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João Lúcio Lopes e Carlos LameiroForam os arquitectos.


Este é o texto que concebi para a apresentação do tema:


Depois de um arranque promissor a nível ferroviário, em Portugal assistiu-se a um declínio progressivo deste meio de transporte devido a imensas transformações a nível urbano e viário que impuseram a transferência de investimento para outros, nomeadamente o rodoviário.
No entanto tem-se observado nos últimos tempos uma revitalização dos meios de transporte nacionais, tendência internacional materializada por elementos como a Estação do Oriente ou pela travessia do Tejo no eixo Norte/Sul.
É no processo de modernização deste eixo que se insere a intervenção da Estação ferroviária de Aveiro, a qual ganha ainda mais impacto à luz das recentes notícias relativas à implementação do “TGV” em Portugal na ligação Lisboa/Vigo, tendo sido anunciadas quatro paragens entre Lisboa e Porto – Ota, Leiria, Coimbra e Aveiro.
Ao dotar a cidade com uma nova estação contemplaram-se diversas intervenções urbanísticas que tentam resolver típicos problemas causados no tecido urbano através do seu atravessamento por linhas-férreas. Uma dessas intervenções foi a construção de uma passagem inferior rodoviária enquanto que as outras se propiciaram pela atribuição de uma centralidade em torno da estação enquanto peça arquitectónica e via pedonal entre os lados nascente e poente concretizada por uma passagem inferior pedonal integrada no edifício, pela reabilitação do tecido urbano a ponte (mais consolidado) e pela criação de um interface rodo/ferroviário a nascente.
As condicionantes da intervenção compreenderam diversas situações: a articulação das valências de exploração de via (alta velocidade, suburbano e metro ligeiro de superfície); atravessamento urbano diurno/nocturno; os usos próprios de uma estação; aspectos construtivos relativos à abundância de níveis freáticos; e a compatibilização com o antigo edifício da estação e a sua ligação à cidade.
Por definição arquitectónica, o edifício compreende a organização de espaços, os quais são todos de passagem, estando dotado de quatro entradas cruzadas – duas entradas tanto a ponte como a nascente quanto ao posicionamento, e duas entradas tanto a norte como a sul quanto à orientação.

Baseado num artigo da arquitectura ibérica 9 – “infraestruturas”, Julho/Agosto 2005.
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Se tentares contactar com o Professor João Lúcio Lopes da FAUTL, penso que te ajudará. É bastante acessível! O Arquitecto Carlos Lameiro também é Professor na FAULT. São as pessoas mais indicadas para te ajudarem! Boa Sorte

  • 4 weeks later...

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