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Lisboa | Requalificação do Largo de Rato | Aymeric Bole-Richard


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Sobre o novo projecto para o Rato:

"O vereador do Urbanismo revelou ainda que a autarquia "vai alterar completamente" o espaço público do Largo do Rato, que um estudo do investigador Aymeric Bole-Richard, divulgado pelo PÚBLICO em 2008, conclui ser "um lugar hostil e perigoso para o peão". Manuel Salgado corrobora esta visão e diz que quer que o peão passe a ser "rei" neste local."

Proposta:

Somos Europeus e com orgulho, é altura de o provar. Temos um dos mais maravilhosos climas e temos de nos debruçar sobre uma nova forma de trazer as cidades aos seus habitantes. É preciso desenhar para a modernidade mantendo a História no que mais importante se insurge.

O caso do Rato é um típico atropelo das políticas do executa e segue, sem pensar nas consequências.

Apelo às mentes brilhantes deste fórum para se debruçarem sobre estas questões e executarem um plano de possibilidades para este Largo. O que se poderá fazer para o reavivar e trazer de volta para o futuro?

Apresentem as vossas propostas, não deixemos morrer a esperança.
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  • 2 weeks later...

"executar um plano de possibilidades? e quem pomove? e quem paga? venha daí o concurso então, mas n de borla q n somos assim tão parvos!" Caro, a ideia aqui é pegar num local desconsiderado por políticas do betão dos anos 80 e recuperá-lo à sua antiga glória. Se não pretende trazer ideias à praça pública então registe o projecto directamente no concurso da Câmara. O importante é que esses projectos existam. Claro que o ideal e interessante seria que as ideias fossem discutidas por aqui, para que todos possam dar o seu contributo. Eu acredito numa renovação das políticas na câmara e é por isso que fiz este apelo aqui no site, nada melhor que um bom projecto para mostrar as capacidades de quem saber fazer.

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  • 1 month later...

Aqui fica o texto da notícia na íntegra:

Lisboa lança concursos de arquitectura em sete zonas Imagem colocadaImagem colocadaPúblico, 21.07.2009, Inês Boaventura

O vereador Manuel Salgado anunciou ontem que a Câmara de Lisboa se prepara para lançar nos próximos meses sete concursos públicos de arquitectura, alguns dos quais em parceria com outras entidades. Entre eles está o do terminal de cruzeiros entre Santa Apolónia e o Jardim do Tabaco, que, ao contrário do que pretendia a anterior Administração do Porto de Lisboa (APL), não terá as valências de hotel e centro comercial.

O concurso do terminal de cruzeiros será provavelmente lançado em Setembro, em parceria com a APL, tal como um outro relativo à praça existente junto à Doca de Santo Amaro, que poderá ser lançado ainda este mês. Cai assim por terra o muito contestado projecto que previa para Santa Apolónia, além de uma gare marítima para cruzeiros, um hotel com dois pisos, uma área de escritórios, zonas comerciais e estacionamento.

Também segundo Manuel Salgado, e em parceria com a Frente Tejo, deverão avançar em Setembro os concursos públicos para a área entre o Campo das Cebolas e a Doca da Marinha e para o espaço público da zona monumental de Belém.

O vereador do Urbanismo revelou ainda que a autarquia "vai alterar completamente" o espaço público do Largo do Rato, que um estudo do investigador Aymeric Bole-Richard, divulgado pelo PÚBLICO em 2008, conclui ser "um lugar hostil e perigoso para o peão". Manuel Salgado corrobora esta visão e diz que quer que o peão passe a ser "rei" neste local.

Em Setembro, numa intenção que o autarca admite que poderá só ir avante no próximo mandato, deverá ser lançado o concurso para o centro de congressos da Praça de Espanha. Por fim, a câmara vai desafiar jovens arquitectos a desenvolverem um projecto para terrenos municipais de Pedroços, que inclua creche, biblioteca e zonas de habitação, mas também um núcleo de "habitação evolutiva, que possa crescer em função das necessidades das famílias".

À margem da apresentação de planos e estudos urbanísticos lançados neste mandato, Salgado admitiu que lhe causou "alguma surpresa" o recente anúncio da expansão do Metro a Loures. Isto porque, diz, num relatório preliminar apresentado pela transportadora em Junho esta obra não era "prioritária", ao contrário de outras, como o prolongamento da linha Verde a Carnide. O vereador considera que "a grande aposta" para os próximos anos não deve ser o metro convencional, mas sim uma rede de eléctricos rápidos de superfície, a implementar por exemplo em Alcântara.

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