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Arquitectura.pt


Aluno cria casa ecológica com tijolos de papel


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Introduction

Papercrete is essentially a type of industrial strength paper maché made with paper and cardboard, sand and portland cement. The concept is quite simple -- you build a mixer (essentially a huge kitchen blender), mix the dry ingredients with water to form a slurry, cast the slurry into blocks or panels, and let it dry. When it hardens up, papercrete is lightweight (it's 80 percent air), an excellent insulator (R 2.8 per inch), holds its shape even when wet, and is remarkably strong (compressive strength of 260 psi). And, since it contains paper fibers, it has considerable tensile strength as well as compressive strength. Papercrete is a remarkable building material, and is remarkably inexpensive, since all the ingredients (except for the cement) are free or nearly free.

(...)

What we found, when we first visited City of the Sun in March of 1998, was a couple of experimental builders -- Mike McCain and Sean Sands -- who were more than happy to show us what they were doing. We were impressed. These guys weren't just talking theory, they were building real houses out of paper. Sean's little 300-square-foot guest cottage was almost complete, and Mike had completed the walls for the circular, 1000-square-foot house that he was building. When they told us how much the materials for the houses were costing them -- less than $1.00 a square foot -- we knew that they were doing important work that deserved to be broadcast at a national level. And so Earth Quarterly was born.
Papercrete was originally patented back in 1928, but it was too cheap and simple to be profitably marketed at that time, so it fell by the wayside until recently. It has been independently rediscovered by several experimenters, beginning in 1983. It's so new that people haven't even settled on a name for it yet. Mike McCain calls it fibrous cement. Eric Patterson, who independently discovered it in 1990, calls it padobe. Other people call it papercrete. This is the name I eventually settled on, since this is the most "user friendly" name to my ears.
Laura and I visited City of the Sun twice more during the spring of 1998, and I wrote a long article about papercrete which appeared in Earth Quarterly #1, our special "Paper House Issue." During the summer of 1998, Laura and I built our own papercrete mixer, and started work on Earth Quarterly's papercrete office. After mixing up dozens of mixer loads of slurry, we realized how ridiculously simple the process really is -- it's very similar to working with concrete, except that papercrete is much less heavy, and is much easier to work with. During the summer we also visited Eric Patterson, the granddaddy of active papercrete pioneers, and learned a lot from him

Do já referido oikos.com
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Muito honestamente, gostava saber se algum dos intervenientes conhece alguém que tenha criado um "grão de areia" original. God?Maybe! Entendo ser de louvar a iniciativa do nosso caro colega, uma vez que despertou toda a plateia e os media para a sustentabilidade na arquitectura. Porque até podemos saber do assunto, mas ainda não paramos completamente pra pensar. Haja bom senso pra reconhecer pelo menos isto. Só não concordo com o "ornamento do território"...:) epah!Mete-me mta impressão ler alguns comentários tão mesquinhos...

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Penso que será dificil para o Guy Arnaud dar-nos boas explicações depois de ter lido tudo aquilo que foi dito sobre o seu projecto neste tópico. Se, mesmo sem explicações, houve quem conseguisse optar pela crítica, então as explicações servirão para o quÊ?

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Penso que será dificil para o Guy Arnaud dar-nos boas explicações depois de ter lido tudo aquilo que foi dito sobre o seu projecto neste tópico. Se, mesmo sem explicações, houve quem conseguisse optar pela crítica, então as explicações servirão para o quÊ?



para rebater as críticas..

será que faltam argumentos? ou quem sabe tempo? gostaria muito de saber mais sobre o projeto, só isso.
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é da faculdade de arquitectura da universidade lusíada de famalicão

(..)



Que é que tens contra a Universidade Lusíada de Famalicão? (gostava que me respondesses com a categoria de um aluno da lusiada do Porto, se não te importares, e se for possível.):)

ass: um recente ex aluno da Faculdade de Arquitectura e Artes da Fundação Minerva, Vila Nova de Famalicão
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Que é que tens contra a Universidade Lusíada de Famalicão? (gostava que me respondesses com a categoria de um aluno da lusiada do Porto, se não te importares, e se for possível.):)

ass: um recente ex aluno da Faculdade de Arquitectura e Artes da Fundação Minerva, Vila Nova de Famalicão




não tenho nada contra a universidade lusíada de famalicão. só retifiquei o que disse porque o Rui Rodrigues veio ter comigo em MP a dizer-me o seguinte: "o tipo n é da lusiada de famalicao pois eu ando lá e estive a investigar isso hoje" o que pelos vistos vai contra o site da própria universidade de famalicão e o JN.... (dai também as minhas reticências)

uma vez que nunca estive na mesma, apenas te posso falar do que ouço no porto, de colegas e professores, assim sendo cá vai:
1º tenho colegas que vão para famalicão porque alegam ser mais fácil e o que é certo é que tiram melhores notas do que anteriormente no porto (sera o ensino melhor?será menos exigente?)
2º perguntei à minha professora de projecto se tinha ouvido falar da "descoberta" do nosso colega, ao que ela responde: "pois eu até fiquei surpreendida por ser de famalicão...de lá nunca vem nada de bom"
3º o meu professor regente de projecto é professor em famalicão também....e a popularidade dele não é das melhores... (o que deixa a pensar sobre o "leque" de professores que existe, se bem que não é por um prof que se ve o resto)

por outro lado, também ouço dizer que são muito menos alunos, e por isso o ambiente é mais familiar, dai a relação professor - aluno ser facilitada e o proprio ambiente da faculdade ser mais saudavel....

portanto, como ves, o que sei, é o que ouço dizer....diz o povo que, onde há fumo há fogo...mas também o mesmo refere que quem conta um conto, acrescenta um ponto...

diz-me tu o que achas :s

margarida duarte

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Boas, sou também aluno do 2º ano de arquitectura da universidade lusíada de famalicão e os conhecimentos que são utilizados nesta técnica construtiva, na sua maioria, não foram transmitidos pela universidade, mas são o resultado da pesquisa do referido colega que não tem sido assiduo ao curso. Questões que a professora de materiais de construção já esclareceu com a comunicação social.

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não tenho nada contra a universidade lusíada de famalicão. só retifiquei o que disse porque o Rui Rodrigues veio ter comigo em MP a dizer-me o seguinte: "o tipo n é da lusiada de famalicao pois eu ando lá e estive a investigar isso hoje" o que pelos vistos vai contra o site da própria universidade de famalicão e o JN.... (dai também as minhas reticências)

uma vez que nunca estive na mesma, apenas te posso falar do que ouço no porto, de colegas e professores, assim sendo cá vai:
1º tenho colegas que vão para famalicão porque alegam ser mais fácil e o que é certo é que tiram melhores notas do que anteriormente no porto (sera o ensino melhor?será menos exigente?)
2º perguntei à minha professora de projecto se tinha ouvido falar da "descoberta" do nosso colega, ao que ela responde: "pois eu até fiquei surpreendida por ser de famalicão...de lá nunca vem nada de bom"
3º o meu professor regente de projecto é professor em famalicão também....e a popularidade dele não é das melhores... (o que deixa a pensar sobre o "leque" de professores que existe, se bem que não é por um prof que se ve o resto)

por outro lado, também ouço dizer que são muito menos alunos, e por isso o ambiente é mais familiar, dai a relação professor - aluno ser facilitada e o proprio ambiente da faculdade ser mais saudavel....

portanto, como ves, o que sei, é o que ouço dizer....diz o povo que, onde há fumo há fogo...mas também o mesmo refere que quem conta um conto, acrescenta um ponto...

diz-me tu o que achas :)




Por respeito aos teus colegas da Universidade Lusiada do Porto não vou comentar esse tipo de preconceito, que em tudo reflecte pobreza de espirito da tua parte. Adorava que t transferisses para Famalicão só pra te calar. Mais um aparte: não conheço um único colega teu do Porto que tenha vindo para Famalicão e feito um percurso académico brilhante. Quanto ao ambiente familiar: mto mais produtivo aprender com quem sabe do que ser avaliado por alguém que nunca falou c o aluno convenientemente.No further questions!
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Por respeito aos teus colegas da Universidade Lusiada do Porto não vou comentar esse tipo de preconceito, que em tudo reflecte pobreza de espirito da tua parte. Adorava que t transferisses para Famalicão só pra te calar. Mais um aparte: não conheço um único colega teu do Porto que tenha vindo para Famalicão e feito um percurso académico brilhante. Quanto ao ambiente familiar: mto mais produtivo aprender com quem sabe do que ser avaliado por alguém que nunca falou c o aluno convenientemente.No further questions!


Pd_M2: Ao perguntares a opinião da mondrian sobre o curso de Famalicão, sabias que ias ouvir opiniões adversas e por vezes deturpadas da realidade ... certamente também já ouviste coisas menos boas da Faculdade lusíada do Porto e de outras...

Em todas as faculdades há alunos bons e outros menos bons... uns puxam os outros se houver comunicação e troca de conhecimentos entre os mesmos... ao que parece, o colega é pouco assíduo...

PS: Dos que andam na Lusíada de Famalicão, o que têm a dizer do mediatismo do projecto?

:)
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Isso terá de ser o próprio Guy Arnaud responder a essa pergunta, não posso responder por ele. Estou bastante curioso por ler as suas palavras, até pq gostava de poder conceber uma habitação ecologicamente amiga do ambiente financeiramente suportável para os meus clientes.

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Desculpem a ausência , mas como calculam ando muito atarefado ...Vi hoje o que andam a escrever, fico muito contente pelo interesse mostrado por todos, mesmo o dos mais sépticos e desconfiados.
Gostava que o debate fosse mais maturo e profissional , menos infantil e "bairrista".
Inovação?... Estamos a brincar? Além das soluções de arquitectura serem uma novidade , o conjunto em si e a reunião dos seus elementos é uma invenção minha. Também a estrutura interna , a forma , a função ,metodologia e o propósito da filosofia no seu conjunto, a meu ver é original. Espero que a autenticidade seja reposta .e gostava fazer ver aos colegas , que estou a desenvolver outro tipo e forma de betão leve a que chamo ecobloco , isto só foi possível devido aos estudos que adquiri em Arquitectura e sobretudo nas áreas das artes plásticas, design de produção e grafico, hidrologia e termo dinâmica .
O eco bloco constituído pelo betão leve, é ecologico devido á pouca energia necessária para a produção e as suas performances térmicas, tem uma resistência á compressão de 140kg/cm2 o seu lambda =0,0079 w/ mk classificado m-0 m-1 resistência ao fogo.Não perde a forma em contacto com a agua .O custo é muito reduzido , depende do acabamento pretendido.Estou neste momento a criar sistemas de aquecimento reciclado,cabines de duche com reciclagem de agua e outros componentes e formatos para o ecobloco Ja temos desenvolvido o super ecobloco , que é um bloco construtivo, que funciona com um sistema de encaixes (tipo lego).Também o processo de fabrico esta todo definido e estruturado , tenciono fabricar ainda este ano , industrialmente .
Assim podemos "olhar para a lua" e não para o dedo do sábio como disse Confucius .
Este material não existe numa escala industrial ,consegui com que o processo entrasse em marcha e em breve vamos poder adoptar este material inovador e revolucionário.
Volto a fazer um convite a todos os maquinistas ( arquitectos, engenheiros, designers) que se juntem a mim nesta luta e contribuam para o projecto "aldeia da liberdade ", consiste na criação de um aldeamento turístico, artístico e ecológico contra a desertificação . O projecto visa a edificação artística de forma a criar uma atracção turística. O projecto tem 2 limites , altura do edifício e a sua área de resto é completamente livre.
Se existir algem com vontade de participar contacte -me (para mais info) ou que queira fazer alguma pergunta, que possa esclarecer, escreva para o meu email guy.arnaud@yahoo.fr

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Bem Guy, estou a ver que tu e aqueles que te acompanham neste processo, não param, o que é bom de ouvir... Aquilo que questiono, até porque ainda ontem vi mais uma reportagem sobre o já famoso tijolo, onde se mostravam novamente algumas das imagens do video, é a concretização arquitectónica do projecto... Bem sei que a informação a esse nível é muito pouca, afinal a informação vinculada recai apenas sobre os aspectos técnicos, e é esse vazio que me leva a pôr em causa a solução arquitectónica, que honestamente me parece algo contraditória quando pensamos na grande evolução tecnológica que estes materiais podem trazer, comparada com a parca inovação a nível formal... Quando pela primeira vez ouvi falar dessa vontade de fazer aquilo que chamas de "aldeia da liberdade", senti alguma curiosidade em saber mais sobre o projecto. Peço por isso que disponhas de alguma informação sobre o empreendimento, nomeadamente quais os moldes de acção dos potenciais interessados...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Além das soluções de arquitectura serem uma novidade , o conjunto em si e a reunião dos seus elementos é uma invenção minha. Também a estrutura interna , a forma , a função ,metodologia e o propósito da filosofia no seu conjunto, a meu ver é original. Espero que a autenticidade seja reposta



nos mostre, por favor... :)

http://www.liveleak.com/view?i=5c5_1175927919

uhm...
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Note-se que a tensão de ruptura apresentada, é a tensão de ruptura de um qualquer tijolo maçiço cerâmico normal +/- 17Mpa = 17000000N/m² = 1700000Kg/m² = 17000Kg/dm² = 170Kg/cm², por outras palavras tudo o que seja classe de betão B20 (20Mpa) para cima tem superior resistência. Normalmente B25 estruturas normais de betão e aço, e B30 para pré-esforço...

Não estou séptico! ("do Lat. septicu < Gr. septikós) adjectivo, que causa putrefacção ou contém germes patológicos") Além disso, o projecto que vi, era formalmente uma autêntica banalidade, subtraído de qualquer originalidade. E cof, cofff, se isso fosse inveja, coitadinhos de nós...

Caro Guy Arnaud, deixe de olhar para a Lua!!

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