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Arquitectura.pt


miesogeno

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Everything posted by miesogeno

  1. o pessoal do Cidadania LX é bem intencionado, mas muito muito limitado. naturalmente não têm informações nenhumas acerca deste projecto, mas antes de mais começam logo a gritar aqui d'el rei, crime de lesa pátria, os arquitectos são uns vampiros.
  2. depende do número de pisos. há uns anos pelo menos era assim. só o estacionamento tinha sempre que ser isolado. pode ter mudado. está sempre a mudar, tal como o ser humano e as leis da física. aliás, os projectos de arquitectura deviam ser feitos por uma junta de técnicos de acústica, térmica, eficiência energética, fundamentalistas do regeu e bombeiros, já são eles que fazem as regras. o trabalho do arquitecto é fazer uns desenhecos. meia horita. e 60% de desconto à tabela por causa da crise, arquitecto. sim, é um dia mau.
  3. vitor nina, a minha namorada é espanhola. chanchan, fogo é qualquer tipo de casa independente. seja em edifícios residenciais, que têm vários fogos (24 se quiseres), ou em moradias isoladas que têm apenas 1 fogo.
  4. "habitacion" em espanhol significa quarto, e não habitação. fogo, neste caso significa "apartamiento" e não "habitación"
  5. filipe oliveira dias... o homem que criou o seu próprio artigo na wikipedia, falando de si na 3ª pessoa como uma referência incontornável na história da arquitectura portuguesa, fazendo citações do seu próprio livro como frases filosofais, qual platão da arquitectura. nada do que ele faça como arquitecto poderá algum dia compensar o esterco que é como pessoa.
  6. a fonte a que te referes é o arco da rua augusta :D
  7. pois, reportei uma situação específica aqui do atelier e generalizei. mas... . no caso era um restaurante, não sei quantos trabalhadores em simultâneo teria mas cerca de 20, o duche foi uma imposição desde o início, mas talvez do cliente, não posso precisar. . no restaurante trabalhavam apenas homens, essa foi uma questão que se pôs e a legislação obrigava a balneários/vestiários separados. quem diz legislação, diz o licenciador. . em cerca de 10 metros quadrados para tudo (sim, eu sei...), a solução foi juntar IS e balneários/vestiários (vezes 2), portanto estavam implícitos os lavatórios. . cacifos ocupam algum espaço, a solução passou por cacifos empilháveis. quanto à restante legislação, peço desculpa, não a sei de cor nem estou no atelier para perguntar a alguém que saiba, ou eu próprio consultar. mas alguém daqui do fórum mais atento talvez possa contribuir com mais que estes bitaites.
  8. pelo que sei, tem que haver vestiários masculinos e femininos separados, cada um deles com instalação sanitária (não completa mas com duche).
  9. de nada. como lisboeta também não estou habituado a outros largos do carmo.
  10. "Lisboa | Requalificação do Largo do Carmo | Miguel Frazão" ouve, leste bem o post antes de o meter aqui?
  11. essas duas frases são quase tão coerentes como esse nick.
  12. falou o "eu" abri este tópico e vou defendê-lo até ficar com as calças nos tornozelos. para pôr fim ao teu moinho de vento, trabalho há 10 anos com clientes, câmaras e orçamentos a tender para zero, e nem por isso os dou como desculpa para a me rda que faço. o trabalho do arquitecto é moldar essa conjuntura para fazer aquilo que acha correcto, como o trabalho de qualquer gajo que trabalhe a sério, seja em que profissão for. o resto é tanga. agora, apresentar um projecto, ficar irritado com as opiniões e acabar a dizer que somos todos arrogantes porque cumprir padrões elevados é difícil, é o mesmo que dar a mão à palmatória. eu é que não sei balizar a mediocridade? sou muito mais do contra do que tu (não que seja algum motivo de orgulho), por isso não me metas ao lado da OA, nem dos tubarões de mercado, nem das amálias rodrigues. mas onde te posso garantir que nunca me meterei é ao lado dos patos-bravos.
  13. antes idealismos da mocidade do que apologias da mediocridade. a repetição de uma frase feita com intuito ingenuamente ofensivo, ao fim de umas vezes torna-se patética sobretudo quando se faz referência a características de alguém que se desconhece.
  14. se há respostas como "não sei em que país vive, mas no meu país isto é muito bom", ao autor do tópico que diz que a envolvente é horrível, um castelo, umas casas alinhadas, tenho que lhe perguntar se estamos a falar de portugal. na realidade o projecto não é bom, é demasiado banal, para não dizer obsceno (contribui em muito para estragar essa paisagem) para ser uma mais valia no panorama arquitectónico nacional, que por vezes, e sobretudo quando oiço reparos paternalistas dos moderadores, julgo que este fórum se propõe a investigar. os edifícios em frente são maus? é verdade, mas isso não é justificação para fazer o pior edifício da rua. tem o impacto do queen mary 2 no terminal de alcântara, e olhe que é difícil alguma coisa ter impacto ali. a única mais valia que vejo ali, e mesmo assim mal resolvida, é a ligação das duas cotas de rua. mas no fundo, qualquer aluno do primeiro ano o faz razoavelmente bem. os tiques de arquitecto não fazem arquitectura, sobretudo quando não se sabe utilizá-los.
  15. de facto o marquês de pombal era só uma espécie de Santana Lopes com poder para enforcar famílias inteiras.
  16. acho fantástico não constar o Corbusier nessa lista. se a desculpa é o pritzker, não acho que seja alguma bitola de avaliação na história da arquitectura.
  17. 1o trabalho do 1o ano de arquitectura? esquece os planos urbanos, não tem nada a ver com isso. os primeiros trabalhos do curso de arquitectura servem para te livrares de preconceitos acerca do que é a arquitectura e pensares mais no que é a vida, trabalhar a tua própria utopia. com mais teatrinhos ou menos teatrinhos, é indiferente. de resto, fazes melhor em falar com o professor, é para isso que lhe pagas.
  18. e que bem resolvido......... voltando ao assunto em causa. um amigo meu de infância que é arquitecto, fez um estudo prévio para um escritório de outro amigo de infância que é webdesigner. ele gostou do projecto, mas o orçamento não era o que ele teria pensado. agarrou nos desenhos (tudo entre amigos, claro) e foi falar com um tipo que fazia umas obrinhas domésticas. ou seja, como o estudo não tinha pormenores construtivos, não sentiu que o trabalho tivesse sido feito. o amigo arquitecto desabafou-me muito depois bastante desiludido que nunca esperava que um amigo nosso fosse capaz de pensar da mesma forma que tantos clientes desprezíveis, sobretudo tendo ele um negócio que funciona da mesma forma. portanto quando até um amigo nos faz esse tipo de rasteiras, só tenho que entender que a sociedade em geral tenha esse tipo de dúvidas, o estranho é que com clientes estrangeiros isso nunca aconteceu.. deve ser cultural.
  19. ó JVS podes mudar tudo para o "tópico das picardias", até podes mudar este post, mas escusas é de pôr a bold os erros ortográficos que corriges, não te fica nada bem alimentares as tuas próprias picardias com os teus superpoderes de moderador.
  20. o vidro não me choca nada, não entendi essa adenda. há edifícios que não são fáceis de criticar, porque se afastam demasiado da realidade. é como eu pedir para me explicar porque é que uma bola de berlim não dá para ouvir um relato do benfica. edit: por acaso fiquei com vontade de dissecar o projecto agora, só para provar que esse não é o problema, mas não tenho tempo, talvez passe cá depois.
  21. Marco Silva, de facto perguntar não ofende, a não ser que a pergunta seja parva. o estar a ver se se safa a pagar alguma coisa pelo trabalho dos outros está algo entre a desconfiança ingénua de quem saíu agora de casa para o mundo vil e o chico-espertismo. você requisitouum trabalho, e deveria saber que o trabalho do arquitecto não é assentar os tijolos, apesar de todos termos esse fetiche.
  22. ao ideiaconcreta que se registou para fazer estes 5 posts num só dia (ou re-registou, quem sabe) e ao JVS: a forma primeira de humildade, é a aceitação opiniões diferentes da nossa. e é também a forma mais fácil de ir aprendendo ao longo da vida, porque o "lalala, não estou a ouvir, não me atinge" também é arrogância, mas pior, é o orgulho da ignorância. eu acho que o projecto é francamente mau e acho que o texto é pretensioso e não tem nada a ver com as imagens apresentadas. é óbvio que o autor do projecto não achará o mesmo, porque críticas ao nosso trabalho são complicadas, sobretudo quando vêm de colegas de profissão. mas ainda assim prefiro-as ao cinismo das palmadinhas nas costas corporativas. ou seja JVS, nem sempre é preciso alguém para nos explicar as coisas. não saber criticar é que constitui uma forma de não ver o mundo que nos rodeia.
  23. não gosto de centros comerciais, geralmente provocam doenças graves na cidade, mas este no mínimo tem espaços exteriores e parece haver uma relação ponderada com a envolvente (visto assim, sem conhecer o local), resta saber a escala dessas relações, pode fracturar uma cidade. Leiria não é o Parque das Nações.
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