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telmorodrigues

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  1. o exemplo não era acerca do atum mas sim de ser fresco ou enlatado para ser mais claro, em alguns casos opto por materiais artificiais para garantir a durabilidade dos elementos mantendo o factor estético. Nos fundamentalismos dos arquitectos em muitos casos sofrem os clientes senão não usavamos nylon (em vez do algodão), viroc em vez de betão à vista) etc
  2. Realmente a alguns entendidos deste forum falta a experiencia de ver os seus belos materiais passados 5 /10 anos da aplicação. depois queixem-se disto e daquilo. apliquem madeiras, fenolicos e decks etc em certos climas e depois voltem para ver os resultados e ai comentem. não fiquem fascinados com a "obra de arte" acabadinha de fazer, o passar do tempo é algo que tambem vive com os nossos projectos. ps costumo dar este exemplo a alguns clientes. "se vou para uma expedição, levo atum em lata....... embora goste mais do fresco. mas daqui a 1 mês quando quizer comer, sei que o posso fazer"
  3. o dogma aqui não é a cobertura inclinada, mas no resultado, este tipo de intervenção produz imagens muito interessantes, mas que in-loco não são correspondidas.
  4. Vivam as Marquises Tanta defesa ao património urbano faz-me confusão. Parece-me que existe uma tendencia de controlar tudo o que acontece em vez de perceber que os erros e lacunas dos projectos levam a um apropriamento da edificação pelo utilizador. Neste caso aponto um edificio em que não existia uma unica marquise e após mais de 15 anos, basta ver o resultado, mas este não é ofensivo, pois a edificação "aceita" sem se desfigurar essa apropriação de espaço. EU TIVE UMA MARQUISE..... à pois é e durante o tempo de estudante, foi o meu local de trabalho(com um estirador à medida e tudo, pois os meus pais não foram comprar uma casa onde coubesse o "atelier" do filho. Talvez à conta desse facto é rara a Habitação que projecte que não coloque um compartimento ou zona sem uso ou definição especifica, pois ao longo do tempo a estrutura e necessidades de uma familia mudam e a "casa" pode adaptar-se (berçario, sala de brincadeiras, zona de estudo, biblioteca, estudio, zona de chá, mini ginásio, etc, etc). Não é com regras que se controla o uso dos projectos que fazemos, mas sim com bons projectos que os utilizadores prezem eles próprios a sua protecção
  5. a mania dos rotulos já voltou à arquitectura? na minha opinião não passa de uma abordagem conceptual feita para a fotografia (e com optimos filtros). exemplos destes existem aos pontapés pelo mundo todo. a verdadeira tirania da forma
  6. tanta teoria....... não existem modelos decalcados ou linhas conceptuais "mágicas" para atingir o resultado final. em muitos casos o local, o cliente, o programa entre outros são os estimulos a aplicar.
  7. é implicância minha ou é mais fácil alguem sentado em frente ao seu monitor copiar ficheiros para uma pen (e mais tarde aparecerem em angola ou qualquer outro lado ) do que ter que requesitar o processo e ir para a fotocopiadora do serviço à frente de vários colegas. penso que facilitar só vai trazer problemas
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