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Arquitectura.pt


bitormst

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Meio Académico

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  1. A minha maior expectactiva é ver como vai resultar a cobertura e respectiva drenagem. Ou é muito bem feita ou corta as assas aos passarinhos!
  2. Hummm cheira-me a esturro! Não me pareçe que o problema seja atribuir 42000 € no total senão não os anunciavam à partida e para a empresa que é acredito que não seja tão avultado... O problema é de desbloqueiam essa quantia para prémios, decidem atribuír 30000 euros e o resto vai parar aos bolsos de alguém, até porque andaram muito ocupados no desenrolar do concurso. Outra hipótese é atribuirem os dois prémios dos sitios não premiados aos vencedores em ex aequo dos outros dois sitios com dois vencedores (só por coincidência). A ver vamos, esperemos que o livro seja esclarecedor!
  3. Como o compreendo J P Sousa! Tb tive mensão honrosa no Bonfim (unico que concorri), mas la no fundo bom bom era vencer até porque menções é coisa facil de ir coleccionando... Para a próxima é que vai ser! Mesmo assim acho muito injusto para quem participou nos dois locais sem vencedor e apenas com menções honrosas.
  4. "(...) 7 Júri e critérios de selecção O Júri - composto por um membro da empresa Águas do Porto E. M. e dois arquitectos sénior – irá examinar todos os projectos entregues e classificará um projecto vencedor por sítio. Poderão ser atribuídas até três menções honrosas por sítio de carácter não pecuniário. (...)" Onde estão os vencedores da Fonte da Moura e de Santo Isidro? Onde está o máximo de 3 menções honrosas por sitio? Provavelmente responderão que é devido ao grande número de concorrentes... e à qualidade.... e ao livro... mas nada poderia alterar o regulamento. Não é de admirar depois da longa e infeliz história deste concurso! Parabéns a quem venceu e força aos restantes!
  5. Acho que deve continuar a trabalhar desse modo Zinaida, até porque para a Russia e sociedade Russa essa sua concretização me parece contextualizada. Talvez com o passar dos anos, se permanecer em Portugal, perceberà que a sociedade aqui é um pouco diferente. Sobretudo porque o ideal de requinte, opulencia e ostentação que é no meu entender uma caracteristica que, tal como os Russos, também temos acentuada, cada vez mais se orienta no sentido oposto à ornamentação cenogràfica. Isto um século depois de essa discussão ter estado em dia na arquitectura Europeia. Bons Trabalhos Zinaida.
  6. As imagens iniciais lembram cenàrios dos desenhos animados niponicos (tipo Navegantes da Lua), mas fora de brincadeiras hà um certo aroma ao estadio da Luz e também a forma da cobertura e fachada do estadio das Antas, ups... do Dragão!
  7. Veremos quando acabar a petrolosuga ocidental como tal sociedade sobreviverà. Turismo é coisa universal e o que não faltam são paraisos de luxo bem mais discretos que os EAU. O melhor é que provavelmente é coisa que ainda veremos neste século. Em que é que aquilo se vai converter...
  8. Axo que, acima de tudo, qualquer grande vulto da arquitectura, idolatrado ou não, é resultado de ter nascido num contexto propicio à construção do seu percurso, atribulado ou não. O meio e as circunstancias em que as suas obras surgiram e se foram multiplicando permitindo adquirir a experiência e a sabedoria que daì advem e que não è matéria que lhes foi proporcionada na formação escolar. Referencias e interesses são coisas transversais a todos os arquitectos mas so aqueles que efectivamente concretizam o que mentalmente constroem podem ser considerados nestes campeonatos. é caso para pensar se qualquer um destes mestres nascesse hoje se dentro de umas décadas ia ter a mesma projecção. Do mesmo modo quantos mestres nem sequer o foram porque nunca reuniram condições para construir nada! Tudo isto é natural, concordemos. Mas no fundo todos sabemos os mestres que seriamos se algém levantasse as fantàsticas obras que também arquitectamos.
  9. Numa aula especial com o professor Fernando Tavora, no meu primeiro ano da faculdade, ouvi-o dizer que eramos demasiados e que deste modo "teriamos de nos comer uns aos outros". A turma de alunos brilhantes que para ali chegarem ja tinham comido uns quantos adversàrios no secundario riu-se em sintonia. Agora que termino a curso sinto-me frustrado por não ter percebido a mensagem atempadamente. Nunca deveria ter feito este curso apesar de ter sido aquele que sempre quis desde criança. Todos insistimos no "não desistas do que realmente queres, sonhas, ambicionas" e dizemos isto com a mesma ligeireza dos ditados populares e frases feitas. Ha dias encontrei um batalhão de jovens do primeiro ano a fazerem esquiços do mesmo terreno onde trabalhei no meu primeiro ano... sorridentes, deslumbrados, e silenciosamente passei e pensei que Fernando Tavora ja não estava ca para os avisar! Apetecia-me dizer-lhes para desistirem. Gostava que alguém me tivesse avisado na altura em que também estava naquele sitio a parir esquiços num dia de chuva e sem vontade. Como sou demasiado vulgar se falasse com algum era para o motivar mesmo contrariando o que realmente penso. Resumindo, é necessario tirar as ilusões às pessoas e mostrar-lhes o real estado das coisas. Colegas meus que terminaram os estudos no 9° ano têem a vida com uma decada de avanço e é tempo que nunca vou recuperar mesmo com um canudo caro na mão. Jà digeri a desilusão so não aceito ter cometido o erro de submeter a minha familia a todo o desgaste e falta de tempo que o curso me provocou e às falsas expectativas de saida profissional. Retomando o Tavora, o que se passa é que essa historia dos "arquitectos se comerem uns aos outros" é veridica e é esse atrito e rivalidade que faz do grupo profissional uma amalgama de descontentes aos atropelos. Não ha união nem para votar numa Ordem que não existe senão para tornar tudo mais fraccionado e contestatario. Isto so reforça o papel da Ordem dos Engeneiros que casada com o LNEC, ocupam o nosso lugar e a nossa voz sobre as mais diversas areas e intervenções. Nòs aparecemos como consultores de pleteia (ver exemplo do Pros e Contras acerca da nova travessia do Tejo), a dar umas opiniões que depois até descambam quando dizemos que os engenheiros não têem formação estética e logo de seguida outro arquitecto da razão aos engenheiros - obrigado colega - e no dia seguinte a ex-bastonaria do nosso grupo profissional aparece no mais espampanante programa matinal da tv generalista a arrancar aplausos de cinquentonas desempregadas, pronunciando-se acerca da travessia e suas implicações! Como disse não faço nada e tenho tempo para ver este show todo. Hei-de saber quanto pagam às senhoras da plateia... talvez melhor que aos recém licenciados, e até ouvimos em directo a pronuncia dos arquitectos, tudo num ambiente muito animado! Por fim, somos uma praga inutil ao pais com uma alta capacidade de reprodução o que pode num futuro incerto trazer consequências vantajosas... nem tudo pode ser mau!
  10. Ha sem duvida muitas propostas interessantes mas existem casos em que a intervenção não mantem o objectivo inicial de continuar a desempenhar o papel de reservatório, sobretudo no caso das torres. Do mesmo modo ha vocações rentaveis e outras menos rentáveis mas igualmente ajustadas ao contexto. Vamos la ver se o juri leva ou não em conta os requisitos que anunciou como critérios de avaliação.
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