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Arquitectura.pt


Estudaste em que Universidade?


Andas / Andaste em que Universidade?  

778 members have voted

  1. 1. Andas / Andaste em que Universidade?

    • Faculdade de Arquitectura de Lisboa - FAUTL
      95
    • Faculdade de Arquitectura do Porto - FAUP
      73
    • ISCTE - Lisboa - Arquitectura
      21
    • Instituto Superior Técnico - Lisboa
      21
    • FCTUC - Coimbra - Arquitectura
      41
    • Universidade da Beira Interior - Arquitectura
      38
    • Universidade de Évora - Arquitectura
      19
    • Universidade Lusófona
      48
    • Universidade Moderna - Lisboa, Setúbal
      15
    • Universidade Autónoma - Lisboa
      14
    • Escola Universitária Vasco da Gama
      5
    • Universidade Fernando Pessoa
      7
    • ISMAT - Portimão - Arquitectura
      17
    • Escola Superior Artística do Porto
      34
    • ARCA / EUAC
      26
    • Escola Superior Gallaecia
      12
    • Universidade Católica
      3
    • Universidade Independente
      1
    • Outra Universidade
      24
    • Universidade Lusiada - Lisboa
      122
    • Universidade Lusiada - Porto
      102
    • Universidade Lusiada - VN Famalicão
      49


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  • 3 weeks later...
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Top Posters In This Topic

  • 1 month later...

Voltamos a conversa estúpida... Sem tom de desafio ARK, quem são os professores tão bons da autónoma? (não sei mesmo, estou só curioso)


Muitos Arquitectos conhecidos da Praça Pública lecionam na Autónoma, não é que eu considere isto nota de qualidade, apenas referi se fosse este o critério a adoptar esta universiade seria vencedora.
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Bem não queria opinar mas sinto-me no dever de o fazer....Ora bem essa velha questão das universidades que têm os professores de nome na praça pública não é sinonimo de sucesso dos alunos...cuidado... quem faz as universidades mais uma vez, não são os professores mas sim os alunos...podemos encontrar alunos bons na Autonoma como na Lusiada, Lusofona, FAUTL entre outras , assim como também maus alunos...O que difere uma universidade da outra é ápenas o grau de exigência dos professores para com os alunos e vice-versa apenas isso e mais nada...o resto o aluno é que faz..........se não vejamos uma coisa em relação (fora de portugal) a Architectural Association não tenho duvidas que os professores de lá na sua maioria são as estrelas do panorama arquitectonico e sem duvida que os trabalhos desenvolvidos pelos alunos numa boa parte são mto interessantes mas isso não significa que esses mesmos alunos que tiveram professores como Richard Roger, Reem Koolhaas, Zaha Hadid, entre outros, serão as proximas estrelas....Há um ditado que eu gosto muito que é o seguinte: Para seres o melhor dos melhores tens que ter 75 % talento e 23% de trabalho "Non-stop" e 2% de auto-critica........ Moral da historia: os profs so dão a percentagem do trabalho o resto o aluno é que têm que ter....por isso não venham com essas tretas de que se tiveres como professores o arquitecto x, y ou z que estas bem e no bom caminho.... E ja agora o que acontece na maioria das vezes é que esses professores que são intitulados de estrelas normalmente gostam de cultivar a sua doutrina aos seus alunos....ou seja se for um arquitecto que so faz caixas com angulos rectos os seus alunos não vão experimentar outras coisas se não as caixinhas com angulos de 90 graus para agradarem os profs...Pergunto até que ponto será benefico ter um professor estrela? Enquanto que o professor não estrela da-te a liberdade total para explorares mundos para além do obvio...... Contava aqui uma cena que me aconteceu numa conversa com o Arq. Borja Ferrater (filho do Arq. Carlos Ferrater) em Barcelona, a cerca de alguns profs. intitulados de estrelas que dão aulas numa dessas universidades onde só ha estrelas(portuguesa claro) Bem não quero polemicas...pensem o que quiserem cada um defende aquilo que é seu mas num sentido critico e não por emoções.....

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Para seres o melhor dos melhores tens que ter 75 % talento e 23% de trabalho "Non-stop" e 2% de auto-critica........


eu por acaso sempre ouvi que um artista é 10% de inspiração e 90% de transpiração, sinceramente parece-me que estas percentagens estão bem mais próximas do real, caso isso fosse possível de medir.

O que difere uma universidade da outra é ápenas o grau de exigência dos professores para com os alunos e vice-versa apenas isso e mais nada...


a questão para mim não é o grau de exigência, ou seja, um professor pode exigir mundos e rios de trabalho por parte dos alunos. Se ele for um mau professor, não vai saber em que medida o que o aluno está a pesquisar e a desenvolver está interessante ou é nefasto, e não estou a falar de orientar o aluno segundo as suas ideias, estou mesmo falar da capacidade de um professor introduzir noções gerais de arquitectura sem castrar o aluno. E por alunos a trabalhar como burros sem os saber orientar é das coisas mais nefastas que pode acontecer. É como estudar um instrumento musical duramente durante 5 anos com as mãos nas posições erradas. Quando se der pelo erro, já é tarde demais para alterar, e os problemas técnicos serão permanentes. Por isso, concordo que um bom ou mau professor não tem nada que ver com o sucesso profissional desse professor como arquitecto, mas que há bons professores e professores terríveis, isso há, e o sucesso da formação de um arquitecto depende em larga medida da qualidade do ensino que ele teve. Também não concordo com a ideia que já passou várias vezes no fórum de que cada um faz o seu curso, independentemente do tipo de apoio pedagógico que tem (esta última observação não tinha a ver com o que escreveste, Koolhas).
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a questão para mim não é o grau de exigência, ou seja, um professor pode exigir mundos e rios de trabalho por parte dos alunos. Se ele for um mau professor, não vai saber em que medida o que o aluno está a pesquisar e a desenvolver está interessante ou é nefasto, e não estou a falar de orientar o aluno segundo as suas ideias, estou mesmo falar da capacidade de um professor introduzir noções gerais de arquitectura sem castrar o aluno. E por alunos a trabalhar como burros sem os saber orientar é das coisas mais nefastas que pode acontecer. É como estudar um instrumento musical duramente durante 5 anos com as mãos nas posições erradas. Quando se der pelo erro, já é tarde demais para alterar, e os problemas técnicos serão permanentes. Por isso, concordo que um bom ou mau professor não tem nada que ver com o sucesso profissional desse professor como arquitecto, mas que há bons professores e professores terríveis, isso há, e o sucesso da formação de um arquitecto depende em larga medida da qualidade do ensino que ele teve. Também não concordo com a ideia que já passou várias vezes no fórum de que cada um faz o seu curso, independentemente do tipo de apoio pedagógico que tem (esta última observação não tinha a ver com o que escreveste, Koolhas).

:clap::clap::clap:
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  • 1 month later...
  • 1 month later...
  • 2 months later...
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  • 3 weeks later...

x2...:icon14:


Quem olha para as pautas do 2º ano na Lusíada do Porto não vê lá grande sucesso.

Arrisco-me a apontar que 50% dos alunos passaram para o 3º ano na cadeira de Projecto !

Turmas com 35 alunos em salas claustrofóbicas ... mas claro não quero com isto dizer que não haja alunos que não tiveram a melhor prestação, mas as condições das salas aliado a indisponibilidade de professores derivado ao elevado numero de alunos para acompanhar os trabalhos em momentos de maior dificuldade, faz com os resultados só seriam chocantes para quem não anda lá.

Mas como diz o outro, a culpa é da crise internacional.

:icon13:
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R|L essa situação é mais do que normal. no meu primeiro ano tambem eramos 35 alunos e passámos 6... é a chamada "lei do mais forte" dado o numero exagerado de pessoas que entram por ano na faculdade... é a vida... lá não se passa por pena, favor ou por se ser "mais ou menos".. por norma quem passa é porque é realmente bom. os outros ficam pelo caminho.

margarida duarte

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R|L essa situação é mais do que normal. no meu primeiro ano tambem eramos 35 alunos e passámos 6... é a chamada "lei do mais forte" dado o numero exagerado de pessoas que entram por ano na faculdade... é a vida... lá não se passa por pena, favor ou por se ser "mais ou menos".. por norma quem passa é porque é realmente bom. os outros ficam pelo caminho.


A lei do mais forte é por norma praticada na selva ... e não é justo dizer que um aluno que tira 10 é realmente bom e um que tira 9 é mau.
Se em 35 alunos só passam 6 acho que é justo dizer que quem falhou foi a escola, é quase como o que se passa na economia portuguesa ... a culpa da produtividade é dos trabalhadores e nunca dos patrões.
Depois dizem, mas lá fora os portugueses são muito bons trabalhadores ... pois , se calhar lá fora à métodos trabalho são mais simplificados e bem estruturados e condições de trabalho melhores.
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