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Arquitectura.pt


Ricardo Fernandes

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About Ricardo Fernandes

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  1. Plano de Trabalho WORKSHOP "LUGARES EFÉMEROS" dia 24 18.00h - Apresentação do workshop Lugares Efémeros e distribuição dos grupos e locais de intervenção; - Início do trabalho dia 25 manhã - ida de cada grupo ao seu local de intervenção 13.00h-14.30h - almoço 14.30h - encontro dos grupos na casa cor de rosa para continuação do trabalho 15.30h - intervenção João Teixeira Lopes 17.00h - intervenção Gonçalo Furtado 18.30h - intervenção Carlos Martins 21.00h - apresentação e discussão das ideias de cada grupo por todos os alunos, monitores e coordenadores (reunião/ponto de situação) 00.00h - hora de fecho da casa cor de rosa dia 26 10.00h - abertura da casa cor de rosa - continuação do trabalho dos grupos 11.00h - intervenção Carla Cruz 12.00h - intervenção Nuno Valentim 13.00h-14.30h - almoço 15.30h - intervenção Pedro Barata 21.00h - apresentação e discussão das ideias de cada grupo por todos os alunos, monitores e coordenadores (reunião/ponto de situação) 00.00h - fecho da casa cor de rosa Coordenadores - Carla Cruz - Carlos Martins - Gonçalo Furtado - João Teixeira Lopes - Nuno Valentim Monitores - Diana Silva - Joana Nascimento - Manuel Montenegro - Pedro Bismarck - Sandra Pinto - Sofia Santos
  2. o programa actualizado encontra-se disponível em www.in-ner-city.blogspot.com *Para efeitos de Admissão na Ordem dos Arquitectos, a participação no Fórum equivale a 1 crédito de "Formação Opcional em Matérias de Arquitectura"
  3. é também possível efectuar inscrição enviando mail com dados para lugares.efemeros@gmail.com [ame="http://www.youtube.com/watch?v=URVfRjoMmMo"]YouTube - Inner city 17 • 18 Abril[/ame]
  4. Innercity é um programa da responsabilidade de um grupo de trabalho em desenvolvimento no Porto, denominado Lugares Efémeros. Sediado na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, este projecto baseia-se no domínio da intervenção no espaço público urbano. Actualmente, a cidade oferece um espírito crítico, boas ideias, força humana e um conjunto de potenciais intervenientes. Destacamos, no entanto, as graves falhas de comunicação entre os diferentes sectores de desenvolvimento (Académico, Económico, Político-Administrativo, Logístico, etc.) que se caracterizam por conservarem linguagens internas, codificadas o que, naturalmente, impede o trabalho em conjunto, com objectivos comuns. Atendendo a toda a diversidade que a cultura urbana da cidade oferece, acreditamos que uma equipa multidisciplinar de alunos motivados e apoiados, pode activar uma Cidade Criativa, capaz de enfrentar e discutir os seus problemas, e criar novas dinâmicas no tecido cultural urbano. Consolidação A segunda fase integrará a organização e realização de um Fórum, um Workshop e um Concurso Público. Empolgando o espírito criativo e inovador de convidados e jovens universitários, encontrar-se-ão modelos concretos de qualificação da cidade, com um carácter experimental e com a sensibilidade do quotidiano. Em centros identitários com uma enorme capacidade de produção de imagens e ex-líbris é recorrente a persistência de espaços fechados, autistas, desabitados e desintegrados das lógicas multifuncionais e plurais da cidade contemporânea. O desafio da segunda Fase inner city passa por criar um gerador de ideias de requalificação desses espaços tornando-os, de novo, parte da vivência da cidade. http://www.designbyraquel.com/ dias 17 e 18 de Abril FAUP 17Abril SEX 15.00 – 15.30 --- ABERTURA --- ‘’Desafios’’ – 15.30 – 15.45 --- ‘’Políticas Urbanas I’’ – Elisa Ferreira 15.45 – 16.00 --- ‘’Por um Território Urbano I’’ – Francisco Barata 16.00 – 16.15 --- ‘’Por um Território Urbano II’’ – João Teixeira Lopes 16.15 – 16.30 --- ‘’A experiência da Porto 2001: visão crítica’’ – Teresa Lago 16.45 – 18.30 --- ‘’Investimento’’ – Ana Paula Delgado, Isabel Santos, Álvaro Domingues, Alberto Castro 18.45-19.00 --- ‘’Cidade Criativa II’’ – Manuela de Melo 19.00 – 19.15 --- ‘’Cidade Criativa I’’ – Isabel Alves Costa 19.15 – 19.30 --- ‘’Cidade Criativa III’’ – Álvaro Barbosa 21.30 – 23.00 --- ’’Ordenamento do Território’’ – Renato Sampaio, António Carlos Monteiro, Paulo Morais 18 Abril SAB 10.30 – 10.45 --- ‘’Competitividade I’’ – Luís Mota de Castro 11.00 – 13.00 --- ‘’Área Metropolitana I’’ – Guilherme Pinto, Emídio Gomes, Celso Ferreira 15.00 – 15.15 --- ‘’Inovação I’’ – Mário Rui Silva 15.15 – 15.30 --- ‘’Inovação II’’ – Manuel Laranja 16.00 – 18.00 --- ‘’Políticas Urbanas II’’ --- Carlos Lage, José Rio Fernandes, Manuel Graça Dias 18.15 – 18.30 --- ‘’Responsabilidade da Universidade na Intervenção’’- António Cardoso 18.30 – 18.45 --- ‘’Dinâmicas privadas’’ – Pontos de inscrição Livraria Leitura Bertrand Fnac (Sta. Catarina) Biblioteca Municipal de Matosinhos Associações de Estudantes da UP AE U. Portucalense AE ICBAS AE ESAP AE U. Lusíada do Porto entre outros a anunciar 3€ - um dia 5€ - dois dias Estudante: 2€ - um dia 3€ - dois dias Almoço e Jantar - 5€ por refeição http://in-ner-city.blogspot.com
  5. 15 JAN 21.45H PASSOS MANUEL Intervenção no Património Urbano Carlos Martins, Rui Tavares, Rui Loza moderação de Álvaro Domingues conclusões inner city+urban fest Os componentes do chamado património urbano são tão variados quanto interarticulares, sendo por isso, a composição do painel de convidados tão distinto; e a respectiva produção de discussão que se possa fazer também ela capaz de cobrir esta diversidade. De cidade tem-se a mais essencial face da determinação democrática; compondo o configurado mas flexível organismo de memória. Intervenção no património urbano implica a interacção com a história, acrescento, adaptação no que se refere ao conjunto edificado, algo tão discutido nos últimos tempos tanto no seio dos agentes reabilitadores como na sociedade em geral. Neste debate pretendemos contudo, ir muito além da mera discussão da reabilitação do edificado e do espaço público urbano, procurando por isso um alcance que contemple a intervenção urbana nas suas totais dimensões e formas. Entendemos então mais relevante discutir composições de intervenção, dinâmicas de intervenção, que se aproximem do verdadeiro léxico de que se compõem a cidade e a cultura urbana. A força das intervenções, os fluxos culturais que surgem, as mutações sobre o pulsar da cidade , abarcando tanto a produção artística como toda a dinâmica criativa e impacto nos padrões de desenvolvimento urbano, cultural, económico, formam sempre em rede importantes temáticas a discutir ao longo deste debate. http://in-ner-city.blogspot.com/
  6. oh, peço desculpa. não fui explícito: se existe um nome específico para este elemento :)
  7. boas! sou aluno do 1º ano, pelo que penso que este tipo de dúvida seja natural visto que não consegui encontrar resposta à mesma, decidi tentar aqui basicamente é uma ligação entre duas aberturas com tamanho diferente, o que faz com que nem as paredes nem o chão/tecto sejam paralelos entre si visto acreditar que o desenho é a melhor ferramenta para transmitir diversos tipo de dúvidas (e não só, claramente) fiz uma série de esquissos para tentar mostrar o dito cujo: obrigado pela atenção :)
  8. 28 NOV 18.30H casa da música ( sala cybermúsica) Porto: Cidade Europeia Elisa Ferreira Dos recuados tempos de ligação comercial do Porto com a Europa através do seu porto, à integração europeia na actualidade, retém-se a relevância e força deste ponto de contacto secular para a cidade. O percurso histórico desta relação poderá ser um ponto de partida para esta conferência da Dra. Elisa Ferreira, conhecedora profunda da condição portuense na Europa e de todo o espectro de conexão estabelecida entre a cidade do Porto e o continente europeu, que já não é meramente comercial e pela via marítima (sendo que esta na actualidade passa por Leixões), tendo alargado o seu domínio a tantos outros sectores e áreas da sociedade. Num tempo em que tudo o que cá se faz passa pela comparação europeia, é necessário perceber o que levamos à Europa e o que ela nos traz, conscientes da passagem de 7 anos desde o Porto 2001 em que a cidade ter-se-á aproximado mais desta definição que dá o título a esta conferencia e que também importa clarificar Porto cidade europeia. Poder-se-á levantar questões tão decisivas como aquela que decorre da Porto 2001, tentando perceber o que terá ficado de mais efectivo para a cidade do Porto no domínio cultural. Nesta linha a própria óptica da união europeia trazida pela Dra. Elisa Ferreira é imprescindível, tendo em conta a sintonia básica e actual (objectivos essenciais da U.E) do seu conjunto de países, como são a manutenção saudável e duradoura da paz em todo o território e das relações culturais, económicas sociais entre eles. Aqui reside também a carga positiva da relação do Porto de hoje com a Europa , com toda a intensidade e força das dinâmicas de uma cidade como esta, que recebe os europeus e integra-os sem dificuldades (só assim se pode chamar cidade europeia). Do ponto de vista da união Europeia, o Porto não será apenas uma mera pérola histórica óptima para visita turística, mas uma cidade em que interessa viver, estudar, trabalhar; e que também é portadora de problemas, por exemplo não confinados ao centro histórico os quais importa à U.E perceber, e de imensos pontos de interesse para o cidadão europeu no Porto, tendo logo à cabeça as próprias pessoas. É esta a cidade europeia, que traz, por exemplo, através da universidade do Porto alunos de países europeus com o reconhecido programa Erasmus. É esta a também a Universidade que mantém actualmente forte reconhecimento europeu, sendo este ponto da valorização do que se faz no Porto fulcral para a discussão do tema central. Passando também pela questão dos fundos comunitários que encerra outro ponto importante no tratamento das relações com a U.E., procura-se perceber o impacto efectivo na cidade e na sociedade civil de todas estas dinâmicas positivas já mencionadas. [faça as suas próprias perguntas a Elisa Ferreira. envie, sugira ou peça intervenção para lugares.efemeros@gmail.com] http://in-ner-city.blogspot.com/
  9. 27 NOV 18.30H FAUP A cidade Criativa - conversa informal Carlos Martins Falar em cidade criativa implica, desde logo, denotar o papel da cultura, construindo um novo olhar sobre o contexto urbano, que permita ultrapassar as suas limitações, tornando-o mais agradável e desejável. Torna-se relevante compreender e intervir na cidade através do seu principal recurso: as pessoas e as suas qualidades e características. É a partir da criatividade de cada um e da combinação de criatividades múltiplas que se pode transformar a cidade num local melhor, num meio criativo e é neste sentido que o espaço público e, mais concretamente, o centro das cidades se assume como locus de criatividade e inovação. A ele está inerente a ideia de descoberta, de alargamento de horizontes, a ideia de desconhecido, de surpresa, experimentação e aventura. Além disso, também as oportunidades existentes nestes contextos espaciais surgem como estímulos à criatividade. Pense-se, por exemplo, naquelas que se relacionam com a pesquisa e a educação, com os canais de comunicação ou com aspectos culturais, que geram inspiração, auto-confiança, debate e troca de ideias, para além de criarem uma imagem da cidade capaz de atrair pessoas com “qualidades criativas”. Afinal, a criatividade não surge do nada. Pelo contrário, tem associada uma série de factores que, em interacção, contribuem para a sua emergência, desde factores mais pessoais, a factores mais colectivos; factores concretos e factores mais inteligíveis. Assim, parece pertinente desenvolver uma nova literacia urbana, isto é, uma nova forma de pensar a cidade, caracterizada por um carácter holístico e completo, agregador de diferentes contributos e modos de compreensão e interpretação da vida urbana. No âmbito desta nova literacia, ganha destaque a figura da “cidade aprendiz” ou da “cidade que aprende”. De facto, a cidade do futuro é uma cidade que aprende com as suas experiências e com as experiências dos outros, compreendendo-se a si mesma e reflectindo constantemente sobre essa compreensão. É, por isso, também uma cidade reflexiva. Qualquer cidade pode ser uma cidade que aprende, que é criativa na forma como lê e interpreta a sua situação e no modo como encontra soluções para os seus problemas. É essencial que a aprendizagem assuma um lugar central nas actividades da cidade para que as pessoas possam continuar a desenvolver as suas capacidades. O desafio é promover as condições para que tal ocorra. Uma cidade que aprende não é apenas uma cidade cujos membros têm elevadas competências. Mais do que isso é uma cidade em que as pessoas e as organizações são encorajadas a aprender sobre as condições em que vivem e sobre as suas transformações, é uma cidade que aprende a mudar as condições da aprendizagem democraticamente e, acima de tudo, é uma cidade que aprende a aprender, mobilizando a reflexividade como instrumento central da imaginação e inovação. http://in-ner-city.blogspot.com/
  10. 05 NOV 18.30H FNAC (ST CAT) Porto: cidade e comércio - conferência José A. Rio Fernandes ‘’Feita a abordagem ao passado evolutivo da cidade, importa agora tomar em consideração as alterações que o Porto viveu, designadamente nas perspectivas urbanística, demográfica e económica para, da sua compreensão, podermos assimilar o presente, enquanto instante fugaz que nos separa de um futuro, cujos contornos, mesmo que difusos, é necessário, na medida do possível, antever. Sobretudo se – como defendemos – pretendemos que este futuro seja orientado através da intervenção sobre o presente. Tentar-se-á assim, ir além de uma qualquer síntese do exposto e, mantendo a referência territorial – que privilegia a ‘Baixa’, no contexto da cidade do Porto e da sua área envolvente – avançar temporalmente para lá do momento presente. Fá-lo-emos com a consciência dos riscos e das limitações inerentes à especificidade da formação, mas igualmente com a convicção que a detecção de tendências é possível, o conhecimento de intenções existe e que a definição de objectivos para a construção do futuro importa, sobretudo quando se é contrário à ideia de que o mercado, por si só, pode construir o gerador da melhor qualidade urbanística e ambiental que interessa ao cidadão comum. ‘’ Bibliografia: O Comércio na Cidade do Porto (uma abordagem geográfica), José Alberto Rio Fernandes, 1993 http://in-ner-city.blogspot.com/ .
  11. 30 OUT 18.30H FNAC (ST.CAT) Cidade e Privacidade Helder Pacheco, Luísa Neto, Ximene Rêgo A existência de uma ampla e heterogénea gama de relações de natureza social e económica e o crescente desenvolvimento industrial da cidade influencia todos aqueles que nela habitam, sobretudo, a sua vida privada. Sabemos hoje que o direito à reserva da intimidade da vida privada, consagrado no artigo 26º, número 1, da nossa Constituição, abrange uma complexidade de situações, exercícios e posturas pessoais, como o direito à protecção da integridade física, da honra, da imagem, do direito ao sigilo, da reputação - ou seja, condições relacionadas com o foro pessoal e familiar da pessoa. Com o proliferar das novas tecnologias e meios de comunicação social é difícil passar despercebido aos olhares indiscretos do mundo que nos rodeia, confundindo-se, muitas das vezes, relações da vida privada com acontecimentos da sociedade em geral. Numa sociedade de informação contemporânea, a privacidade é pois um bem escasso; caberá a cada um de nós saber agir em conformidade com esta nova realidade.
  12. 23 OUT 19.00H PLANO B A nova cidade - conversa Gonçalo Furtado Se a cidade contemporânea parece estender-se cada vez mais no território e perder a noção dos seus reais limites, que a própria terminação administrativa não contempla, é importante discutir esta nova cidade que floresce a um ritmo acelerado. Interessa perceber afinal que cidade nova é esta. A qualidade dos espaços que se têm gerado nos novos pedaços de cidade são um tema incontornável, juntando o aspecto da funcionalização das diferentes zonas da cidade, tendo como referencia a cidade do Porto. Os ritmos da cidade contemporânea, e a nova forma de vida ajustada à mobilidade (imperiosa numa cidade tão distendida sobre o território) têm influência nas dimensões, características das ruas, avenidas e arquitectura que para ela é desenhada. Apesar da falta de consolidação urbanística de grande parte desta nova cidade, vislumbram-se as formas como nascem possibilidades de novos centros potencialmente em diferentes zonas urbanas. O papel de áreas tão diversas desde a tecnologia, à ciência passando pela arte na construção desta nova cidade parece inquestionável e a integração do carro na cidade ao longo do século passado é exemplo disso. A cultura urbana da nova cidade parece construir-se paulatinamente e terá certamente uma forte ligação (de possível consequência) com esta extensão da mancha urbana e do processo de urbanização ainda não efectivado para zonas antes rurais.Também terá relação com a forma como se tem feito a descolagem da cidade antiga e o sucesso das diversas tentativas para permitir um novo paradigma no tratamento das áreas mais consolidadas da cidade, tendo como exemplo uma vez mais o Porto. http://in-ner-city.blogspot.com/
  13. 15 OUT 18.00H FNAC (ST.CAT) Porto: transformações urbanas contemporâneas Manuel Correia Fernandes, João Teixeira Lopes Se contabilizarmos na imprensa e na opinião pública o número de situações relacionadas com as transformações urbanas marcantes, realizadas ou em projecto, que se salientaram nos últimos anos, percebemos como é imprescindível abrir a discussão a personalidades especializados, com largo espectro de opinião. Certamente que os temas mais polémicos como o Bolhão, os Aliados, e Avenida da Ponte serão postos em cima da mesa de debate, mas impõe-se perguntar: tornar-se-á nefasta para a cidade a ausência de discussão e importância dada aos problemas mais estruturantes e transversais do urbanismo no Porto em detrimento dos anteriores? Tendo consciência da óbvia importância de todas as mudanças urbanísticas ao longo do tempo, mesmo que pontuais, convidados de divergente opinião e especialidade irão explorar um dos temas para o qual a maioria dos cidadãos dispõe de imediata opinião; e continuarão a tê-la no fim do debate mas passando por um escrutínio a questões que nunca equacionaram e são decisivas para formar uma posição sobre o assunto. Afinal é ele o grande interessado, como primeiro usuário do espaço público da cidade, e também o primeiro a experimentar as suas transformações. evento organizado pelo projecto Inner City mais informações em http://in-ner-city.blogspot.com/
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