censurar, está enganado, pois eu não o censurei, apenas fiz um aviso de navegação, nada mais, a intenção era boa (mas de boas intenções está o inferno cheio, eu sei). Mas isso de dizer que as censuras sempre lhe provocaram o afastamento é que é uma péssima atitude perante o mundo. Eu, que segundo alguns elementos deste painel, dizem que sou arrogante porque defendi a malta mais jovem desses ataques injustos, não ouso fazer tal coisa, ouço com muita atenção e aprendo e mando a vaidade às urtigas. Foi assim que na Faculdade me ensinaram.
E como último aviso à navegação, cuidado com as palmadinhas nas costas e os elogios que se trocam, têm sempre um preço e vêm sempre por motivos diferentes.
Cuidado com o português que apesar de ter o cumprimento da Sr.ª Professora (por outros motivos, claro está), tem problemas de construção. (É só uma critica construtiva, não é suposto ser ofensivo, mas se provocar o seu afastamento, é porque tudo isto de nada serviu).

Será que a arrogância que tanto criticam nos outros, nos tais jovens recém formados, não é apenas uma imagem de vocês enquanto jovens?
E a tipificação dos colegas, não será um modo de se sentir acima e fora, numa posição de superioridade? Tschumi coloca esse problema ao nível da arquitectura com as duas definições de espaço, criticando desse modo o racionalismo. Aliás seria bem mais interessante estarmos a discutir isso.
O que eu sei, é que agora existem exames de deontologia e que o espírito aí patente não é de todo o que está patente nas vossas palavras. Pelo contrário, incute-se o respeito e a modéstia.


E agora me despeço, porque não vou continuar a dar mais respostas a esta conversa, que já se começa tornar aborrecida. Aliás o tópico é outro. Passem os três muito bem.

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Eu quando andava na Fac. também andava no mundo real, mas enfim são situações diferentes, se calhar.
Espero que não esteja a confundir, entre a coordenação de projecto geral (contemplada por exemplo nos MOP) e a coordenação do seu projecto de Arquitectura.
Se de facto coordena equipas multidisciplinares (geógrafos, economistas, engenheiros, paisagistas, etc) ainda bem para si, porque eu também o faço, pese embora a presunção e arrogância que demonstra com essas "bocas" do tipo, "o meu é maior que o teu". Já passei essa fase à muitos e muitos anos (até os meus filhos já passaram) por isso nem me vou dignar responder.
A verdade é que se ler as actuais propostas de revisão do 73/73 verá que é uma das competências que foi retirada a exclusividade aos arquitectos, graças à politica que as ordens têm seguido.
Por falar em arrogância. " se não Coordenas é porque não tens conhecimentos suficientes" Pela boca morre o peixe e se as suas atitudes não demonstram arrogância, não sei o que chama arrogância. Tipificar comportamentos? Olá!!! Há aqui mais um tipo, não?
Pois sou de outro mundo, que não esse que quer vender, disso pode ter a certeza.

Acho estranho, muito estranho mesmo. Mas o que são palavras "caras"? O que significa "eu prefiro o português claro, cristalino, sem palavras caras", prefere as notícias da TV e odeia Saramago? É isso? É que eu não conheço o "português claro e cristalino, do preto e do branco, eu acho que todas as palavras têm muitos significados, mas isso sou eu que não tenho curso de Letras. Eu por mim adoro a poesia de Camões, mas a cara amiga não porque ele usa palavras "caras", gosto de Saramago, mas a cara amiga não porque usa palavras caras. Bom vai ficar reduzida na sua literatura, não?
Essa cultura do simples!!!! que se confunde com o culto da ignorância e do enbrutecimento.
Não, também não sou desse mundo, graças a Deus.

Se o seu é maior que o meu? Ora, ora, meu caro essas comparações !!! Ainda bem que não entrou por aí. Ficava-lhe muito mal.
"a minha classificação é uma realidade pura e simples e sobretudo apelativa ao que se passa neste momento na arquitectura para quem quer ver, não vive da minha perspectiva mas da realidade."
Bom, caro Fernando, a realidade que refere, se calhar, não é igual para todos nós. Mas, isso é apenas um problema de fundo, daqueles que determinam diferentes atitudes perante a vida. Acho exactamente o contrário, pois aquilo que parece agora uma realidade inequivoca será desconstruido pelo tempo e pelas nossas experiências a um ponto tal que o deixa simplesmente de ser.
Quanto à alegação de eu o censurar, está enganado, pois eu não o censurei, apenas fiz um aviso de navegação, nada mais, a intenção era boa (mas de boas intenções está o inferno cheio, eu sei). Mas isso de dizer que as censuras sempre lhe provocaram o afastamento é que é uma péssima atitude perante o mundo. Eu, que segundo alguns elementos deste painel, dizem que sou arrogante porque defendi a malta mais jovem desses ataques injustos, não ouso fazer tal coisa, ouço com muita atenção e aprendo e mando a vaidade às urtigas. Foi assim que na Faculdade me ensinaram.
E como último aviso à navegação, cuidado com as palmadinhas nas costas e os elogios que se trocam, têm sempre um preço e vêm sempre por motivos diferentes.
Cuidado com o português que apesar de ter o cumprimento da Sr.ª Professora (por outros motivos, claro está), tem problemas de construção. (É só uma critica construtiva, não é suposto ser ofensivo, mas se provocar o seu afastamento, é porque tudo isto de nada serviu).

Será que a arrogância que tanto criticam nos outros, nos tais jovens recém formados, não é apenas uma imagem de vocês enquanto jovens?
E a tipificação dos colegas, não será um modo de se sentir acima e fora, numa posição de superioridade? Tschumi coloca esse problema ao nível da arquitectura com as duas definições de espaço, criticando desse modo o racionalismo. Aliás seria bem mais interessante estarmos a discutir isso.
O que eu sei, é que agora existem exames de deontologia e que o espírito aí patente não é de todo o que está patente nas vossas palavras. Pelo contrário, incute-se o respeito e a modéstia.


E agora me despeço, porque não vou continuar a dar mais respostas a esta conversa, que já se começa tornar aborrecida. Aliás o tópico é outro. Passem os três muito bem.



apenas para tentar elucidar...da censura me afasto, porque não a prático...
de resto, peço desculpa mas não comprendi o contexto da sua escrita"" tekton,
gostava que continua-se a participar no tema do tópico, opiniões serão sempre bem vindas, para tentar perceber a situação da realidade da profissão, entre colegas.
cumprimentos

É verdade... gostava mesmo de aprender a jogar golfe...
Talvez me tenham 'ignorado' por não ser do tipo 'lacoste'

Enfim...
:s


hum no comments, pois cá para mim foi o mais provavel....
lamentavel mesmo...
cumprimentos
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Tekton... mais uma vez também não compreendo o teor das suas palavras, quanto à coordenação, porque tem de ser da exclusiva responsabilidade do Arquitecto? não faz sentido num contexto de maior introsamento de especialidades, de diferentes actuações de cada técnico...
acha bem numa obra em que 80% do investimento seja relativo a infr-estrutura de telecomunicações e afins e seja um arquitecto a coordenar, tlavez se justifique q seja um Eng.º Electrotécnico... Ou um Plano de pormenor, se tiver uma grande componente do foro do ambiente, porque não coordenada por um Eng.º Biofisioco, um Eng.º agronomo ou um Arquitecto Paisagista, se assim se justificar.

O "meu" não é maior ou menor que o "seu"... pelos vistos é diferente.
Nunca lhe faltei ao respeito... mas tem o direito à indignação, como eu também tive, quando li as suas palavras.
Ainda bem q somos todos diferentes.

"A percepção da realidade é atingida através das experiencias pessoais"
citação de Pedro Barradas.

Quanto ao resto não tenho mais palavras. E não guardo rancores.

Quem cria renasce todos os dias...
Agua-Mestra, Lda
Não sou perfeito, mas sou muito critico...

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"acha bem numa obra em que 80% do investimento seja relativo a infr-estrutura de telecomunicações e afins e seja um arquitecto a coordenar, tlavez se justifique q seja um Eng.º Electrotécnico... Ou um Plano de pormenor, se tiver uma grande componente do foro do ambiente, porque não coordenada por um Eng.º Biofisioco, um Eng.º agronomo ou um Arquitecto Paisagista, se assim se justificar."

Caro Pedro Barradas, o problema não está relacionado com investimento, se formos por aí 99% do investimento em construção não vem da arquitectura, mas das engenharias, logo pela sua lógica todos os projectos de todos os edifícios deviam ser coordenados por outros que não arquitectos.
O problema nem vem da interdisciplinaridade que provém do desenho de um plano, seja de pormenor, seja director municipal, seja o que for.
A questão é a seguinte: para todos os casos (e não estou a incluir infraestruturas viárias, pontes, barragens ou obras desse foro) o projecto de arquitectura é a base e não um complemento.
Em segundo lugar, porque um engenheiro biofísico e um engenheiro agrónomo não têm preparação específica para os problemas do desenho de cidade, não como os arquitectos (incluo os urbanistas no grupo dos arquitectos).
Obviamente que isto não impede, muito pelo contrário solicita, a ajuda de especialistas em outras áreas complementares à arquitectura e ao urbanismo, mas a base e o pensamento dos problemas específicos do ambiente urbano devem ser de quem está preparado para lidar com eles.
E quanto a outro ponto da revisão do 73/73, e para se saber a posição dos engenheiros sobre a matéria, remeto para um abaixo-assinado feito por um grupo de engenheiros "segundo os seus autores, a proposta da Ordem dos Engenheiros prevê também que «as funções “director de obra” e “coordenador de fiscalização” possam ser exercidas por um construtor civil diplomado [formação básica] e proibidas a um arquitecto [formação superior]», o que é «simplesmente absurdo».
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O assunto da Direcção técnica e Fiscalização de Obra, já se encontra esclarecido, e não seá contemplado a redacção dessa maneira, que obviamente não faria sentido... Estará é limitado o exercicio dessa actividade a um tecto de classe de alvará (valor de obra/ complexidade)

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Um Arquitecto não possa, SOZINHO... acima de Xclasse... PS: Não quer dizer que, não possa ACIMA da classe q estará habilitado, se o fizer em conjunto com um Eng.º Civil, por exemplo.... Que hojer em dia é habitual em obras de gande valor, complexidade... muitas vezes a fiscalização da obra é partilhada até em 3 (Arquitecto/ Eng.º Civil/ Eng.º Electrotécnico)

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Claro q Tem restrições, Construtor civil diplomado/ ATAE (CAP IV), terá competências até classe 3 ou 4... não me lembro.

Condutor de obra/ construtor (CAP II), penso que, tem apenas capacidade técnica para classe 1.

O arquitecto terá até classe 5...
(a minha opinião PESSOAL, classe 3 seria o limite para arquitecto, sem formação complementar em gestão da construção e/ ou curriculum relevante na industria da construção - experiência na área de Produção)

Mais info no portal do InCi AQUI

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  • 7 months later...

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