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Márcio Ferreira

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  • Birthday 06/15/1981

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  1. Diário de Viagem em Lisboa - Sete colinas, sete desenhadores Lisbon Sketchbook - Seven Hills, Seven Sketchers (Edição Bilingue) de Eduardo Salavisa Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 95 Editor: Quimera ISBN: 9789725892084 Idioma: Inglês, Inglês, Português
  2. já vi algo do género em revistas de arquitectura, vai à biblioteca e pesquisa nas revistas...
  3. Podes pôr uma planta do teu percurso e sinalizares esses pontos através de fotografias ou desenhos...
  4. No Público deste fim-de-semana vinha a publicidade desta colecção. Começa no dia 6 de outubro com o Raul Lino.
  5. O arquitecto português Ricardo Bak Gordon (n. 1967, Lisboa) venceu, ex-aqueo com a dulpa espanhola Luis Mansilla e Tuñón, o Prémio FAD 2011, na categoria Arquitectura com o projecto “2 Casas em Santa Isabel”, construídas em Campo de Ourique, em Lisboa. O júri, composto por oito pessoas, e liderado pela arquitecta italiana Benedetta Tagliabue, enalteceu a obra, construída em plena zona urbana de Lisboa, na Rua Saraiva de Carvalho, notando que “a disposição estratégica dos pátios confere um alto grau de intimidade à casa e oferece aos edifícios vizinhos os valores espaciais intrínsecos do edifício”. Em entrevista ao PÚBLICO, Ricardo Bak Gordon nota que este é o prémio ibérico de maior prestígio e que o facto de ter sido atribuído a um português significa que a arquitectura portuguesa continua a ser indispensável ao debate arquitectónico internacional. Três arquitectos portugueses já antes tinham vencido este prémio na categoria Arquitectura, criado em 1958 em Barcelona, e que distingue obras construídas em Espanha e Portugal: João Luís Carrilho da Graça com o Pavilhão do Conhecimento (1999), Eduardo de Souto Moura com o Estádio Municipal de Braga (2005) e João Maria Trindade com a Estação Biológica do Garducho em Mourão (2009). Sobre as “2 Casas em Santa Isabel”, Ricardo Bak Gordon diz que, para ele pessoalmente, a relevância da obra começa no facto de “se construir no interior de um quarteirão em Lisboa” e de se desafiar a matriz das cidades europeias – com rua, praça e quarteirão – que têm o interior dos quarteirões como cidades ocultas, cidades dentro de cidades, onde predomina a ideia de que é difícil construir. O que daí resulta, continua, é que esses interiores de quarteirão “ficam mal construídos, insalubres ou votados ao abandono”. “Este trabalho procura voltar a recolocar o debate arquitectónico sobre o interior dos quarteirões e o potencial que têm para se constituírem como lugares, a somar a outros, de desfruto da cidade”, insiste. Fonte: www.publico.pt Por Ana Dias Cordeiro
  6. Architect: Barbosa & Guimaraes Architects Location: Gouveia, Portugal Project Year: 2010 Photography: José Campos, arqf architectural photography fonte: http://www.archdaily.com
  7. MANUAL DE CRIMES URBANÍSTICOS Autor: RODRIGUES, Luis F. Género: Não Ficção/ Urbanismo Ano de Edição: 2011 Formato: 15x23cm Nº de Páginas: 240 Peso: 250g ISBN: 978-989-702-020-9 Sinopse: HÁ UMA MÃO SUJA SOBRE A CIDADE. EXEMPLOS PRÁTICOS PARA COMPREENDER OS NEGÓCIOS INSUSTENTÁVEIS DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA. Da incompetência técnica à corrupção, da demagogia política à especulação imobiliária, aprenda a conhecer, compreender e combater as principais causas da desorganização e desqualificação das nossas cidades. Redigido numa linguagem acessível a todos os cidadãos e enriquecido com dezenas de ilustrações práticas, este Manual será certamente uma ferramenta útil para o exercício da cidadania. Porque mudar o actual estado das nossas cidades depende, sobretudo, de cada um de nós.
  8. Architects: A+R arquitectos Location: Matosinhos, Portugal Project Team: Ana Vieira, Ricardo Freitas, Couto Silva, Fernando Vaguinho Project area: 950 sqm Project year: 2007 – 2010 Photographs: Nelson Garrido Projects for equipments are always understood as design and construction opportunities. They are capable of hosting complex programs, which may play important parts in the day to day lives of the people who benefit from its existence. In the case of the Educational and Clinic Centre – “República da Pequenada” – the proposed program includes Pediatrics, Obstetrics, Speech Therapy, Psychology and Occupational Therapy, in addition to accompanied study rooms, and meals and play areas. To the programmatic constraints implied in the building, one adds the economical constraints of our private clients, and of the place itself, sitting on the periphery, just on the uncharacterized boundary to the adjacent region of Matosinhos. These are all understood as added responsibilities and challenges to model, modify and better the spatial context, participating in its transformation, dynamisation and even aiming to the valorisation of a predominantly housing area, deprived of any neighbouring equipments. The building, while having its volumetry defined by an alignment study approved and imposed by the Planning Authorities, creates a play which encompasses the composition, uses and both physical and visual relations. On the outside, the building steps back as much as possible creating a pit which signals its intended autonomy, whilst opening a grand window in dialogue with the passersby. The selection of materials were, in what regards the aesthetical options, conditioned by a conceptual discourse of volumetric overlaps of solid and transparent pieces. Furthermore this selection answers to technical and practical constraints, as are resistance to wear and tear, thermal efficiency and even protection, as with the slate strip which contours the building at the bottom, from the user’s ‘mischiefs’ and from drivers. The final facades aim to shuffle the real scale of the building and to relate to the children universe, emphasizing them as the most important users. It does this by introducing windows in a number and scale which seem unattached to standard measurements and to its interior floors. This guaranties the differentiation and affirmation which an equipment imposes and which a standard housing program will have difficult to match further than with a volumetric continuity. Inside, the three height levels in the window’s positioning signal, on the lower strip, the children’s scale with a view to a world that no adult will fit, and on the higher windows, a life goal to grow and conquer the world outside. In the middle are located the windows which serve all users, teachers and students in a coming together and reconciliation of discourses. The inner patio joins in the same play with all other elements. In one hand it brings the users together, by allowing them to view each other while circulation in their own areas, and on the other hand it strategically maintains them apart, separated by age groups, by activities and uses, whilst aiding in the natural ventilation strategies. The basement does not correspond to the stereotypical enclosed and dark space one may expect, but manages to overcome it through the exterior amphitheatre, the patio and the pit. Fonte: http://www.archdaily.com/134441/educational-and-clinic-centre-in-matosinhos-ar-arquitectos/
  9. Xxxiiii, tens tanta coisa para ver. Vê este site: http://www.e-architect.co.uk/barcelona_architecture.htm, tens lá uma lista de edifícios a visitar.
  10. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM4jTbnkV96Rv%2BJqs%2B2rq7ek&width=150 Contra a Arquitectura de Franco La Cecla Edição/reimpressão: 2011 Páginas: 128 Editor: Caleidoscópio ISBN: 9789896581053 Coleção: Pensar Arquitectura Sinopse Nunca como hoje a arquitectura esteve tão na moda. Nas revistas, nos jornais, na televisão, as obras das superstars da arquitectura são objecto da curiosidade de leitores que antes eram completamente incultos na matéria. E porém, nunca como hoje a arquitectura esteve tão distante do interesse público: incide pouco e mal sobre a melhoria da vida das pessoas. Às vezes até piora as condições do habitar.
  11. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7k2JhprpiKu5cfNySWgXYu&width=150 John Nash Arquitectura Urbana de Domingos Tavares Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 134 Editor: Dafne Editora ISBN: 9789898217080 Coleção: Sebentas de História da Arquitectura Moderna Sinopse Na transição do clássico para o romântico John Nash, com o entendimento pragmático e oportunista da vida, estendeu a sua acção até onde as circunstâncias lhe proporcionaram ganhos emotivos e sociais. Sem qualquer nostalgia no plano pessoal, extraiu do prazer da vida os argumentos para a enorme diversidade da sua arquitectura, desde as casas de campo nos ambientes bucólicos das paisagens criadas pelo ardor inventivo dos paladinos do paisagismo, até à montagem do cenário clássico no traçado da elegante nova Londres. Foi esta faceta que interessou aos estudiosos do urbanismo contemporâneo, tomando-o como referente do movimento que se intensificou no início do século XIX. Nash correspondeu com competência e sabedoria às exigências de cada situação, afastando-se dos caminhos considerados como a base da acção de qualquer arquitecto. Serviu uma numerosa clientela de senhores da aristocracia rural e urbana, apaziguando-lhes o sentimento de perda com recurso à imaginação criadora, sem nunca comprometer os seus próprios anseios de lucro material. John Nash poderia ser considerado o último arquitecto do ciclo clássico europeu se o seu revivalismo não fosse apenas um instrumento de circunstância para conferir densidade formal ao traçado urbano, nos seus projectos para a expansão de Londres. O particular significado das suas propostas foi o de integrar os instrumentos desenvolvidos pela primeira geração dos paisagistas pitorescos com a prática intuída na própria história do país, para gerar uma nova experiência de pensar a cidade.
  12. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7Oexj8TepIF5k2vXyWgKxo&width=150 Arquitectura, Música e Acústica no Portugal Contemporâneo de Maria do Céu Aguiar da Mota Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 306 Editor: Faculdade de Arquitectura da Universidade Porto ISBN: 9789729483264 Coleção: Argumentos Sinopse O livro aborda as influências recíprocas entre a arquitectura e a música desde a Antiguidade aos nossos dias. No século I a. C., Vitrúvio faz referência à música no seu Tratado de Arquitectura. No Renascimento, a analogia entre as proporções da catedral de Florença e as do moteto Nuper rosarum flores de Dufay gera o encontro mais paradigmático do musical e do visual naquele período. A Reforma Protestante acarreta também modificações no interior das igrejas. Como consequência, a acústica das mesmas altera-se e permite o desenvolvimento de novas formas musicais. No século XIX, a música é a arte rainha pelas suas qualidades não-imitativas e para Goethe, "a arquitectura é música congelada". Raul Lino, considerado um dos arquitectos portugueses mais musicais, irá citá-lo. Em meados do século XX, Le Corbusier inclui o som como uma das qualidades imateriais do espaço e Stockhausen admite a dimensão espacial como um dos parâmetros musicais. No início do século XXI, a Casa da Música no Porto cumpre com sucesso a sua função.
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