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Arquitectura.pt


Márcio Ferreira

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  1. Diário de Viagem em Lisboa - Sete colinas, sete desenhadores Lisbon Sketchbook - Seven Hills, Seven Sketchers (Edição Bilingue) de Eduardo Salavisa Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 95 Editor: Quimera ISBN: 9789725892084 Idioma: Inglês, Inglês, Português
  2. já vi algo do género em revistas de arquitectura, vai à biblioteca e pesquisa nas revistas...
  3. Podes pôr uma planta do teu percurso e sinalizares esses pontos através de fotografias ou desenhos...
  4. No Público deste fim-de-semana vinha a publicidade desta colecção. Começa no dia 6 de outubro com o Raul Lino.
  5. O arquitecto português Ricardo Bak Gordon (n. 1967, Lisboa) venceu, ex-aqueo com a dulpa espanhola Luis Mansilla e Tuñón, o Prémio FAD 2011, na categoria Arquitectura com o projecto “2 Casas em Santa Isabel”, construídas em Campo de Ourique, em Lisboa. O júri, composto por oito pessoas, e liderado pela arquitecta italiana Benedetta Tagliabue, enalteceu a obra, construída em plena zona urbana de Lisboa, na Rua Saraiva de Carvalho, notando que “a disposição estratégica dos pátios confere um alto grau de intimidade à casa e oferece aos edifícios vizinhos os valores espaciais intrínsecos do edifício”. Em entrevista ao PÚBLICO, Ricardo Bak Gordon nota que este é o prémio ibérico de maior prestígio e que o facto de ter sido atribuído a um português significa que a arquitectura portuguesa continua a ser indispensável ao debate arquitectónico internacional. Três arquitectos portugueses já antes tinham vencido este prémio na categoria Arquitectura, criado em 1958 em Barcelona, e que distingue obras construídas em Espanha e Portugal: João Luís Carrilho da Graça com o Pavilhão do Conhecimento (1999), Eduardo de Souto Moura com o Estádio Municipal de Braga (2005) e João Maria Trindade com a Estação Biológica do Garducho em Mourão (2009). Sobre as “2 Casas em Santa Isabel”, Ricardo Bak Gordon diz que, para ele pessoalmente, a relevância da obra começa no facto de “se construir no interior de um quarteirão em Lisboa” e de se desafiar a matriz das cidades europeias – com rua, praça e quarteirão – que têm o interior dos quarteirões como cidades ocultas, cidades dentro de cidades, onde predomina a ideia de que é difícil construir. O que daí resulta, continua, é que esses interiores de quarteirão “ficam mal construídos, insalubres ou votados ao abandono”. “Este trabalho procura voltar a recolocar o debate arquitectónico sobre o interior dos quarteirões e o potencial que têm para se constituírem como lugares, a somar a outros, de desfruto da cidade”, insiste. Fonte: www.publico.pt Por Ana Dias Cordeiro
  6. Architect: Barbosa & Guimaraes Architects Location: Gouveia, Portugal Project Year: 2010 Photography: José Campos, arqf architectural photography fonte: http://www.archdaily.com
  7. MANUAL DE CRIMES URBANÍSTICOS Autor: RODRIGUES, Luis F. Género: Não Ficção/ Urbanismo Ano de Edição: 2011 Formato: 15x23cm Nº de Páginas: 240 Peso: 250g ISBN: 978-989-702-020-9 Sinopse: HÁ UMA MÃO SUJA SOBRE A CIDADE. EXEMPLOS PRÁTICOS PARA COMPREENDER OS NEGÓCIOS INSUSTENTÁVEIS DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA. Da incompetência técnica à corrupção, da demagogia política à especulação imobiliária, aprenda a conhecer, compreender e combater as principais causas da desorganização e desqualificação das nossas cidades. Redigido numa linguagem acessível a todos os cidadãos e enriquecido com dezenas de ilustrações práticas, este Manual será certamente uma ferramenta útil para o exercício da cidadania. Porque mudar o actual estado das nossas cidades depende, sobretudo, de cada um de nós.
  8. Architects: A+R arquitectos Location: Matosinhos, Portugal Project Team: Ana Vieira, Ricardo Freitas, Couto Silva, Fernando Vaguinho Project area: 950 sqm Project year: 2007 – 2010 Photographs: Nelson Garrido Projects for equipments are always understood as design and construction opportunities. They are capable of hosting complex programs, which may play important parts in the day to day lives of the people who benefit from its existence. In the case of the Educational and Clinic Centre – “República da Pequenada” – the proposed program includes Pediatrics, Obstetrics, Speech Therapy, Psychology and Occupational Therapy, in addition to accompanied study rooms, and meals and play areas. To the programmatic constraints implied in the building, one adds the economical constraints of our private clients, and of the place itself, sitting on the periphery, just on the uncharacterized boundary to the adjacent region of Matosinhos. These are all understood as added responsibilities and challenges to model, modify and better the spatial context, participating in its transformation, dynamisation and even aiming to the valorisation of a predominantly housing area, deprived of any neighbouring equipments. The building, while having its volumetry defined by an alignment study approved and imposed by the Planning Authorities, creates a play which encompasses the composition, uses and both physical and visual relations. On the outside, the building steps back as much as possible creating a pit which signals its intended autonomy, whilst opening a grand window in dialogue with the passersby. The selection of materials were, in what regards the aesthetical options, conditioned by a conceptual discourse of volumetric overlaps of solid and transparent pieces. Furthermore this selection answers to technical and practical constraints, as are resistance to wear and tear, thermal efficiency and even protection, as with the slate strip which contours the building at the bottom, from the user’s ‘mischiefs’ and from drivers. The final facades aim to shuffle the real scale of the building and to relate to the children universe, emphasizing them as the most important users. It does this by introducing windows in a number and scale which seem unattached to standard measurements and to its interior floors. This guaranties the differentiation and affirmation which an equipment imposes and which a standard housing program will have difficult to match further than with a volumetric continuity. Inside, the three height levels in the window’s positioning signal, on the lower strip, the children’s scale with a view to a world that no adult will fit, and on the higher windows, a life goal to grow and conquer the world outside. In the middle are located the windows which serve all users, teachers and students in a coming together and reconciliation of discourses. The inner patio joins in the same play with all other elements. In one hand it brings the users together, by allowing them to view each other while circulation in their own areas, and on the other hand it strategically maintains them apart, separated by age groups, by activities and uses, whilst aiding in the natural ventilation strategies. The basement does not correspond to the stereotypical enclosed and dark space one may expect, but manages to overcome it through the exterior amphitheatre, the patio and the pit. Fonte: http://www.archdaily.com/134441/educational-and-clinic-centre-in-matosinhos-ar-arquitectos/
  9. Xxxiiii, tens tanta coisa para ver. Vê este site: http://www.e-architect.co.uk/barcelona_architecture.htm, tens lá uma lista de edifícios a visitar.
  10. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM4jTbnkV96Rv%2BJqs%2B2rq7ek&width=150 Contra a Arquitectura de Franco La Cecla Edição/reimpressão: 2011 Páginas: 128 Editor: Caleidoscópio ISBN: 9789896581053 Coleção: Pensar Arquitectura Sinopse Nunca como hoje a arquitectura esteve tão na moda. Nas revistas, nos jornais, na televisão, as obras das superstars da arquitectura são objecto da curiosidade de leitores que antes eram completamente incultos na matéria. E porém, nunca como hoje a arquitectura esteve tão distante do interesse público: incide pouco e mal sobre a melhoria da vida das pessoas. Às vezes até piora as condições do habitar.
  11. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7k2JhprpiKu5cfNySWgXYu&width=150 John Nash Arquitectura Urbana de Domingos Tavares Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 134 Editor: Dafne Editora ISBN: 9789898217080 Coleção: Sebentas de História da Arquitectura Moderna Sinopse Na transição do clássico para o romântico John Nash, com o entendimento pragmático e oportunista da vida, estendeu a sua acção até onde as circunstâncias lhe proporcionaram ganhos emotivos e sociais. Sem qualquer nostalgia no plano pessoal, extraiu do prazer da vida os argumentos para a enorme diversidade da sua arquitectura, desde as casas de campo nos ambientes bucólicos das paisagens criadas pelo ardor inventivo dos paladinos do paisagismo, até à montagem do cenário clássico no traçado da elegante nova Londres. Foi esta faceta que interessou aos estudiosos do urbanismo contemporâneo, tomando-o como referente do movimento que se intensificou no início do século XIX. Nash correspondeu com competência e sabedoria às exigências de cada situação, afastando-se dos caminhos considerados como a base da acção de qualquer arquitecto. Serviu uma numerosa clientela de senhores da aristocracia rural e urbana, apaziguando-lhes o sentimento de perda com recurso à imaginação criadora, sem nunca comprometer os seus próprios anseios de lucro material. John Nash poderia ser considerado o último arquitecto do ciclo clássico europeu se o seu revivalismo não fosse apenas um instrumento de circunstância para conferir densidade formal ao traçado urbano, nos seus projectos para a expansão de Londres. O particular significado das suas propostas foi o de integrar os instrumentos desenvolvidos pela primeira geração dos paisagistas pitorescos com a prática intuída na própria história do país, para gerar uma nova experiência de pensar a cidade.
  12. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7Oexj8TepIF5k2vXyWgKxo&width=150 Arquitectura, Música e Acústica no Portugal Contemporâneo de Maria do Céu Aguiar da Mota Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 306 Editor: Faculdade de Arquitectura da Universidade Porto ISBN: 9789729483264 Coleção: Argumentos Sinopse O livro aborda as influências recíprocas entre a arquitectura e a música desde a Antiguidade aos nossos dias. No século I a. C., Vitrúvio faz referência à música no seu Tratado de Arquitectura. No Renascimento, a analogia entre as proporções da catedral de Florença e as do moteto Nuper rosarum flores de Dufay gera o encontro mais paradigmático do musical e do visual naquele período. A Reforma Protestante acarreta também modificações no interior das igrejas. Como consequência, a acústica das mesmas altera-se e permite o desenvolvimento de novas formas musicais. No século XIX, a música é a arte rainha pelas suas qualidades não-imitativas e para Goethe, "a arquitectura é música congelada". Raul Lino, considerado um dos arquitectos portugueses mais musicais, irá citá-lo. Em meados do século XX, Le Corbusier inclui o som como uma das qualidades imateriais do espaço e Stockhausen admite a dimensão espacial como um dos parâmetros musicais. No início do século XXI, a Casa da Música no Porto cumpre com sucesso a sua função.
  13. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7aBy1IN50JirMDz351ves4&width=150 O Arquitecto Azul de Jorge Figueira Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 132 Editor: Imprensa da Universidade de Coimbra ISBN: 9789892600673 Coleção: Olhares Sinopse Este livro nos oferece, fruto de uma visão simultaneamente lúcida e apaixonada, um olhar sobre nós próprios, sobre as vicissitudes da Arquitectura, como arte, como disciplina, mas, sobretudo, como instrumento transformador da realidade. Do pop ao neo-vernacular, da metáfora irónica à revalorização semântica, do oxímoro à alusão escarrapachada, tudo encontra, neste livro de Jorge Figueira, o seu lugar próprio, tudo se rende a princípios de reflexão que, em última análise e por conveniência, se encontram alojados na hospedaria da poética. Há uma proximidade quase familiar para com os temas tratados, mas não há cedências à recriminação, nem à bajulação, como alguém que constata que, para além das afinidades que se vão construindo ao longo da vida, é afinal na própria família que se encontram os melhores amigos, por isso há que tratá-los, aos temas familiares, com isenção. Para quem gosta de Jazz, este livro de Jorge Figueira soa, pois, como uma composição. Tem um compasso firme, dado pelo baixo e pela percussão, que nos ajuda a corporizar os ritmos do tempo. Tem um tema, que vai sendo sucessivamente transformado e retomado ao longo de solos, de improvisos, de orquestrações. O tema é Portugal, é a cultura arquitectónica em Portugal. Não é muito swingado, mas soa maravilhosamente. Excerto “E é desse modo que percebemos então que este livro nos oferece, fruto de uma visão simultaneamente lúcida e apaixonada, um olhar sobre nós próprios, sobre as vicissitudes da Arquitectura, como arte, como disciplina, mas, sobretudo, como instrumento transformador da realidade. Do pop ao neo-vernacular, da metáfora irónica à revalorização semântica, do oxímoro à alusão escarrapachada, tudo encontra, neste livro de Jorge Figueira, o seu lugar próprio, tudo se rende a princípios de reflexão que, em última análise e por conveniência, se encontram alojados na hospedaria da poética. Há uma proximidade quase familiar para com os temas tratados, mas não há cedências à recriminação, nem à bajulação, como alguém que constata que, para além das afinidades que se vão construindo ao longo da vida, é afinal na própria família que se encontram os melhores amigos, por isso há que tratá-los, aos temas familiares, com isenção. Para quem gosta de Jazz, este livro de Jorge Figueira soa, pois, como uma composição. Tem um compasso firme, dado pelo baixo e pela percussão, que nos ajuda a corporizar os ritmos do tempo. Tem um tema, que vai sendo sucessivamente transformado e retomado ao longo de solos, de improvisos, de orquestrações. O tema é Portugal, é a cultura arquitectónica em Portugal. Não é muito swingado, mas soa maravilhosamente.”
  14. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM5zkogsEuhZAcHBeoKbXBvl&width=150 As Questões do Património de Françoise Choay Edição/reimpressão: 2011 Páginas: 228 Editor: Edições 70 ISBN: 9789724416243 Coleção: Arte e Comunicação Sinopse Nesta obra, Françoise Choay reúne documentos essenciais que, desde o século XII até ao século XX, nos permitem compreender como emergiu e se desenvolveu a preocupação pela preservação dos edifícios, mas sobretudo as confusões e amálgamas perigosas que estão associadas à noção de «património», actualmente omnipresente. Esta antologia é precedida por uma introdução da autora, que traça as linhas gerais do combate a travar, nesta época de globalização, contra tudo aquilo que tende a transformar o espólio arquitectónico em objecto de lucro ou em museu.
  15. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM4JQ3orWlr2UZNS1M%2F5MDOD&width=150 A Casa Arquitectura e Projecto Doméstico na Primeira Metade do Século XX Português de Rui Jorge Garcia Ramos Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 636 Editor: Faculdade de Arquitectura da Universidade Porto ISBN: 9789729483974 Coleção: Série 1. Ensaios Sinopse Este livro centra-se na casa unifamiliar burguesa, tendo como objectivo compreender e interpretar os seus processos de mudança e continuidade, na primeira metade do século XX português. A casa e o seu projecto doméstico são observados no contexto da cultura arquitectónica, tendo como referente a experiência internacional e mantendo pontes com outras áreas do saber.
  16. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM5lGbCXX22QB838xspyjlbA&width=150 Pensar Com as Mãos de Alberto Campo Baeza Edição/reimpressão: 2011 Páginas: 152 Editor: Caleidoscópio ISBN: 9789896581008
  17. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7DnOg%2F6BbXS3VKphfAZkWZ&width=150 O Urbanismo Depois da Crise de Alain Bourdin Edição/reimpressão: 2011 Páginas: 121 Editor: Livros Horizonte ISBN: 9789722417068 Sinopse O Dubai coleccionava records: o maior hotel do mundo, a maior torre, a maior concentração de gruas... No fim de 2009, o Dubai e a sua jóia da coroa, a sociedade pública Dubai World, dificilmente escaparam à falência com uma dívida estimada em 59 mil milhões de dólares! Esta queda simbolizou o fim de um ciclo no desenvolvimento urbano e na forma de "fazer cidade", no urbanismo.
  18. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM6DwtmpSbbZvjR6NturmyDj&width=150 Arquitectura em Público 15 anos de expansão mediática nas páginas de um jornal português de Pedro Gadanho Edição/reimpressão: 2011 Páginas: 324 Editor: Dafne Editora ISBN: 9789898217110 Coleção: Equações de Arquitectura Sinopse No momento em que se publica este livro, o panorama mediático português é abalado por alguns dos acontecimentos mais dramáticos da sua existência pós-ditadura. Entre a sua fragilidade e a pressão esmagadora da realidade económica, a crise generalizada das publicações em papel e a entrega estapafúrdia a práticas populistas, o cenário mediático português atingiu um ponto irreversível. Perante este estado das coisas, é pertinente perguntar porque é que se escreve um livro sobre a difusão de massas de uma produção cultural tão específica como a arquitectura. A resposta é que a aparição meteórica da arquitectura no contexto mediático generalista português foi, ela própria, um sinal da volatilidade e do funcionamento dos nossos media de massa. A afirmação da arquitectura portuguesa através da mediatização revelou-se uma boa metáfora para explicar como os media de massa acolhem, digerem, ampliam, apropriam e finalmente deitam fora qualquer assunto que sirva para captar a atenção e o share. Diz-se aqui como o campo arquitectónico adquiriu pujança, como se reflectiu e como acabou por ser escrutinado na esfera pública. Mas podia falar-se de arte, culinária, futebol ou qualquer outra coisa. Nas entrelinhas desta expansão mediática ficou também uma história parcial e uma crítica cultural da arquitectura portuguesa entre 1990 e 2005. Nas estórias picantes que aqui se revisitam, esses 15 anos foram o período áureo em que, mais que qualquer meio especializado, o jornal Público deu as boas vindas a uma prática que - pelo menos do ponto de vista mediático - se tornaria numa das grandes exportações da cultura portuguesa contemporânea.
  19. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7CKmpgWkJ7nSaLoTbWHdcL&width=150 Arquitetura de Interiores Ilustrada (2ª Edição) de Francis D.K. Ching Edição/reimpressão: 2006 Páginas: 352 Editor: Bookman ISBN: 9788536307060 Sinopse Passamos a maior parte de nossas vidas dentro de edificações. Assim, os projetistas de interiores profissionais buscam construir um ambiente agradável, produtivo, saudável e que proporcione bem-estar. Este livro aborda todos os elementos que devem ser considerados - componentes construtivos, iluminação, acústica, materiais de acabamento e muito mais. Tudo isso, ilustrado com desenhos que tem o objetivo de transmitir informações, expressar idéias e especular possibilidades.
  20. "Durante as últimas três décadas, Eduardo Souto Moura produziu um corpo de trabalho que é do nosso tempo mas que também tem ecos da arquitectura tradicional. Os seus edifícios apresentam uma capacidade única de conciliar características opostas, como o poder e a modéstia, a coragem e a subtileza”, pode-se ler no comunicado emitido pelo júri do prémio. Entre os projectos mencionados, o júri destacou a obra do Estádio Municipal Braga, mais conhecido como o estádio AXA, construído numa antiga pedreira. Nascido em 1952, no Porto, Eduardo Souto Moura é o segundo arquitecto português a receber esta distinção, depois de Álvaro Siza Vieira ter vencido em 1992. Eduardo Souto Moura sucede, assim, a nomes como Oscar Niemeyer, Frank Gehry, Jean Nouvel e Rem Koolhaas. Entre as suas obras mais conhecidas, destacam-se, além do Estádio Municipal de Braga, a Casa das Histórias em Cascais, a Casa das Artes no Porto, a Estação de Metro da Trindade, o Centro de Arte Contemporânea de Bragança, o Hotel do Bom Sucesso em Óbidos, o Mercado da Cidade de Braga, a Marginal de Matosinhos-Sul, o Crematório de Kortrijk (Bélgica), o Pavilhão de Portugal na 11ª Bienal de Arquitectura de Veneza (Itália) ou a Casa Llabia (Espanha). Souto Moura receberá o prémio, no valor de 100 mil dólares (cerca de 70 mil euros), numa cerimónia que acontecerá em Junho em Washington D.C. fonte: http://www.publico.pt/Cultura/souto-moura-vence-o-premio-pritzker-2011-o-nobel-da-arquitectura_1487170
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