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Estoril | Novo Hotel Estoril Sol | Gonçalo Byrne

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A mim não me deixa qualquer dúvida: é claramente inferior ao que lá estava e é mais um edifício de habitação colectiva de pseudo luxo, para ter apartamentos a serem vendidos por milhões de euros. Deve ser uma coisa relacionada com a crise que se vive em Portugal, este pequeno país da América Latina.......

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Durante muito tempo tive esperança que este projecto não fosse para a frente... Mas agora com o início das obras, já não há volta a dar-lhe. :foto: Contínuo a ser da opinião de que mau por mau, preferia o que lá estava antes. Parece que sempre que vejo um destes "projectos inovadores e únicos" que acho desadequados são feitos e quando vejo uns que gosto eventualmente dão-lhe com os pés (como o Topografia do terror do Zumthor).:\ Quando estiver pronto vou lá dar um salto, pode ser que assim me convença... não tenho grandes esperanças disso mas... Daqui a 20 anos (se o edificio sobreviver tanto tempo) veremos o que é que vale, na realidade.

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Relativamente a este projecto, acho que é terrível. Durante muito tempo falou-se da monstruosidade que era o antigo Estoril Sol e agora estamos perante um monstro 3 vezes maior, não acredito que se enquadre na restante paisagem e é, como já alguém aqui disse, um pseudo-luxo para novos ricos que dão milhares de euros por m2. Mal por mal, mesmo não sendo nem um bocadinho parecido, preferiria dar 3 milhões de euros por um apartamento de 460m2 com vista para o Campo Pequeno. Se os tivesse, claro.

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Estoril Sol: Novo edfifício pronto em 2010 com apartamentos quase todos vendidos

Cascais, 01 Abr (Lusa) - Dois anos depois da demolição do Hotel Estoril-Sol, o edifício habitacional construído no local começa a ganhar forma e deverá estar pronto em 2010, sendo que mais de 90 por cento dos apartamentos estão vendidos.

Lusa

11:26 Quarta-feira, 1 de Abr de 2009

Cascais, 01 Abr (Lusa) - Dois anos depois da demolição do Hotel Estoril-Sol, o edifício habitacional construído no local começa a ganhar forma e deverá estar pronto em 2010, sendo que mais de 90 por cento dos apartamentos estão vendidos.

A cerca de um ano do "Estoril Sol Residence" estar concluído, fonte da empresa revelou à Agência Lusa que 92 por cento dos apartamentos já foram vendidos, sendo que os compradores dividem-se em estrangeiros e portugueses.

"Os mais caros foram os primeiros a ser vendidos, com um preço médio de 3 milhões de euros", esclareceu a mesma fonte, explicando que por vender estão os mais baratos, cujo preço rondará os 900 mil euros.

No entanto, ainda antes da obra arrancar já cerca de 65 por cento dos apartamentos haviam sido vendidos e nessa ocasião, o apartamento mais caro, de 3,7 milhões de euros, também já tinha sido comprado.

A obra, iniciada em finais de 2008, deverá estar concluída no início de 2010, cumprindo os prazos determinados aquando da aprovação do projecto.

O encarregado da empresa gestora do projecto e da obra, Jorge Paixão, garantiu à Lusa que "os objectivos iniciais não foram alterados e no primeiro semestre de 2010 o edifício estará concluído".

O responsável informou que a obra teve um atraso de dois meses, "devido a problemas com a água nas fundações", mas apesar disso "o tempo já foi recuperado na estrutura".

"Estamos a conseguir cumprir os prazos previstos no início, o jardim das traseiras já está feito e a ponte superior de ligação das duas torres será construída em Maio", disse Jorge Paixão, sublinhando que neste momento está a ser construído o andar modelo, numa obra que conta com cerca de 300 trabalhadores.

O "Estoril Sol Residence", projectado pelo arquitecto Gonçalo Byrne, começou a ser construído em inícios de 2008 em torno de várias polémicas, entre as quais a questão ambiental.

Um anos depois, a presidente do Grupo Ecológico de Cascais (GEC), Paula Mascarenhas, disse à Lusa que "o ideal seria não ter sido contruído nada, possibilitando a existência de um contínuo verde naquela zona".

"Quando o plano foi aprovado mostrámos o nosso descontentamento e o vereador garantiu que seriam tomadas medidas para preservar o Parque de Palmela e aumentar a sua área", disse Paula Mascarenhas.

"Cá estaremos para avaliar o que foi ou não cumprido no processo", acrescentou.

Por seu turno, o vice-presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, salientou que "nada leva a crer que essas medidas não sejam tomadas".

"O que acho estranho é que não tenham demonstrado tanta preocupação, antes deste plano de pormenor ter sido aprovado", acrescentou o também vereador, responsável pelo Urbanismo, referindo-se à posição do GEC em relação ao Parque de Palmela, uma das áreas mais afectadas por esta construção.

O novo edifício, maioritariamente habitacional, é ainda alvo de desaprovação por parte da dirigente da GEC devido à "mudança do uso colectivo para o individual".

"Ao menos o hotel empregava muita gente e era procurado pelos turistas", referiu Paula Mascarenhas, sublinhando que o antigo hotel era uma "mais valia social e económica" e que o novo edifício "não tem aspectos positivos".

A esta questão, Carlos Carreiras respondeu que "o hotel não estava operacional e não tinha condições", adiantando que "existem vários projectos em curso para a construção de mais hotéis que reunem mais camas e em melhores condições".

O novo empreendimento resulta de um Plano de Pormenor para a Reestruturação Urbanística dos Terrenos do Hotel Estoril-Sol, aprovado pela Câmara Municipal de Cascais em 2006.

O "Estoril Sol Residence", composto por 111 apartamentos habitacionais, contempla três torres de vidro ligadas entre si por um bloco em forma de ponte, numa altura máxima de 60 metros e num total de 15 pisos a contar do solo, sendo que o piso zero, ao nível da Avenida Marginal, é destinado a escritórios e serviços.

Um parque de estacionamento com um total de 511 lugares todos em subsolo e a construção de um novo túnel de acesso ao Parque Palmela e ao paredão, são também características do novo edifício.

MZM/PJA.

in http://aeiou.expresso.pt/estoril-sol-novo-edfificio-pronto-em-2010-com-apartamentos-quase-todos-vendidos=f506504

Lusa/fim

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http://img7.imageshack.us/img7/8999/51209143.jpg http://img200.imageshack.us/img200/2316/97774662.jpg http://img200.imageshack.us/img200/7526/95956136.jpg http://img30.imageshack.us/img30/7906/88806999.jpg http://img7.imageshack.us/img7/927/34863024.jpg http://img143.imageshack.us/img143/9075/46240833.jpg Fotografias de Luís Raposo Alves

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todo o mundo preocupado apenas com as questões energéticas....compreendo...
mas as plantas falam por si....até os gato fedorento reparam...



pela fraca qualidade de montagem e de imagem, duvido que tenham sido os próprios gatos a fazer o cartaz... :\

margarida duarte

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O projecto é muito mau, não consigo compreender como foi possivel substituir o hotel antigo por este conjunto, que tanto poderia estar ali como no Dubai! Será que o Byrne sabia o que os colaboradores estavam a fazer no atelier!:)B)

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Perenidade nos edifícios é coisa do passado, aliás, a própria palavra "perenidade" já parece inútil nesta era... a única coisa onde existe "perenidade" é na dita crise, seja ela onde for, seja qual for a causa, a crise é perene, a causa é diversa! O edifício do Byrne vai durar uma vintena e meia de anos (espero que dure mais) e ter o mesmo destino fatídico do antigo... reciclar para dar dinheiros aos projectistas e ao mercado de construção, de preferência em simultâneo com uma bandeira elitoral. Cada vez mais é assim, já nada é perene, tudo é planeado para ser alterado/readaptado ao fim de uns anos. Neste caso, acho que nem é uma situação de período de obsolescência.

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Estoril Sol
Novo edifício concluído, estética continua a suscitar críticas
21 | 06 | 2010 09.44H

Três anos depois da demolição do Hotel Estoril-Sol, em Cascais, o complexo habitacional construído no local está pronto a receber os novos residente, embora persistam as críticas em torno da arquitectura do edifício.
Destak/Lusa | destak@destak.pt

João Torres, morador no Monte Estoril, contou à agência Lusa que assim que viu o projecto do edifício, ainda antes de estar construído, percebeu que seria “uma coisa horrível”.

“Como é que é possível alguém ter desenhado aquilo. É um mamarracho que ali está mesmo à entrada de Cascais”, disse o morador.

Também Maria Amélia Carvalho, que passa diariamente na Marginal para ir para o trabalho, não fica indiferente a “tamanha aberração”.

“Eu até admito que os apartamentos por dentro sejam lindos e que para quem lá vá morar seja maravilhoso ter uma vista sobre o mar, mas quem vê de fora e estava habituado ao antigo hotel, não pode deixar de ficar descontente com este edifício”, frisou Maria Amélia.

“É impossível gostar disto. Está construído sobre a Marginal e tira visibilidade à maravilhosa paisagem para Cascais”, acrescentou outro automobilista da zona.

Já Nuno Santos, morador no Estoril, lembra o “bloco branco e velho do antigo hotel Estoril Sol”.

“Ao menos quando avistamos o edifício da Baía de Cascais é mais bonito do que o antigo, que era um bloco branco e velho. Este ao menos contrasta com o mar. Na minha opinião este edifício é mais bonito que o antigo hotel que já estava a dar uma péssima imagem a Cascais”, disse.

O "Estoril Sol Residence", projectado pelo arquitecto Gonçalo Byrne, começou a ser construído no início de 2008, envolto várias polémicas, entre as quais a questão ambiental.

Agora que o edifício está concluído, a presidente do Grupo Ecológico de Cascais (GEC), Paula Mascarenhas, disse à Lusa que "o ideal seria não ter sido construído nada, possibilitando a existência de um contínuo verde naquela zona".

“Claro que arquitectonicamente aquilo é horrível, mas não é o único problema, uma vez que o antigo edifício era um equipamento colectivo que contribuía para o turismo e economia nacional, que foi substituído por um equipamento privado que não traz mais valias nenhumas ao país”, afirmou a responsável.

Paula Mascarenhas lembrou ainda que quando o plano do novo edifício foi aprovado, o GEC mostrou o seu descontentamento e a câmara garantiu que seriam tomadas medidas para preservar o Parque de Palmela e aumentar a sua área, coisa que, diz, “até agora ainda não se viu".

Perante os protestos, o presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, disse à agência Lusa não estar disposto a alimentar polémicas.

“É uma questão de gostos. O plano foi aprovado, o edifício está construído e eu não vou alimentar polémicas”, afirmou o autarca.

O novo empreendimento resulta de um Plano de Pormenor para a Reestruturação Urbanística dos Terrenos do Hotel Estoril-Sol, aprovado pela Câmara Municipal de Cascais em 2006.

O "Estoril Sol Residence", composto por 111 apartamentos habitacionais, contempla três torres de vidro ligadas entre si por um bloco em forma de ponte, numa altura máxima de 60 metros e num total de 15 pisos a contar do solo, sendo que o piso zero, ao nível da Avenida Marginal, é destinado a escritórios e serviços.

Um parque de estacionamento com um total de 511 lugares todos em subsolo e a construção de um novo túnel de acesso ao Parque Palmela e ao paredão, fazem parte do projecto.

in http://www.destak.pt/artigo/67512

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Novo edifício concluído, estética continua a suscitar críticas

Três anos depois da demolição do Hotel Estoril-Sol, em Cascais, o complexo habitacional construído no local está pronto a receber os novos residentes, embora persistam as críticas em torno da arquitectura do edifício.

João Torres, morador no Monte Estoril, contou à agência Lusa que assim que viu o projecto do edifício, ainda antes de estar construído, percebeu que seria “uma coisa horrível”.

“Como é que é possível alguém ter desenhado aquilo. É um mamarracho que ali está mesmo à entrada de Cascais”, disse o morador.

Também Maria Amélia Carvalho, que passa diariamente na Marginal para ir para o trabalho, não fica indiferente a “tamanha aberração”.

“Eu até admito que os apartamentos por dentro sejam lindos e que para quem lá vá morar seja maravilhoso ter uma vista sobre o mar, mas quem vê de fora e estava habituado ao antigo hotel, não pode deixar de ficar descontente com este edifício”, frisou Maria Amélia.

“É impossível gostar disto. Está construído sobre a Marginal e tira visibilidade à maravilhosa paisagem para Cascais”, acrescentou outro automobilista da zona.

Já Nuno Santos, morador no Estoril, lembra o “bloco branco e velho do antigo hotel Estoril Sol”.

“Ao menos quando avistamos o edifício da Baía de Cascais é mais bonito do que o antigo, que era um bloco branco e velho. Este ao menos contrasta com o mar. Na minha opinião este edifício é mais bonito que o antigo hotel que já estava a dar uma péssima imagem a Cascais”, disse.

O "Estoril Sol Residence", projectado pelo arquitecto Gonçalo Byrne, começou a ser construído no início de 2008, envolto várias polémicas, entre as quais a questão ambiental.

Agora que o edifício está concluído, a presidente do Grupo Ecológico de Cascais (GEC), Paula Mascarenhas, disse à Lusa que "o ideal seria não ter sido construído nada, possibilitando a existência de um contínuo verde naquela zona".

“Claro que arquitectonicamente aquilo é horrível, mas não é o único problema, uma vez que o antigo edifício era um equipamento colectivo que contribuía para o turismo e economia nacional, que foi substituído por um equipamento privado que não traz mais valias nenhumas ao país”, afirmou a responsável.

Paula Mascarenhas lembrou ainda que quando o plano do novo edifício foi aprovado, o GEC mostrou o seu descontentamento e a câmara garantiu que seriam tomadas medidas para preservar o Parque de Palmela e aumentar a sua área, coisa que, diz, “até agora ainda não se viu".

Perante os protestos, o presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, disse à agência Lusa não estar disposto a alimentar polémicas.

“É uma questão de gostos. O plano foi aprovado, o edifício está construído e eu não vou alimentar polémicas”, afirmou o autarca.

O novo empreendimento resulta de um Plano de Pormenor para a Reestruturação Urbanística dos Terrenos do Hotel Estoril-Sol, aprovado pela Câmara Municipal de Cascais em 2006.

O "Estoril Sol Residence", composto por 111 apartamentos habitacionais, contempla três torres de vidro ligadas entre si por um bloco em forma de ponte, numa altura máxima de 60 metros e num total de 15 pisos a contar do solo, sendo que o piso zero, ao nível da Avenida Marginal, é destinado a escritórios e serviços.

Um parque de estacionamento com um total de 511 lugares todos em subsolo e a construção de um novo túnel de acesso ao Parque Palmela e ao paredão, fazem parte do projecto.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/67512

via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=208090&page=3

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A última foto então espelha (reflexo do vidro....), a "coisa" (o quarteto fantástico, que me perdoe.) que se tornou aquela É..di..FiCação (cação que dá uma bela sopinha, por sinal)! estou sem palavras! esperava mais do sôr byrne. E como diziam os Monty Phyton,...ninguém esperava a inquisição espanhola (em inglês tá claro).:p

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