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Arquitectura.pt


pluto

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  1. Caros colegas, uma dúvida: existe alguma razão para a escola de formação do candidato? um sistema operativo (CAD/vectorworks/whatever) é compreensível pela prática da equipa; a experiência profissional em determinadas àreas pode ser ditada pelos projectos em curso; a localização geográfica pela disponibilidade e facilidades de deslocação. em que parte do vosso critério de selecção entra a origem académica do candidato? se for de uma escola A ou B é bom profissional, se da C ou D nem por isso? não compete ao organismo regulador (OA, diz-se) aferir um grau para determinar as habilitações e fazer essa triagem? não levem a mal a pergunta, mas fiquei realmente intrigado com o critério. Já tive perto de 10 entrevistas nos ultimos 5 anos, em mais do que 1 país, e além do CV, portfolio e experiência profissional nunca me perguntaram em que escola tirei o curso... cumprimentos, P
  2. Há muitos anos que não vou a Coimbra mas... isso não é uma zona baixa, costumeira em inundações no inverno? Enfim, lá dizia um professor meu: em engenharia não há impossíveis, só orçamentos.
  3. qual criança mal comportada, deixo desde já o meu pedido de desculpa aos restantes frequentadores pelos excessos de linguagem.
  4. ao comentador rake de rama 1. obviamente nao tera percebido qual e a diferenca entre um forum de troca de opinioes e uma vulgar troca de insultos; sugiro-lhe que procure qual e a diferenca. 2. para poupar trabalho, ou por simples caridade dou-lhe ja uma resposta: uma opiniao assenta em razoes concretas, um insulto em devaneios de agressividade. 3. ja que nao conseguiu validar nenhuma das suas opinioes, ou responder as perguntas que lhe foram feitas, deduzo que sejam apenas comentarios infundados ou baseados no seu gosto pessoal... 4. que pelo nivel do seu portugues nao acredito que tenha sido especialmente desenvolvido. 5. por isso talvez quando quiser soltar as suas frustacoes seja melhor procurar o sistema das prank calls do que escrever disparates num forum de arquitectura (ou culinaria ou futebol) 6. quanto as suas necessidades intestinais/sanitarias existe medicacao que ajuda. 7. e acredito que a psicanalise do seculo XXI pode ajuda-lo no resto. 8. outra dica: saber insultar sem ser vulgar nao e para todos; e preciso ter a escola feita. 9. para insultar e ser vulgar: o rake, vai pastar... cumprimentos aos demais pluto londres 2008
  5. Caro Tatlin, a coleção apresentada no Museu dos Coches, juntamente com o remanescente da mesma que se encontra em Vila Viçosa, apenas diz respeito aos veiculos cerimoniais da familia real portuguesa. Os coches a que se refere, que fazem parte do pomposo Serviço Hipomóvel da Presidência da Republica (extinto nos anos 30) consistem num landau aberto e noutro fechado, mas não creio que façam parte da coleção exposta. E sim, D. Manuel II foi a sua cerimonia de Aclamação em S. Bento de automóvel, em 1908. O seu tio, o infante D. Afonso, tinha a alcunha popular de "o Arreda" por fazer corridas na Avenida da Liberdade nos seus Peugeots importados de Paris. Por isso tanto houve reis a andar de carro como presidentes de carruagem. O último reparo, o presidente Sidónio Pais foi assassinado em 1918, a revolver, à saida da estação do Rossio (a pé). Quem morreu numa carruagem aberta foi o Rei D. Carlos e o seu principe herdeiro, 10 anos antes. Acredito que são notas um tanto laterais quanto ao tópico da obra analisada, mas que acho relevantes no que diz respeito tanto ao prazo da mesma como ao centenário a ser celebrado ;)
  6. "em 2010 comemora-se o centenário da república portuguesa, e o novo Museu dos Coches irá ser o edifício comemorativo dessa data" "Comemorar o centenário da implantação da república portuguesa, com "objectos" datados da época da monarquia, é sem dúvida o primeiro passo para mostrar o ridículo deste projecto. Mas isso é só um aparte... " Permitam-me outra observação. Acho que se é sintomático de um timing bem escolhido é precisamente o museu dos coches vs 100 anos de República: ao mostrar aos Cidadãos da Republica que os tesouros que foram antes de reis são hoje de todos. Acho que é um edificio-marco com um valor altamente simbólico, que homenageia o passado integrando-o no futuro. Acho que a Res-publica (bem comum) agradece, bem como todos os portugueses que já se esqueceram do que siginifica a palavra.
  7. mas o que e que o comentador rake de rama entende por "estilo" ja agora? estilo assim, estilo assado.... para um colecao visualmente tao estimulante, a nivel grafico e volumetrico, quanto mais simples o edificio melhor. ou porque sao coches barrocos (embora sejam barrocos, pre-barrocos, pos barrocos e de tudo um pouco) tem de ser um edificio decorado com anjinhos doirados?
  8. la se diz que ser copiado e a maior forma de elogio...
  9. A pergunta que todos devem fazer, e muitos ja devem saber (eu nao, dai renovo a duvida): quem e que pagou os honorarios do Ghery pelo estudo previo do Parque Mayer? O contribuinte? A banca? A BragaParques? O Casino? Ou somente um aglomerado dos "suspeitos-do-costume"? E como o meu gabinete agora esta, literalmente, a recomecar um projecto que ja estava feito porque, de subito, o cliente decidiu mudar de equipa, pareceu-me tudo com um certo efeito deja-vu...
  10. Uma ponte que ligasse todas as margens do rio? Mas quantas margens tem um rio? Normalmente so duas, ou estou baralhado? Ha casos de deltas e ilheus isolados na foz dos rios, mas realmente, costumam ter sempre uma margem esquerda e uma margem direita, olhando de frente para a foz. O que significa que todas as pontes (existentes e propostas) ligam, realmente, todas as margens... mas posso estar so confuso :)
  11. Para a minha modesta opiniao, o que aquele hotel me lembra e a cidade dos Jetsons, com carros voadores e grandes tailfish a la 60's. So falta a empregada robot Rose a fazer o servico de quartos...
  12. Caro colega Carlos Pedro Não me querendo afastar do tema do post, nem tecer comentários à carreira dos comentadores, deixo outra nota de rodapé, porque curiosamente, enquanto arrumava revistas, encontrei um dos ditos artigos sobre o seu gabinete/parceria (revista Traço, acho?) O reparo que deixei aqui não demorou a ser confirmado pelo que li, embora acredite num ligeiro desvio interpretativo em relação á nota que deixei. O auto-elogio é que, a meu ver, é uma forma pouco eficaz de argumentação. E acrescentar que outros possuem uma "visão limitada" não é o mesmo que dizer que cada um possui a visão que bem entende. São somente questões de forma e comunicação. No meu caso pessoal, um tratado do Vitruvio ou os 4 livros do Palladio, nas vertentes teóricas ou práticas, são literatura de cabeceira no mesmo nível que uma qualquer revista internacional, com o que se faz de mais inovador. Com isto quero dizer que a arquitectura deveria ter como fim máximo a concretização, e não o mero conceito e inesperadas montagens gráficas inerentes, que tanto dá para bons debates teóricos como para enfadonhas conversas de café e monólogos académicos, até terminar em papeis no fundo da gaveta, como todos temos tantos. No final do século XIX, na geração dos académicos Beaux-Arts, também todos os concursos públicos vinham com folhas ornamentadas em vibrantes aguarelas, e mottos em latim, e demais acessórios gráficos para projectos que, tantas vezes, também não passaram disso mesmo. Portanto de "visão limitada" e imagem "conservadora" sobre a arquitectura praticada em Portugal, termino dizendo que nunca usei óculos e trabalho em Londres. E renovando, a propósito do tema original do terminal de cruzeiros, que foi um projecto/estudo prévio um tanto atabalhoado e sem real debate sobre o tema. com os meus votos a todos os turistas, frequentadores e colaboradores, de um feliz 2008, P
  13. Ó colega Carlos Pedro, permita-me um leve reparo, sem querer diminuir a sua admirável auto-estima: Que tal, ao enviar o seu site como cartão de visita e puxar dos galões de forma tão óbvia perante um comentário do cliente/dono de obra/what's his name, colocar lá alguma coisa concreta em vez de montagens 3D? Um tijolinho, pode ser? Uma foto mesmo de obra, daquelas com o trolha a decifrar os seus conceituados designios? Obra construida, ou só há micro-maquetes e design gráfico? É que desenhadores de 3D saem já tantos das faculdades, todos os anos... E conversa de conceitos e poesia-do-lugar, enfim, digamos que tive a minha indigestão académica. Continuo a gostar mais de espaços reais que virtuais. ps. acrescento que concordo plenamente consigo sobre a questão do terminal, uma muralha (se fosse opaca) na frente ribeirinha era a pior de todas as soluções possíveis.
  14. uma pequena dúvida, porque tenho aqui o livro ao lado: Os quatro livros de arquitectura de Andrea Palladio, especie de tradução actualizada ao século XVI dos tratados vitruvianos de arquitectura, permitiram o renascimento do classicismo como linguagem universal. Uma observação das gravuras das inúmeras villas e palazzos do senhor levanta-nos a mesma observação: aquilo de seguir um estilo é uma sequência de inspirações comuns ou plágios sucessivos? A torre de Barcelona não será somente inspirada na torre de Lisboa? Terá de ser conotada logo como plágio ou cópia torcida?
  15. pequeno comentário: para quem viu toda a evolução daquela esquina em particular, ao longo dos últimos 25 anos, com as ditas torres de 12 pisos a surgir sem relação nenhuma com as pré-existências, com a antiga estrada/rua da bandeira a ser despida de plátanos centenários e pequenos restos de chalets oitocentistas a permanecer isolados como monumentos de rotunda, enfim.... acho que o edificio em si pode deixar uma impressão volumétrica bizarra, mas não é à conta de faltar uma relação com o lugar (em si disfuncional)
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