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Arrojo Vs Funcionalidade


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Gostava de lançar para o debate a idéia de que por vezes há uma preocupação maior com a estética do que com a funcionalidade das obras e gostava que comentassem o seguinte excerto de um artigo que li...

 

Para quem conhece a obra de Chistian Menn

Tirado da revista Structural Engineering International, Volume 20, Number 4, November 2010. Arcticle: “Eminent Structural Engineer: Christian Menn – Bridge Designer and Builder”

«Menn’s bridges express technical efficency with an accent on slenderness and transparency. They emphatize to us the importance of understanding how structural systems function. A sound engineering concept is the solid basis for a far-reaching aesthetic quality and for finding simple yet elegant structures. Guided by the basis of structural mechanics and natural sciences, this approach continues to be very efficient and valuable, in particular nowadays, when (architect-led) bridge designs, often based on a spectacular metaphoric idea rather than on an efficient structural concept, have produced structures that are excessively expensive to build and maintain and thus are controversial.»

 

Por exemplo, a Sheikh Zayed Bridge, Abu Dhabi, UAE, considerada uma obra de referência da arquitectura teve um processo longo e caro de construção (se bem que nos UAE isso não é problema), associadas a técnicas construtivas fora do vulgar.

Até que ponto se justifica?

Isto levanta a questão para as obras públicas, até onde poderá ir o arrojo sem comprometer o custo?

Será que a contenção de custos impede o desenvolvimento da arquitectura ou será que por vezes esta serve apenas de alimento ao ego?

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Na minha opinião, essas questões passam muito pelo tipo de cliente e com a forma como apresentamos e conseguimos apelar à sensibilidade arquitetónica dele. Porque se no programa proposto, temos ou não limites financeiros, quanto a mim isso não é impeditivo de criar sistemas construtivos novos, fazer experiências, dar largas à imaginação, obviamente terá de ser sempre dentro dos objectivos e do programa proposto pelo cliente (financeiro, politico, económico, forma, função...). É preciso ter consciência que a limitação financeira não é impedimento para uma arquitetura de qualidade.  

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