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sapek

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    SRarq - seixo rodrigues arquitectos
  1. Alguém me poderia dizer se a ficha técnica de habitação é exclusiva a edifícios e fracções autónomas de habitação ou o mesmo aplica-se a fracções destinadas a espaços de comércio e serviços?
  2. E por exemplo um edificio existente, que se quer destinar a casa de campo (uso turistico), pode ser para além de recuperado... ampliado?! Li em alguns sites (e no proprio DL) que é aceite uma ampliação até 30% da sua área de implantação existente. Alguém me confirma esta informaçao? Cumprimentos
  3. Em relação a toda esta polémica, com "uma carta em defesa do projecto do arquitecto Paulo Mendes da Rocha para o novo Museu dos Coches, tornada pública na passada semana, e assinada por, entre outras personalidades, Siza Vieira, Gonçalo Byrne, Eduardo Souto de Moura e Carrilho da Graça" (via público), o que me apetece dizer é que eu sou arquitecto e sou contra este novo museu!!! ps: lá porque 4 arquitectos de renome assinam tal carta, não quer dizer que todos tenham essa mesma opinião. Gostava de saber a opinião de arquitectos de renome como são o caso de Nuno Teotónio Pereira, Bartolomeu Costa Cabral, entre outros... ps1: gostava que alguém me explicasse como é que por exemplo o Museu Nacional de Arte Antiga teve que fechar salas por falta de verbas para pagar a vigilantes, mas há dinheiro para esta megalomania! ps2: Já agora, em vez de se começar um novo projecto para ficar inacabado, acabe-se projectos como Palácio da Ajuda e CCB !
  4. Ora boas caros colegas Concluí um processo referente a um pedido de informação previa de uma moradia para um terreno numa quinta (nao loteada). A minha duvida prende-se com o seguinte, se tenho que avançar com licenciamento (arquitectura e dps especialidades) ou se posso avançar logo com comunicação prévia. Estive a ler o Dec Lei 60/2007 e mesmo tendo a ideia de já ter lido o procedimento que deveria seguir agora nao encontro... nao tenho a certeza, mas creio que poderia optar pela opção comunicação prévia, ou nao? Se me puderem informar do artigo onde refere isso agradecia imenso. Cumprimentos e boas arquitecturas
  5. Ora boas Entreguei um projecto de alterações ao Igespar com vista a se pronunciarem acerca do mesmo, já que necessito desse parecer para licenciar a obra em causa. Até aqui tudo bem, não fosse o facto de há mais de 2 meses estar à espera do referido parecer. Sei que consultas a entidades externas, têm um prazo de 20 dias para se pronunciarem. Assim sendo, verifica-se ou não que posso pedir o deferimento tácito do mesmo? Já agora, para requerer esse deferimento, que é que se tem que fazer. É necessário enviar algum requerimento a solicitar isso ou considera-se "deferido tacitamente" e entrego agora o proj de alterações à autarquia correspondente? Cumprimentos
  6. Ora boas A minha dúvida é a seguinte, se existe alguma legislação específica para a construção de pavilhões industriais, nomeadamente relativos à quantidade e dimensão de zonas destinadas a pessoal... IS, vestiários e balneários, etc Obrigado
  7. Eu não fui seleccionado, mas deixo-vos aqui as minhas fotografias a concurso: '' target='_blank'>> '' target='_blank'>> '' target='_blank'>> '' target='_blank'>> '' target='_blank'>>
  8. Sobre este faraónico projecto creio que haveria vários aspectos que gostaria de abordar, mas começo já pelo seu objectivo principal e que foi mencionado pela Leonor Cício "em 2010 comemora-se o centenário da república portuguesa, e o novo Museu dos Coches irá ser o edifício comemorativo dessa data" Comemorar o centenário da implantação da república portuguesa, com "objectos" datados da época da monarquia, é sem dúvida o primeiro passo para mostrar o ridículo deste projecto. Mas isso é só um aparte... Em relação ao projecto, eu já nem quero especular porque se teve que ir buscar esse arquitecto para realizar o mesmo, mas acho que se tem que estar sempre a cair no mesmo erro de sempre... Só pergunto uma coisa, porque é que não faziam um concurso e se escolhia o melhor projecto? Quanto ao custo da obra, 31,5 milhões de euros (mais as habituais derrapagens), creio que falta somar a este valor o custo de deslocalizar todos os arquivos e demais património que se encontra actualmente naqueles edifícios... Fico algo apreensivo que se esteja a promover o "museu mais visitado do país" sem olhar para centenas de anos de história que estão "fechados" no local onde irá nascer o novo museu. Será que há tanta necessidade em executar este projecto? É que isto de dizer que é o museu mais visitado do país, também se sabe bem porque o é... as visitas organizadas, com a tradicional voltinha por lisboa, tem sempre a paragem forçada nesse local. Para quem não sabe, os turistas são "despejados" à porta do museu, dps passam à porta dos pasteis de belém, finalizando o percurso no mosteiro dos jerónimos... Convido os caros colegas a constatarem com os vossos próprios olhos o que disse. Quem veio "estragar" um bocado esta evidência foi o Berardo, com a sua colecção no CCB, ainda por cima visitável gratuitamente. Desculpem os desabafos (ou a seca) que vos dei, mas não entendo como é que vários serviços culturais estão a passar por tantas dificuldades e depois se pretende "gastar" 31.5 milhões de euros desta forma, só porque é o "museu mais visitado em portugal"... PS: bem perto deste futuro museu, existem 2 projectos que nunca foram acabados (CCB e Palácio da Ajuda)... esperemos que este novo projecto, não siga o mesmo caminho, ou seja, que termine quando acabe o dinheiro...
  9. a questão que vos coloquei deve-se ao seguinte. fui sondado para realizar um projecto de uma moradia numa propriedade onde "nao se verifica a vertente da unidade minima de cultura" (transcrição do parecer que me foi permitido ter acesso). Assim sendo, o que gostaria de saber é se este facto inviabiliza qualquer tipo de construçao no local ou como se pode proceder? obrigado pelos esclarecimentos anteriores
  10. Será que alguém me pode dar umas dicas sobre este tema?
  11. Falei com o director do departamento dessa camara, numa audiencia que foi marcada para o efeito. Quando o confrontei com os outros casos, se tinham sido objecto de pedido de alteraçao ao loteamento, respondeu-me que nao, que "eram coisas pequenas"... enfim Claro que saltei um pouco aos arames, porque das duas uma, ou é para todos ou nao é para nenhum. A minha duvida é exactamente como devo instruir correctamente o pedido de alteraçao ao loteamento, pq ele disse que tinha k ter autorizaçao de todos os proprietários dos outros lotes e segundo o que eu li nao é bem assim...
  12. Ora boas caros colegas Venho expor aqui no fórum um caso que está a passar comigo em relação a um projecto e do qual gostaria de saber a vossa opinião. Assim sendo: Estou com um projecto em mãos de uma moradia, para realizar num lote de uma urbanização. Logo ao início, fui aos serviços de urbanismo da câmara do municipio em relação ao qual o terreno pertence, para que me fossem facultados elementos sobre o loteamento em causa, nomeadamente planta síntese e regulamento do loteamento. Foi-me comunicado que regulamento não havia e em relação à planta síntese, o que pude constatar é que o que já está construído em alguns lotes, nao tem nada a ver com a planta sintese e quadro de áreas. Para além disso, o poligono de implantação definido para cada lote é apenas um rectangulo que corresponde exactamente à área de implantação máxima permitida. A um funcionário do serviço, perguntei se podia fazer uma nova implantação da moradia respeitando os parâmetros máximos estipulados, que eram 170m2 implantação casa e 20m2 para anexo, ao qual ele me disse que sim. A fim de não perder excessivo tempo em proj de licenciamento, optei por entregar um PIP para ver se o mesmo era deferido ou nao. Conclusão, o PIP veio indeferido devido a que eu não respeitei o poligono de implantaçao definido em planta síntese... Após o parecer da camara, tive uma audiencia com o responsável do serviço, a fim de perceber o que se poderia fazer em relaçao à pretensao do requerente. O que o requerente pretende, é que no lote que dispõe (com uma área de 1117m2) implantar a casa de forma diferente ao tal rectangulo que está na planta sintese e que por agora ninguem tem respeitado. Do ponto de vista de implantaçao, basicamente o que se pretendia era que a "planta" da casa fosse um L "aberto" em vez do tal restangulo. Essa pretensao deve-se ao facto de atraves da planta em L, a casa se "abrir" para a paisagem e a nivel de sustentabilidade funcionar bastante melhor, nomeadamente a nivel de insolação, ventilação natural,etc, para além de que num futuro, caso o requerente queira instalar uma piscina na sua propriedade, a mesma fique "resguardada" entre os dois corpos da casa. Mas voltemos à reuniao... O tal chefe de secção, informou-me que ele nao irá viabilizar essa pretensão! Eu questionei-o sobre a possibilidade de se fazer um pedido de alteraçao do poligono de implantaçao da moradia, ao qual ele disse que isso nao era seguro que fosse aprovado e que mais valia era fazer a casa com o poligono que está definido. Após algum período de "toma lá dá cá" eu tive que "puxar das minhas armas" que foram fotografias das várias edificações existente no loteamento e que nao cumprem o que está estipulado em planta síntese ao qual ele me diz que "isso sao pequenas alterações... o que voce quer fazer é uma grande alteração"... Nao convencido da situaçao, eu perguntei-lhe se ele achava que manter a mesma área de implantação, mudando apenas o poligono de implantaçao da mesma, se era mais grave do que aumentos de implantaçao como alguns que já tiveram lugar... ao que ele responde que sim, que era mais "grave" o meu caso. Sinceramente, acho patético este critério de "gravidade". O municipio nao foi ressarcido de taxas correspondentes a aumentos de áreas de implantaçao e construçao, mas chega uma pessoa que apenas quer mudar a "planta de casa" de restangulo para L e é o mal-feitor. Polémicas à parte... o que eu gostaria de saber, é que posso fazer para pedir a tal alteração ao poligono de implantaçao, ou se nao o posso mesmo requerer? O chefe de serviço disse-me que sim, que podia pedir, mas que para além de ter todo o trabalho de o fazer, nao era certo que fosse aprovado. Para alem disso, referiu que o dono do terreno nao o podia fazer em nome pessoal, que tinha que ser o promotor do loteamento e que tinha que ter uma declaraçao de cada um dos proprietários em conforme autorizam essa alteraçao. Pelo que estive a ler de legislaçao, o dono do terreno tem o direito de pedir essa alteração e o gestor do processo (que creio, será o técnico da camara) terá que notificar cada um dos proprietários dos restantes lotes que, caso nao estejam de acordo com o pedido o manifestem por escrito e que se dois terços dos proprietários nao estiverem contra o processo pode avançar. Peço desculpa a todos, por me ter alongado tanto, mas creio que assim ficam todos a par do que se passa e que talvez algum dia vos possa passar também a vocês algo semelhante e assim ja possam saber como "se mexer". Cumprimentos
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