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  1. Eu moro no melhor exercício urbanístico de Portugal: Linha de Sintra... :p
  2. Os outros também diziam que os selos é que era... :*
  3. Só pelo facto de me ter "desligado" o menu do botão direito do rato já está em desvantagem face ao XHTML... enquanto visitante. Como exercício é interessante. De resto não vejo a vantagem.
  4. Na busca de informação, prefiro o site português a qualquer um dos outros... Aliás, no primeiro dei comigo a clicar na imagem à espera que algo acontecesse. Bastava ter feito scroll down para ver, não sei muito bem o quê. No segundo fiquei confuso, a cadência de imagens é demasiado rápida e o ruído visual muito. Achei a experiência de visita no site português, na busca de informação, muito mais fácil e interessante, se bem que também tem os seus defeitos. Mas pelo que vejo, devo ser único. :tired: Agora a questão, quando se visita um site de arquitectura, procuram-se experiências ou informação?
  5. Repara, pergunto se os membros gostam por uma questão de interesse. No entanto, a usabilidade de um site não é uma questão de gosto, é uma questão de acessibilidade e utilização. Acho que não me estou a fazer entender. Um site funciona dentro de determinados moldes, certo? Existe toda uma estrutura que é de esperar que seja comum. Da mesma forma que numa qualquer aplicação num computador tu sabes que debaixo do menu File/Ficheiros deverás encontrar o comando para Abrir/Guardar, a internet funciona mais ou menos da mesma forma. Há expectativas e quando essas expectativas não são cumpridas, o objectivo pode sair gorado. Nos sites em flash isso nunca acontece. As informações e os links são escondidos detrás de menus e animações que nada acrescentam e só dificultam a navegabilidade, só com o objectivo de serem diferentes acho eu. As introduções em flash por si só podem ser irritantes porque muitas das vezes não têm forma de se passar à frente. Já nem falo da música de fundo. Um site tem um propósito. Neste caso é muito simples, facultar informação a determinados públicos. Digo eu, clientes. Mas vejo os sites e tenho dificuldade em descobrir a informação que procuro. Tenho que andar à procura. E isso não deveria acontecer. As coisas que procuro deveriam ali estar, à minha espera e não o oposto. Parecem-me sites que vivem em função de si mesmos e não do objectivo final que é o visitante. O fundo escuro funciona como um elemento que me parece excessivamente utilizado, quando há um espectro de cores muito alargado. Um cliché poder-se-ia dizer. Mais uma vez as vantagens práticas em adoptar um fundo escuro são muito poucas. A legibilidade diminui e em algumas pessoas até pode, pelo contraste, provocar dores de cabeça. O sentido estético é importante, mas coloca-se a questão: deverá a forma sobrepor-se à função? Abordei isto porque me parece que alguns dos sites poderiam ter uma eficácia bastante superior, se correctamente implementados. Atrevo-me a dizer que a taxa de desistência em muitos deles deve ser elevada. Não sou eu que digo isto. Muitos especialistas o dizem, apenas achei que seria útil deixar o aviso aos proprietários dos sites - não é uma campanha nem nada que se pareça. O dinheiro que gastam/gastaram poderá estar a ser desperdiçado...
  6. Pois, não fui muito explícito. Queria dizer ambas as características ligadas ou não.
  7. Não é uma campanha. É uma questão de usabilidade, uma sugestão no próprio interesse dos visados. Muitas vezes abandono os sites porque não quero ou não tenho paciência para andar a "descobrir" onde é que está o que procuro e estas duas características são muitas vezes culpadas por isso. Como sou interessado pelo assunto, custa-me um pouco ver algumas coisas. Já agora, os donos dos leões nos portões de entrada também gostam deles, isso não quer dizer que seja a única condição para que lá estejam... :p
  8. Estive a ver alguns destes sites e queria sugerir uma visita aos seus autores, que poderão ou não andar por aqui: http://www.useit.com/ Façam a diferença pelo trabalho de arquitectura e não pelo design dos sites. Quem visita os sites não vai lá pelo aspecto do site, vai lá pela arquitectura. Em muitos casos até poderia comparar o uso de flash à instalação de marquises e a utilização de fundos escuros ao uso de leões nos portões de entrada... Já agora, quem daqui é que gosta de visitar e consultar informação em sites em flash e ou com fundos escuros?
  9. Já vi este conceito aplicado num restaurante numa cave em Fátima. Não eram persianas mas janelas normais com cortinados. As janelas eram normalíssimas, mas além delas só existia uma caixa de ar e duas ou três lâmpadas fluorescentes. Dos que comiam comigo, ninguém questionou a realidade da janela... :p
  10. Não foi assim que se passou. Não houve licitações, o lote ia ser retirado, o estado avançou. Por isso, sim, o estado poderia ter pago mais do que o que pagou. Aliás, vendo de onde veio o dinheiro, podia ter pago até 6,1 milhões que foi o valor da indemnização pelo roubo... É a última reportagem: mms://195.245.128.30/rtpfiles/videos/auto/jornal2/jornal2_1_30112007.wmv Quanto ao resto, foram claramente expostas as perspectivas e nada mais há a acrescentar.
  11. O próprio Berardo disse que quis comprar o quadro para o emprestar ao Museu Nacional de Arte Antiga. Pelo que sei, não houve nenhuma licitação a não ser a do estado, no limiar da não venda. O quadro primeiro custava 1,25 milhões, depois passou a 1,5, no mercado existia a noção de que o quadro não poderia sair de Portugal, pelo menos sem alguma chatice. E se tivessem havido licitações? Se o quadro tivesse chegado aos 5 milhões de euros? Ou aos 10 milhões? Ninguém discorda das fugas ao fisco, do dinheiro mal gasto e de milhares de outras coisas que estão mal. Mas isso não justifica NADA. Porque raio então é que o estado não pode comprar empresas para as recuperar ou para não deixar que os trabalhadores sejam despedidos? Para que a produção de bens NÃO saia do país? Ou os empregos de pessoas, milhares, é menos importante que um quadro de Tiepolo? É um investimento menor? A "cultura" é mais importante que os empregos destas pessoas? Criou-se um precedente - nem sei se já terá sido criado antes sem esta divulgação pública. A partir de hoje, se um coleccionador particular quiser vender uma obra de significativa importância para o estrangeiro, o estado fica na obrigação - COMO AGORA O FEZ - de comprar essa mesma obra! Seja qual for o valor. O desporto enaltece o homem e os seus resultados enquanto ser. Algo grande e maravilhoso como a cultura e a arte. E o futebol? É uma actividade desportiva. Deverá então o estado impedir a saída de jogadores para o estrangeiro? Tretas. É um mercado e nada mais. O estado não deve intervir.
  12. Da chatice que foi o homem querer por aquilo lá SEM CUSTOS e o estado andar a engonhar durante ANOS por causa disto e por causa daquilo... Então presumo que defendas a permanência em território nacional de qualquer obra, certo? Amanhã o Berardo decide vender toda a sua colecção e o estado tem que pagar 316 milhões de euros para tu a poderes em território nacional, é isso? Para ti o estado é um negociador de arte? Um especulador? Um investidor? Deverá comprar obras no estrangeiro para as trazer para Portugal? A arte faz parte de e é um mercado. E, na minha perspectiva, o estado NUNCA deve intervir no mercado, se não corre o risco de o desvirtuar. Quando já está na posse do estado defendo a sua permanência. Na actual conjuntura economico-social, conforme afirmei, não acho que estes "investimentos" sejam prioritários. Aliás, ainda gostaria de saber de onde é que vieram os 1,5 milhões... essa verba teria que estar inscrita em algum orçamento. Qual? Não se liga para a Casa da Moeda e pede-se para imprimir mais notas... O que é que se deixou de fazer para que o quadro pudesse ficar em Portugal, considerando que até hoje estava numa qualquer casa... onde tu não o podias visitar...
  13. A arte não tem nacionalidade, é património da humanidade, esteja aqui ou na Conchichina. O dinheiro dos contribuintes portugueses, sim. Especialmente face ao valor em questão e ao contexto economico-social. De um lado vê-se a palhaçada do CCB e do Berardo, e do outro isto? Não gostei e acho que não é função do estado impedir a saída de obras de arte para o estrangeiro.
  14. marco1, Apesar de não gostar, estou aberto a novas informações. Não entenda a minha posição como rígida e censuradora mas apenas como preferência. Se me quiser mostrar as vantagens e o porquê de tal escolha, ficarei sempre a saber mais do que o que sei agora. asimplemind, Obrigado pela explicação. É função dos traçados reflectir essa informação? É que pelo que vi desses traçados apenas está representada uma parede simples.
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