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Arquitectura.pt


_Maverick_

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  1. João Capote, mas é que nem que a vaca tossisse eu rejeitava o trabalho! Tenho a certeza que qualquer um de vós (por mais que diga que não) se estivesse na minha situação aceitava o trabalho. Não sejam hipócritas. O próprio Siza projectou enquanto estudante (não me estou a comparar, atenção). É uma excelente oportunidade para mim, e para me pôr à prova, e, sinceramente, não estou a ver nenhum gabinete a rejeitar a minha candidatura de emprego só porque já projectei algo que foi construído...será, quem sabe, uma vantagem? Para além disto, mesmo por ser estudante, os trocos fazem-me jeito...logo, tenho que pedir algo em troca do meu trabalho. É pena a nossa área profissional estar cravejada de inveja e ganância, senão até podíamos lucrar com a troca de informações. Dito isto, é a última vez que escrevo ou faço questões de algum tipo neste fórum. Não vale a pena. Obrigado Marcelo Santos
  2. Sim, era isto que tinha visto. De qualquer maneira, obrigado.
  3. Eu sei que não posso assinar, e não foi isso que eu perguntei. Apenas perguntei o que acham que posso pedir. Quanto ao resto, agradeço o conselho mas isso não é problema.
  4. sim, isso eu sei...mas há algum tempo que se anda a dizer que o RGEU iria ser revisto na totalidade, e a minha pergunta era se isso já teria acontecido. Pelo que já vi na Internet, mais concretamente no site da ordem, isso ainda não aconteceu...à excepção de alguns artigos, mantêm-se as leis de 1970 (ou por aí) certo?
  5. Boas Sou estudante de arquitectura (5º ano) e tenho o curso técnico desenhador projectista, e fui abordado recentemente por um amigo para lhe fazer uma habitação para ele e gostaria de saber a vossa opinião em relação ao preço que devo cobrar. Visto que sou estudante sei que não posso praticar os preços "normais" de arquitecto, mas gostaria de ter uma noção do que para vós é justo eu pedir. O projecto de especialidades não fica a meu encargo. Obrigado
  6. uma grande dúvida...o RGEU já foi ou não alterado?
  7. um excelente app, sem dúvida! acho que ninguém vai chegar ao cumulo de trabalhar em cad num iphone, ipad ou whatever...mas é sem dúvida um grande apoio para, por exemplo, apresentações. Mas só faz sentido se for grátis.
  8. Desktop...sem dúvida!!! e punha de parte a ideia de ter também um portátil, e comprava um desktop a sério.. eu tenho um portátil desde o meu 1º ano (estou no 4º), e agora percebo que foi um erro. o argumento de que "tenho que ter um portatil para levar para a faculdade" é um mito, muito sinceramente. (Eu próprio já ando a juntar dinheiro para o meu iMac :s) é a minha opinião, pelo menos...
  9. o tamanho da folha que uso na impressão para EPS interessa para alguma coisa??
  10. Boa noite pessoal. então a minha dúvida é a seguinte: tenho de fazer dois painéis A1 com os desenhos técnicos á escala para a disciplina de projecto, e já o consegui (fiz o layout no photoshop ja com o espaço definido para os desenhos técnicos e depois foi so importar o que fiz no em formato jpeg para o CAD), mas agora queria trabalhar os alçados em photoshop (acrescentar imagens de céu, árvores e pessoas) mas não sei como voltar a importar tudo para o photoshop outra vez. Atenção, quero sempre manter a escala dos desenhos técnicos, é essencial ...Sera que alguém sabe como fazer? se é que é possivel... agradecia a ajuda help me!!! abraço
  11. comentem!... a minha opinião é que é uma obra que em muito vai valorizar a cidade...ansioso para que comece :rolleyes:
  12. Um centro comercial que é mais cidade "O centro comercial do projecto Forum Leiria está desenhado como um prolongamento do tecido comercial que se desenvolve ao longo da Avenida Heróis de Angola, retomando uma escala de espaços urbanos comerciais homóloga da zona envolvente à Praça Rodrigues Lobo. O hipermercado e respectivos armazéns e cais de abastecimento situam-se no piso -2, 6 m abaixo da cota de soleira, resultando num edificado com a altura dominante de apenas 12 m. Estes volumes são definidos a partir de uma malha de percursos pedonais que estabelecem as ligações principais entre as vias comerciais existentes (Heróis de Angola e Mouzinho de Albuquerque), os caminhos ao longo de Rio Lis e o novo parque urbano proposto a poente, que enquadra o núcleo de equipamentos desportivos e recreativos da cidade. Estes percursos são amarrados entre si através de quatro praças ou largos, nos diversos quadrantes do conjunto comercial. Em quase toda a sua extensão, os percursos comerciais desenvolvem-se em dois pisos a céu aberto, embora com palas ou galerias de protecção contra a chuva, recriando ambientes de via urbana enriquecidos pelas relações visuais entre os dois pisos." O novo mercado integrado no centro comercial "O novo mercado municipal ficará situado sensivelmente onde agora está o parque de estacionamento do centro comercial Maringá, com entrada para a Praça do Emigrante, que será também ela reformulada. O edifício, por ser perfeitamente compatível com o tipo de espaço urbano proposto, vem complementar os espaços comerciais à superfície, quer em termos de horários de utilização, quer em termos de variedade da oferta comercial. Os cais de descargas previstos no subsolo incluem também um sector dedicado ao mercado, ligado à zona pública através de escadas e monta-cargas, retomando assim o esquema do edifício existente embora com a vantagem de se organizar em apenas dois pisos, cada um deles com pé-direito muito mais generoso de cerca de 6 m, interligados através de um vão de luz natural proveniente da cobertura." O pavilhão multiusos enquadrado na envolvente "O pavilhão multiusos confina com o Estádio, com o novo traçado da Rua Capitão Mouzinho de Albuquerque (ponte e modelação do terreno) e com o maciço arbóreo do parque de estacionamento exterior, uma nova praça que remata o extremo Poente da intervenção urbana. Desta integração resulta um edifício composto por dois elementos: a plataforma que articula do ponto de vista urbano o encosto Sul da ponte e a base da encosta do castelo e um volume paralelipipédico pousado sobre a plataforma, autónomo do ponto de vista geométrico. Assim, consegue-se por um lado diminuir o impacte visual do volume edificado, porque integra 60% do volume do edifício na modulação do terreno, e por outro lado amenizar o choque de escala existente entre o estádio e o morro do castelo porque, "intrometendo-se" entre estes, cria um contraponto de escala intermédia." Topo norte do estádio concluído O topo norte do estádio será concluído, respeitando o projecto original, de forma a integrá-lo no grande parque desportivo e recreativo de Leiria, procurando captar para este edifício usos privados no campo da saúde, desporto e bem-estar. Está previsto o acabamento integral (exterior e interior), a adequação da fachada às novas exigências de eficiência energética e a possibilidade de reformulação das valências interiores. O edifício, depois de concluído, será entregue à Câmara Municipal de Leiria, que dele fará o que melhor entender, de acordo com as necessidades do município e as opções estratégicas a assumir pela autarquia. Construção do jardim da Almoinha O projecto Forum Leiria propõe-se construir o Jardim da Almoinha de acordo com o projecto original do arquitecto leiriense Rui Ribeiro, em total integração com o projecto urbano. Trata-se de uma infra-estrutura que só vai beneficiar com o projecto Forum Leiria, que está desenvolvido de forma a harmonizar toda a zona e a valorizar os espaços verdes e de lazer. in: www.forumleiria.pt
  13. este é o aspecto da zona a intervir, na actualidade: http://www.regiaodeleiria.pt/imagens.php?src=imagens-bin_imagem_jpg_0735079001207242970-435.jpg&x=780&y=590 deixo-vos também o link para o video deste projecto: http://videos.sapo.pt/Fzb9ks0yafWJdzo1tO0d e um bónus: "Artigo de Manuel Salgado, autor do projecto Um projecto urbano central para Leiria Este projecto é uma oportunidade para ampliar a influência das intervenções feitas no âmbito do Programa Polis, embora com um alcance estratégico mais profundo. Por um lado, trata-se de fazer cidade qualificada e bem equipada sem o apoio financeiro do Estado. Por outro lado, trata-se de partir das zonas centrais e históricas da cidade, intervindo nos espaços entre a cidade antiga e a cidade nova que se vem formando, lançando as bases da sua identidade futura. Considerou-se muito importante manter o mercado mais próximo do centro da cidade, pelo que se estudou a possibilidade de o integrar numa unidade comercial perfeitamente contínua com a cidade, no extremo nascente da área de intervenção. Esta solução foi sempre trabalhada tendo em vista dois objectivos fundamentais: Conseguir a continuidade visual e ecológica entre o sistema rio e o sistema do morro do castelo criando sistemas de solo permeável e orgânico na zona de intervenção;Conseguir a continuidade pedonal e ciclável entre o centro tradicional de Leiria e a zona do estádio, sem prejudicar a mobilidade rodoviária e ainda servindo o novo centro comercial com eficiência.O conceito urbanístico procura assim um equilíbrio que permite qualificar de forma integrada os sistemas de mobilidade, ecológico e das actividades económicas urbanas. Procura-se cumprir este objectivo através da reorganização da rede viária, da continuidade da estrutura ecológica e da continuidade do tecido comercial. Propõe-se uma reorganização da rede viária, tirando partido de infra-estruturas rodoviárias existentes construídas para o Euro 2004 que estão em sub-utilização. Propõe-se uma nova continuidade na estrutura ecológica, permitindo em simultâneo o seu usufruto directo pela população em articulação com as estruturas desportivas e comerciais. Propõe-se uma continuidade do tecido comercial através do carácter das ruas, largos e praças comerciais propostas, onde se procura reinventar os espaços urbanos comerciais típicos das cidades consolidadas. Por um lado, trata-se de dar conteúdo concreto às orientações estratégicas do Município para a revitalização da baixa comercial de Leiria. Por outro lado, trata-se de continuar um processo de intervenção urbanística que culmine na criação de um espaço público central na cidade e na construção de equipamentos relevantes para a região. Julho de 2007" in: www.forumleiria.pt
  14. " CLIENTE | Multi Development Corporation e Lena Construções LOCAL | Leiria DATA | 2007 Leiria ocupa uma importante posição na rede de cidades médias portuguesas. Em 2007, a Câmara Municipal de Leiria com o intuito de revitalizar a baixa comercial da cidade lançou um concurso, destinado a promotores e operadores comerciais, para a concepção, construção e exploração de uma nova unidade comercial com cerca de 50 000 m2. http-~~-//www.forumleiria.pt/images/site_14_desenho_01.jpg http-~~-//www.risco.org/pt/projectos/desurbano/leiria/images/leiria_2.jpg Em contrapartida, o vencedor teria de projectar e construir, para o município, os espaços públicos, um pavilhão multiusos e um mercado, ampliando a influência das intervenções feitas no âmbito do Programa Polis. A participação do Risco no processo fez-se a convite do consórcio concorrente MULTILENA, tendo o atelier a incumbência de projectar o desenho urbano, as infra-estruturas, o espaço público e os edifícios. A zona de intervenção situa-se na sua quase totalidade sobre uma superfície plana, aluvionar, na margem esquerda do Rio Lis. O morro do Castelo e o rio, pela sua proximidade, o estádio construído para o Euro 2004 e a cidade existente constituíram elementos relevantes na definição do conceito urbanístico. A localização e o desenho do centro comercial foram determinantes para o desenvolvimento da proposta. Optou-se por implantar o centro comercial mais próximo do centro de Leiria, com o objectivo de construir uma área comercial urbana, integrada no tecido da cidade. http-~~-//www.risco.org/pt/projectos/desurbano/leiria/images/leiria_3.jpg Junto ao estádio propôs-se um grande parque de equipamentos municipais constituído pelas piscinas, pelo estádio e pelo pavilhão multiusos, agregados através de espaços públicos pedonais de solo permeável e arborizados para usufruto da população. O sistema rodoviário foi reformulado tirando o máximo proveito da nova ponte da Avenida Euro 2004. Pretende-se garantir a continuidade pedonal e ciclável entre o centro tradicional de Leiria e a zona do estádio, sem prejudicar a mobilidade rodoviária e servindo eficientemente o novo centro comercial." A Estratégia: http-~~-//www.forumleiria.pt/images/site_15_desenho_viaria_04.jpg http-~~-//www.forumleiria.pt/images/site_15_desenho_ecologica_03.jpg http-~~-//www.forumleiria.pt/images/site_15_desenho_comercial_02.jpg - A reorganização da rede viária, assegurando a continuidade pedonal até ao estádio (fig.1) - A continuidade da estrutura ecológica, com a ligação do louriçal do castelo ao rio (fig. 2) - A continuidade do tecido comercial, com o forum a assumir-se como o remate (fig.3) http-~~-//www.forumleiria.pt/images/site_15_corte_projecto_01.jpg - Integração dos elementos e a envolvente Os espaços verdes: http-~~-//www.forumleiria.pt/images/site_16_area_permeavel_01.jpg http-~~-//www.forumleiria.pt/images/site_16_zona_recreio_02.jpg A revolução rodoviária: http-~~-//www.forumleiria.pt/images/transito_01.jpg http-~~-//www.forumleiria.pt/images/transito_02.jpg http-~~-//www.forumleiria.pt/images/transito_03.jpg - Esquema da circulação automóvel na zona de intervenção (fig.1) - O estacionamento está equilibradamente distribuído entre superfície e subsolo (fig. 2) - O projecto prevê a construção de ciclovias que atravessam a zona de intervenção (fig.3) texto fonte: www.risco.org imagens fonte: www.risco.org, www.skyscrapercity.com e www.forumleiria.pt autor do projecto: Arq. Manuel Salgado
  15. vou então criar um topico sobre a reconversão da zona do estadio de leiria no sitio certo...abraço

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