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11-05-2012

40 milhões para Vila d'Este

Luís Filipe Menezes anunciou arranque da 2ª fase de reabilitação urbana

O Município de Gaia investiu cerca de 40 milhões de euros na valorização de Vila d' Este ao longo dos últimos 14 anos. Trata-se de uma urbanização situada na principal entrada, a sul, no concelho, na qual vivem 16 mil pessoas e é composta por 2085 habitações, 109 edifícios, 18 blocos e 76 espaços comerciais.

Após um primeiro ciclo de intervenção, onde foram aplicados cerca de 20 milhões de euros, através da instalação e construção de equipamentos sociais, culturais e desportivos, o Município de Gaia está agora a investir mais 20 milhões de euros na reabilitação urbana de Vila d' Este, a maior obra do género em curso na Europa.

No âmbito deste segundo ciclo de intervenção, cuja 1ª fase foi inaugurada nas vésperas do 38º aniversário da revolução do 25 de Abril, Luís Filipe Menezes anunciou o arranque da 2ª fase de requalificação urbana que visa reabilitar os restantes 12 blocos, 1319 habitações e 45 espaços comerciais, através de dois eixos estratégicos: requalificação urbana do edificado e inclusão social e valorização sócio-económica e profissional.

"Dentro de poucos dias, vamos abrir o concurso para concluir este projeto de reabilitação física de Vila d' Este", anunciou o Presidente da Câmara, durante uma cerimónia que atraiu vários moradores da urbanização ao Auditório Municipal Sophia de Melo Breyner. "Não é vulgar lançar um concurso de valor tão significativo, mas a nossa perspetiva é de finalizar esta obra de requalificação física de uma urbanização onde existem milhares de pessoas que vivem as vicissitudes da austeridade", afirmou Luís Filipe Menezes, valorizando o impacto da obra no "equilíbrio pessoal e familiar das pessoas". Na sua opinião, "a valorização deste património é também uma ajuda na valorização das famílias".

As boas notícias do Presidente da Câmara de Gaia relativamente à conclusão da reabilitação integral de Vila d' Este foram acompanhadas pelo anúncio, à margem desta obra, do reaproveitamento de uma escola abandonada para a criação de um espaço dedicado ao ensino pré-escolar.


http://www.cm-gaia.pt/portais/_cmg/Noticia.aspx?contentid=B696801580CO



Câmara de Gaia avança com nova fase da reabilitação de Vila D’Este

Elisabete Soares

25/01/11 16:41

Autarquia está a preparar a candidatura ao QREN de mais seis blocos de edifícios, do total de 2085 habitações.

A Câmara Municipal de Gaia está a preparar a candidatura ao QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional, da segunda fase do projecto de requalificação da urbanização de Vila D'Este. Luis Filipe Menezes, presidente da autarquia, que hoje fez uma visita de trabalho às obras de reabilitação relativas à primeira fase e que já estão a decorrer - iniciativa que faz parte do conjunto, destinadas a assinalar os treze anos à frente do município de Gaia - adiantou que a segunda fase de obras diz respeito a mais um terço, do total dos 18 blocos, de edifícios que constituem uma das maiores urbanizações construídas em Portugal. A urbanização é constituída por 109 prédios em altura, no total de 2085 habitações.

Neste momento encontra-se numa fase avançada a reabilitação de 766 fogos, distribuídos por seis blocos de edifícios. A obra está a cargo da empresa Engenheiros Associados e tem a conclusão prevista para o início do próximo ano. A empreitada iniciada em Outubro de 2009, tem um investimento global da ordem dos 10 milhões de euros, 70% comparticipado pelo Feder e o restante pelo município. A operação insere-se no âmbito da candidatura "Regeneração e Requalificação Urbana da Urbanização de Vila D'Este", aprovada pelo QREN em Julho de 2008.

A intervenção nos edifícios visa dotados de isolamento térmico e pintura das fachadas, substituição de coberturas, peitoris das janelas e rede de incêndios, revisão do saneamento básico e do sistema de drenagem das águas pluviais.

Nas duas fases seguintes vão ser intervencionados os restantes 12 blocos de edifícios, com investimentos à volta dos 20 milhões de euros. A par da reabilitação dos edifícios a autarquia tem investido em vários projectos de requalificação dos equipamentos públicos, do espaço público e iniciativas de inclusão social e valorização sócio económica da população residente estimada em 12 mil habitantes.


http://economico.sapo.pt/noticias/camara-de-gaia-avanca-com-nova-fase-da-reabilitacao-de-vila-deste_109539.html



QUINTA-FEIRA, 1 DE JULHO DE 2010

Arranca processo de reabilitação de Vila d’Este

A primeira fase está orçada em quase 5 milhões de euros. Projectada pelo gabinete de Vítor Abrantes, esta etapa da reabilitação da Vila d’Este, em Vila Nova de Gaia, está a ser executada pela empresa portuense Engenheiros Associados (EA), que já dispõe de larga experiência neste campo.

De acordo com os dados disponibilizados pelo dono de obra, a empresa municipal Gaia Social, o projecto compreende 18 blocos, com 109 edifícios que, por sua vez albergam 2085 habitações e 76 espaços comerciais. Caracteriza-se, segundo a moção do Bloco de Esquerda, “contra o impasse na reabilitação urbana de Vila d’Este”, pela sua “elevadíssima densidade construtiva, de torres concebidas em altura, resultando numa densidade populacional que poucas zonas urbanas atingem em Portugal”.

Por outro lado, a própria qualidade da construção foi “sacrificada para além do razoável, em nome da contenção dos custos da construção”.


http://blog.imobiliario.com.pt/2010/07/arranca-processo-de-reabilitacao-de.html


Já se começa a ver obra em Vila d'Este


Reabilitação de Vila d'Este está em risco

Projecto pode perder 6,5 milhões. Há dúvidas sobrefinanciamento para fachadas e coberturas de edifícios

Publicado em 2009-06-03

CARLA SOARES *, COM ALFREDO MAIA

A requalificação da Urbanização de Vila d'Este, em Gaia, corre o risco de não sair do papel. O financiamento previsto de 6,5 milhões poderá ser negado pelo Estado, perante dúvidas sobre a sua aplicação nas coberturas e fachadas.

O empreiteiro para a primeira fase da obra já foi escolhido em Março e era suposto a intervenção ter arrancado no mês passado. Agora, quase um ano depois de ter sido aprovada a candidatura do programa de acção a fundos europeus e de ter sido celebrado, com os gestores do Programa Operacional Regional do Norte, um protocolo de financiamento, o processo foi suspenso. O dinheiro do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) está dependente de um parecer do Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional (IFDR), que tem sede em Lisboa.

Em causa estão dúvidas sobre a elegibilidade da maior parte das despesas.

A 21 do mês passado, o presidente da Autarquia recebeu uma carta de Carlos Duarte Oliveira, vogal executivo da Comissão Directiva do programa ON.2, criada no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN).

Na missiva a Luís Filipe Menezes, cita o n.º 2 do artigo 7.º do regulamento comunitário, segundo o qual "as despesas com habitação são elegíveis apenas para os estados-membros que tenham aderido à União Europeia em ou após 1 de Maio de 2004", o que exclui Portugal. Com base neste regulamento, explica que surgiram "dúvidas quanto à elegibilidade das despesas correspondentes à componente 1", que é a primeira fase da obra de requalificação dos edifícios, incluída no Programa de Acção para a Regeneração e Requalificação Urbana" de Vila d'Este. Isto porque "a intervenção prevista incide sobre fachadas e coberturas de edifícios de habitação". "Sobre este assunto, foi já consultado o IFDR, aguardando- -se a resposta", termina.

Antes disso, a 10 de Março, Carlos Lage, líder da CCDRN e gestor do programa ON.2, escreveu ao presidente do IFDR, José Soeiro, intercedendo pelo projecto da Câmara. Lage lembra que foram aprovadas candidaturas que se enquadram no artigo 6.º do Regulamento Específico das Parcerias para a Regeneração Urbana. Isto no contexto dos programas integrados de requalificação e reintegração urbana de bairros críticos.

O gestor do ON.2 alega que, embora as despesas decorram de intervenções a efectuar em habitações, elas "não visam a habitação em si, mas têm como principal objectivo a qualificação urbana, a recuperação de edifícios e a valorização do património cultural". Porém, por ser matéria "controversa", pediu o parecer ao instituto público.

Há dias, o vice da Câmara, Marco António Costa, escreveu a Carlos Lage, representante do Estado, lembrando o protocolo com a GaiaSocial. Ontem, num encontro com Paulo Rangel, cabeça-de-lista do PSD às europeias, disse que o Estado "tem o dever moral" de assegurar o financiamento e que "não é possível fazer uma intervenção séria na paisagem sem tratar das fachadas e coberturas".

Ao JN, Carlos Lage confirmou que "há dúvidas sobre se, além do tratamento do espaço urbano e outras componentes, é possível restaurar fachadas e coberturas". E isto "é fundamental para reabilitar" a Urbanização de Vila d' Este que, em seu entender, "corresponde ao conceito de bairro crítico" e, por isso, "é perfeitamente razoável que tenha financiamento comunitário".

A candidatura corresponde a um investimento de 9,3 milhões de euros, que incluem 5,2 milhões para a obra de requalificação dos edifícios, 3,4 milhões para o espaço público e ambiente urbano (primeira fase) e 470 mil para inclusão social e valorização socioeconómica e profissional. Está previsto um parque público adjacente à auto- -estrada.


http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Vila%20Nova%20de%20Gaia&Option=Interior&content_id=1251770&page=2





Estaleiro está a ser montado junto à piscina e até já lá foram pedir emprego.

Anos de promessas deixaram moradores desconfiados

O estaleiro que vai servir as obras de requalificação da Urbanização de Vila d'Este, em Gaia, começou a ser montado ontem, no parque de estacionamento da Praceta do Padre Floro, junto à piscina. Não despertou grande curiosidade entre os moradores, mas já houve quem lá fosse pedir emprego.

Parados à esquina da Rua da Piscina, Henrique Pinto e José Sousa conversavam, indiferentes à azáfama que se vivia nas suas costas.

Mas José Sousa, de 46 anos e morador há 11 na urbanização, já tinha aproveitado para chegar à fala com o responsável pela montagem do estaleiro e "fazer pela vida"."Sou serralheiro-soldador, mas estou desempregado. Tenho três filhos e só com o salário da minha mulher não dá para aguentar. Portanto, agarro-me a tudo. Vi o pessoal a instalar o estaleiro e vim logo pedir emprego. Responderam que nesta fase mão precisam de ninguém, mas lá para a semana, quando começarem a chegar os empreiteiros e sub-empreiteiros e as obras arrancarem a sério, pode ser que tenha sorte", explicou.

Os 11 anos que já leva na urbanização apenas lhe deixam boas recordações. "Nunca tive chatices com ninguém e os meus filhos andam por aqui à vontade", disse ao JN.

No entanto, sabe que Vila D'Este carrega um estigma difícil de eliminar. "Fui recentemente a Esposende para ser entrevistado para um emprego. Quando disse onde morava, alguém comentou que era um bairro de "índios". Mas estive a falar com ele e chegámos à conclusão de que ele nem sabia onde ficava Vila D'Este", sublinhou José Sousa.

Henrique Pinto viveu 10 anos na urbanização, saiu e está de volta, morando agora num apartamento remodelado pelo senhorio, a Caixa Geral de Depósitos.

"Trabalhei muitos anos na Efacec [instalada em Matosinhos] e algumas vezes ficava a trabalhar até às 2 ou 3 da manhã. Regressava a casa de táxi e alguns motoristas manifestavam receio. Mas olhe que o meu filho deixa muitas vezes o carro com as portas abertas e nunca lhe levaram nada", afirmou.

Do outro lado do parque de estacionamento, junto à entrada 6, Carminda Pereira e Madalena Santos conversavam, indiferentes ao barulho das máquinas que abriam buracos.

"Moro aqui há 19 anos e isto bem está a precisar de obras. A minha casa está virada para a auto-estrada [a A1] e o barulho dos carros a passar incomoda muito. Parece que vão pôr vidros duplos e diminuir o problema", referiu Carminda Pereira.

Apesar de a Câmara de Gaia "ter andado por aqui a explicar o que vai ser feito", os muitos anos de "promessas que não foram cumpridas", não ajudou os moradores a fixar o que lhes foi dito.

"Se ficar como no projecto, vai ser uma maravilha. Parece quer vão tirar as marquises e pôr as caixas de correio nas portas dos prédios [na urbanização existem postos colocados na rua com as caixas de correio de todo um bloco]. Espero também que acabem comas infiltrações nas casas", disse a moradora.

A amiga e vizinha Madalena Santos, saiu há 10 anos da zona da Foz, no Porto, para Vila D'Este e não está arrependida.

"Teve de ser. Tinha dois filhos e precisava de uma casa maior. E aqui eram mais baratas. O meu terceiro filho, nascido já em Gaia, obrigou-me a mudar novamente. E tive sorte com as vizinhas e com a zona. De vez em quando há confusões, mas na zona dos cafés. Só espero que o bairro fique tão bonito como nos cartazes", afirmou Madalena Santos.

Vai ter de esperar até Setembro do próximo ano, data prevista para conclusão da primeira fase da empreitada, orçada em 4,7 milhões de euros.


JN




Requalificação de Vila d'Este em concurso


A Câmara de Gaia, através da empresa municipal GaiaSocial, lança esta segunda-feira o concurso para a requalificação das primeiras 700 casas na Urbanização de Vila d'Este. Ao todo são 2085 fogos que precisam de obras

.Foi Luís Filipe Menezes quem levou à urbanização a decisão: a reabilitação da urbanização avançará mesmo se não houver apoios e se as candidaturas a fundos comunitários (através do QREN) não sejam aprovadas. A primeira deverá ter resultados conhecidos já esta semana.

Por ora, o presidente da Autarquia gaiense dá ordem para que a GaiaSocial avance com o concurso para obras em 700 casas, num total de cinco milhões de euros. Depois, em Novembro, lançará novo concurso, desta feita para arranjos exteriores, orçado em 3,8 milhões.

Os trabalhos no terreno deverão arrancar nos primeiros meses do próximo ano.

A ideia , no entanto, é conseguir requalificar toda a urbanização, que começou a ser construída em 1976 e que hoje é habitada por 16700 pessoas. Para isso são necessários 22 milhões de euros. A Câmara detém apenas 160 habitações em Vila d'Este. Foi o catedrático Vítor Abrantes o responsável pelo levantamento de problemas nas casas e que resultou num projecto que custou 490 mil euros. A maioria das maleitas está ao nível de coberturas e nas paredes.

"Há três anos que esperamos que o Estado cumpra a sua função e ajude na reabilitação da urbanização. Agora, a Câmara vai para a frente. Com ou sem ajuda do Governo". As palavras ditas ontem, ao JN, por Marco António Costa, vice-presidente da Autarquia e responsável pela GaiaSocial, são idênticas as que proferiu em Março passado. E vão ao encontro do que Menezes disse, sexta-feira passada, durante o 10º aniversário da Associação de Condónimos.

O presidente da Junta de Vilar de Andorinho, Manuel Monteiro, disse, ao JN, estar confiante que "será desta vez que haverá obras" na urbanização, lembrando elas ajudarão a que os moradores continuam a não se "sentirem estigmatizados". "Apesar da alta taxa de desempregados em Vila d'Este e das diferentes nacionalidades e etnias dos seus moradores, a urbanização ainda continua a ser um espaço comunitário sem conflitos sociais", afirmou Manuel Monteiro.


JN


A Urbanização de Vila d'Este, em Vila Nova Gaia, vai ser alvo de uma gigantesca intervenção que passa pela realização de obras, interiores e exteriores, em 2085 casas. A empreitada vai custar 30 milhões de euros e só será possível executá-la graças à alteração legislativa do programa de reabilitação ProHabita, que deverá entrar em vigor em Setembro. A mudança permitirá candidatar Vila d'Este, cujas residências são maioritaraiamente privadas, ao projecto e receber uma comparticipação do Estado de 40%. O restante será suportado pela Câmara.

As obras devem começar em meados do próximo ano e incluem também melhorias no espaço público, com a criação de áreas pedonais, repavimentação das ruas, arborização, redesenho da envolvente e alteração do mobiliário.

A elaboração do plano de requalificação da urbanização foi entregue ao gabinete de consultoria e projectos de Engenharia Vítor Abrantes e custará 300 mil euros, conforme estipulado no contrato assinado, ontem, entre a GaiaSocial, Empresa Municipal de Habitação de Vila Nova de Gaia, e o gabinete do docente da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

O projecto, que prevê intervenções em 2085 habitações, 18 blocos e 60 espaços comerciais deverá estar concluído no final do ano. No início de 2007 será lançado o concurso público para a execução da empreitada.

Parte do trabalho de Vítor Abrantes já está em fase adiantada. No terreno desde Junho, o docente já identificou a maioria das patologias encontradas nas habitações. O trabalho está ser realizado em parceria com as associações de Vila d'Este, moradores e Junta de Freguesia de Vilar de Andorinho. Quando o diagnóstico estiver terminado será compilado num documento, a apresentar no próximo mês.

Entre as deficiências já detectadas, sabe-se que merecerão particular relevância intervenções ao nível das coberturas dos edifícios e paredes, a substituição das caixilharias, a instalação de sistemas para água, esgotos e incêndios e a requalificação das áreas de arrumos, entre outras.

O contrato assinado, ontem, foi o primeiro passo para a execução da empreitada. Marco António Costa, vice-presidente da autarquia, destaca, essencialmente, a "vitória política" da Câmara ao conseguir alterar a legislação do Prohabita.

"Conseguimos sensibilizar o Governo para a necessidade de um Município poder candidatar um empreendimento [maioritariamente privado] com relevância social ao ProHabita", afirmou o também presidente da GaiaSocial, adiantando que a alteração da lei será publicada em Setembro.

Para Marco António Costa as intervenções em Vila d'Este vão permitir não só dar mais conforto aos moradores, mas também melhorar a imagem da Urbanização que, pela sua situação geográfica, "é uma montra da Área Metropolitana do Porto".


Maior reabilitação urbana em curso no país

Na assinatura do contrato entre a GaiaSocial e Vítor Abrantes, o docente da Universidade de Engenharia da Universidade do Porto afirmou que a empreitada que vai arrancar na Urbanização de Vila d'Este é a maior reabilitação urbana em curso no país. Segundo contou, ao JN, Marco António Costa, o responsável pela elaboração do projecto de recuperação dos edifícios admitiu ser "um estímulo" poder participar na execução de uma obra tão importante.

Gestores sociais para dirimir conflitos Os problemas decorrentes da "complexidade" da realização de obras em 2085 casas vão começar a ser evitados antes da intervenção. Nesse sentido, a GaiaSocial prepara-se para recrutar e formar gestores de conflitos que actuarão no terreno para ajudar a dirimir eventuais conflitos.


Contrato para projectos sociais em breve

De acordo com Marco António Costa, o secretário de Estado da Segurança Social deverá aprovar, em breve, o contrato social de desenvolvimento para Vila d'Este. O programa prevê, em linhas gerais, uma intervenção conjunta do Estado e das instituições que trabalham na urbanização para o desenvolvimento de projectos na área social, cultural e educativa.


Fonte: JN 2006
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