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festival86

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  1. Decreto-Lei n.° 243/86 de 20 de Agosto Artigo 38. Aprova o Regulamento Geral de Higiene e Segurança do Trabalho nos Estabelecimentos Comerciais, de Escritório e Serviços. No caso de estabelecimento de restauração ou bebidas Decreto Regulamentar n.° 20/2008 de 27 de Novembro. Espero ter ajudado
  2. Pois é meus caros. Desde já agradeço muito a vossa colaboração e opinião deste processo, mas tenho vos a dizer que o processo deu entrada como Alteração de Utilização e como Telas finais a pedido do técnico da autarquia. Como se vê, isto muda sempre de técnico para técnico e de autarquia a opinião da entrega em relação aos pedidos.
  3. ok, obrigado pela ajuda, por acaso já tinha lido a lei 60/2007, mas não consegui tirar nenhuma conclusão, daí ter vindo aqui tirar a dúvida. Vou então ler com mais atenção.
  4. Fiz parte da equipa do projecto, e sou responsável pela organização do processo de entrada na Câmara, se acha essa informação importante para me tirar a duvida!
  5. Boas. Tenho um processo de licenciamento para entregar na Câmara de uma remodelação / alteração interior de uma estabelecimento de bebidas, que se encontra num loteamento já construído há alguns 15 anos, e no momento da entrega no município, não aceitaram porque teria que ser uma comunicação prévia, por se tratar de uma obra num lote de terreno. A minha dúvida é: será que a pessoa que estava a receber entendeu que seria uma construção de raiz, ou realmente como na morada diz (lote 1), o processo normal é uma comunicação? Já agora se alguém souber o D.L onde defina o que deve ser comunicação prévia ou licenciamento agradecia.
  6. pois aí é que está o grande problema, é que tb não existem aulas nocturnas na Católica de Viseu. Sendo assim nao resta grande margem de manobra para uma pessoa se increver, pagar 400 euros e nao ter tempo ou disponibilidade para ir ás aulas.
  7. Curso de Arquitectura para trabalhador estudante Boas, neste momento encontro me num impasse muito grande e gostaria de ajuda para resolver esta situação: Sou licenciado em Design de Interiores, com estágio de 4 anos num gabinete conceituado de arquitectura em Viseu onde obtive uma nota de estágio de Muito Bom. Actualmente encontro me com trabalho em outra empresa de construçaõ e projecto mais direccionada para interiores e gosto muito do trabalho e da empresa, só que o bichinho da arquitectura pura e dura se assim poderei dizer atormenta me todos os dias e questionei a hipotese de me inscrever no curso de arquitectura na Universidade Católica de Viseu, onde me dão algumas equival~encias, para melhorar os meus conhecimentos e por sua vez tambem resolver a questão da assinatura de autoria de projectos. Deste modo pedia entao a vossa opiniao, visto já ter 30anos e o curso ser de 5 ou mais pois teria de fazer o curso com o estatuto de trabalhador estudante e pouco ou quase nenhum tempo tenho para ir ás aulas e também a universidade nao tem horarios pos laboral. Para não falar nas mensalidades de 400 euros. Da vossa opinião e quem já tirou o curso acham que a intensidade do curso permite conciliar bem a formação com a falta de disponibilidade que tenho. Agradeço a ajuda pois tenho de decidir o mais rapido possivel porque as aulas já começaram 1 mês
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