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Arquitectura.pt


arqpatricio

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Everything posted by arqpatricio

  1. Obrigado a ambos...os links do Pedro são suficientes e têm a informação que procuro. Obrigado:)
  2. Numa moradia em construção temos uns vãos cuja altura não permite a sua abertura manual. Assim temos de instalar um mecanismo que permita a sua abertura. Alguem já teve esse problema???se sim qual o sistema que utilizaram e a sua fiabilidade?? obrigado
  3. Boas Neste momento estou com um pequeno problema na escolha de um material como base de um recuperador de calor. A minha ideia inicial é de ter um material que fizesse um contrastre em termos de acabamento e cor com o resto do conjunto. Por isso tinha pensado em Betão com um aditivo para lhe dar uma tonalidade escura. Aceito sugestões %3C/a%3E
  4. Para obras de pequenas dimensões acho o PSS uma perfeita perca de tempo e papel ( melhor dizendo uma perfeita estupidez) 1º Ninguem os verifica (na câmara é apenas um monte de papel que faz parte do processo e posso garantir que nem a 1ª pagina é verificada). E já vi PSS que são autenticos best sellers, com mais paginas que o meu dicionário de bolso. Uma vez vi um com 120 paginas para um muro de vedação com 1m de altura com um portão para viaturas. 2º os empreiteiros nem querem saber do PSS e muitos nem sabem o que é isso. (para obras de pequenas dimensões)
  5. Joagin Há vários anos que a organização do trabalho está definida e devidamente estruturada. Inclusive, os diversos gabinetes de engenharia que colaboram nos nossos trabalhos seguem a nossa filosofia. E não tenho duvidas de que tudo lhe foi devidamente explicado e qualquer colaborador podia a qualquer momento tirar qualquer duvida. Sim, porque a dimensão do meu atelier ( eu e mais dois colaboradores) permite um ambiente familiar. Uma das coisas que aprendi num atelier onde trabalhei enquanto estudante. Foi a necessidade de se fazerem reuniões semanais para se verificar se as metas estão a ser cumpridas, evolução dos projectos, planificar o trabalho, tirar duvidas, etc... E todas as sextas-feiras fazemos esse tipo de reuniões. assim, os colaboradores sabem perfeitamente o que têm de fazer na próxima semana e sentem sua importância nos respectivos projectos que participam. Agora, se alguem me diz que já trabalhou por sua conta durante um ano, já efectuou alguns licenciamentos, não tem problemas com a representação grafica, que sabe desenhar à mão levantada ( alias esse era um dos pontos fortes delas, segundo as suas palavras...e no fim:s), apresentou um curriculum a confirmar isso mesmo ( o portefólio é que tinha ficado em italia:rolleyes:)... eu acredito nessa pessoa. Tanto acreditei, que ela participou em reuniões com clientes, visitou os locais onde iriámos intervir, etc.... Eu não deixo de ter culpa... pois não deveria ter tido tanta confiança nas suas capacidades e ter verificado muito mais cedo os trabalhos que lhe ia atribuindo. Mas não o fiz. Agora, não quero que se faça aqui qualquer tipo de juízo de valor da estágiária. Quero sim, que me digam qual seria a vossa postura perante um cenário destes.
  6. Michaeloureiro realmente dá que pensar...mas sim é. O estagio foi aprovado pela ordem:s
  7. Pedro, Algumas lacunas foram detectadas, mas dei o benificio da duvida e como nesse mês pouco tempo passei no atelier. Mas nunca pensei que fosse tão grave.:D
  8. Em Outubro do ano passado resolvi começar a procurar um estagiário para o meu atelier, pois estavamos com bastante trabalho e o meu tempo para passar à frente de um pc estava cada vez mais escasso. Meti um anuncio na pagina da ordem (Sul) e não tardaram a chover respostas. Como é normal, fiz uma primeira triagem e passei às entrevistas. A escolha recaiu numa candidata italiana que pretendia residir em Portugal e que apresentou argumentos que eram coincidentes com o que procurava. Nomeadamente, forte conhecimentos sobre materiais, alguma experiencia na elaboração de projectos de licenciamento/execução,projectos de interiores, bons conhecimentos de autocad e criatividade. (apenas vi 3 projectos de licenciamento de lojas projectas por ela) Cumpridas as formalidades decidi po-la imediatamente a trabalhar pagando-lhe 400€ mensais. O estagio profissional apenas poderia começar depois do ano novo e só então iriámos tratar do estagio propriamente dito. Eu já sabia de ante-mão que teria de haver um periodo de adaptação na nossa forma de apresentação dos desenhos, às nossas layers e forma de organizar os desenhos no que diz respeito ao autocad e finalmente à legislação. Realmente assim foi, o mês de Novembro tivemos de "perder" algum tempo com ela, mas dei-lhe logo um trabalho para executar porque assim seria mais facil aprender e eu iria ver as eventuais falhas. Em Dezembro ela voltou para Italia para resolver uns assuntos pessoais e para ir buscar os papeis necessários para a sua inscrição na ordem e para o estágio. Voltando apenas ao trabalho na 2ª semana de Janeiro. Nessa altura foram-nos adjudicados 2 trabalhos que se enquadravam com o perfil da estagiária e achei que ela estaria pronta para os desafios. E foi aí que começaram os problemas. Comecei a notar que os conhecimentos de autocad não eram do nivel que me tinha sido dito. Notei grandes falhas nos conhecimentos na parte do desenho tecnico ( quer na representação e interpretação). Cheguei ao ponto de me sentar ao lado dela e dizer " aquela linha começa ali e acaba ali":o , pegar nos desenhos dela...corrigi-los e agora tenta ver as diferenças. Demonstrou uma total incapacidade para projectar, fazendo estudos que nem um aluno do 1º ano de arquitectura faria. Aguentei esta situação até finais de Março, altura em que tive de dar o estagio por terminado porque de forma alguma podia continuar com esta situação. Senti-me enganado... Se fosse com vocês o que fariam?
  9. Eu pago as cotas porque não tenho outro remedio... E concordo com o facto do preço das formações ser escandaloso. Para mim que vivo em Lagos torna-se quase impossivel frequentar alguma.:(
  10. Pedro, O acabamento final interior será em madeira de pinho Eu sei que não é a mesma coisa, mas chegamos a ter vários orçamentos para efectuar a estrutura do telhado em madeira, mas a decisão final do cliente foi esta.:\
  11. Obrigado a todos pelos vossos comentários. Agora respondendo as vossas perguntas individualmente. p/ Libertad: Obrigado pelo reparo, já alterei no texto e infelizmente não consigo alterar o titulo. O próximo desafio será a cobertura na qual vamos utilizar o sistema Tectum da Lusoceram. p/ Rui Fernandes: obrigado pelo comentário...no que diz respeito às I.S., o projecto foi entregue em Fev. 2007 entretanto na entrega das especialidades em 2008 a C.M:Lagos solicitou as acessibilidades, aí tivemos fazer as devidas alterações com vista o cumprimento do DL 163. Mais, só agora é que o cliente definiu as peças sanitárias e azulejos. Perante isto, só agora é que estamos a pormenorizar as I.S. bem como uma melhor distribuição das peças . O desnivel foi resolvido com uma laje aligeirada ventilada. Antes do inicio das escavações tinhámos duas lajes com cotas diferentes, mas após se ter obtado pelo ensoleiramento geral foi esta a solução encontrada. As paredes exteriores terão aproximadamente 40cm de espessura. p/ Pedro Barradas: O assentamento está a ser feito com argamassa normal. Quando contactei a Artebel para solicitar informações tecnicas sobre o bloco, a engª que falou comigo, referiu que o assentamento poderia perfeitamente ser assente com argamassa normal que as deferenças seriam minimas. Quanto ao abarramento, foi dito que ao encomendar os blocos, seria fornecido um "espalhador" para a argamassa, porem tal nao aconteceu e os pedreiros começaram a assentar os blocos como estão habituados. Mas, já alertamos para o facto e já estão a diminuir a espessura do abarramento. O ensoleiramento geral só foi opção após o inicio dos trabalhos de escavação. deparamo-nos com um maciço rochoso incrivel (não é por nada que aquela zona se chama o vale das pedras). A verificar-mos metade dos pilares e respectivas sapatas estariam sobre os maciço rochoso e o resto não, obtamos pelo ensoleiramento geral para garantir a estabilidade da estrutura. Quanto ao desempenho do edificio, mais à frente irei apresentar a solução estudada para o efeito. O que posso dizer agora, é que vai ser um isolamento continuo que irá envolver pavimento, parede e tecto interiormente.
  12. Foi-me dada a oportunidade de projectar uma moradia unifamiliar em que a sustentabilidade da mesma seria uma da prioridades. O cliente pediu que se projecta-se uma moradia em que o conforto térmico fosse garantido através de um sistema de aerotermia. Como pano de parede foi escolhido o bloco termo-acústido da artebel. Convido-vos a visitarem o blog que faz o acompanhamento da obra para poderem observar este novo material. http://patriciobernardes.blogspot.com/ Com o avançar dar obras irei dar mais informações sobre as soluções utilizadas e os seus resultados.
  13. credo...nem tal coisa me passou pela cabeça. nao posso é de achar piada a este tema... e ao mesmo tempo tenho muita pena...enfim.
  14. para ZGANDULO: estive sempre no Entroncamento é coincidencia para Gupyna: é apenas parte do percurso da minha vida... para ARK : Independentemente do tipo de arquitectura projectada, todo e qualquer arquitecto deve fazer o melhor possivel. Mesmo quando se trate da moradia rococó...devemos eliminar os excessos e torna-la o mais "limpinha" possível e sempre que possivel mostrar ao cliente que o facto de determinado elemento que ele tanto gosta naquela casa, não tem de necessáriamente ficar bem na dele, bem como eliminar qualquer possibilidade de virem a existir balaústros (por exemplo). E fique sabendo que até para fazer moradias "portugues suave" é preciso saber para não cometer erros que se vêem em todo lado...independentemente de quem projectou Se me orgulho do meu trabalho? não posso dizer que tenha feito obras dignas de revista...mas dentro das possibilidades e dentro daquilo que me foi possivel intervir tenho a consciencia de ter tentado fazer o melhor possivel. Tenho é orgulho de ter conseguido o que consegui até hoje...isso sim. E tenho a certeza que mais dia...menos dia irá aparecer um cliente que me irá dar liberdade para projectar , mas até lá vou fazendo o que me é possível. E será que existe algum arquitecto no mundo orguloso de todo o seu trabalho? Eu pelo menos, independentemente da qualidade arquitectonica sinto-me sempre insatisfeito. Mas uma coisa pde ter a certeza...prefiro 1000 vezes estar a trabalhar por minha conta e a fazer o que tenho vindo a fazer...do que criticar patroes...lamentar-me da minha falta de reconhecimento...do meu salario ...etc...
  15. Parece-me que tenho que abrir o meu livro um pouco... Para começa devo dizer que venho de familias de classe baixa/média e nunca vi o que se chama o "berço de ouro". Em 94 saí do exercito onde estava contratado há 2 anos, para ir para a universidade, tinha eu 23 anos. Como os meus conhecimentos do mundo da arquitectura eram muito reduzidos, decidi que seria mais proveitoso estudar e ao mesmo tempo trabalhar na área. No periodo dos 5 anos do curso, passei por varios tipos de ateliers, desde arquitectura até gabinetes de engenharia. Só no ultimo ano do curso é que parei praticamente de trabalhar para me dedicar de corpo e alma ao curso. Com este percurso consegui pagar todas as minhas despesas, curso, borgas e afins. Acabado o curso, comecei a trabalhar em conjunto com um colega de curso. Posso dizer que tivemos um pouco de sorte, pois a construção estava em alta e tinhámos trabalho constante. Por razões de ordem pessoal tive de deixar a actividade por um certo tempo. Em 2004, fui convidado para trabalhar num atelier como colaborador. Com muito trabalho e dedicação rapidamente fiquei responsavel por uma secção de produção do gabinete e os projectos mais importantes passavam quase todos pelas minhas mãos. Por volta de 2006, comecei a ser solicitado e os trabalhos começaram a "cair". Nos finais de 2006 ´tive de tomar uma decisão, ou me dedicava unicamente ao gabinete e apresentava uma proposta de sociedade ou saia e arriscava. Pois, com a minha namorada gravida de 6 meses decidi arriscar. Posso dizer que em termos de volume de trabalho tive 36 processos entregues em 2007 e 68 em 2008. E neste momento, tenho um atelier com dois arquitectos colaboradores. Um deles é estagiario ( mas ganha como um arquitecto ). Eu entendo algumas criticas que possam fazer aos patroes, eu também passei por elas. Mas sempre tentei aprender com isso. E não é preciso saír de Portugal para ser bem sucedido. Em vez de perder tempo a criticar o meu patrao e chorar pelos cantos, tentei inovar, ganhar a minha cota de mercado, dar-me a conhecer e trabalhar que nem um doido. Quando leio que "esta profissão é para ricos" fico para não dizer *******. Parecem as comadres da aldeia a criticarem este e aquele e no entanto na casa delas é tudo igual. A arquitectura é tambem um mundo de oportunidades...sejam mais inteligentes e lutem pelos vosso sonhos.
  16. Só para informar: Visitei uma obra na Quinta do Lago e fiquei bastante impressionado com o sistema. Sendo uma obra com uma área envidraçada impressionante, foi "curioso" verificar que o sistema funciona perfeitamente. Neste caso, foram instaladas duas bombas de calor por existirem duas piscinas aquecidas ( uma interior e uma exterior). Tirando esse "pequeno pormenor" toda climatização da moradia se faz por este sistema. Embora estivesse sol no dia que visitei a obra, estava bastante frio e a temperatura no interior era a ideial. E realmente pude verificar que o consumo é verdadeiramente residual.
  17. Estou em vias de aplicar numa moradia unifamiliar um sistema de aquecimento/ arrefecimento pouco divulgado, mas cujo conceito e vantagens me parecem de mais-valia. O sistema consiste em Bombas de calor geotermicas onde a produção de calor ou frio se faz pelo aproveitamento do calor da terra. Este sistema alem de ser ecologico, seguro, não poluente é também economico em termos de consumos. Gostaria de saber se alguem já aplicou este tipo de sistema em alguma das suas obras e se sim, é tão funcional e economico como nos é publicitado? Obrigado
  18. XDXDXDXD Gupyna... tu não entendeste nada. Eu explico: Berço de ouro = arquitecto com clientes:ninja: Berço de Prata = Empreiteiro com trabalho ( mas só porque o arquitecto de berço de ouro tem trabalho) Berço de cobre = Pedreiros, canalizadores, etc... Os pobres = esses vivem do ar que respiram, tipo peixes. só muito pontualmente é que conseguem trabalhar. Quando arranjam trabalho, por muito bons profissionais que sejam, nunca veêm o seu trabalho reconhecido. Ou seja, estão condenados ao insucesso à partida pelos ricos.:s
  19. Credo...como o colega consegue ser tão obtuso? Pela sua linha de pensamento os pais de Siza Vieira, Souto Moura e companhia devem ser das pessoas mais ricas de Portugal e por isso tiveram a possibilidade de abrir um atelier e os amigos da familia permitiram eles terem o sucesso que têm hoje....sinceramente. A capacidade de se angariar trabalhos é de longe pelo facto de ter origens em familias da classe alta...passa mais pela capacidade intelectual e empreendedora. E eu acredito que a vontade de vencer é mais forte que qualquer outro tipo de "ajuda monetária". Se me falasse em cores partidárias...ainda me fazia vacilar...agora com este argumento. Apenas noto uma ponta de inveja e nada de intelectual.
  20. Bem...a minha unica conclusão que me ocorre depois desta serie de respostas é que o nosso amigo galfarro deve pertencer à ultima fornada de arquitectos recém-licenciados e ainda lhe falta muita experiencia profissional. Caro colega galfarro, fique sabendo que sendo o tecnico responsável pelo alvará da empresa tem de preencher uma ficha resumo de cada obra que essa empresa realizar. Isso faz com que tenha de saber quais as obras realizadas pela empresa, caracteristicas...etc.... É verdade que muitas empresas, preferem dar a preencher essas fichas aos funcionários do escritório, por comodismo. Quando diz que os arquitectos têm trabalho porque há mercado, pessoas com vontade de comprar casa. Só lhe digo que a vontade por si só não chega para criar mercado. E o mercado dos arquitectos não é tão grande como isso, pois temos de dividi-lo com desenhadores, agentes tecnicos, engenheiros e outros patos-bravos que "fazem" arquitectura sem habilitações para tal. Sem falar na mentalidade portuga a qual pensa que é sempre melhor dar o projecto a alguem que esteja a trabalhar de alguma forma na câmara ( assim supostamente é mais rapida a aprovação...será?) quanto ao assunto dos seus 8 meses de atraso no pagamento...o meu conselho é sempre o dialogo. Este não é um periodo facil para as construtoras.
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