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  1. Caros colegas de forum. Não posso estar mais de acordo com as observações de kwhyl e de asimplemind, realmente o 73/73 não é a solução dos problemas dos arquitectos em Portugal. Nem sequer é o principal problema que assola a grande maioria dos arquitectos ou gabinetes de arquitectura hoje em dia. Mais, os Engenheiros NÃO são os culpados do estado da arquitectura nacional, também penso que não podemos imputar essa responsabilidade aos arquitectos em geral. Também me parece que boa ou má arquitectura é um conceito muito abrangente e temporal e que varia com o passar do tempo. Gostaria de salientar que nada me move contra os Engenheiros, aliás enquanto escrevo estas linhas um representante da classe está ao meu lado. O que me levou a lançar esta "provocaçãosinha" foi uma necessidade de começar-mos todos a procurar um caminho, estreito diga-se, para um futuro melhor. Já antes escrevi noutros foruns sobre os "pequenos" problemas do nosso dia a dia, porque me parece que se temos que pensar um projecto de futuro, não podemos esquecer o passado nem o presente. E o presente é que a arquitectura em Portugal é dominada por Engenheiros e que uma grande fatia de Arquitectos ou está no desemprego, ou dá aulas ou safa-se como pode, e toda esta mão de obra altamente qualificada se está a perder. Por fim uma grande viagem começa com um primeiro passo. Por isso, sim, acredito que a promulgação do 73/73 é esse primeiro passo para a credibilização da arquitectura em Portugal. Cumprimentos.
  2. Terão os Engenheiros tanto direito de assinar projectos de arquitectura como os arquitectos? E os Arquitectos terão o mesmo direito de assinar projectos de engenharia? Estarão os Engenheiros preparados para assumir a paternidade dos projectos que projectam e raramente assinam? Serão os Engenheiros muitos ou os Arquitectos são poucos? Será o Lobby da Ordem dos Engenheiros mais poderosa do que as pressões / pedidos da Ordem dos Arquitectos? Se for realmente aprovado o 73/73 em que condições? Para o ano, daqui a três, cinco ou vinte anos? “Um Arquitecto sabe algumas coisas sobre tudo. Um Engenheiro sabe tudo sobre algumas coisas.” ?
  3. Vale tudo neste pequeno país. Para quem ainda tem dúvidas. E andei eu atirar um curso de arquitectura, devia tirar era um curso de desenrasque e cunhas. Vamos lá construir este país.
  4. Mais informações em sobre o projecto em: http://www.iberecamargo.org.br/content/novasede/maquetes.asp
  5. É um concurso com elevado índice de dificuldade, e com prazos de entrega muito curtos no fundo pouco acessível a pequenos gabinetes.
  6. :icon_bored:Boas para todos. Passo a apresentar-me á comunidade. Arquitecto há cerca de 12 anos - trabalhei e colaborei com vários gabinetes na zona Norte ( Braga – Famalicão – Barcelos – Guimarães ). Realizei e construi inúmeros projectos de vários tipos – moradias, estabelecimentos comerciais, loteamentos, design, etc – nada publicável. Uma frase para me definir – “O Arquitecto dos pobres” – sem desprimor para algum dos meus actuais e antigos clientes - normalmente trabalho para clientes com orçamentos altamente limitados. Professor de artes visuais – com muito carinho e dedicação aos alunos. Pintor ocasional – exposições só nas salas de estar de alguns amigos e família. Artista sempre – nada publicado... só um blog. O que me move? – boa pergunta... A arte e o amor são uma forma de encontrar Deus em pequenos detalhes... – move-me o desejo de ser mais – move-me o desejo de conhecer mais – e move-me um enorme amor pelas artes em geral. Um objecto – lápis – lápis azuis, verdes - lápis de carpinteiro – lápis com publicidade de museus – faço colecção. Um abraço. I M Rodrigues – Ar – tista / tecto
  7. Boas. Devo acrescentar que a OA SRN me respondeu com o e-mail que passo a transcrever. Exmo. Senhor Arquitecto, O Conselho Directivo Regional do Norte (CDRN) da Ordem dos Arquitectos recebeu, no passado dia 04 de Janeiro, o e-mail do Exmº Arquitecto, relativo à Reflexão sob o título "Uma longa viagem começa com um único passo." Os seus comentários são realmente legítimos, na medida em que a partir de uma lei nacional as Câmaras Municipais acrescentam outra série de procedimentos que se por vezes até legítimos, de acordo com as especificidades regionais, outras tantas vezes são discricionários e, acima de tudo não comunicados de uma forma transparente a quem tem de recorrer a estes serviços. Deste modo os prejuízos são talvez mais por falta de comunicação atempada, destes requisitos, do que realmente o cumprimento dos mesmos. Este Conselho está a elencar uma série de assuntos que deverão ser abordados junto da Associação Nacional de Municípios pelo Conselho Directivo Nacional da OA, da qual evidentemente faz parte a sua reflexão. Lembramos ainda, que é sempre possível uma intervenção directa e participativa nas decisões das políticas e acções da Ordem dos Arquitectos quer no Congresso Nacional, quer nas Assembleias Gerais e Regionais. Está, estatutariamente definido que os membros que se encontrem em pleno exercício dos seus direitos, podem participar e pronunciar-se sobre problemas de carácter profissional e associativo, para além de, entre outras questões, apreciar as actividades dos órgãos sociais e aprovar moções e recomendações de carácter profissional e associativo. Ficamos desde à disposição para qualquer tipo de esclarecimento adicional que julgue necessário e apresentamos os melhores cumprimentos,
  8. Após uma análise dos tópicos do Arquitectura.pt, reparei que pouco ou nada se fala de algumas situações que não matam mas moem. A aprovação dos projectos de arquitectura pelas câmaras municipais e o silêncio desconcertante da Ordem dos Arquitectos. Coloco aqui parte de um texto que já coloquei no blog "a barriga de um arquitecto" pois penso que é necessário criar algumas ondas... "Uma longa viagem começa com um único passo. ... A pergunta que me ocorre sempre que tenho de licenciar um projecto fora do meu “concelho normal de acção” é o porquê da não uniformização dos processos de aprovação a nível nacional? Podemos iniciar este debate pela simples organização dos processos de arquitectura. Numa determinada Câmara do Norte do país pedem-nos um corte da fachada virada para a via principal, noutro muito perto três exemplares de todo o processo sendo um deles em papel vegetal, ali a vinte minutos temos de entregar uma disquete da planta de implantação, sim leram bem uma disquete, o meu computador já nem aceita disquetes, perguntei se podia ser em cd, dvd ou por e-mail a resposta foi negativa porque o regulamento da referida câmara dizia muito claramente disquete. Para terminar numa Câmara muito perto do Porto perguntaram-me pela “capinha” do processo. Julguei estar perante uma brincadeira da pessoa que me atendia, mas não, naquele concelho todos entregam os processos de arquitectura em capinhas. A ordem dos arquitectos, mais que organizar colóquios, debates e acções de formação para alguns, quase sempre os mesmos eu sei porque já os frequentei, deveria preocupar-se em afrontar o poder local em favor da dignificação da nossa profissão, quer dos colegas que como eu dependem da “boa vontade” da Câmaras para despachar os “papeis”, quer dos colegas que tem de aturar um pouco de tudo todos os dias. E claro uma longa viagem..." Cumprimentos. IM Rodrigues - Arquitecto
  9. Boa. Temos de criar um post só de galinadas... Eu tenho algumas para mostrar.
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