Jump to content
Arquitectura.pt


Arq_Castro

Membros
  • Content Count

    85
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    1

Everything posted by Arq_Castro

  1. Boas, Alguém tem forma de calcular, de forma expedita, os encargos urbanísticos? Neste caso é para a C.M.Porto, mas creio que há outras câmaras a solicitar o mesmo. Abraço,
  2. Por acaso acho que o problema é o oposto, sempre foi, e agora que as obras novas começam a escassear e o que vemos são mais remodelações, etc. piorou. Os empreiteiros, com um sorriso (hipócrita) na cara, sempre se armaram em "Arquitectos", fazendo as coisa em seu próprio interesse e não dos clientes, sempre dizendo que "isto é simples", "faz-se assim que já fiz isso montes de vezes", e "não precisa de gastar mais dinheiro num Arq, para quê?!? Eu sei o que faço..." Poupem-me... se as pessoas não sabem olhar pelos seus interesses e continuam a ir em cantigas... então estão a ter o que merecem! Mas aqui vemos um cliente que... posso estar enganado, mas quer a ajuda do(a) colega para evitar estas coisas... haja pessoas assim, e haja colegas com rigor e profissionalismo para chamar à atenção dos clientes dos enganos que estão a ser perpetrados contra eles. Agora "ajob", não espere que o Arq. seja policia da obra pelo Acompanhamento que lhe vai prestar, se quer isso, contrate um serviço de Fiscalização, assim sim, terá a certeza que a obra corre de acordo com o projectado, e sem decepções. Cumprimentos,
  3. Caro New Edge, Quando puder envie-me informação mais detalhada sobre o sistema, fiquei curioso e interessado. Cumprimentos,
  4. É verdade... mas devemos tomar esta tua saga como exemplo e aprender a salvaguardar mais os nossos interesses. Eu já há algum tempo que sempre que apresento uma versão a um cliente lhe peço que assine as folhas apresentadas (quando me pede para ficar com elas, digo que depois lhe entrego uma cópia "limpa", isto quando não levo uma comigo antecipadamente). Naqueles que têm email (pois nem todos têm), e dependendo do meu tempo e da utilidade em redigir uma acta (para rever conceitos orientativos) ainda lhe envio posteriormente uma acta (e guardo a cópia nos enviados!). De resto... espero que a saga tenha terminado em bem para ti colega. Cumprimentos,
  5. O Pedro Barradas outro dia mostrou-me um guia desse género, mas continha algumas gaffes... se ele vir a tua solicitação de certeza que to recomendará. Cumprimentos, Castro
  6. Na altura, o Arq. José Manuel Soares disse-nos que, apesar de haverem soluções para solucionar o problema da acústica (porque a ideia era que o interior do quarteirão servisse de "cenário"), houve algum receio, por parte das pessoas que analisavam a proposta, disso e também da interacção com os habitantes... o que acabou por ser escolhido tinha outras qualidades e outros problemas, seja como for foi algo que ficou na "gaveta", a requalificação desse espaço não aconteceu. Mas despertou o meu interesse para estes espaços, quer no Porto, quer em Lisboa, estes espaços são um "mundos à parte", uma surpresa para quem os descobre. Aconselho a aventura e a descoberta!
  7. Olá, Não sei se ajuda, mas uma das propostas para a localização da Casa da Musica no Porto era precisamente no interior de um quarteirão (por detrás do Cinema Batalha), e apesar de ser uma situação interessante na altura levantou tantas questões que... não teve hipóteses face à localização actual. Cumprimentos,
  8. O que me comentaram, numa altura em que pensei em algo semelhante, foi que a partir do momento em que há a necessidade de ligar o "objecto" às redes exteriores tens necessariamente de o licenciar, ou seja, o entendimento que fiz sobre isso foi que se o "objecto" for totalmente auto-suficiente (em luz, saneamento, água) não é necessária licença, se não for... é! Abraços,
  9. Já vi projectos de colegas onde, garantindo os requisitos da acessibilidade em R/C (nomeadamente o WC acessivel) não fazem qualquer indicação à possibilidade de posteriormente se incluir plataformas elevatórias nas escadas, ou sequer mencionam as dimensões mínimas para ela (que, contudo, pelo que me recordo cumpriam). Pessoalmente, mais do que a questão da escada, acho a questão do WC acessivel mais pertinente, e a verdade é que em todos os projectos que já apresentei apenas o desenhei em R/C e os mesmos foram deferidos... mas cada caso(a) é um caso(a). Abraços,
  10. Pela forma como a "El Turista" apresentou a dúvida fico com a impressão que pediram à colega que elaborasse as telas finais de um projecto que não o seu. Já me deparei com uma situação semelhante, mas depois da elaboração das mesmas não sei como deram entrada nos serviços, ou seja, se o colega (autor do projecto) assinou os elementos por mim "rectificados" em Telas Finais, ou não... Fico portanto com a dúvida se no caso destes elementos serem elaborados e entregues por outros que não os autores terão de ser assinados, tal como acontece com todas as folhas de um qualquer processo de licenciamento... Seja como for, como o Hugo menciona, e bem, cada município trata a questão de forma diferente e nada se perde em solicitar esclarecimentos junto dos mesmos. Abraços,
  11. Obrigado pela parte que me toca lol
  12. É uma questão que deverás colocar à Edilidade à qual vais apresentar o projecto, já que o entendimento e processamento desse processo pode variar entre elas. Cumprimentos,
  13. Caro Mário, O valor que o colega solicitou era para uma estimativa inicial, conforme exigida por lei em processos de licenciamento, e não para uma estimativa mais elaborada, com valores de mercado, vinculada a um Projecto de Execução e Caderno de Encargos devidamente preparados por um Arquitecto. Cumprimentos,
  14. ...interior de uma loja possivelmente nem projecto necessitas de entregar! Desde que não mexas na estrutura resistente, etc.
  15. Boa Sorte, na decisão e no futuro, mas infelizmente a realidade da profissão estão um pouco explanada nos comentários que aqui tiveste... está mal... a todos os níveis...
  16. Acreditar ou não é relativo... a verdade é que já conheci pessoas tal como o "Porta Aberta", não tão novas, é verdade, mas em circunstâncias em tudo semelhantes...
  17. Caro "Porta Aberta", devo dizer-lhe que a imaturidade com que teve de enfrentar o mundo da construção foi, aparte das circunstâncias infelizes que estiveram por detrás disso, uma mais valia para si no seu percurso profissional, não o vou julgar pelos seus erros de português (como está a fazer o RVCC, deve aproveitar para colmatar essa óbvia lacuna), nem pela sua obra (da qual não vi aqui qualquer exemplo, mas que esteja à vontade para o fazer). Considero o facto de ter-se rodeado de profissionais capacitados para elaborar projectos de Arquitectura e Engenharia um bom indicador. Fazer uma obra de Arquitectura não é tão simples como levantar paredes (que tal como o Nuno também eu tenho experiência na primeira pessoa...também já "sujei as mãos", e não me envergonho disso, pelo contrário, foi e sempre será uma mais-valia para mim como profissional), fazer uma obra de Arquitectura também não é fazer "uma intocável virgem branca" como suspirava o Távora no inicio da sua carreira (muito me ajudou esse desabafo dele...), fazer Arquitectura é um equilíbrio de tudo isso... espero que consiga encontrar esse equilíbrio. Espero que se estabeleça como promotor (eles dão indicações sobre divisórias... escolhem azulejos quando assim entendem... etc.) e caso decida evoluir na sua formação para tirar o curso de Arquitecto, cá estaremos para mais conversas... Eu entendo que nos seus comentário nunca se quis substituir ao Arquitecto, e entendo também que a apropriação da obra por parte dos clientes (particulares ou promotores) é algo bom, é sinal que a obra está de acordo com os seus desejos, a Clínica de que fala foi certamente acompanhada pela equipa projectista que tem nas suas instalações e portanto tecnicamente deve estar a cumprir todos os necessários parâmetros, quanto a outras considerações... reservo-me a comentários adicionais quando mostrar aqui mais informação sobre essa ou outra obra que tenha. Cumprimentos,
  18. sim, 3 ou 4m dependendo da edilidade, é o máximo que se pode fazer nesses casos dentro da legalidade. Cumprimentos,
  19. Caro Bninho, Creio que é obvio quais as consequências de ter algo por legalizar, no entanto, pelo que conta isso agora não é opção (nunca foi no meu ponto de vista mas..) e estando o processo em andamento e já tendo sido transmitidas indicações das alterações a serem feitas para a sua legalização, o actual proprietário ou outros que comprem (e comprar algo sem estar legalizado... não sei até que ponto será possível...) têm de cumprir. Cumprimentos,
  20. Recebi ontem aqui no escritório uma apresentação de uma empresa, com quem já colaborei, que te pode ajudar nisso. ACÚSTICA XXI Podes consultar o site deles http://www.castelhano-ferreira.pt
  21. ...eu não sei se o meu comentário vai ajudar a clarificar ou ainda atirar mais confusão mas, num projecto que estou agora a fazer, por querer que a escada fique aberta no R/C, o meu técnico de segurança disse que tinha de criar uma antecâmara no acesso ao Piso 1... mas se não fosse esse pormenor, não teria essa necessidade, portanto... creio que não existe necessidade de antecâmara... Não te sei enquadrar dentro da legislação porque não fui eu a aferir isso pessoalmente, mas foi isto o que me foi informado... Espero ter ajudado! Abraços,
  22. Os meus parabéns! Pelo Aniversário e pelas novidades! Abraços,
  23. Finalmente, após alguma insistência para aferir qual a interpretação que a ANPC faz deste assunto lá me responderam. Em resposta ao v/ e-mail de 2009-03-23, encarrega-me o Senhor Comandante Operacional Distrital, Coronel Teixeira Leite, de informar V. Exa. que: 1.A questão que volta a ser colocada se refere à interpretação da alínea c) do nº2 do artº 61º da Portaria 1532/2008 que estabelece “a distância máxima a percorrer de qualquer ponto das vias horizontais de evacuação, medidas segundo o seu eixo, até uma saída para o exterior ou uma via de evacuação protegida, não deve exceder …. 30 m, quando não está em impasse”. 2.A ser esta a dúvida considera-se que a distância entre duas escadas, nas condições do número anterior poderá atingir os 60 m, desde que não sirvam locais de risco D, devendo nessas situações a distância ser reduzida para os 40 m. Com os melhores cumprimentos, Perante este esclarecimento, e sendo a ANPC a entidade reguladora e aplicadora da lei creio não haver mais discussão relativamente a este assunto, pelo menos do ponto de vista da sua aplicabilidade. Já tinha alterado a distância entre as escadas do meu projecto para 60m, mas agora tenho maior confiança na apresentação do projecto nesses moldes do que anteriormente, a todos os que participaram com as suas opiniões, obrigado. PS - Mesmo assim Pedro, ainda vão subsistir algumas dúvidas e gaffes como aquela que detectei na digitalização que enviáste... é um "admirável mundo novo"... ainda vai demorar um tempinho até estabilizar, mas como tu, entendo que é da responsabilidade destas entidades assumirem uma postura concreta sobre estes e outros assuntos, se não o fazem...quem haverá de fazer? Abraços,
  24. É o que vou colocar no projecto (conforme já tinha comentado) mas... chateia-me que nem a OA, que me tinha informado telefonicamente que seriam 30m, nem a ANPC (que nada diz, remete pra leitura da legislação...), assumirem com clareza qual o entendimento que fazem disto... Abraço,
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.