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CARTAZ

AMANHÃ

- PALCO SAGRES MINI

OiOai (18h00)

Loto (19h00),

Unkle Bob (20h20),

The Rakes (21h50),

The Sounds (23h25),

Shantel & Bucovina Club Orkestar (01h50)

-PALCO OPTIMUS

The Used (18h30),

Blasted Mechanism (20h00),

Linkin Park (21h40),

Pearl Jam (23h40)

SÁBADO

- PALCO SAGRES MINI

Dapunksportif (18h00),

Plastica (19h00),

Capitão Fantasma (20h10),

The Dead’s 60 (21h20),

The Go! Team (23h00),

Dezperados (01h50)

- PALCO OPTIMUS

Triângulo de Amor Bizarro (18h30),

Balla (20h00), White Stripes (21h40),

Smashing Pumpkins (23h45)

DOMINGO

-PALCO SAGRES MINI

Tora Tora Big Band (18h00),

Nigga Poison (19h00),

Vicious Five (20h10),

Wraygunn (21h30),

The (International)

Noise Conspiracy (22h50),

Buraca Som Sistema (00h30)

- PALCO OPTIMUS

Sam the Kid (18h30),

Matisyahu (19h35),

Da Weasel (21h15),

Beastie Boys (23h00)


Presos por cordas, sem vertigens e com condições de “segurança máxima”, como garante o mentor do projecto desenhado pelo atelier de arquitectos Kaputt, os artistas vão mostrar uma “interpretação diferente da natureza urbana”. Por outras palavras, as de Juan Carmona, responsável artístico do Reciclarte, esta “é uma intervenção sobre a forma como os homens criam e mudam a cidade”, sem esquecer as preocupações com o ambiente, mas deixando de lado os habituais tons de verde que, de forma tão óbvia, costumam traduzir as preocupações ecológicas.

Dias depois do Dia Mundial do Ambiente (5 de Junho), a consciência ambiental está concentrada nesta estrutura que, tal como o nome indica (Reciclarte), assenta em forma orgânicas e materiais recicláveis alternativos. Resina biológica, fibra de vidro e uma estrutura metálica de 30 toneladas são a base de um projecto ‘work in progress’ que juntará dez artistas – entre os quais os conceituados londrinos rAndom international, Mark Jenkins (Washington) e os portugueses Dr. Kusca e João-Target, entre outros –, em volta de um mesmo conceito.

“Cada artista terá uma face da estrutura para trabalhar ao longo dos três dias”, antecipa Juan Carmona. A expressão artística é livre mas, naturalmente, não se alienará dos trunfos de cada um dos convidados. Graffitis de luz, stencils e colagem de composições impressas, vale tudo – desde que os materiais sejam amigos do ambiente.

A estrutura já está montada e aguarda ansiosa a criatividade dos convidados. Uma forma original de mostrar arte que promete chamar a atenção dos amantes do rock que por ali vão passar, em três dias de muita música à beira Tejo, no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras. Cerca de 100 mil pessoas são esperadas no recinto, que ocupa o equivalente a sete campos de futebol (ver mapa), e esta mega-instalação, seguramente, não passará despercebida. E a cada novo dia, vai ganhando nova alma.


in correio da manhã


www.oeirasalive.com

alguém vai?
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Eu não vou. Não gosto de quase nenhum grupo e não aprecio muito este género de festivais, apesar de perceber que muita gente gosta.
o único que gostaria de ver era o Sam the Kid.



Se o unico q ias ver era o sam the kid percebo bem que nao aprecies este "género de festivais" :)
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tive imensa pena de não ter ido...mas não conseguia mesmo! vi pearl jam no pavilhão atlantico e foi unico! ve-los de novo seria perfeito...mas pronto! loto, blasted mechanism, dezperados (dão sempre grande som!!) e smashing seriam os que mais gostaria de poder ver/rever. buraca som sistema vi uma vez no arraial do ist e embora confesse que me fez mexer (alcool?!) não recomendaria!...lol :)

margarida duarte

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