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Arquitectura.pt


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  1. Boa tarde. Estou a estudar o programa funcional para um SPA a integrar num hotel rural. Depois de bastante tempo em pesquisa apenas encontrei na descrição de um ou outro SPA os espaços que eventualmente poderão existir num equipamento deste genero. Alguém me poderá ajudar a com esta questão? Precisava de ter uma noção dos espaços, relação entre eles, as suas área, a sua função e os equipamentos necessários. Não sei se existe legislação que regulamente estes espaços. Obrigado
  2. Nornalmente e como noutras situações de impermeabilizações como por exemplo em varandas em que é necessário impermeabilizar pelo menos a base das paredes, a solução é revestir com o mesmo material (neste caso com fibra) até à altura que se considerar necessári. É priciso ter as necessárias precauções para com a aderência do material de assentamento do revestimento tenha aderência à fibra. Para isso e, pode até querer impermeabilizar a parede em toda a sua altura, existem materias tipo cimento cola com excelente aderência em inumeras superfícies. As situações em que apliquei esta técnica apenas dobrei a fibra cerca de 5 cm. A impermeabilização da parede não era muito preocupante, pois o vidrado do azulejo impede a penetração da àgua, ainda que pelas juntas possa entrar alguma.
  3. Eu já vi muitas vezes isso feito. Aliás também já o fiz, inclusive em minha casa. A técnica é criar o rebaixe no pavimento para servir de molde. Mandas meter fibra, sem esquecer que deve sempre subir um pouco na parede, e depois aplicas esmalte que pode ser à cor da loiça ou até podes inventar mais um bocado e usar uma cor contrastante. Poderá resultar bem ver-se a cor do fundo por entre as frinchas do estrado que pode ser no material que quiseres. cuidado é com as farpas da madeira, se não for protegida é sempre possível que alguém fique com uma espetada num pé. Com toda a certeza fica mais económico que o inox.
  4. Boa Tarde Após a consulta às condições gerais e especiais do Seguro de Responsabilidade Civil Profissional, celebrado ente a Ordem e a Lusitania e disponibilizado aos arquitectos inscritos verifiquei o seguinte: Condição Especial 014 - Arquitectos Artigo 1.º Definições Segurado "... na sua qualidade de arquitecto e no exercício da sua actividade,..." Art.º 3º Exclusões Específicas "... supervisão ou direcção técnica da Obra...." A minha questão é a seguinte: a Direcção técnica da Obra não é uma actividade do arquitecto? Se é porque é que está excluída do seguro de R.C.P.? Alguém me sabe explicar?
  5. A vossa opinião vai ao encontro da minha. Já tentei uma reunião de esclarecimento mas disseram-me que não faziam essas reuniões sem dar entrada do processo. ???????. Relativamente aos outros pontos, principalmente o último, qual a vossa opinião? Conhecem algum caso semelhante?? Obrigado
  6. Alguém me sabe dizer qual é o pé direito mínimo num lar de idosos? O arquitecto da Câmara municipal considera 3m, pois acha que é um edifício público. Eu entendo que não se trata de um edifício público mas sim privado, pertencente a uma Instituição Privada de Solidariedade Social (IPSS), no entanto admito que seja 3m e não 2,40m como a mim me dava jeito pois trata-se de uma reconstrução. Outra coisa Alguém me sabe especificar qual a legislação específica sobre lares de idosos, refiro-me a legislação sobre questões de arquitectura. Eu tenho um decreto mas estou com receio que não seja o mais actual. Ainda mais uma coisa. O projecto em que estou a trabalhar é uma extensão do lar para um edifício (existente) do outro lado de uma pequena travessa (espaço público) poderei propor um passadiço entre os dois edifícios sobre a via pública. Qual a legislação que devo consultar? A senhora do apoio jurídico da ordem disse-me para ver na legislação sobre lares de idosos. lololol
  7. Duas coisas. 1º - Embora no 60/2007 surja a necessidade de existir um termo de responsabilidade assinado pelo coordenador, não existe (penso eu) em nenhuma legislação e definição de coordenador de projecto. Logo, como arquitecto, posso assinar os dois termos? Ou ainda vou ter que pagar a alguém para me assinar isso..lolol 2º - Nas grandes obras penso que é de facto útil um técnico que execute a tarefa de coordenar de todos os projectos e respectivos responsáveis pelos mesmos. Mas numa moradia uni-familiar de 150.000€ existirá essa necessidade? O dono da obra escolhe o técnico que acha capaz de lhe fazer o projecto da casa (que ele riscou numa folha quadriculada)(lolol) e sabe lá o que é um coordenador de projecto, nem quer saber.
  8. Existe também a chatice que é quando o cliente nos diz "não gosto", ou pior que isso durante a apresentação do projecto dizem "gosto muito sim senhor" e depois vão para casa e no dia seguinte o cliente aparece-nos a dizer "ah! a minha esposa, não gosta muito disto ou daquilo. Eu até gosto, mas ela não gosta nada. Diz ela que não está para limpar tanto vidro." lololol Ah e também quando " o meu vizinho tem esta cornija em pedra junto ao beirado e está muito bonito." Também é muito complicado quando " ah! eu quero isto assim, ou assado", e nó perguntamos "E então porquê?", ao que nos respondem "ah e tal, não sei, mas vai ficar muito bonito." A maioria das vezes os clientes não sabem para que servem as coisas (por vezes alguns técnicos também não), mas querem-nas nas suas casas.
  9. Existe também a chatice que é quando o cliente nos diz "não gosto", ou pior que isso durante a apresentação do projecto dizem "gosto muito sim senhor" e depois vão para casa e no dia seguinte o cliente aparece-nos a dizer "ah! a minha esposa, não gosta muito disto ou daquilo. Eu até gosto, mas ela não gosta nada. Diz ela que não está para limpar tanto vidro." lololol Ah e também quando " o meu vizinho tem esta cornija em pedra junto ao beirado e está muito bonito." Também é muito complicado quando " ah! eu quero isto assim, ou assado", e nó perguntamos "E então porquê?", ao que nos respondem "ah e tal, não sei, mas vai ficar muito bonito." A maioria das vezes os clientes não sabem para que servem as coisas (por vezes alguns técnicos também não), mas querem-nas nas suas casas.
  10. O urbanismo saloio é e foi provocado pelos interesses imobiliários, que por sua vez são provocados pelo abandono do interior do pais procurando melhores condições de vida na cidade. Se as grandes empresas construtoras não tivessem clientes para as casas não as fariam. Há muitos anos que se fala do país a duas velocidades, no entanto continua-se a fechar serviços públicos nas localidades do interior, alegando falta de condições. A politica correcta seria criar condições nos serviços que foram fechados para contribuir para a fixação de população, em vez de por os fecharem se continuar a contribuir para o êxodo rural e a sobrelotação das cidades, originando, como disse, a necessidade de construção desenfreada de prédios, estradas, praças públicas, etc. contribuindo para a dramática impermeabilização do solo, que aliado à problemática que o Arq. Gonçalo Ribeiro Teles denuncia, provoca estas enchentes. Os erros de hoje são os mesmos de há 30 anos.
  11. O urbanismo saloio é e foi provocado pelos interesses imobiliários, que por sua vez são provocados pelo abandono do interior do pais procurando melhores condições de vida na cidade. Se as grandes empresas construtoras não tivessem clientes para as casas não as fariam. Há muitos anos que se fala do país a duas velocidades, no entanto continua-se a fechar serviços públicos nas localidades do interior, alegando falta de condições. A politica correcta seria criar condições nos serviços que foram fechados para contribuir para a fixação de população, em vez de por os fecharem se continuar a contribuir para o êxodo rural e a sobrelotação das cidades, originando, como disse, a necessidade de construção desenfreada de prédios, estradas, praças públicas, etc. contribuindo para a dramática impermeabilização do solo, que aliado à problemática que o Arq. Gonçalo Ribeiro Teles denuncia, provoca estas enchentes. Os erros de hoje são os mesmos de há 30 anos.
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