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Arquitectura.pt


adolf loos

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adolf loos last won the day on September 16 2008

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  1. http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=24383&e_id=&c_id=7&dif=tv&hora=17:30&dia=15-11-2008
  2. a universidade nao faz nada por ti, tu deves ser o interessado.Eles auxiam-nos mas nos temos que ser os interessados, seja qual for a universidade em causa.Infelizmente para uns certos seres pensantes e para uma grande parte da populaçao que nao conhece o mundo da arquitectura , pensa muitas vezes entre optar por um aluno de uma publica e uma privado escolhe a publica, mesmo correndo o risco de ser um aluno desenrascado , em deteriorimente de um bom aluno de uma privada(o mundo dos preconceitos).Acho que se perde muitas vezes tempo a saber , ou argumentar qual a melhor universidade em ves de esforçaren-se na sua formaçao para servir as pessoas, alias é esse o objectivo do arquitecto, procurar satisfazer as necessidades das pessoas, fazemdo-as faliz e nao perder tempo em descussoes inuteis.
  3. Com estes prazos miseros como pertendem que a obra tenha uma qualidade construtiva duradoura.É lamentavel que se proceda desta forma, mesmo estando perante uma dupla de arquitectos mais conceituada do mundo.Pertendem tudo feito para ontem e o resultado é o esperado.Estes arquitectos tambem depois de um documentario passado na Nacional Geographic sobre o estadio ninho de passaro em que os aspectos dos acabamentos nao eram muito alvo de interesse , deixou-me com algumas duvidas.Bem sei que a obra tinha prazos dado que era um acontecimento importante, mas mesmo assim.
  4. Este topico possui uma larga lacuna, nao se consegue ao colocar as duas vertentes andas/andas-te perceber quais a percentagens de cada uma.Os resultados obtidos nao esclarecem o objectivo da pergunta.
  5. EXPOSIÇÃO ARMÉNIO LOSA. CASSIANO BARBOSA. ARQUITECTOS: "NOSSO ESCRITÓRIO" [1945-1957] Inauguração 28-10-2008 28 OUT – 06 DEZ 2008 Museu dos Transportes e Comunicações Edifício da Alfândega, Porto Ter – Sex 10h – 18h Sáb + Dom + Fer 15h – 19h Entrada Livre Co-organização: FAUP – Centro de Documentação/ Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos - OASRN Investigação/ Projecto/ Coordenação: Arquitecto Manuel Mendes Visita Guiada: 8 NOV, 17h30 com Arquitecto Manuel Mendes A FAUP, Centro de Documentação e a Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos, OASRN inauguram no próximo dia 28 de Outubro, 3ª feira, pelas 22h00, no Museu dos Transportes e Comunicações (Edifício da Alfândega, Porto) a Exposição Arménio Losa. Cassiano Barbosa. Arquitectos: "Nosso Escritório" [1945-1957], dois autores referenciados na bibliografia relativa ao processo da Arquitectura Portuguesa do Séc. XX, que contribuíram na ampliação da cidadania da arquitectura, do seu ofício e saber, nas suas dimensões técnica e artística, política e social. A inauguração vai ser precedida, às 22h00, por uma conferência pelo Arquitecto Manuel Mendes, na Biblioteca do Museu dos Transportes e Comunicações. A exposição é realizada no âmbito das Comemorações do Centenário de Nascimento de Arménio Losa, uma das mais destacadas figuras no panorama arquitectónico português do século XX, promovida pela OASRN em conjunto com várias personalidades e instituições, numa homenagem onde terão lugar uma série de acções que pretendem divulgar a um público alargado a obra do arquitecto e a actividade do cidadão. O ciclo, comissariado pelo Arquitecto Pedro Ramalho, integra exposições, conferências, debate, visitas guiadas, concurso de fotografia, e a edição do Mapa/Roteiro Arménio Losa na cidade do Porto. Sobre a Exposição Arménio Losa. Cassiano Barbosa. Arquitectos: "Nosso Escritório" [1945-1957] "Tal como a praticou Le Corbusier, "a arquitectura é uma missão que exige dos seus servidores vocação. Que, consagrada ao bem da habitação [habitação que abriga os homens, o trabalho, as coisas, as instituições, os pensamentos], a arquitectura é um acto de amar, e não uma encenação". Arménio Losa (1908-88) e Cassiano Barbosa (1911-98) são autores referenciados na bibliografia relativa ao processo da Arquitectura Portuguesa do século XX, sublinhando-se o seu contributo à ampliação da cidadania da arquitectura, do seu oficio e saber, nas suas dimensões técnica e artística, política e cultural. No todo da sua obra entre 1945 e 1957, o edifício de casas-andar de habitação na rua da Boavista (1945), ou o edifício de ângulo para comércio, escritórios e habitação no encontro da rua de Sá da Bandeira com a rua de Guedes de Azevedo (1946), ou o edifício de contiguidade na frente urbana da rua de Ceuta (1950) testemunham compreensível exemplaridade, como testemunham, igualmente, certa excepcionalidade , se presente a arquitectura dos seus percursos formativos e profissionais. Excepcionalidade que, assim mesmo, sem a compreensão da sua razão de ser, tem servido a alguns para repetida evocação de um novo localizado. Um novo validado e divulgado pelo que reproduz de figuras ou modelos do que aqueles repetidamente entretecem como arquitectura moderna. Evocação que, por quixotesca sonhação na (a)ventura de alguma história e de alguma crítica, tem servido à confabulação desse mágico moderno localizado, contribuindo para o esquecimento da originalidade que é marca e ferida na exposição da modernidade (es)forçada característica da situação portuguesa. A realização desta exposição quis-se como construção | estação provisória para um (re)conhecimento mais detalhado e rigoroso, de um período das suas vidas, na militância por uma arquitectura do seu tempo - a cidade, a casa, a profissão, a cultura.
  6. Parabéns asimplemind, li com muita curiusidade os teus artigos expostos no teu blog e gostei imenso.Um que me despertou a atenção foi o porquê e o para quê da forma*, de facto o tema de o tema sda tecnologia no tempo comtemporaneo se sobrepor à arquitectorica, ao ives, dos conceitos que sao a base desta, é algo que espelha um em certa medida a sociedade contemporanea.Alias são é desconcertante ver que , fazendo uma reflexão a arquitectura desde o inicio do seculo XX, a quantidade de estilos arquitectonicos surgiram a uma velocidade estonteante, é um facto que esta aconpanha a sociedade , sendo muitas vezes, como no modernismo apologista e demasiado pregressista para a epoca.Como mum seculo , a arquitectura alterou tanto , como numa actividade liberalista, onde o arquitecto dita a criaçao , gerando-se muitas formas de ver o mundo.Com isto quero dizer que estamos numa especie de revivalismo, em que o individualismo criativo é a peça chave para o estado da arquitectura.No entanto numa altura da historia enpregnada pelo individualismo, por uma sociedade hipertexto, de comportamente mimeticos, a arquitectura , ou mais propriamente os arquitectos apoderam-se da imagens que transmite para os seus edificios como a unica alternativa , para que estes possam ser "unicos".Eu perguntava , a arquitectura nao é uma actividade que pertende criar edificios permeiemo bem estar das pessoas?A arquitectura nao devia ser pensamente, com base nas teorias coerentes e nao metaforicas como o pos-modernisto tem exaltado desmesoradamente? Com uma sociedade que vive ferneticamente , o bem estar momentaneo parece ser o que mais satizfaz as pessoas, e nao se preocupar com edificios bem concebidos , que sejam para durar na iventualidade a vida dos proprios. Abraços:)
  7. Arquitecta Maria Moita vence 3º Prémio Fernando Távora 07.04.2008 - 23h02 Sérgio C. Andrade O projecto de uma viagem para estudar a “Arquitectura para o desenvolvimento. Intervenções de emergência e de permanência no sudoeste asiático” valeu à arquitecta Maria Moita a 3ª edição do Prémio Fernando Távora. O anúncio do vencedor foi feito hoje à noite, numa sessão pública realizada na Câmara Municipal de Matosinhos, onde o júri justificou a sua escolha pelo facto de a proposta apresentada por Maria Moita manifestar “a convicção de que a arquitectura pode e deve ser uma mais-valia no processo de reconstrução em locais remotos que sofreram as consequências devastadoras de desastres naturais ou bélicos”. O Prémio Fernando Távora é uma iniciativa da Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos e tem o valor de 5000 euros, para ser utilizado numa viagem de investigação, que deverá resultar num registo documental e numa conferência. No seu projecto, a arquitecta premiada propõe-se visitar países como Timor-Leste ou o Siri Lanka e analisar, “in loco”, o papel que a arquitectura teve (e pode continuar a ter) nestes dois países respectivamente afectados pelos conflitos anteriores à independência de 1999 e pelo tsunami do Natal de 2004. Dará, assim, sequência ao trabalho em que já esteve envolvida em Timor, em 2002/3, onde participou na construção e reconstrução de escolas promovidas pelo Banco Mundial e pelo Ministério da Educação do jovem país. Licenciada pela Faculdade de Arquitectura do Porto e com pós-graduação na Universidade Politécnica da Catalunha, em Barcelona, Maria Moita visitou já também Moçambique, onde investigou a relação da arquitectura com a descolonização. O júri deste ano foi formado pelos arquitectos Nuno Teotónio Pereira, Eduardo Souto de Moura e Filipa Guerreiro e pelos professores João Lobo Antunes e Ferrão Afonso. Na acta, os jurados destacaram duas outras componentes da proposta de Maria Moita: “o profundo compromisso para o exercício da cidadania no mundo globalizado; e o reconhecimento da importância de propor soluções rigorosas proporcionadas pelos recursos locais que, de algum modo consubstanciam uma linguagem mais depurada, vital para a cultura contemporânea”. Ao 3º Prémio Fernando Távora concorreram 24 arquitectos, com propostas que, em grande parte, se destacaram “pela qualidade e excelência”, notou o júri. Nas edições anteriores foram distinguidos, no ano passado, a arquitecta Sílvia Benedito, com a proposta “Quadrícula Emocional: Um urbanismo híbrido entre natureza e arquitectura nas cidades atlânticas portuguesas do século XVI”; na primeira edição, foi premiado o arquitecto Nélson Jorge Mota, que estudou o espaço doméstico da burguesia portuense do século XIX em comparação com as habitações da burguesia europeia do século XVII.
  8. Segundo o sitio da internet : http://74.125.45.104/search?q=cache:koWbEQDwY_UJ:passatellicrudiallafermatadel2.wordpress.com/2008/03/23/casa-levene-el-escorial-madrid-spain-nomad-arquitectos-eduardo-arroyo/+casa+levene%2Bresina&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=7&gl=pt o exterior é feito com basalto e o interior com resina de ambâr(color).
  9. muito obrigado peter , é claro que conta com a ajuda de todos como tambem os outros menbros podem esperar de mim a ajuda para esclarecer duvidas deste ou outros generos(caso eu saiba). :rolleyes:
  10. Caro Legrias o projecto em questao é a casa "Casa Levene" (Madrid) de Eduardo Arroyo
  11. A Sociedade de Consumo - Baudrillard Código do Item9789724414089 Ano2007 ISBN9789724414089 Price9,90 € ( 10,40 € com IVA) (edição portuguesa, 2007) A presente obra de Jean Baudrillard constitui uma das principais contribuições para a sociologia contemporânea, e é hoje uma obra consagrada internacionalmente. Nela procede o autor a uma análise profunda e estimulante daquilo que constitui um dos fenómenos mais característicos das sociedades desenvolvidas da segunda metade do século XX, mostrando de que forma as grandes corporações tecnocráticas suscitam desejos irreprimíveis, criando novas hierarquias sociais que substituíram as antigas diferenças de classes. O consumo, na qualidade de novo mito tribal, transformou-se, segundo o autor, na moral do mundo contemporâneo.
  12. Eu tenho uma duvida referente ao material que faz o revestimento interior desta casa , queria pedir se poderiam-me ilucidar sobre os materias desta casa.Queria tanbem se alguem me ajudar a saber qual o material de revestimento exterior do mesmo edificio. http://bp1.blogger.com/_a8zxkONzN_E/R0S4xBVb_4I/AAAAAAAAAok/jzDRfrqOw3Y/s1600-h/49502821ey4.jpg
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