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Xangai, China | O Pavilhão Português para a EXPO 2010 | Carlos Couto


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Xangai 2010: Portuguesa PAL-AsiaConsult responsável pela construção do pavilhão de Portugal

17 de Dezembro de 2009, 15:11

Macau, China, 17 Dez (Lusa) -- A empresa portuguesa PAL Asiaconsult, sedeada em Macau, é a responsável pela construção do pavilhão de Portugal na Expo Xangai de 2010, um projecto de três milhões de euros cuja arquitectura estará a cargo de Carlos Couto, também radicado no território.

Em declarações à agência Lusa, Rui Cernadas, responsável da PAL explicou que o projecto foi adjudicado na modalidade de "chave na mão", irá ocupar uma área de mil metros quadrados, um centro de negócios com cerca de 150 metros quadrados e terá elementos multimédia a cargo da empresa portuguesa Ydreams.

"O arquitecto Carlos Couto é o responsável pela arquitectura do pavilhão e contamos também com a Ydreams para as animações multimédia que vão estar disponíveis", explicou Rui Cernadas sem revelar detalhes do pavilhão português na exposição da capital financeira da China.

in
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10468741.html
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  • 1 month later...

Expo 2010 Xangai

Portugal tem pavilhão "verde"

As obras já começaram e dia 1 de Maio é apresentado ao público o pavilhão - de fachada revestida a cortiça - que vai representar o país na maior exposição universal alguma realizada.

15:19 Terça-feira, 26 de Jan de 2010

Proposta de fachada do Pavilhão de Portugal entregue à organização, para aprovação.

Com inauguração marcada para o próximo dia 1 de Maio, a exposição mundial de 2010 realiza-se em Shangai, China, sob o tema Better City, Better Life - Melhores Cidades, Maior Qualidade Vida. E Portugal já tem pronto o projecto do seu pavilhão. Com uma área de 2 000 m2, apresenta uma fachada revestida de cortiça, material nacional, reciclável e ecológico, reflectindo o conceito de sustentabilidade dos edifícios das cidades contemporâneas. Lá dentro, mostra-se ao mundo as relações históricas entre Portugal e a China e destacam-se também os avanços nacionais no domínio das energias renováveis e da criação de produtos inovadores aos níveis ambiental e energético.

Da autoria do arquitecto português Carlos Couto, estabelecido em Macau, o projecto para a construção do pavilhão está orçado em três milhões de euros, e a sua execução é da responsabilidade de um consórcio liderado pela PAL Asiaconsult.

A exposição termina no dia 31 de Outubro e tem como mascote Haibao, um caracter azul, que significa tesouro dos mares.

in http://aeiou.visao.pt/portugal-tem-pavilhao-verde=f545672




Expo2010

Pavilhão de Portugal em Xangai será revestido com cortiça

O Pavilhão de Portugal na Expo 2010, em Xangai, vai ser revestido com um aglomerado de cortiça especial fabricado pela maior empresa portuguesa do sector, a Amorim, e que é também uma das mais antigas no mercado chinês

«É um certame de grande visibilidade e permitirá mostrar aos nossos clientes a força da Amorim», disse hoje à agência Lusa um responsável da empresa na China.

A decoração do Pavilhão de Portugal na Expo 2010, concebida pelo arquitecto português Carlos Couto, foi adjudicada a um consórcio liderado pela Pal Ásiaconsult, com sede em Macau.

Além do material para a fachada, o aglomerado de cortiça «negro» ou «expandido», a Amorim intervirá no pavimento interior do pavilhão, que terá uma área de 2000 metros quadrados.

O «aglomerado expandido» – salienta a empresa – «adapta-se na perfeição a projectos vanguardistas, com a mais-valia ecológica e a eficiência técnica que os produtos de cortiça oferecem: isolamento térmico, acústico e antivibrático».

A Amorim abriu um escritório em Pequim no início da década de 1990 e, a seguir, em Xangai e Macau, mas a empreitada para a Expo 2010, com produtos de várias fábricas da empresa, é coordenado pelos serviços centrais, em Portugal.

Dedicada ao tema Melhor Cidade, Melhor Qualidade de Vida, a Expo 2010, de 1 de Maio a 31 de Outubro, é o maior acontecimento internacional organizado pela China depois dos Jogos Olímpicos de Pequim, no verão de 2008.

Mais de 240 países e organizações internacionais confirmaram a participação no certame, que deverá atrair 70 milhões de visitantes.

Portugal vai apresentar-se como «uma praça para o mundo» e «um mundo de energias», procurando ampliar a posição geoestratégica do país («porta do Atlântico«) e a «criatividade e inovação» dos portugueses.

A praça representa «o lugar central da vida e actividades urbanas» e «um território de memória e palco de mudanças».

«As autoridades chinesas estão empenhadas em que a Expo 2010 seja a maior de sempre», disse o comissário-geral de Portugal, Rolando Borges Martins, quando assinou o contrato para a participação portuguesa, em Abril passado.

«Portugal só pode ganhar se se apresentar de forma atractiva e aproveitar bem as potencialidades da China (…) Vamos mobilizar as empresas portuguesas que já estão na China e as que queiram aproveitar a Expo 2010 para entrar na China», salientou também Rolando Borges Martins.

Lusa / SOL

in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=162403

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  • 1 year later...

Empreendimentos
Cortiça na construção atrai projectos internacionais
Elisabete Soares
20/03/11 09:15


Cada vez mais empreendimentos nacionais e internacionais, como a catedral da Sagrada Família em Barcelona, estão a recorrer à cortiça portuguesa como material de construção.

O Pavilhão de Portugal na Expo Xangai 2010, inteiramente revestido a cortiça, foi uma montra privilegiada das vantagens de aplicação deste material na construção. De tal forma que, logo após o evento, o arquitecto Jordi Bonet i Armengol - que lidera o contínuo processo de construção da Sagrada Família, em Barcelona - enalteceu e elogiou a cortiça, seleccionando-a para os pavimentos interiores e para a cripta. O facto constitui mais um marco na projecção internacional da cortiça, já que a catedral desenhada por Gaudi é um ex-líbris de Barcelona e um dos monumentos mais visitados do mundo. Entre 2010 e o início de 2011, sucederam-se os projectos emblemáticos de uso da cortiça, como o Clube Jimmy Woo, de Amesterdão, os museus Guggenheim, em Abu Dhabi, e Nezu, em Tóquio, uma das mais importantes instituições culturais do Japão.

Em Portugal, a utilização da cortiça nos revestimentos interiores das casas, especialmente nos pavimentos, já é bastante usual. Contudo a sua utilização como revestimento exterior, apesar de já não ser uma novidade, tem no Colégio Pedro Arrupe, no Parque das Nações (inaugurado em Setembro de 2010), em Lisboa, um dos seus melhores exemplos. Com projecto de arquitectura da autoria da GJP Arquitectos Associados, o edifício tem as fachadas exteriores revestidas a aglomerado de cortiça expandida, tendo sido utilizados oito mil metros quadrados (m2) de cortiça, com espessuras de 50 e 100 milímetros. A linha arquitectónica, definida em perfeita sintonia com a área envolvente, tem causado um grande impacto, o que leva a que seja um ponto de romaria de arquitectos e outros especialistas na área de construção, tanto nacionais como de outros países.

Potencialidades da cortiça

No sector da construção, a cortiça pode ter diferentes aplicações. A mais comum é como isolamento térmico e acústico de paredes e coberturas, apoio anti-vibratório, como preenchimento de juntas de expansão (em projectos em que a amplitude térmica não pode afectar a estabilidade do betão)". Dependendo da solução, pode ser usada no início do projecto ou em reabilitações, como parte integrante da estrutura. Na decoração de interiores, numa fase final do projecto, são aplicadas as soluções de revestimentos de cortiça nos pavimentos e nas paredes.

De acordo com a Corticeira Amorim, grupo que detém a quase exclusividade de comercialização destes materiais, "não há muitas soluções que se possam considerar verdadeiros concorrentes tendo em conta as capacidades imbatíveis da cortiça a nível de sustentabilidade e das suas capacidades técnicas". Aliás, foi feito um estudo de eco-eficiência pela BASF, um dos maiores grupos químicos, comparando a cortiça com materiais alternativos, como a madeira e o PVC. As conclusões, validadas por uma entidade independente, evidenciam a eco-eficiência dos revestimentos de cortiça. Desde o menor consumo de recursos (energia e matérias-primas) até ao menor custo para o cliente (que considera também os gastos com aquecimento ou com manutenção e limpeza ao longo da vida útil do revestimento), os pavimentos de cortiça afirmam-se como uma solução viável, do ponto de vista ecológico, mas também económico. Além de que se trata de uma matéria-prima natural, renovável e reciclável.


in http://economico.sapo.pt/noticias/cortica-na-construcao-atrai-projectos-internacionais_113446.html
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