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Arquitectura.pt


Aaliz

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  1. tens razão simplemind, desviei-me do tema (bastante), foi um devaneio da minha parte. humm, se souber de uma forma de te tornares o tipo q escreve roteiros turísticos e percorre o mundo todo, ve todas as cidades, todas as obras, conhece pessoas de todas as culturas e ainda recebe para o fazer na sei se t digo...hehe, axo q esse é o sonho escondido de muitos arquitectos...mas olha, sinceramente acho q não deve de existir, isso era o paraíso na terra. bom demais para ser verdade...há alguém por aqui q tenha visto esta luz:o?
  2. olá fernando gabriel, pelo q está definido no site da DGADR- Direcção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural http://www.dgadr.pt/default.aspx o turismo de habitação é uma das formas de turismo em espaço rural, aqui vão as definições dadas por este organismo: Características do Turismo no Espaço Rural Definições O Turismo no Espaço Rural deve ser: · situado em zonas rurais entendidas como as áreas com ligação tradicional e significativa à agricultura ou ambiente e paisagem de carácter vincadamente rural; · considerado como um conjunto de actividades e serviços realizados e prestados mediante remuneração em zonas rurais, segundo diversas modalidades de hospedagem, de actividades e serviços complementares de animação e diversão turística, com vista a proporcionar aos clientes uma oferta completa e diversificada; · à escala rural do ponto de vista da dimensão e das características arquitectónicas e dos materiais construtivos típicos da região; · ligado às estruturas sociais ditas tradicionais, isto é, as que conservam as características gregárias, os valores, modos de vida e de pensamento das comunidades rurais baseadas em modelos de agricultura familiar; · sustentável, na medida em que o seu desenvolvimento deve ajudar a manter as características rurais da região, utilizando os recursos locais e os conhecimentos derivados do saber das populações e não ser um instrumento de urbanização; · diferenciado de acordo com a diversidade do ambiente, da economia e com a singularidade da história, das tradições e da cultura populares; · de acolhimento personalizado e de acordo com a tradição de bem receber da comunidade em que se insere. As Modalidades de Turismo no Espaço Rural "Turismo de Habitação" O serviço de hospedagem de natureza familiar, prestado a turistas em casas antigas particulares que, pelo seu valor arquitectónico, histórico ou artístico, sejam representativas de uma determinada época, nomeadamente, os solares e casa apalaçadas. "Agro-turismo" O serviço de hospedagem prestado a turistas em casa particulares integradas em explorações agrícolas, que permitam aos hóspedes o acompanhamento e conhecimento da actividade agrícola ou a participação nos trabalhos aí desenvolvidos, de acordo com as regras estabelecidas pelo responsável das casas e empreendimentos. "Turismo de aldeia" O serviço de hospedagem prestado num empreendimento composto por um conjunto de, no mínimo, cinco casas particulares situadas numa aldeia e exploradas de forma integrada, quer sejam ou não utilizadas como habitação própria dos seus proprietários, legítimos possuidores ou detentores.Estas casas devem, pela sua traça, materiais de construção e demais características, integrar-se na arquitectura típica local.Deve ser explorado por uma única entidade, em aldeias históricas, em centros rurais ou em aldeias que mantenham, no seu conjunto, o ambiente urbano, estético, e paisagístico tradicional da região. "Casas de campo" As casas particulares e as casas de abrigo situadas em zonas rurais que prestem um serviço de hospedagem, quer sejam ou não utilizadas como habitação própria.Estas casas devem, pela sua traça, materiais de construção e demais características, integrar-se na arquitectura e ambiente rústico próprio da zona e local onde se situam. "Outras Modalidades" Consideram-se ainda no âmbito do T.E.R.: · os empreendimentos turísticos no espaço rural "Hotéis rurais" e "Parques de Campismo Rurais"; · as actividades de animação ou diversão que se destinem à ocupação dos tempos livres dos turistas e contribuam para a divulgação da região.
  3. olá a todos outra vez, voltei aqui para partilhar o q eu axo mesmo em relação ao português e q tem a ver c o trocadilho q fiz( aa propósito, humm, bem queria só dizer q já estou nos 40 e portanto fui observando como funciona o português ao longo destes anos q não serão muitos mas serão os suficientes para formar uma opinião). ora bem, dizia eu q o português é mesmo como naquele ditado popular: "onde vai um português (seria o verbo ir? ou outro, bem não interessa para o caso)... mas onde vai um portugues vão logo dois ou três". e não interessa se percebem ou sabem o q lá estão a fazer, correcto? querem é ir,hehe. primeiro ouviram dizer q lá fora é q era, foi um e logo foram dois ou três e depois muitos mais, depois o q ouviram a seguir foi a construção civil, um experimentou e logo outros largaram as padarias, as mercearias, as industrias e foram atrás, fazer não sabem bem o quê mas dizia-se q dava "ganhos", seguiram-se as vacas, um começou a ordenha-las e a fazer queijos e vender leite e logo outros tantos foram largar a construção civil para irem para o estabulo, depois foram os porcos, largaram as vacas e foram fazer presuntos, depois as cordonizes, o milho, as galinhas, a CEE, os montes no alentejo, os subsidios comunitários, bruxelas e por ai fora. isto é, o português não quer saber nem lhe interessa minimamente se sabe ou não fazer dada coisa, se é capaz ou competente, isso é completamente indiferente, o q interessa é q outros já lá estão, portanto 'bora lá também. um arquitecto q foi trabalhar para o estranjeiro concluiu q o q fazia falta aos portugueses fora era pura e simplesmente não se darem nem confraternizarem com outros portugueses porque isso impedia literalmente a sua "evolução" e aprendizado profissional exactamente por esta característica de estar sempre a olhar para o portugues mais ao lado e continuar numa saga de mimetismo assustadora. assim não dá. por isso é q axo muito bem a máxima do cada macaco no seu galho/ganho
  4. pois é vitor_90, fizemos uma habilidade quase igual em barcelona mas da zona nascente do porto até á sagrada família, isto sem contar q já tinhamos ido a pé desde a pedrera até às ramblas, e daí até à zona nova do porto a poente ao pé dos teleféricos, enfiado nas ramblas pelas transversais todas q encontramos pelo caminho para ver o mercado, as praças, as obras escondidas e cheias de andaimes tapumes de Gaudi em ruas tão estreitas q para apanhar uma perspectiva decente tive praticamente q me deitar na calçada, depois rumo a barceloneta, mas fizemos a curva grande junto ao mar(lindo, dirás depois o q achas da escala e da relação entre todos os elementos novos e antigos) e depois para o interior e pela "marginal" fora até ao grande "peixe", isto tudo antes das avenidas novas e no final o prémio com a sagrada família. quanto a esta imperdível exposição permanente de Gaudi, um alerta se lá fores, além da exposição principal junto à entrada tem o pequeno edíficio q se destina à casa paroquial onde também tem uma exposição qualquer q não vimos porque só nos apercebemos disso quando já estavamos de novo do lado de fora, hehe... quando terminamos a visita à sagrada família já estavamos de rastos e apanhamos um taxi para o museu picasso q tb vale a pena... ah é verdade logo de manha fomos ao museu de arte contemporaneo(do R.Meier)..e almoço numa das muitas casas com excelente cerveja e petiscos, isto foi tudo num dia só q na deu para mais pois fomos a trabalho e não houve oportunidade para mais mas gostaria de voltar. barcelona é incrível. quanto a mapas não tens com o q t preocupar q qualquer hotel(entras num qualquer e pedes)ou posto de turismo to dão, adquiri um livro lá q tb ajudou "barcelona, arquitectura contemporània 1979-2006, edicions polígrafa, ajuntament de Barcelona, ISBN 978-84-343-1150-3, q contém quase todas as obras de arquitectura de referencia bem como mapas e transportes para andar pela cidade, não foi muito caro (não tenho já a certeza, mas 10euros, maximo, axo, formato A6) fiequei com muita pena de não ter podido ter visto as obras do arqto Carlos Ferrater, nomedamente o jardim biotanico no Montjuic, e o Centro Catalãn de conferencias perto da entrada a Barcelona pela A2, a piscina do Siza nos arredores e etc, etc...vi muito pouco ao fim e ao cabo e vale a pena uma futura visita de mais dias. boa viagem e corra tudo bem
  5. pois é nunomiguelneto, parece q a rapariga vos pos a pensar, era ironia sim, com trocadilho e foi de muito valor a pesquisa q aqui puseram sobre galho vs ganho/arquitecto vs engenheiro...hehe, o q vocês já me fizeram rir hoje, como é bom ser compreendida, lolXD,bem hajam ambos pelo bom humor e espírito de camaradagem.
  6. olá jmacas, segundo o http://acessibilidade-portugal.blogspot.com/ Habitação: WC com banheira Tal como no RGEU, as normas do DL 163/06 exigem que pelo menos uma instalação sanitária da habitação disponha de lavatório, sanita, bidé e banheira. As normas do DL 163/06 abrem, todavia, a possibilidade de, em alternativa à banheira, ser instalada uma base de duche. Isso não viola o RGEU? As normas do DL 163/06 referem, no seu ponto 3.3.4: “Em cada habitação deve existir pelo menos uma instalação sanitária (IS) que satisfaça as seguintes condições: 1) Deve ser equipada com, pelo menos, um lavatório, uma sanita, um bidé e uma banheira; 2) Em alternativa à banheira pode ser instalada uma base de duche (…) desde que fique garantido o espaço para eventual instalação da banheira”. O RGEU, por seu lado, refere no seu Artigo 84.º, n.º 1: “Em cada habitação, as instalações sanitárias serão quantitativamente proporcionadas ao número de compartimentos e terão, como mínimo, uma instalação com lavatório, banheira, uma bacia de retrete e um bidé.” Sobre as IS o RGEU refere ainda, em relação ao seu desdobramento, no Artigo 68.º: “1. Nas habitações T0, T1 e T2, a área mínima para instalações sanitárias é de 3,5m2, sendo o equipamento mínimo definido de acordo com o artigo 84.º. 2. Nas habitações T3 e T4 a área mínima para instalações sanitárias é de 4,5m2, subdividida em dois espaços com acesso independente. 3. Nas instalações sanitárias subdivididas haverá como equipamento mínimo uma banheira e um lavatório, num dos espaços; uma bacia de retrete, um bidé e um lavatório, no outro espaço. 4. Nas instalações T5 ou com mais de seis compartimentos, a área mínima para instalações sanitárias é de 6m2, desdobrada em dois espaços com acesso independente. 5. Nas instalações sanitárias desdobradas haverá como equipamento mínimo uma banheira, uma bacia de retrete, um bidé e um lavatório, num dos espaços; e uma bacia de duche, uma bacia de retrete e um lavatório, no outro.” A regra da maior exigência Tanto o RGEU como o DL 163/06 referem, no respectivo articulado, que as suas normas não prejudicam o cumprimento de normas mais exigentes que constem de outra regulamentação aplicável (para o RGEU cfr. Art. 3.º, para o DL 163/06 cfr. Art. 2.º n.º 4). Por outras palavras, quando ambos se pronunciam sobre um mesmo aspecto, prevalece sempre a norma mais exigente. Vejamos o que resulta da conjugação do RGEU e do DL 163/06, consoante a tipologia: Habitações T0, T1 e T2 O RGEU e o DL 163/06 coincidem. Exige-se pelo menos uma IS com lavatório, sanita, bidé e banheira. A banheira dessa IS não pode ser substituída por uma base de duche. Essa substituição, embora referida no DL 163/06 (cfr. 3.3.4 alínea 2), implica um grau de exigência inferior, pelo que neste ponto prevalece o RGEU (que refere explicitamente “banheira”). A base de duche só pode ser instalada numa IS adicional. Habitações T3 e T4 A possibilidade de subdivisão prevista no RGEU tem um grau de exigência inferior, pelo que prevalece a exigência do DL 163/06. Exige-se pelo menos uma IS com lavatório, sanita, bidé e banheira. A base de duche indicada no DL 163/06 como alternativa à banheira (cfr. 3.3.4 alínea 2) pode ser instalada nessa IS completa desde que, para não prejudicar o mínimo exigido pelo RGEU (que refere explicitamente “banheira”), noutra IS se conjugue uma banheira e um lavatório. Habitações T5 ou mais O RGEU e o DL 163/06 coincidem. Exige-se pelo menos uma IS com lavatório, sanita, bidé e banheira. A base de duche indicada no DL 163/06 como alternativa à banheira (cfr. 3.3.4 alínea 2) só pode ser instalada na segunda IS, i.e., não pode prejudicar o mínimo exigido pelo RGEU (que refere explicitamente “banheira”), mesmo que fique garantido o espaço para banheira. PHG 16MAI07 Publicada por Pedro Homem de Gouveia em:http://acessibilidade-portugal.blogspot.com/
  7. oi a todos, só para completar q é bom cada macaco no seu ganho, se querem todos o mesmo, ou o ganho é muito forte ou quebra e lá vão todos ao chão,hehe:devil:.
  8. oi JVC, boas: o 1º julgo q pode ser encontrado nas seguintes mas é ligar para lá e ver se o têm ( eventualmente tb o 2º) - BISTURI LIVROS TÉCNICOS LDA (LISBOA) Rua Helena Félix 7 B 1600-121 Lisboa T. 217970017 F. 217967702 ou BISTURI LIVROS TÉCNICOS LDA (PORTO) Rua Mestre Guilherme Camarinha 49 B 4200-537 Porto T. 220130107 ou ainda via net: http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=92525 o 2º também compra em net: http://lv.gecorpa.pt/livraria.asp?ordem=R para consulta e requesição tb é possível q a biblioteca da ordem os tenha e julgo q poderão prestar essa informação também por telefone, alguns dos livros podem ser requesitados por 15 dias desde q não sejam reservados para uso exclusivo na biblioteca. pelo q pude apurar na biblioteca do técnico também tem estes dois livros. no porto na livraria da fundação casa serralves tenho ideia d q também o têem. espero q os encontre, boa sorte.
  9. Aaliz

    Lugares nos Sonhos

    oi a todos sonho frequentemente com cidades, casas, etc... o q é estranho em todos os sonhos é q não têm som, completamente. normalmente a ausência de som no sonho faz c q acorde por perceber q estou a sonhar... por exemplo, estava numa bela esplanada, à sombra de uma palmeira, à beira mar... quando percebi q as folhas da palmeira não faziam o barulho característico(estava vento qb) e o mar ainda menos, portanto puff, acabou o sonho. quanto a sonhos com cidades e projectos o mais incrivel q alguma vez tomei conhecimento foi de um colega q literalmente durante o sono desatava a fazer esquiços dos projectos e terminava maquetes durante a noite. a familia confrontava-se no dia seguinte com ele q exigia enervadíssomo explicações aos familiares sobre o porquê de terem "mexido" no trabalho dele, só visto. não sei q fizeram em relação a isso, mas se fosse da minha familia passava a noite amarrado:ninja:.
  10. sim senhor xtamine, perfeitamente suficiente a explicação sobre o conceito da piscina. entendido e parece-me muito bem, além do q as questões q foram aqui levantadas estão perfeitamente contempladas e resolvidas com muita arquitectura, astúcia e engenho,hehe:palmas:, aprendemos todos com este projecto e deu azo a uma boa troca de ideias, quero agradecer mais uma vez os esclarecimentos q o som e acustica deu. xtamine, espero q corra tudo bem com a entrega de trabalho e q possamos ver aqui o projecto completo quando for possível.
  11. oi som e acustica: é verdade q a pedra é reflectora e longe de mim estar a sugerir a sua aplicação extensiva a grandes áreas numa piscina até porque tudo depende da conjugação de materiais e mesmo a pedra, dependendo da sua forma de aplicação, dimensões e relação entre as placas pode ser incluída, por exemplo num painel onde além d ser bujardado apresente angulos entre as placas (não sendo portanto um plano uniforme mas dinâmico) q permita a anulação de "fase" e contrarie o efeito reflector. estas e decerto muitas outras ideias associadas às soluções técnicas já avançadas aqui podem ser um bom exemplo de colaboração entre as diferentes especialidades q intervêem num projecto. quanto às placas de madeira já existem materiais para aplicar em zonas húmidas e se bem q o seu custo seja elevado, julgo q por se tratar de um projecto académico, esse não deverá ser um factor limitador da criatividade do aluno, até porque julgo q o q se pretende é abordar diferentes possibilidades e eventualmente comparar custos para se ter noção da realidade, mas num projecto académico os objectivos a atingir são diferentes dos q um arquitecto licenciado terá de cumprir. quanto à uniformidade q se pretende na lage de cobertura na sua transição de zona exterior para a zona interior, o melhor mesmo é a utilização como camada de acabamento final o tal betão "leve" q já aqui foi abordado e existe também betão estrutural q tem incluída na sua composição materiais q lhe conferem propriedades de isolamento acústico (uma pesquisa na net resolve o assunto e existem actualmente uma série de livros no mercado sobre novos materiais q podem ser discretamente consultados nas grandes superfícies, alguns deles com os endereços para sites na net). na questão dos materiais reflectores/absorsores uma forma simples de abordar a questão é pensar no seguinte: estes factores estão associados à densidade do material, logo quanto mais denso for mais reflector, e quanto menos denso ("leve" para simplificar) menos reflecte. esta é uma questão entre outras questões q poderiamos exaustivamente abordar e muitas delas já o foram pelo som e acustica ( e muito bem), outra tem a ver com a rugosidade do acabamento da superficie: se o material ficar com um acabamento completamente liso, as ondas de som ao baterem voltam para trás como se fossem um espelho, se for um acabamento mais rugoso ou mesmo completamente irregular (imagine-se uma parede com piramides ou cubos em diferentes ângulos) as ondas ao chocarem com a superfície são refectidas em diferentes direcções, e com o estudo apropriado até podem "embater" umas nas outras e anularem-se ( a tal anulação de fase), outras voltam a embater nas saliencias e vão-se dissipando, mas a aplicação de um material absorsor continua a ser válida e indispensável, e por exemplo, se estiver em questão a aplicação de placas de betão onde se decida tirar partido visual e estético de furos ou circulos nessa superfície para criar a tal irregularidade, isso não funcionará se não for aplicado um material absorsor por detrás dessas placas. mas, tudo depende dos materiais e zonas, pelo q compreendo q refira q só com a execução do projecto acústico se poderia validar ou não o projecto, e q podem ser necessárias alterações e rectificações, por isso a colaboração é tão importante e pena é q as faculdades não ofereçam essa possibilidade de intercâmbio de conhecimento entre os diferentes cursos. por esse mesmo motivo é louvável e muito positiva a troca de ideias q o fórum permite e desde já a disponibilidade do som e acústica para ajudar e divulgar as soluções q tem apresentado neste e noutros tópicos. obrigada.
  12. oi lego: além dessa diferença, outra q pude registar é q se em "cidade de deus" podemos apontar um "lado certo" e um "lado errado", em "tropa de elite" fiquei com a certeza de q todos os lados/partes estão errados e têm falhas assustadoras q ajudam a compreender porque as favelas são um problema sem solução, embora o filme não se sujeite a interpretações ou sobre-texto porque está tudo lá, cru e nu, não vale a pena inventar análises pois a realidade é mesmo a retratada, de quem o pode confirmar in loco, sem ficção. a parte disso as representações dos actores Wagner Moura, André Ramiro, Caio Junqueiraes são brilhantes.
  13. oi portugese podes consultar o projecto aqui mesmo no "arquitectura.pt" bem como as opiniões e participações dos membros a propósito, em: http://arquitectura.pt/forum/f10/mil-milh-es-de-euros-concretizar-projecto-da-cidade-da-gua-8030/index2.html boa sorte, e lembra-te q por vezes os temas já foram abordados aqui no fórum e que para os poderes consultar basta uma pesquisa por palavra-chave.
  14. oi xtamine: vi aqui a planta a piscina e acontece q tenho uma familiar ex-federada em natação q fez parte de uma aquipa pelo q faço algumas chamadas de atenção em relação aos espaços de piscinas com dimensões para natação pura: - as pistas tem "bloco", de onde os nadadores efectuam a entrada na piscina (na imagem não os vi indicados, será q a escala da imagem .jpj não permite serem vistos? ou não estão contemplados?) - normalmente as piscinas que têm treinos de competição também têm provas de competição, o q obriga a ter bancadas para os elementos das equipas visitantes, treinadores e amigos/familiares e geralmente estão divididos em dois espaços, um para atletas outro para público geral. compreendo q a imagem anexada é apenas uma pequena parte do projecto onde não estão todas as opções, mas sendo estes aspectos importantes para o funcionamento deste tipo de equipamento refiro-os. quanto à acústica tenho possibilidade de pedir a opinião de um técnico de som sobre os materiais q se podem utilizar neste tipo de ambiente onde existem fontes de barulho pouco usuais como aquele som característicode de sprint q os atletas fazem durante os treinos e q se assemelha muito ao motor de um barco, hehe. sei q a aplicação de pedra com acabamento bujardado muito irregular é possivel em algumas superfícies bem como a de placas de madeira perfurada mas assim q tiver mais fundamentada sobre a questão da aplicação de materiais em piscina e a relação com a qualidade acústica direi mais alguma coisa.
  15. oi joao araujo antes de mais deixo um cumprimento pela coragem de partilhar esta situação. não é facil dize-lo da forma clara e simples como foi dita. até porq socialmente quem está sem trabalho, e isso seja em q área for, é considerado culpado dessa situação e incompetente pela sociedade q o rodeia embora seja uma realidade cada vez mais frequente, infelizmente. se o desemprego está a baixar um pouco, tenho para mim q se deve ao facto de após algum tempo a tentar encontrar na área para q cada um se formou um emprego/trabalho compativel sem sucesso, uma pessoa tem de agarrar o primeiro trabalho minimamente decente que lhe aparecer e sobreviver. de facto nesta profissão existe toda uma realidade nada poética e muitas vezes nada moral onde os fins justificam os meios. como em todo o lado existem coisas boas e coisas menos boas. os talentos nem sempre são reconhecidos e muitos nunca o serão porque as pessoas acabam por desistir e mudar de área. não há muitos "Nelson's Évora" e nem poderia porque o sucesso depende de tantos factores q não apenas a capacidade, às vezes a pessoa certa no momento certo, outras isso não acontece. mas continuo a acreditar q a perseverança e a vontade de conseguir e não desistir podem fazer a diferença. sei do q se fala aqui e como muitos tambem afirmei q não existia problema de trabalho em arquitectura para quem era bom... engano e falta de modéstia q uma fase grave de falta de trabalho e de alternativas me fez por os pés no chão e ver q pode acontecer a qualquer um, em qualquer altura, com ou sem experiencia, com ou sem provas dadas e reconhecidas. imagino q seja ainda mais dificil para quem não tem experiencia mas aceditem q também não é fácil esta mesma situação por "excesso" de curriculum(com correspondente nivel de honorários) e nível académico(parte-se erradamente do principio q quem ensina é porque não sabe fazer), ou por excesso de idade(depois dos 35-40 a coisa complica para quem não tenha uma carteira de clientes ou atelier próprio) e para quem tem atelier próprio também não é nada facil, a irregularidade de trabalho, o ter de andar atrás dos clientes para conseguir os respectivos pagamentos, entre tantas outras dores de cabeça, não é facil de facto e quando olhamos para o lado verificamos que os lobbys existem sim. deve ser do jogos olimpicos,mas estou a ver uma série de semelhanças entre as provas por exemplo de natação e o trabalho: se um atleta olha para o lado numa prova de natação discutida ao segundo isso irá prejudicar o seu desempenho e condenar o esforço e dedicação de anos. por isso é olhar em frente e tentarmos sempre ultrapassarmos-nos anós mesmos, com coragem e contar com o apoio de quem nos rodeia bem como dar o nosso apoio e mostrar a diferença pela positiva sempre q existir oportunidade porque quem faz as profissões são os homens e mulheres reais por detras delas e também os homens e mulheres ideiais q também existem mas em minoria porque a maioria de nós somos apenas humanos. uma sugestão em relação aos 700 CV enviados: muitos deles nem são abertos e vão directamente para a "papeleira"(modo suave de dizer lixo), sei disso porque o vi fazer. por isso talvez a estratégia passe por contactar directamente os ateliers, gabinetes, empresas, pessoalmente(aquilo a q se chama gastar sola de sapato) e tentar marcar uma reunião com o responsavel para mostrar o portfolio(no caso sobretudo académico) e a total disponibilidade para trabalhar em experiencia por um periodo q se considere suficiente para ver se aquilo q sabe fazer é util à dita empresa. por ultimo, coragem e obrigada pela partilha e chamada de atenção.
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