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Arquitectura.pt


Gonçalo Cardoso Dias

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Everything posted by Gonçalo Cardoso Dias

  1. Eu também analiso todos os aspectos dai achar que os episódios 1 a 3 estão muito mais orientados para uma geração nova de fans do que propriamente para os fans antigos. E tenho de admitir que é natural que assim seja, apesar de eu não gostar. Bom mas tu sabes que quando se lida com grandes estúdios quem decide os guiões é a produção e não a realização, certo? Alias o Lucas recusou uma tonelada de scripts para este ultimo filme e criou uma grande expectativa em relação a ele dizendo que este era o melhor. Queres saber porque é que eu acho que foi uma vergonha? porque falhou numa coisa que nunca nenhum filme de indiana jones falhou, a coerência formal de tudo, ou seja, em qualquer outro dos filmes de indiana jones a passagem do ponto A para o ponto B é explicada perfeitamente, muita das vezes com um desafio que o herói da saga tem que ultrapassar. Nesse aspecto este falhou demasiadas vezes. Em relação aos efeitos especiais acho que nem preciso de escrever mais sobre o assunto. como ultimo apontamento só posso dizer que o filho do indiana jones tem um karma com os macacos da selva fantástico. Consegues fazer uma coisa que eu não sou capaz, dizer o filme preferido. Nunca consegui fixar-me num único. Adoro Starwars, mas também adoro filmes como "The Stiing", "Il postino", a saga de "Lord of the Rings", etc... Durante anos pensei que o meu realizador preferido era o Steven Spielberg, hoje em dia ja não penso isso, e mais uma vez fico um pouco encravado e não consigo dizer-te um favorito. Adoro o trabalho do Tim Burton, do Chris Knolan, Woody Allen, etc... O que é engraçado é que eu também gostava que fizessem o 7, 8 e 9, mas por favor metam-nos em mãos decentes e não voltem a fazer um casting como fizeram com o anakin skywalker... ele merecia um actor pelo menos... e não um aspirante a estudante de arquitectura. (pelo menos na altura era o que ele dizia que queria fazer)
  2. Desculpa a resposta tardia, só agora é que vi que me respondeste. Eu conheço bem a historia dos filmes, e quando me disseram que iam fazer os primeiros episódios da história fiquei contente. Contudo quando vejo o resultado acho que está tudo muito dirigido para os teenagers americanos, que vão com o seu saco de pipocas e bebida jumbo-size e que não conseguem focar a sua atenção mais do que 10 segundos no ecran. Alias basta ver o episode 1 que se percebe que isto é mesmo assim. Agora acho que se é para responder as questões erraram nos filmes que deviam ter feito, eu enquanto fã dos três primeiros filmes tenho muito mais questões sobre o que acontece a partir deles e não sobre o que acontece antes deles, mas se calhar sou só eu. Mas concordo contigo o Lucas faz isto porque gosta. Gosta de dinheiro. Alias basta ver a vergonha que foi o ultimo filme de Indiana Jones, que até o Spielberg está a considerar a hipótese de fazer outro mas bom. :)
  3. Não vou comentar este filme porque não o vi, contudo as razões que me levaram a escolher não o ir ver prendem-se com o facto de já estar um pouco farto de ver o George Lucas a mugir a sua cash cow de forma a estupidificar o produto final, veja-se bem o que foi feito na re-edição remasterizada e aumentada dos 3 filmes de starwars (basicamente meteram uns efeitos especiais ali para o meio de modo a criar mais uns quantos comic reliefs porque ao nível de historia não vieram acrescentar nada). A partir dai foi fazerem filmes de modo a tentarem apanhar novos mercados (especialmente mercados mais jovens e aparentemente mais estupidificados, se acho q estou a ser drástico demais sugiro que se lembrem daquele "belo" personagem Jar-Jar Binks) de modo a venderem mais merchandizing. Isso é que dá dinheiro ao tio George.
  4. Nuno: Como sabes eu compreendo bem as tuas dificuldades, e até sei que este dia que aqui descreveste é apenas um dos dias, por ventura até um dos menos complicados, especialmente se formos falar sobre o que é andar nas cidades portuguesas. Apesar de perceber perfeitamente a tua angústia e de concordar que há imensas coisas (normalmente pequenas coisas) que podem ser melhoradas e que fazem toda a diferença (repare-se no caso dos 5 cms), há ali para mim um ponto essencial de ataque a toda esta questão que discordo completamente contigo. A não ser que eu esteja a ver ironia onde ela não existe, mas hás de me explicar como é que uma gravida não se insere no grupo de pessoas com mobilidade reduzida, ou pessoas que estejam com crianças de colo, ou idosos, etc. Claro que no caso específico dos estacionamentos acho que deverá existir essa discriminação entre pessoas com deficiência (ou portadores de deficiência como ja ouvi dizer que é a denominação politicamente correcta) e grávidas, idosos e crianças de colo, contudo quando se quer abordar a questão das acessibilidades numa "macro-escala" é necessário pensar que as melhorias efectuadas atingem um grupo enorme de pessoas com mobilidade reduzida ou condicionada (onde mais cedo ou mais tarde conseguimos incluir toda a população) e não apenas um grupo menor de pessoas com deficiência.
  5. http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/7370903.stm isto é so rir.
  6. epa não leves a mal, mas ou apresentas argumentos decentes e fundamentados ou então nem vale a pena a conversa.
  7. Eu estou a usar um Macbook pro dos primeiro que saíram e não uso windows. Ao nível de programas de arquitectura, uso essencialmente o VectorWorks (o preço da licença é substancialmente inferior ao AutoCAD). A experiência que estou a ter até agora é extremamente positiva e não me arrependo em nada do dinheiro que dei.
  8. Não é uma questão da lista de ser incompleta, se fossemos por ai acho que teríamos todos 90 anos ou mais e ainda não teríamos conseguido chegar perto de a completar, é mesmo o misturar coisas que não se conseguem misturar, como casas editoriais, estilos e autores. A minha intenção ao dizer isto não é criticar ou tentar reprimir uma conversa sobre um tema que adoro, é mesmo tentar puxar pelo tema. Já agora grande falha imperdoável da minha parte não ter mencionado Schuiten e Peters, esses portentos da banda desenhada com tanta ligação à arquitectura.
  9. Boa ideia em relação à votação, contudo a maneira como está feita é um pouco complicada por querer simplificar demais. Estar a por casas editoras de comics, um estilo de banda desenhada e grandes nomes de banda desenhada franco belga alem de injusto para algum dos lados, acaba por dizer rigorosamente nada. Mas quanto muito poderia-se perguntar o que uma pessoa mais valoriza quando lê comics. Se é a escrita, então recomendo vivamente as obras do Alan Moore (principalmente Watchmen, consegue ser ainda melhor que V for Vendetta), Grant Morrison (New X-men e The Filth), Jodorowsky (Casta dos Meta-Barões), Neil Gaiman (Sandman), so para dizer alguns nomes mais sonantes. Se é a arte... Bom, aqui há vários Desde o Dave Mckean (o dia em que troquei o meu pai por dois peixinhos dourado), ao David Mack (kabucky), Ben Templesmith(30 days of night, Fell), Gimenez (casta dos meta barões), Frezzato (guardiães de Mazer), Luiz Royo, Hugo Pratt, Milo Manara, etc.
  10. Dinamizar como? Não basta dizer ah tem restaurantes de luxo e um heliporto (e mesmo isso não tenho a certeza de como se processará...) para dizer que vai dinamizar a zona. Repara que naquela zona neste momento o que há mais são escritórios de empresas, alias para ter uma noção disto basta ir para la passear ao fim de semana e contar as pessoas que andam na rua daqueles bairros em volta. claro se contarmos com os centros comerciais existentes ali conclui-se que ha sempre pessoas naquela zona, mas é um tipo de trafego que ao nível urbano acaba por não interessar particularmente porque é muito contido a um espaço e acaba por não trazer vida nenhuma às ruas.
  11. Antes de mais aconselhava-te que te acalmasses um pouco. Primeiro - não me lembro de ter chamado de estúpido a ninguém (pelo menos neste tópico). Segundo - cada um faz as suas escolhas e é responsável por elas, desde que estas não interfiram com as liberdades dos outros. E quando há uma colisão entre dois indivíduos deve prevalecer o que é melhor para todos e não o que dá jeito a alguns. Terceiro - não é uma questão de me custar suster a respiração, é mais uma questão de que com esta lei houve um efeito secundário que não foi pensado ou calculado, e que hoje em dia se está a reflectir na forma como a cidade e os espaços públicos funcionam, e que sendo nós na grande maioria arquitectos se calhar teremos que pensar em soluções para estes efeitos secundários. Quarto - ao contrário que possas pensar não acho que o tabaco deva ser erradicado ou banido da sociedade, apenas não me chatearia se isso acontecesse, e é uma opinião tão valida como a tua. Quinto - ah então por seres fumador significa que te podes estar nas tintas para "...os automóveis, os sacos plásticos, o consumo excessivo de água e electricidade, como todos nós usamos, já não importa quantificar esses danos, quantificar o quanto nos fazem mal"? Ou que eu por ser não fumador tenho de me importar particularmente com essas questões? Haja paciência! Isso são questões maiores, que devem ser de preocupação geral, por serem por natureza transversais à sociedade, que nada tem a ver com questões de tabagismo, de riqueza ou de religião.
  12. Não está a ser construido, porque estão simplesmente à espera que o edificio que la está resolva cair para poderem construir o que quer que seja. Na minha modesta opinião construir ali uma torre destas é um perfeito disparate. Para alem de não se enquadrar com nada, perde-se um edifício com história e que se fosse bem recuperado teria um potencial fantástico para toda aquela zona.
  13. já tive muitas discussões sobre esta lei em que mais cedo ou mais tarde (e normalmente um fumador) se lembra deste argumento. Há apenas um facto que eu gostaria de sublinhar. O mau habito de um fumador afecta a saúde dele e dos outros em redor dele, enquanto o tal tipo das doenças cardio-vasculares quanto muito faz mal a si próprio.
  14. angel: não é bem assim, por muito que te prometam 5 anos de estudo não se podem nunca equiparar a 7 ou 8 anos (dependendo dos mestrados) de estudo, e vai haver sempre uma diferença ao nível do mercado quer queiram quer não. Mas repara que mesmo estes argumentos, não interessam no que te estava a dizer abocado em relação às empresas não irem pagar mais por quem tem mestrado integrado do que já paga agora a quem tem um curso de 5 anos.
  15. Devo admitir que desde que esta lei entrou em vigor que estou mais sensivel a estas questões do tabaco, de tal forma que hoje em dia não consigo permanecer mais do que 5 minutos em espaços fechados onde se possa fumar. Assim sendo, a única coisa que me incomoda com os fumadores virem para a rua fumar é o cheiro a tabaco à porta dos edifícios, que as vezes fica extremamente concentrado à entrada.
  16. parabéns consegues fazer uma coisa que eu não consigo - confiar minimamente no que vem escrito nos jornais. Contudo, não vou negar à partida uma ciência que eu desconheço. A única coisa que acho é que tendo em conta a história, a localização geográfica e o tecido urbano de Lisboa qualquer construção em altura teria que ser feita num bairro especialmente concebido para isso.
  17. Seguindo uma lógica imediata, tendo em conta que tu no fundo acabas com o equivalente ao antigo curso de 5 anos sem mestrado vais ficar exactamente no mesmo patamar do pessoal que tem cursos de 5 anos, ou seja duas vezes o salário mínimo nacional. Segundo a mesma lógica, quem tiver os 3 anos, das duas uma ou recebe menos ou não arranja emprego. E digo isto porque não estou a ver neste momento as empresas, com uma recessão em cima, a pagarem mais a quem tenha mestrado de Bolonha.
  18. Não é um caso de compreensão ou não da mensagem. Isso curiosamente até acho que passou perfeitamente para o publico, o que não foi compreendido foi o acto utilizado que foi no mínimo incoerente com a mensagem que ele quis passar. Em relação ao teu primeiro ponto. o que é que uma coisa tem a ver com a outra? Uma pessoa pode nunca ter ajudado a tirar um cão da rua, tudo bem, mas a verdadeira pergunta é se a pessoa pôs algum cão na rua? e já agora também poderíamos perguntar se o deixou conscientemente a morrer à fome? Em relação ao ponto dois. Quando se quer fazer uma intervenção, seja ela qual for, convêm estudar as suas condicionantes e os seus intervenientes. Sei que é algo que a maioria dos artistas não está habituado a fazer (aqui está mais um ponto que na minha opinião separa arquitectos, designers, etc. dos chamados artistas). Provavelmente um cão de boa saúde aguenta dois dias sem comer (não faço a menor ideia), mas este cão só através da observação dava para perceber que não estava minimamente de boa saúde. Terceiro. Ele desconhecia que situação? Aqui concordo contigo. Sempre me disseram que "quem não gosta não come", portanto quem não gosta que o ignore, agora deixem lá o homem participar no que quiser, o máximo que podem fazer caso ele volte a fazer uma gracinha destas é "destruir" a alegada obra artística do mesmo e alimentar o pobre animal que ele seleccionar para morrer.
  19. JVS, qual é a fonte das imagens? Em relação ao impacto da ponte... Acho que fizeram uma grande tempestade num copo de água (assim muito pequenino). Qualquer coisa que falam vai ter um impacto visual, não há nada que se possa fazer em relação a isso. Portanto a única coisa que resta fazer é que esse seja um impacto positivo ou menos mau.
  20. estavas a pedir desculpa por manifestar a tua opinião, estava a tentar encorajar a tua participação e a de outros no caminho, contudo parece que não fui claro suficiente, peço desculpa. :)
  21. Devias era pedir desculpa quando não dás a tua opinião. As conversas estão cá exactamente para todos participarem. Agora seguindo para outros assuntos. JAG: Eu sou artista (pelo menos pela tua definição, ou será porque me defino a mim próprio como tal?) e digo que a base de cortiça que uso para por a panela é arte. Assim de repente isto não é trivializar demasiado o conceito de arte? Quando o Duchamps agarra no urinol e lhe chama fonte e o mete no meio da exposição ele fez isso inserido num determinado contexto cultural que hoje em dia foi ultrapassado. Não faz muito sentido continuar a justificar tudo eternamente da mesma forma quando o contexto se alterou radicalmente. Voltando ao nosso "amigo" Guilhermo Vargas, hoje em dia há a mania de classificar acções como formas de arte, neste caso o deixar um cão morrer à fome. Pessoalmente não consigo achar nada de artístico nesta acção, contudo consigo achar elementos artísticos nos subprodutos que foram produzidos a partir disto, por exemplo nas fotografias que andaram a correr os noticiários. Bom em relação ao Hitler só quero dar uma achega. Essa de ele ser um ditador e tal é um pouco complicada, não se esqueçam que ele de todas as duas vezes que esteve no poder foi eleito pelo povo, e que na altura a maioria do povo concordava com as acções (de que tinha conhecimento) que ele tomou, mesmo as mais repressivas, porque eram encaradas como algo necessário para o bem estar do país. Lá está o teu ponto VMartin, hoje em dia o Hitler só é classificado de ditador porque a própria sociedade resolveu classificalo como tal e não porque ele se definia como tal.
  22. Gostei bastante do que vi. Agora só falta saber se é mesmo para a Ota ou para Alcochete. Ao que parece essa discussão ainda não acabou.
  23. margarida isso é muito engraçado dizer, mas e pagar as boas escolas e os bons colégios?
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