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Grandes Arquitectos


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kwhy|, disse, e volto a dizer, isso dos prémios, porque se os ganhas é porque a tua arquitectura, além de reconhecida por quem votou ou te nomeou, foi, antes de mais, reconhecida pelas pessoas. se elas não reconhecerem e valorizarem o teu valor, é obvio que as tuas obras são: ou atentado há arquitectura e, mais ainda, um atentado ao espaço que projectas e onde projectas. é um ciclo vicioso, para o bem e para o mal. por alguma razão o Taveira é (mais)conheçido pela 7ª arte, e o Siza pela beleza dos espaços que projecta...e compara a diferença de prémios que tens? por isso sim, estou, sem rodeios e cócós, a dizer que quero ganhar prémios, quero mudar o panorama, quero aprender com os mestres,a pensar como os mestres, a desenhar como os mestres, e a controlar a luz, o espaço, o contexto e tudo o que possa aprender com os mestres... e, um dia, ultrapassar os mestres.... e sim, antes de tudo, quero "dar-me" ás pessoas com tudo o que posso em cada projecto que consiga construir... penso que isto não é gabar, ou algo assim, é algo que lutas...eu penso assim...se não for eu a sonhar para além do horizonte quem sonhará por mim? e, não é com "titulos" em cima da lareira que vais aprender a ser alguém, é a olhar para eles e perceberes para ti próprio que se faço isto, posso fazer muito mais. é como criar uma escadaria...e o final, não é o pritzker....mas sim a pessoa que passa na rua e nos comprimenta e diz que a obra é fantástica que se sente bem nela e que para aquele espaço, aquele é o projecto indicado.

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Concordo com o que o Pedro disse, creio que ao contrário de outros criadores e artistas doutras épocas, nós actualmente temos a felicidade de ver o nosso talento recompensado em vida... não estou com isto a dizer que todos os bons arquitectos têm a notoriedade que mereciam, mas o que acredito é que de uma forma geral, quando um arquitecto é reconhecido, ganha prémios, ganha respeito, deve-se ao facto de ele ser bom naquilo que faz. E o Siza é bom naquilo que faz, assim como o Souto e outros...

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disseste aí em meia dúzia de linhas umag rande verdade,obvia demais para merecer um post ...tá tudo certo,quem é genial é genial e pronto mas eu defendo uma arquitectura só boa, anónima, simplesmente gajos bons que não precisam de fazer museus e igrejas, gajos que fazem casas melhores, ruas melhores, gajos que se preocupem unicamente em fazer bem, isolar do frio e da chuva, fazer interiores que deixem os utilizadores respirar e que no fim de aplicarem a forma funcional cubram com aquilo que os leigos chamam de beleza e que nos, com medo da palavra e com a mania de um certo intelectualismo,chamamos de espaço e aplicamos um adjectivo elaborado para o qualificar ....o que eu digo é que estamos cheios de génios, sizas, soutos e aires mateus (génios) que são mesmo bons e não fazem a minha casa e a tua, porque se têm de preocupar com projectos maiores ...eu defendo a arquitectura de todos os dias eu defendo uma arquitectura anónima na casa, no prédio, no hall de entrada, no café, na repartição de finanças, na sala de espera do centro de saúde defendo uma boa arquitectura naquilo que até hoje não vem sendo tratado, porque os bons, esses ocupam-se de casas para ricos e museus para o povo não ir .....defendo a boa arquitectura em cada espaço que necessite ser vivido, e defendo os gajos que não querem ser prima-donas dos museus e das igrejas, mas que querem ser só bons e fazer boa arquitectura onde ela é mais precisa ....por isso, tou-ma cagar se vou ser bom, gostava de ser, mas sinceramente, sem paleio de falso humilde, gostava mesmo é de transformar os espaços curriqueiros de todos os dias,a queles que as pessoas precisam de usar em bons espaços ..não é isso que é preciso? não é destes arquitectos que precisamos? os génios já temos, queremos os outros

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mas eu defendo uma arquitectura só boa, anónima,
simplesmente gajos bons que não precisam de fazer museus e igrejas, gajos que fazem casas melhores, ruas melhores


Kwyl, mas não terão os "nossos" grandes nomes, pelo menos alguns deles, começado por aí?...
Não estou a falar destes recentes bons arquitectos, mas dos que já têm muitos anos disto, que começaram a trabalhar numa altura em que a mediatização nem sequer se pode comparar àquela que hoje se vê, daqueles que até podiam ser reconhecidos entre os pares, mas que para o zé povinho não eram ninguém...

Não nos podemos esquecer que para a grande maioria das pessoas o primeiro arquitecto a ser realmente "famoso" foi o Taveira (não pelas melhores razões), e ainda hoje, se andares pelas ruas e perguntares arquitectos que os cidadãos conhecem, muitos refugiar-se-ão no Siza, quanto muito no Souto Moura e no Távora...

Agora destrinçando isto, podemos ver o percurso destes senhores e ver que só o Souto Moura é que teve uma ascenção mais rápida, até porque é substancialmente mais novo do que os outros (o Távora já não está entre nós)...

Com isto quero dizer que também estes senhores, assim como muitos outros referidos neste tópico, começaram por baixo, e só com o reconhecimento da sua capacidade é que conseguiram almejar trabalhos mais importantes... os tais "museus" e as "casas viradas para o rio" de que falas...

Bem sei que nem todos terão a capacidade (influência, sorte, capital) para começar por cima, e nem é isso que será desejavel, porque quanto mais alto se sobe, maior é a queda...
Acredito que, independentemente de ser ou não bom, quem começar por baixo (a maior parte de nós), pelas habitações humildes, pelas pequenas obras, pelos "galinheiros", está a criar a base que o poderá (ou não) levar a vôos mais altos, mas aí é que distinguirá entre os bons e os razoáveis...
Agora o reconhecimento é (quase sempre) uma consequência natural do bom trabalho que se pratica, e com ele virão os trabalhos melhores...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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falaste bem, a tua analise está correcta e só vem correborar com a minha .....O tavora começou por baixo, so quis fazer bem, ás pessoas, boa arquitectura .....O Siza começou no SAAL, na obra social,para as pessoas, por baixo, mau aluno na faculdade, a começar na lápide da familia e na cozinha da avó...depois, uma visão minha,morreu-lhe a mulher, e virou-se de corpo e alma á arquitectura, e só assim, com dedicação, de bom passou a genial, as suas primeiras casas, em matsosinhos, como as de todos são só casas boas para gente comum ....o Niemayer sempre disse que os seus amigos e as suas mulheres estavam primeiro que a (sua) arquitectura Mas a questão é outra toda a gente começa por baixo, verdade demasiado óbvia para ser referida(excepto o Souto de Moura, que com um background monetário pode recusar projectos, filtrando só para aqueles que lhe interessavam) o meu ponto de vista passa por analisar outra questão: nos últimos anos abriram tantas escolas públicas e privadas de arquitectura, o mercado daqui daqui a 5, 6 anos vai estar tão saturado de arquitectos que.... ...imaginem se todos tivessem uma (humilde) consciencia social! imaginem que cada um dos arquitectos que saem dessas faculdades recem criadas (ou das mais antigas e prestigiadas) todos, fossem aquilo de que eu chamo, bons arquitectos ...que houvesse tantos que qualquer, projecto, do mais anónimo ao museu mais prestigiado, necessita-se de um bom arquitecto o que eu venho a defender é que é impossível, com tantos arquitectos que se vão formar a curto prazo, que todos nós tenhamos um percurso, no ambito do programa, que tiveram o Siza, o Souto, o Aires Mateus... ...e assim, tenho vindo a defender, nestes ultimos topics, que com o aumento exponencial de arquitectos a sair das jovens "escolas" de arquitectura, vai haver arquitectos para os pequenos projectos, a casa mais humilde, o prédio, a repartição de finanças, a sala de espera do centro de saúde.. .. ..e a nossa missão,não é almejar o sucesso e os prédios, mas é fazer esses pequenos projectos que até agora, as prima-donas não podiam fazer porque se tinham de preocupar com museus e igrejas vamos só ser bons e não querer ser os génios, porque quando alcansarmos essse ponto não nos lembramos que há alguem a adoecer ainda mais numa sala de espera de um centro de saude,porque o espaço, é feio (não tenho medo de utilizar esta palavra) e não tem luz, nem uma vista interessante..... ....

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Mas a questão é outra
toda a gente começa por baixo, verdade demasiado óbvia para ser referida(excepto o Souto de Moura, que com um background monetário pode recusar projectos, filtrando só para aqueles que lhe interessavam)


Não sei o que tens contra o que intitulas de óbvio, porque se há excepções à regra, não será assim tão óbvio quanto isso... feliz, ou infelizmente, há arquitectos que têm um background (não experiência) que lhes permite começar "a meio da corrida"...

A questão é que a ambição, em doses saudáveis, nunca fez mal a niguém...
É em grande parte a mediatização recente da profissão e a esperança irreal de uma vida fácil que levará tantos jovens a querer seguir arquitectura. O ensino tende a classificar os alunos segundo padrões injustos, levando a quem nem sempre sejam os mais talhados a seguir pela via pública e a que outros, porventura mais vocacionados, sigam pelo ensino privado... o resultado inevitavel são "mangotes" de arquitectos formados todos os anos...
Mas não vejo isso como um problema, porque como o sentido popular diz, não à mal que não dê em fartura, e será o mercado a fazer a selecção natural, o chamado "survival of the fitest"...

Os génios continuaram a ser génios e a emergir naturalmente por entre as hordas de profissionais...
Os bons continuaram a existir e a fazer o seu trabalho...
Os "outros" poderão ter a sorte de "conhecer alguém" e assim sobreviver, caso contrário perder-se-ão pelo caminho...

Nem todos podem ser Sizas, mas não é negativo ter a ambição de um dia lá chegar, não pela fama, não pelo status, mas tão pura e simplesmente pela capacidade de com o seu trabalho chegar ao estatuto de génio...

Uma coisa é almejar atingir o topo pela via do trabalho, querer vingar e superar-se a cada novo projecto, outra é querer atingi-lo apenas para lá estar...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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folgo em saber q no meio de um imenso rebanho arquitectónico q está a ser fabricado no nosso país existem ainda pessoas com consciência do q a arquitectura é! acho este forum um interessante meio de discutir a arquitectura. qt ao tópico na minha opinião durante a história tivemos gds valores na arquitectura - tivemos um discutivel estilo original portugues, o manuelino e outro discutivel estilo portugues o estilo chão, tivemos muitos arquitectos de fora a intervir sabiamente no nosso país como o carlos mardel ou o joão frederico ludovice ourives/arquitecto constructor do convento d mafra, mas nessa história mais remota não acho q tenhamos tido nenhum vulto de valor indiscutivel no panorama da arquitectura mundial a nivel da inovação e originalidade. é só nos seculos 19 e 20 com personagens como raul lino e mais tarde fernando távora q a nossa arquitectura cresce com uma denunciada vontade d ser única e é na minha opinião pelo traço de siza vieira q a nossa arquitectura experimenta pela primeira vez a voz do mundo a aplaudir um arquitecto nosso. posteriormente a essa descoberta pelo mundo de siza a nossa arquitectura foi começando a surgir um interesse crescente pela arquitectura feita em portugal q a meu ver é uma arquitectura honesta, correcta e humana. é por isto q considero alvaro siza o arquitecto q mais valor teve para a arquitectura portuguesa e indiscutivelmente um dos arquitectos q mais contribuiu para a arquitectura mundial.

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sonhador disseste que: "É em grande parte a mediatização recente da profissão e a esperança irreal de uma vida fácil que levará tantos jovens a querer seguir arquitectura". ........não concordo com o termo vida facil, acho que a vida de arquitecto terá de tudo menos de facilitismo. temos de lutar por conseguir projectos, saber "enganar" o cliente, saber esperar, saber gerir o tempo e dinheiro entre cada projecto. em termos de mediatismo, mais vale ir o big brother, mas portugal é assim... para além do mais que o arquitecto portugues não é uma figura mediática..algém conhece o Aires Mateus, o Adalberto Dias?...não...conhecem o Siza pq fez a pala e o Souto pq fez o estádio do Braga "O ensino tende a classificar os alunos segundo padrões injustos, levando a quem nem sempre sejam os mais talhados a seguir pela via pública e a que outros, porventura mais vocacionados, sigam pelo ensino privado... o resultado inevitavel são "mangotes" de arquitectos formados todos os anos..." .....concordo, ainda que contra mim fale, uma vez que estou na melhor faculdade de arquitectura de Portugal e pelo menos de Itália "não à mal que não dê em fartura, e será o mercado a fazer a selecção natural, o chamado "survival of the fitest" ......oxalá que assim seja, mas já viste como funcionam os quinados concursos públicos? já falaste com um arquitecto sobre isso? "Nem todos podem ser Sizas, mas não é negativo ter a ambição de um dia lá chegar, não pela fama, não pelo status, mas tão pura e simplesmente pela capacidade de com o seu trabalho chegar ao estatuto de génio..." ....não achas que há gente a mais a querer ser o Siza e gente a menos a querer ser só bom e depois, quem sabe, chegar a Siza?

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...depos ainda esse mundo..nós ainda estamos na faculdade,eu estou no quinto nem sequer sabia que havia válvulas de uma cena qualquer que já nem sei o nome.. ...ainda estamos a discutir utopia quando se chega ao mundo de trabalho há todo um travamento da criatividade, todos os wanna be Siza que almejam a genealidade e a fama, vem que tem de desenhar válvulas, caixilhos, tectos falsos...começam a perceber que arquitectura é mais do que ideia, que é arte sim, também,mas também é tecnica e fodem-se,porque, primas-donas só queriam ser chefes de atelier, riscar sobre desenhos de outros, dar ideaias, mandar.... ....o que eu chamo de ser só bom passa também,por ser alguém que aceite trabalhar para outrem, quer como fase necessária e útil de aprendizagem , quer como forma de ganhar a vida, porque isto da arquitectura não e uma vida de facilitsmo, de pensar e mandar fazer.....

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sonhador

Sonhador não, dreamer, se não for muito incómodo...

disseste que:
"É em grande parte a mediatização recente da profissão e a esperança irreal de uma vida fácil que levará tantos jovens a querer seguir arquitectura".

........não concordo com o termo vida facil, acho que a vida de arquitecto terá de tudo menos de facilitismo. temos de lutar por conseguir projectos, saber "enganar" o cliente, saber esperar, saber gerir o tempo e dinheiro entre cada projecto.
em termos de mediatismo, mais vale ir o big brother, mas portugal é assim...
para além do mais que o arquitecto portugues não é uma figura mediática..algém conhece o Aires Mateus, o Adalberto Dias?...não...conhecem o Siza pq fez a pala e o Souto pq fez o estádio do Braga


Se leste bem podes perceber que o que eu pretendi disse é tão só que a "fartura" de estudantes se deve grandemente à ilusão dessas falsas realidades. Apesar do desconhecimento dos arquitectos enquanto pessoas, a profissão é encarada por muitos como um sinal de status, que dá dinheiro fácil e mediatização, não a nível pessoal, mas de se ser um "sr. arquitecto"... não estará ao nível dos míticos sr. doutor, sr. advogado, ou sr. engenheiro, mas tende a aproximar-se...
Não quero com isto dizer que o que me levou para a arquitectura seja isso, bem pelo contrário...

"não à mal que não dê em fartura, e será o mercado a fazer a selecção natural, o chamado "survival of the fitest"

......oxalá que assim seja, mas já viste como funcionam os quinados concursos públicos? já falaste com um arquitecto sobre isso?


Há muitos concursos que só servem para alguns terem trabalho, enquanto que um tará o projecto já garantido... Há muitos casos desses, se bem que provas sejam mais dificeis de encontrar...
Outro caso são algumas revistas que publicam alguns projectos discutíveis, mas sobre isso pouco sei, pelo que me abstenho de comentar...
Mas o mercado é maior do que os concursos públicos, felizmente, o que poderá ajudar a suprimir algumas dessas falhas...

"Nem todos podem ser Sizas, mas não é negativo ter a ambição de um dia lá chegar, não pela fama, não pelo status, mas tão pura e simplesmente pela capacidade de com o seu trabalho chegar ao estatuto de génio..."

....não achas que há gente a mais a querer ser o Siza e gente a menos a querer ser só bom e depois, quem sabe, chegar a Siza?


Mas aí é que está, eu não quero ser um Siza, porque se possível quero ser melhor, é pelo menos com essa intenção que parto para cada trabalho, dando o meu máximo para fazer o melhor projecto possível... se bem que tenha consciência de que ainda continuo a milhas desse grande senhor.
É aquela história do futebol, se jogarmos para o empate, à espera de um golpe de sorte que nos leve à vitória, o mais certo é acabar por perder, por isso o melhor é tantar ganhar, ser o melhor, e fazer tudo por isso, porque se não conseguirmos, pelo menos temos a satisfação de termos feito tudo para o conseguir...
Na minha vida isto reflete-se no empenho que é dado a cada trabalho. Até hoje, até porque passou pouco tempo desde a minha licenciatura, só me apareceram obras pequenas (apenas em escala), mas tendo a encará-las com a mesma vontade que empregaria numa maior (em escala)...
Seja uma cadeira, um armário, uma loja, uma habitação, uma piscina, uma escola, um museu, ou um grande plano urbano, o empenho deve ser sempre o mesmo... o máximo... porque não há trabalhos melhores nem piores, há apenas trabalhos...

Já agora e respondendo aos mais recentes posts, ser muito bom também passa por saber projectar, não a utopia, mas o real...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Ouve uma vez, que começei a fazer um projecto de execução, tive 4 horas a fazer porcaria, ao fim das quais meti as mão na cabeça e disse para mim próprio, convém ver o projecto de estruturas...às vezes por "andar com a cabeça no ar" mete-se o pé na vala cá de uma forma, e isto foi a pouco mais de um ano...

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  • 4 months later...

Sem conseguir eleger apenas um, posso acrescentar a opinião de que a baixa pombalina do arq. Carlos Mardel é talvez ainda hoje, uma intervenção urbanistica sem paralelo a nível europeu. Posso então ainda acrescentar os nomes de Viana de Lima e Januário Godinho, com as obras fac. de Economia da UP e o Mercado do Peixe (infelizmente no estado que todos sabemos), respectivamente.

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