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Carreço, Viana do Castelo, Portugal | Moradia Unifamiliar | Nuno Grande + Pedro Gadanho


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Casa en Carreço, Viana do Castelo (Portugal), obra de los arquitectos portugueses Nuno Grande + Pedro Gadanho. Un gran voladizo de ocho metros, que constituye una gran terraza suspendida sobre el jardín, proyecta en horizontal el cubo de dos plantas impuesto por el programa y las limitaciones reglamentarias. El volumen resultante, horizontal y ligero, armoniza con la suave pendiente hacia el mar.... [Arkinetia]

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  • 1 year later...

Essa casa, no comments! Que confusão vai naquela casa, balanços de oito metros, "palinhas de sombreamento em madeira", muito mal dimensionadas, "monóculos", varandas sem guardas é de artista. A procura daquela imagem do alçado nascente é "fantastica" O que faz confusão é que foi publicada numa série de revistas como sendo um bom projecto de arquitectura, mas que dia......mental. Tanto quer que lhe retirou os olhos.

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A obra só foi publicada pela influência (tipo lapa) do Nuno Grande. O lobby da Ordem de que ele faz parte - por exemplo as publicações e exposições de arquitectura - fazem o resto. Porque eu conheço a obra, não cumpre a legislação (só para alguns) em vigor na data do licenciamento, não é funcional ( a sala meu deus!) tem custos de manutenção elevados, e o efeito de clausura numa casa semi suspensa é uma verdadeira contradição, não se percebe o conceito, e mais num dos quartos quase não cabe uma cama de solteiro!

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Essa suposta "varanda" prevista pelo arquitecto sem guarda, actualmente tem lá um elemento que não consegui identificar a fazer o papel de guarda ou protecção.
Ora aqui está mais um exemplo, são as próprias pessoas que adaptam o espaço conforme as suas necessidades ou as circunstâncias exigem. Provavelmente terão filhos menores ou então não consigo perceber a razão de o terem feito. Esta é a forma mais cómoda de corrigir uma lacuna de projecto.

Depois das objectivas fotografarem a obra para aparecer nas mais diversas publicações, chega o momento de o próprio cliente adulterar o espaço para se sentir minimamente confortável e seguro.

Sinceramente gostava de conhecer o interior da casa actualmente para ver como as pessoas fazem a apropriação e organização do espaço.
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Ha uma coisa que eu considero negativa nas fotografias de Fernando Guerra. Eh a pretenciosa encenacao duma suposta arquitectura imaginaria que existe na cabeca de quem projectou. Eles vao tirar fotografias um dia antes de elas serem habitadas. Antes de serem "destruidas" pelos habitantes. E depois existe muito photoshop nestas fotos... ha uma certa falsidade nestas fotografias. Eh sempre bom saber como estao as obras de arquitectura depois de 3 anos, 5, 10 anos...

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JVS, é curioso que fales disso, porque também sempre foi essa a minha opinião e a minhas questões quanto à fotografia na arquitectura. Pessoalmente pretendo fazer um registo ao longo dos anos em relação aos meus projectos construídos. Quase como um estudo de apropriação por parte dos habitantes e perceber como eles vivem os espaços.

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Ver gente a criticar o Nuno Grande como elemento integrante do tal loby na ordem, um tipo que pelo menos escreve, intervem, acrescenta algo de novo e investiga, investindo assim o seu tempo naquilo que e' uma causa comum, e' coisa que me deixa bastante surpreendido. Para alem de que a acusacao em si e' extraordinariamente injusta. Mas sempre e' mais facil atacar o tipo que anda por coimbra e so' aparece de quando em vez do que os tubaralhos da capital ou do Porto que podem vir um dia alimentar a mao que hoje nao lhe quer cuspir em antecipacao. Ta' tudo virado do avesso.

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A actual fotografia de arquitectura é mesmo assim, serve para vender o producto, como algo de fantasia... é como a fotografia de moda, tentam dar a imagem de mulheres perfeitas... Quando ás criticas, a vida de arquitecto é mesmo assim, vive das criticas, ora umas são boas, outras são más, é a vida... Pessoalmente, pelas fotografias, não acho que seja um projecto que me agrade, mas é uma opinião baseada nas fotos, agora quanto ao arquitecto, só conheço as entrevistas que já li dele, e aí, acho que tem um discurso interessante...

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Ver gente a criticar o Nuno Grande como elemento integrante do tal loby na ordem, um tipo que pelo menos escreve, intervem, acrescenta algo de novo e investiga, investindo assim o seu tempo naquilo que e' uma causa comum, e' coisa que me deixa bastante surpreendido.
Para alem de que a acusacao em si e' extraordinariamente injusta.
Mas sempre e' mais facil atacar o tipo que anda por coimbra e so' aparece de quando em vez do que os tubaralhos da capital ou do Porto que podem vir um dia alimentar a mao que hoje nao lhe quer cuspir em antecipacao.
Ta' tudo virado do avesso.


Pois está, por isso é que o cazulo que a ordem dos arquitectos se tornou vai continuar desde que estes meninos organizam conferencias, exposições, escolhem os juris dos concursos (em rotatividade) a seu belo prazer, assim como publicar as suas obras na revista JA, e boicotando outros que também têm iniciativa!

Eu sei do que estou a falar!! eh ehehheh
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