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Arquitectura.pt


valter areias

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  1. as fotos realmente não são as melhores, e efectivamente susceptíveis de geral alguma discórdia. pessoalmente não me parece que a relação obra/lugar esteja assim tão descurada. existe um certo cuidado no estabelecimento de relações com o que de interessante lá existe, seja o castelo, sejam as costruções, as ruas mais antigas e típicas da cidade, e todas as vivências a que elas estão implícitas. no entanto devo dizer, não desculpar, que a sua implantaçao é bastante ingrata. relativamente ao desenho do projecto, acho que precisaria de alguma limpeza. foi dos primeiros pontos que reparei quando visitei o edifício, a confrontalidade algo bruta dos materiais e dos seus elementos. falo por exemplo do confronto da pedra utilizada, um mármore ligeiramente bujardado, com as guardas metálicas que se desenham algo ruidosas, desde a sua espessura até à "forma" propriamente dita. as divisórias em madeira seguem a mesma ideia. pessoalmente acredito que a arquitectura passa por uma leitura limpa e clara dos seus elementos primordiais, neste caso o bloco habitacional revestido a pedra. os restantes elementos estão lá, são essenciais, e contribuem para o desenho e beleza da obra, agora a sua leitura está implícita e não em confronto com o resto. passa um pouco por aí, os elementos arquitectónicos estão todos demasiado presentes e chocam mutuamente, o que transmite a tal sensação de cansaço visual que o JAG aponta. devo dizer também que esta obra teve alguns problemas de conflito entre arquitecto e constructor. houve uma luta frequente entre ambos para ser aplicado o que estava proposto e como foi proposto, o que nem sempre foi conseguido.
  2. sim, de facto existe uma redução bastante grande da liguagem arquitectónica. daquilo que já conhecia do projecto parece-me ter havido um cuidado com a preservação da imagem do lugar, o que em tudo ajuda para uma boa comunicação da obra. a única coisa que poderei apontar ao projecto será o desenho das caixilharias. quase que apela a uma transposição do desenho das madeiras para os caixilhos. pessoalmente leio um pequeno ruído nas fachadas. no entanto não deixo de gostar imenso do projecto e da sua sobriedade.
  3. por acaso não sei quando estreia. eu vi com um amigo que sacou o filme num site oficial. o filme esteve para download gratuito durante um curto período.
  4. tenho a dizer que depois destes jogos estou completamente trocado!! muito giro mesmo
  5. o tropa de elite é realmente muito bom. acaba por deixar um certo desconforto ficarmos a pensar na realidade do que o filme mostra. ele chegou a estar disponível para download grátis na net.
  6. ele tem umas instalações fenomenais também. fez uma no guggenheim de nova iorque que foi considerada por alguns críticos como a melhor alteração espacial de sempre, no museu.
  7. Para um artista contemporâneo qualquer material serve para trabalhar, seja nobre e suave ou pobre e agressivo. Cai Guo-Qiang fez uma escolha radical: pólvora. Com o pó negro e uma sabedoria herdada de centenas de anos de tradição pirotécnica chinesa compõe obras que se tornam visíveis numa detonação de luz, fumo e cor. Arte explosiva. Cai Guo-Qiang nasceu em Quanzhou, na China, em 1957. Após ter estudado em Xangai emigrou para o Japão e, posteriormente, para Nova Iorque, onde vive e trabalha desde 1995. Actualmente é conhecido no meio artístico pelas suas instalações de grande escala e, sobretudo, pelos literalmente bombásticos projectos de explosões que tem mostrado um pouco por todo o mundo em locais como o MoMA em Nova Iorque, a Tate Modern em Londres e o Centro Pompidou em Paris. Uma instalação explosiva começa invariavelmente do mesmo modo: perante uma assistência mais ou menos numerosa, o artista espalha cuidadosamente a pólvora pelo chão, em cima de uma tela ou de um tecido, formando desenhos mais ou menos figurativos. Depois de concluída esta fase, toda o material explosivo é coberto com cartões sobre os quais são colocados pesos, geralmente pedras. Esta protecção destina-se a conter a explosão e a circunscrevê-la ao limite das formas pretendidas. Segue-se a ignição. Todo o espaço é inundado por uma nuvem de fumo entrecortada por fogachos crepitantes. Por fim Cai Guo-Qiang e os seus assistentes retiram a protecção e revelam o resultado final, uma tela que será fixada a uma parede, em exposição. fontes: http://blog.uncovering.org/archives/2007/12/cai_guoqiang_ar.html
  8. penso que não se pode ver a arquitectura como uma arte estática, ou seja, algo intocável como um quadro que se pendura numa parede qualquer e observa-se de passagem. os lugares são "coisas" vivas, evoluem e mutam-se consoante os tempos, e nesse sentido não me choca esta obra. apesar de a ver como apenas mais uma no panorama contemporâneo, não me parece que choque com a aldeia, pelo contrário, até me parece que lhe atribui um novo carácter, mais virado para o mundo exterior. queriam o quê? que se continuasse a ter uma aldeia à antiga com construções novas à antiga para falsamente podemos contemplar uma ideia de passado?
  9. se alguém tiver interesse o arquitecto é Josep Maria Botey.
  10. ainda bem que se divertiram todos. mais uma vez peço imensa desculpa pela minha ausência, mas como disse o peter não tive culpa mesmo e muito menos o tinha planeado! brevemente vou ao porto de certeza, se estiverem interessados comunico para umas boas conversas de café. abraços e beijinhos
  11. olá a todos! infelizmente estou a escrever por um mau motivo. devido a um belissimo acidente de carro não vou poder ir para cima mais o andre_arq26, o meu carro não ficou nada em condições de fazer uma viagem. mais uma vez desculpem-me. bom jantar, abraços
  12. por mim também é igual, vejam como dá mais jeito. vou à concreta e ao jantar com um amigo da faculdade, ainda temos 3 lugares no carro caso alguém esteja interessado em dividir despesas que era bom para todos. abraços
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