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2013 - Ano Da Arquitectura Portuguesa


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A arquitectura é “sem dúvida um dos grandes activos contemporâneos portugueses”
 
JOANA AMARAL CARDOSO 
 
11/01/2013 - 18:26
Secretário de Estado da Cultura apresentou esta sexta-feira plano para 2013, ano da arquitectura portuguesa, com foco na internacionalização e na empregabilidade.
Se o ano de 2013 pertence à arquitectura portuguesa, com um plano de acção internacional revelado esta sexta-feira pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC), 2014 vai ser o ano do design português e 2015 será o ano do cinema, anunciou esta sexta-feira o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, no Palácio da Ajuda, em Lisboa. Neste 2013, é de arquitectura que falamos e a SEC juntou entidades públicas e da sociedade civil para melhorar a comunicação da marca arquitectura portuguesa, a circulação dos arquitectos e, a médio prazo, aumentar a sua empregabilidade.
A arquitectura é, “sem dúvida, um dos grandes activos contemporâneos portugueses”, atestou Barreto Xavier, “um exemplo” para os caminhos necessariamente internacionais que a marca da arquitectura portuguesa pode percorrer num momento em que, como disse o presidente da Ordem dos Arquitectos João Belo Rodeia, “os arquitectos e a arquitectura portuguesa passam por tantas dificuldades”. Para Belo Rodeia, o plano para o ano da arquitectura portuguesa (AAP) da SEC com a AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, o Turismo de Portugal, o Instituto Camões, juntamente com Direcção-Geral do Património Cultural, Direcção-Geral das Artes, Direcção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas – e que ouviu para este fim a Ordem dos Arquitectos, a Trienal de Arquitectura de Lisboa, a Associação Estratégia Urbana e a Casa da Arquitetura de Matosinhos – é exactamente “o princípio de um caminho”.
Um percurso de um ano “que não significa um acréscimo de despesa de cada uma das instituições” envolvidas, segundo Barreto Xavier, que pretende deixar lastro para os seguintes. E que em 2013 envolverá exposições (uma lista de 11 mostras e conferências em dez países de diferentes instituições foi coligida e apresentada no âmbito do AAP), road-shows e missões específicas da AICEP sobre a arquitectura, que dará “informação mais qualificada” aos seus profissionais sobre a arquitectura portuguesa, e, sobretudo, tem como objectivo final “melhorar a empregabilidade dos nossos arquitectos, mas também nos serviços mais alargados” como as áreas da engenharia e construção, disse Barreto Xavier.
Ganho o prestígio internacional da arquitectura vinda do país de dez milhões de habitantes que já tem dois prémios Pritzker, João Belo Rodeia disse ao PÚBLICO que é essencial a concertação de organismos públicos e privados para que ela se aproxime “das pessoas e este recurso seja potenciado economicamente”. “O paradigma do comércio externo português está todo assente na exportação de serviços”, estando agora a ordem a trabalhar com a AICEP para “tentar montar uma estratégia de exportação da massa cinzenta”. Para “conseguirmos competir”, sublinha.
O plano tem três linhas de acção, que começam pela melhor comunicação da arquitectura portuguesa junto dos intervenientes do sector económico, “investidores, consumidores ou empresários”. Na prática, esta marca “é sobretudo apresentada em circuitos de valorização profissional ou académica”, diz Barreto Xavier, e agora tanto o Instituto Camões, “na sua relação com as embaixadas em todo o mundo”, como o Turismo de Portugal na sua apresentação do país terão um papel na sua divulgação mais generalizada.
A promoção dos serviços de arquitectura, o segundo vector do AAP, visa “facilitar a circulação dos profissionais portugueses, por exemplo no contexto da União Europeia”, criando “maiores facilidades de circulação e contratação”, especificou o secretário de Estado. Ana Paula Laborinho, presidente do Instituto Camões, referiu que, além de o organismo estar já a trabalhar numa exposição sobre arquitectura portuguesa a levar a vários centros culturais do instituto pelo mundo, o Ministério dos Negócios Estrangeiros tem já no seu “radar” a identificação de projectos aos quais possam concorrer arquitectos portugueses.
Pedro Reis, presidente da AICEP, frisou, por seu turno, que há três grandes mercados, “três bolsas de oportunidade que interessam a Portugal”: os países da CPLP, os países emergentes e os países em reconstrução, onde, por arrasto, poderão também ser beneficiados “sectores como a engenharia, os materiais de construção e fileiras como as da fiscalização e projecto”, precisa.
Entre as onze exposições que foram hoje apresentadas no quadro do AAP, que já vinham a ser desenvolvidas por diferentes instituições para 2013 em países que vão de Moçambique à Guiné-Bissau, passando pelo Reino Unido ou Espanha, destacam-se os nomes de Álvaro Siza e Eduardo Souto Moura, os dois Pritzker portugueses. Álvaro Siza será um dos integrantes da mostra Von der Linie zum Raum, na Universität der Künste, que inaugura a 1 de Março em Berlim, juntamente com artistas plásticos como Paula Rego ou Adriana Molder. Siza e Eduardo Souto Moura assinam, também em Março, uma instalação no Parque Ibirapuera, em São Paulo, integrada no Ano de Portugal no Brasil. Ambos voltam a estar juntos em Junho, na Sérvia, integrados numa iniciativa dedicada à arquitetura portuguesa como parte da Belgrade Design Week e também na Universidade de Belgrado. Eduardo Souto Moura proferirá ainda uma conferência, com o fotógrafo Fernando Guerra, numa universidade irlandesa a 2 de Maio. 

 

http://www.publico.pt/cultura/noticia/a-arquitectura-e-sem-duvida-um-dos-grandes-activos-contemporaneos-portugueses-1580404

 

 

 

'Ano da Arquitectura Portuguesa' é hoje apresentado pelo secretário de Estado
O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, apresenta hoje, às 15h00, a iniciativa 'Ano da Arquitectura Portuguesa', no Palácio da Ajuda, em Lisboa.
Esta primeira conferência de imprensa de Jorge Barreto Xavier visa, segundo uma nota de imprensa divulgada pelo gabinete, apresentar uma iniciativa que reúne diversas instituições do Estado e agentes privados e da sociedade civil.
O objectivo essencial é "reforçar a projecção internacional da arquitectura portuguesa", adianta a nota oficial.
O “Ano da Arquitectura Portuguesa” enquadra-se na decisão do Governo, anualmente, destacar na área da cultura "um domínio de actividade de notória importância em termos nacionais e impacto internacional, para efeito da sua visibilidade externa".
Também visa "intensificar a divulgação internacional da arquitectura portuguesa contemporânea, valioso activo para o reconhecimento da qualidade e da criatividade portuguesa, bem como promover internacionalmente os serviços portugueses de arquitectura", sustenta a Secretaria de Estado da Cultura.
Na apresentação, estarão presentes, entre outros responsáveis, Pedro Reis, presidente da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Frederico Costa, presidente do Turismo de Portugal, Ana Paula Laborinho, presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.
Também irá estar presente João Belo Rodeia, presidente da Ordem dos Arquitectos, além de diversos arquitectos e outros responsáveis oficiais.
Lusa/SOL

 

http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=66134

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Governo quer apresentar, em 2013, a arquitetura portuguesa como uma marca
12 Jan, 2013, 10:23 / atualizado em 12 Jan, 2013, 10:23
 
O Governo está a desenvolver uma iniciativa que faz de 2013 o ano da arquitetura portuguesa. O objectivo é mostrar a arquitetura como uma marca de Portugal, melhorando a circulação de projetos e de pessoas e promovendo o emprego dos arquitetos. Além da arquitetura, a iniciativa poderá ter impacto na engenharia e nas obras públicas. Estão previstas ações nos países de Língua Portuguesa e em economias em crescimento.

 

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=618928&tm=4&layout=122&visual=61

 

 

 

Programa vai envolver 10 países
 
"Marca da arquitetura pode ajudar empregabilidade"
 
“A arquitetura é uma marca de Portugal no Mundo” e pode ajudar a “empregabilidade dos nossos arquitectos”, disse o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, esta sexta-feira na apresentação da iniciativa ‘Ano da Arquitetura Portuguesa’, no Palácio da Ajuda, em Lisboa.
 
11 Janeiro 2013Nº de votos (1) Comentários (2)
 
Por:Catarina Nobre
 
Esta primeira conferência de imprensa de Jorge Barreto Xavier lançou uma iniciativa, que reúne diversas instituições do Estado e agentes privados e da sociedade civil, e que levará uma programação a dez países e envolver ações na rede de embaixadas portuguesas e dos organismos ligados à língua, turismo e economia.
 
Os parceiros envolvidos tiveram, nesta sexta-feira de manhã, uma reunião trabalho para preparar uma ação conjunta em três aspetos: divulgar a marca da arquitetura portuguesa, comunicando-a melhor, promover os serviços de arquitetura, facilitando a circulação e contratação de profissionais, e estimular a empregabilidade.
 
O objetivo essencial é "reforçar a projeção internacional da arquitetura portuguesa" uma vez que esta “é um dos ativos contemporâneos portugueses” que pode “gerar oportunidades”, destacou Jorge Barreto Xavier.
 
O ‘Ano da Arquitetura Portuguesa’ enquadra-se na decisão do Governo de destacar anualmente uma área da cultura que tenha importância em termos nacionais e impacto internacional. Este ano o destaque é atribuído à arquitetura, mas a ponta do véu já foi levantada para 2014 e 2015, onde o design e o cinema vã estar em realce, respectivamente.
 
Exposições, conferências e projetos de conservação de património fazem parte de um programa que irá ser apresentado em 10 países, entre os quais Alemanha, Espanha, Reino Unido, Sérvia, Irlanda, Guiné-Bissau, Brasil, Moçambique, Argentina e Marrocos.
 
Pedro Reis, presidente da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), um dos presentes, divulgou que a AICEP vai “trabalhar junto da Ordem dos Arquitetos para ampliar mais ateliês” e criar seminários que coloquem em confronto “pistas importantes para a divulgação da estratégia de internacionalização” para promover uma “rede externa dos serviços portugueses de arquitetura”. 
 
“Estamos a dar força a um sector que pode ajudar a recuperar a imagem de Portugal”, reiterou.
 
Já o presidente da Ordem dos Arquitetos, João Belo Rodeia, defende que esta “dimensão cultural pode também ser económica” e que países africanos, como Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, podem ser grandes apostas para mostras em centros culturais. “Se depender da Ordem, gostaríamos de ajudá-los [estes países] na sua sociedade de arquitectos”, disse.
 
Sobre o orçamento para o ‘Ano da Arquitetura Portuguesa’, Barreto Xavier indicou não ser possível avançar um valor concreto, mas frisou que "não significa um acréscimo de despesa".
 
Também esteve na mesa de intervenientes presente Ana Paula Laborinho, presidente do Instituto Camões e Frederico Costa, presidente do Turismo de Portugal.

 

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/marca-da-arquitetura-pode-ajudar-empregabilidade

 

 

 

Álvaro Siza e Souto de Moura no Ano da Arquitetura Portuguesa
 
A iniciativa foi hoje apresentada em Lisboa, pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC), e abrange uma programação em 10 países, envolvendo ainda ações na rede de embaixadas portuguesas e dos organismos ligados à língua, turismo e economia.
 
A iniciativa foi hoje apresentada em Lisboa, pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC), e abrange uma programação em 10 países, envolvendo ainda ações na rede de embaixadas portuguesas e dos organismos ligados à língua, turismo e economia.
 
A iniciativa foi apresentada no Palácio da Ajuda, pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e pelos responsáveis da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Pedro Reis, do Turismo de Portugal, Frederico Costa, e do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, Ana Paula Laborinho.
 
Também esteve na mesa de intervenientes, para explicar o projeto, João Belo Rodeia, presidente da Ordem dos Arquitetos, além de cerca de uma dezena de arquitetos e de outros responsáveis das direções-gerais da Secretaria de Estado da Cultura (SEC).
 
O programa para 2013 estende-se a 10 países: Alemanha, Espanha, Reino Unido, Sérvia, Irlanda, Guiné-Bissau, Brasil, Moçambique, Argentina e Marrocos.
 
Entre as ações está uma exposição, que decorrerá em março, em Berlim, com obras de Álvaro Siza Vieira, mas também outros criadores portugueses das artes plásticas, como Paula Rego e Adriana Molder.
 
Na Argentina, no mesmo mês, na embaixada de Portugal, em Buenos Aires, estará patente a exposição "Qué ven los que no ven?", do arquiteto Carlos Mourão Pereira.
 
No Brasil, também em março, será apresentada uma instalação dos arquitetos Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura, no Pavilhão Temporário do Parque Ibirapuera, em São Paulo, no âmbito do Ano de Portugal no Brasil.
 
Na Irlanda, em maio, Souto de Moura e o fotógrafo Fernando Guerra vão proferir uma conferência, e o mesmo arquiteto, também com Siza Vieira, vão estar em destaque na Sérvia, em junho, na Universidade de Belgrado, e no evento de arquitetura portuguesa na Belgrade Design Week.
 
Lusa / SOL

 

http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=66173

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